O Verdadeiro Romance Entre Nós
13 Capítulo 13 – Surprise!
Notas iniciais
POV America
Acordei olhando para o teto do hospital do palácio. Primeiro senti um frio na barrigada tentando lembrar o que eu sofrera para estar ali, mas logo depois lembrei que era por Maxon. Ele estava tão fofo dormindo que eu não queria acordá-lo mas era impossível. Ele já estava uma semana de cama e a perna dele estava muito melhor. Eu acordei Maxon para pedir para me deixar levantar.
– Bom dia para você também, minha querida. – ele disse com um sorrisinho no rosto.
– Bom dia meu sublime marido, agora deixa eu sair daqui.
– Não me chame de sublime marido, isso me lembra a nossa primeira vez. Isso me deixa excitado.
– Maxon!
Ele riu um pouco.
– Estou louco para fazer de novo. Você é muito boa!
– Bem, Majestade. Saiba que quando o médico passar por aquela porta dizendo que você pode sair saltitando por aí, eu faço tudo o que você quiser.
Ele me olhou com um olhar sexy e neste exato momento, o médico entrou no recinto.
– Muito bom Majestade, o senhor já está bem melhor. Pode até sair, digamos, saltitando por aí.
Maxon gargalhou escandalosamente naquele momento. E só revirei os olhos e o ajudei a se levantar. Nós nos despedimos do médico e fomos para o corredor em direção ao nosso quarto.
Antes de chegarmos, Maxon avançou um pouco a minha frente e abriu a porta para mim, como um digno cavalheiro.
Bastou eu passar da porta que Ele já me carregou no colo, me beijando e fechando a porta com o calcanhar. Eu roçava os meus dedos no seu cabelo enquanto ele beijava o meu pescoço. Ele me largou na cama, me fazendo quicar um pouco e começou um verdadeiro show de strip-tease. Ele tirou a camisa dele vagarosamente e depois a girou acima da cabeça, me fazendo rir alto. Ele fez a mesma coisa com a calça e depois foi a minha vez. Eu me levantei, empurrei Maxon com apenas um dedo em direção a cama o fazendo cair. Eu tirei o meu vestido de vagar e comecei a dançar na frente dele, fazendo ele rir também. Sem eu perceber, ele me puxou pelo colo e começou a me beijar forte. Eu fiquei em cima dele e ele tirou o meu sutiã, massageando o local onde as mãos deles se encontravam. Ele virou o jogo, me fazendo ficar em baixo dele e ele em cima de mim. Ele tirou a minha calcinha e eu tentei tirar a cueca boxe dele, mas ele foi mas rápido que eu e a tirou primeiro. Nos beijamos e começamos. Aquela com certeza foi bem melhor que a primeira. Eu gemia alto e pude perceber que Maxon fazia o mesmo. Quando terminamos, amos estávamos suados e cansados. Maxon se virou para mim e me deu um beijo na testa.
– Boa noite minha querida.
– Boa noite meu sublime marido.
E dormimos de conchinha.
–(DUAS SEMANAS DEPOIS)-
Depois daquele dia, nós fizemos de novo mais cinco vezes e Maxon melhorava cada vez mais. Além disso, quase tudo estava normal em nossa vida. Finalmente nós começamos o projeto de abolição das castas e isso me orgulhava muito. Comparecíamos a várias reuniões importantes ao longo da semana. Em uma delas, para ser mais específica, numa sexta-feira, algo de errado me ocorreu. Estávamos no escritório quando uma vontade imensa de vomitar me ocorreu. Eu olhei desesperada para Maxon, fazendo-o parar com seu discurso ao parlamento. Eu não consegui dizer nada, apenas saí correndo do lugar procurando banheiro mais próximo. Enquanto eu colocava a minha alma para fora, pude sentir uma mão massageando as minhas costas, provavelmente de Maxon, mas só pude conferir depois que terminei e lavei a minha boca.
– Fique calma Meri, deve ter sido algo que você comeu.
Naquele momento eu gelei. Eu não havia comido nada de diferente nos últimos dias. Um pensamento me veio a mente. Eu corri em direção ao banheiro do meu quarto e quando cheguei tranquei a porta. Podia ouvir os gritos de Maxon me mandando abrir a porta e me perguntando se eu estava bem, mas eu não respondi a nenhuma delas. Eu abri a pequena bolsa que eu deixava no banheiro e peguei o aparelho. Sentei no vaso sanitário e urinei no pequeno objeto. Depois de dez minutos veio a resposta. POSITIVO. Eu comecei a ficar ofegante. Eu estava...? Abri a porta correndo e pulei nos braços de Maxon, que ainda me olhava sem entender.
– Melhore essa cara, afinal, como eu posso te dar parabéns assim, papai?
Maxon ficou me olhando por alguns instantes, mas logo depois abriu o maior e mais brilhante sorriso que eu já vira na minha vida.
Ele me abraçou, mais forte desta vez e logo em seguida me beijou.
– Mas o parabéns é para você também, mamãe.
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