O Verdadeiro Amor Nunca Acaba !
12 Capítulo 12
Notas iniciais
Espero que gostem, Boa Leitura :DD
P.O.V Megan
Kurt e eu estamos sozinhos, sentados em uma mesa distante, Blaine está falando com uma mulher, ela viu a performance dele em Grease, e pensa em uma apresentação para ele. Resolvi contar tudo ao Kurt, sei que posso confiar nele, estou com um enorme frio na barriga.
- Tudo bem Megan, pode ficar calma – Ele fala segurando minhas mãos tremulas.
- Eu vou te contar o motivo do “olhar triste”. – Olho em sua direção, ainda tremula e insegura.
- Pode confiar em mim, estou aqui. – Ele completa com uma voz suave, calma e segura, sim, agora sei do que Blaine estava falando, Kurt nos transmite paz e conforto, fico feliz que Blaine tenha o encontrado. Respiro fundo e começo.
- Eu nasci na Califórnia, morava com minha mãe, meu pai e com minha irmã mais nova Rebecca. Éramos felizes, parecíamos aquelas famílias de seriados, todos felizes e unidos. Mas quando eu tinha 5 anos minha mãe faleceu em um acidente de carro, isso chocou muito a meu pai e a mim, eu era muito apegada a ela, da mesma forma que meu pai era com Rebecca. – Olho para Kurt, ele parece triste. – Meu pai entrou em uma crise de depressão muito forte, minha irmã e eu passamos um tempo em uma tia nossa, mas depois que voltamos, tudo estava diferente, não com Rebecca, mas comigo, meu pai me tratava com desprezo, agia como se eu não estivesse ali. E quando a noite chegava, ele entrava em meu quarto e me batia, eu não sabia me defender, ainda era muito pequena, e não entendia o motivo daquilo, mas uma vez ousei em perguntar o motivo, e ele me respondeu o seguinte “Isso é por você me lembrar a sua mãe”.
- Isso é horrível – Kurt deixa escapar colocando a mão na boca e me olhando assustado.
- Eu não queria morar mais com meu pai, sentia medo, vivia me escondendo dele, no primeiro Natal sem minha mãe, ele fez como se eu não existisse, parecia que ele tinha me tirado da vida dele. Um ano depois de tudo isso, eu já estava com 6 anos, nós viemos para Ohio, ele recebeu uma proposta de emprego, eu comecei a fazer aulas de dança, uma maneira de me ocupar e ficar longe de casa, mas então ele se casou de novo, com uma mulher chamada Clara, mas nada mudou, e se mudou foi para pior, ela acreditava que Rebecca era talentosa e que se ela ficasse famosa, traria muito dinheiro a “Família”, ela me tirou as aulas de dança para colocar a “Beck” em aulas de canto, eu fiquei presa naquele inferno por 2 anos, sem ter nenhuma distração ou motivos para sair de casa, não tinha amigos, era muito pequena para fugir. – Kurt está cada vez mais assustado – Quando eu tinha uns 8 anos, eu fui para uma escola onde conheci Mark, lembro que assim que cheguei, um menino de olhos verdes e alegre veio me cumprimentar, então eu descobri que na escola havia grupos, de dança, teatro ..., entrei em vários para ocupar meu tempo, quanto mais tempo eu ficasse fora de casa, mais feliz eu estaria. Mark foi o primeiro que me fez sorrir em anos, foi com ele que dei meu primeiro sorriso após a morte de minha mãe, por isso ele é tão importante para mim, pois ele esteve lá, quando mais ninguém estava. – Não me seguro e uma lágrima escorre por entre meus olhos, Kurt aperta minha mão ainda mais forte.
- Tudo bem se não quiser continuar. – Ele fala com a mesma voz calma e tranquilizadora.
- Tudo bem, eu consigo continuar – Falo olhando no fundo de seus olhos. – Fiquei alguns anos dançando e atuando na escola, fiz algumas peças, mas meu pai não foi em nenhuma, ia apenas às peças da Rebecca, ele realmente havia me excluído de sua vida. Mark foi um grande amigo, ainda é, somos amigos há 10 anos, éramos só nós, até uma menina entrar na escola, á 3 anos. Ivy. Ela me odiava assim como eu a odiava, mas com o tempo, viramos grandes amigas, mas no ano passado ela teve que se mudar para Chicago. Faz 3 anos que eu não passo o Natal em casa, sempre arranjo um jeito de sair. Nesse ano, Rebecca fez de tudo para acabar com a única alegria que ainda me restava, a Dança, ela conseguiu cancelar o Grupo de Dança para iniciar um Grupo de Canto, acabei entrando nele, e aturando ela, pois não conseguia viver sem a dança, pois quando estou dançando, eu entro em um mundo só meu. E se isso não bastasse, quando eu pensei que tivesse encontrado alguém que realmente me amasse, descobri que estava enganada, no dia das Seletivas desse ano, eu a encontrei com John, que até então era meu namorado, meu ódio pela Rebecca só aumenta a cada dia, eu acabei brigando com ela, e ela me tirou do Glee Club, eu estava na pior, foi ai que eu encontrei Blaine, e vi nele um irmão, e achei nele uma razão, ou melhor, uma missão, ajudar a unir vocês novamente, isso fez com que eu me sentisse melhor, me fez perceber que eu servia para alguma coisa, e ver o quão vocês são felizes juntos, faz com que eu me sinta melhor.
- Megan, você pode não saber, mas você é especial, eu sei como é a dor de perder um ente tão próximo como a nossa mãe, afinal, eu perdi a minha também quando ainda era criança, mas você não pode deixar seu pai te desvalorizar, ele pode não ligar mais para você, mas tem pessoas que se importam como o Mark, a Ivy, Blaine e até mesmo eu. Você foi meu cupido, você trouxe de volta a razão dos meus sorrisos, minha felicidade, e saiba que, você não está sozinha, sempre vamos estar ao seu lado. – Quando ele para de falar, caio em lagrimas, me sinto aliviada de contar isso para alguém, alguém de confiança como Kurt.
- Obrigada! — Ele me abraça e me leva para tomar um copo de água, limpo meu rosto e vamos ao encontro de Blaine.
P.O.V Kurt
Vamos encontrar Blaine, ainda estou chocado com a história de Megan, e o que mais me impressiona, é como que ninguém fez nada para impedir isso, impedir seu pai de fazer o que faz. Deixo Megan sentada em um banco e vou falar com Blaine.
- Oi amor, o que houve ? – Ele pergunta ao me ver.
- É a Megan, ela não está muito bem, vou levar ela para casa. – Não sei se isso é o melhor, mas agora ela precisa descansar.
- Tudo bem, mas o que houve com ela ? – Ele pergunta assustado.
- Eu te conto depois, assim que eu levar ela para casa eu vou para a sua te encontrar. – Completo dando um selinho em Blaine.
- Tudo bem, nos vemos lá então.
P.O.V Blaine
Já faz uma meia hora que cheguei e nada de Kurt, quero saber o que aconteceu com Megan. Ouço a campainha tocar, levanto e quando chego a sala minha mãe já abriu a porta, e nela está Kurt, um pouco triste.
- Blaine, você tem visitas. – Fala a minha mãe olhando para mim e para Kurt aleatoriamente.
— Tudo bem mãe, vem Kurt vamos subir. – Pego a mão de Kurt e vamos em direção ao meu quarto. – Tudo bem ? Parece um pouco triste. – Pergunto assim que chegamos ao mesmo.
- Desculpe a demora, mas Megan me contou uma história e ... bom não era nada boa, eu estava levando ela para casa, mas ela preferiu ir até a casa de Mark. – Ele parece abalado.
- Tudo bem, você pode me contar essa história? – Pergunto.
- Claro, acho que agora, mais do que tudo, ela precisa de você do lado dela Blaine.
- E eu vou estar, não vou abandonar ela, afinal, graças a ela que hoje eu tenho você aqui comigo.
- Blaine, me abraça. – Ele pede já me abraçando, da para ver que ele realmente está abalado, retribuo o abraço, lhe confortando.
Algumas horas depois, Kurt já havia me contado a história da Megan e eu estava assustado, como uma menina, que transmite tanta alegria passou por tudo isso? Sinto-me horrível por não ter percebido, por não ter notado seu verdadeiro estado. Já está tarde, e amanhã cedo Kurt precisa voltar para NY, ele vai dormir aqui em casa hoje, estamos deitados na cama, abraçados, olhando um filme para nos distrairmos.
- Kurt. Estou tão feliz que esteja aqui, eu senti falta disso, de ficarmos abraçados, juntos. – Ele me olha.
- Senti muita falta disso também, me sinto bem quando estou ao seu lado, me sinto seguro. – Ele olha no fundo dos meus olhos, vejo aquele brilho que há tempos não via, me aproximo para lhe dar um beijo, mas acabo não lhe dando somente um, mas vários beijos seguidos, acabo parando sobre Kurt, o beijando varias e varias vezes.
- Blaine, está tudo ótimo, mas não vai dar com a sua mãe em casa. – Ele fala em meio aos meus beijos.
- Por que? – Pergunto lhe olhando.
- Não me sinto confortável com ela por perto.
- Ela já deve estar dormindo. – Falo retomando os beijos, e tirando seu casaco.
- Tem certeza ? – Ele pergunta parando e me olhando.
- Sim. – Respondo abrindo sua camisa e retomando os beijos calorosos e intensos.
Ele também abre minha camisa e passa as mãos em meu peitoral, os beijos ficam cada vez mais intensos.
— Blaine! – Ouço a voz de minha mãe do outro lado da porta.
- aah – Falo caindo ao lado de Kurt. Ele levanta em um pulo se vestindo. – Minha mãe tinha que aparecer agora? – Pergunto desapontado. Kurt começa a rir.
- É melhor responder a ela Blaine, antes que ela entre. – Ele fala apontando para a porta, ainda terminando de se vestir. Coloco a camisa e vou até a porta.
- Sim. – Falo em tom normal.
- Kurt vai dormir aqui? – Ela pergunta tentando olhar para dentro do quarto.
- Ah, sim algum problema? – Abro o restante da porta para que ela entre. Kurt está sentado na ponta da cama.
- Não, nenhum. Divirtam-se. – Ela fala deixando o quarto. – Boa Noite.
- Boa Noite – Kurt responde antes de eu fechar a porta, assim que fecho, me viro para ele, começamos a rir.
- Bom, onde estávamos? – Pergunto indo em direção ao meu amor.
- Não Blaine, quebrou o clima. – Ele fala me parando com uma das mãos.
- Ah. – Me jogo na cama. – Por que minha mãe tinha que aparecer? – Ele começa a rir e me da um beijo.
- Vem, vamos dormir. – Ele completa me puxando para o seu lado.
P.O.V Kurt
Já é de manhã, acordo Blaine não está ao meu lado, como sempre, ele acorda antes, vou ao banheiro, lavo o rosto, escovo os dentes e desço até a cozinha, onde encontro Blaine e sua mãe.
- Bom Dia Kurt. – Ela me cumprimenta assim que chego.
- Bom Dia. – Respondo sorrindo.
- Bom Dia amor. Senta. – Blaine fala e me da um selinho rápido, o que me faz corar.
- Bom ... Bom Dia. – Respondo meio envergonhado, ou talvez totalmente envergonhado.
- Não precisa ter vergonha Kurt. Eu não me importo. – Minha sogra fala em meio a risos, ao perceber que estou vermelho. – Sirva um café.
- Obrigado. – Respondo com um sorriso ainda tímido.
Assim que termino o café subo até o quarto de Blaine para trocar de roupa, ele entra no quarto quando ainda estou sem minha camisa.
- Você vai embora e eu não pude ter isso ontem à noite. – Ele fala fazendo uma carinha triste, o que me faz rir.
- Agradeça a sua mãe. – Eu digo ainda sorrindo.
- Mas pelo menos um beijo antes de você ir eu ganho ? – Ele pergunta segurando minha cintura.
– Claro. – Respondo colocando meus braços em volta de seu pescoço e lhe dando um longo beijo. – Vamos, se não vou me atrasar e perder o voo.
- Tudo bem, se não tenho outra opção. – Visto minha camisa e pego minhas malas.
P.O.V Blaine
Kurt já está indo embora, o tempo passou rápido demais, amanhã já retorno a escola e ele a Vogue. Irei falar com Megan amanhã, ela precisa da minha ajuda. Chagamos ao aeroporto.
- Bom, é aqui a pior parte. – Ele fala.
- Você pode impedir tudo isso se ficar comigo aqui. – Eu completo.
- queria muito ficar, mas realmente não posso, no próximo final de semana você vai para NY me visitar certo ? – Ele me pergunta
- Claro que sim, mas, Rachel vai estar lá ? – Pergunto esperando um não como resposta.
- Sim, ela mora lá também Blaine. – Faço uma cara triste ao ouvir a resposta.
- Mas ela vai nos atrapalhar. – Comento ainda com a cara triste.
- Não, ela não vai. E para de fazer essas carinhas de cão sem dono, porque você tem dono. – Ele fala olhando em meus olhos e sorrindo.
- Tudo bem. – Dou um grande sorriso. – Agora vai, se não vai perder o voo. – Lhe dou um beijo e tento segurar ele ao máximo.
- Tchau amor, nos vemos daqui alguns dias, e nos falamos por Skype assim que eu chegar. – Ele termina e me da um selinho rápido.
- Tchau amor, até mais tarde, vou ficar esperando você chegar.
P.O.V Megan
Estou melhor, acabei dormindo na casa de Mark, no quarto de hospedes, não conseguia voltar para casa, vou até a cozinha pegar alguma coisa para comer e ver se Mark já está acordado.
- Bom Dia – Digo entrando na cozinha e vendo Mark.
- Bom Dia Meg, está melhor ? – Ele sempre preocupado comigo.
- Sim. – Respondo me sentando ao seu lado.
- Quer café ? – Ele pergunta me alcançando um xícara.
- Claro – Respondo pegando-a e servindo um pouco de café preto, sim, preto para acordar. – Mark ...
- Que ? – Ele pergunta tomando um gole de café.
- Eu ... Eu posso ficar aqui essa noite de novo ? – Pergunto meio envergonhada.
- Claro que pode. – Ele reponde rindo da vermelhidão de minhas bochechas. – Somos melhores amigos Meg, você sabe que pode ficar aqui quando quiser, e por isso você sempre terá um lar. Aqui.
- Obrigada – Respondo sorrindo e o abraçando.
Mark, meu melhor amigo, eu não sei por que, mas nas ultimas semanas, sinto um frio na barriga quando me aproximo dele, sinto vergonha em dançar ao seu lado e não me sinto mais tão confortável em dormir aqui, mas não posso ir para casa, talvez amanhã depois da escola eu vá.
P.O.V Blaine
Ontem parecia que as horas não passavam, mas foi só Kurt me chamar no Skype que elas resolveram voar. Ele está tão longe agora, queria meus olhos azuis do meu lado. Estou na escola, aula de Inglês, essa é a última antes do Coral, o sinal toca, finalmente livre. Vou em direção ao armário, no caminho encontro Megan.
- Hey, Megan. – Falo indo em sua direção.
- Oi Blaine. – Ela me cumprimenta sorrindo.
- Meg ... – Começo mas sou interrompido por ela.
- Kurt te contou não é ? – Ela me olha fechando o armário.
- é ...
- Tudo bem Blaine, não vou ficar brava. – Ela fala pegando uma de minhas mãos.
- Desculpa por não ter reparado nisso antes Megan, nós somos amigos, eu devia ter reparado. – Falo tentando me desculpar, afinal, me sentia mal por não ter reparado os “olhares tristes” de Megan.
- Você estava ocupado de mais atrás do seu amor, quando se está apaixonado, o mundo é colorido e feliz, é claro que você não iria perceber, mas agora já está mais calmo? Já está com Kurt. – Ela fala sorrindo.
- Kurt é detalhista, ele repara em tudo. – Falo. – Sim, não pude reparar em nada, nem sei as matérias que tivemos na ultima semana, só o que me vinha à cabeça era Kurt Hummel. – Ela sorri.
- Você está ... – Ela para apontando para o meu rosto. – Está com aquele sorriso bobo e o brilho nos olhos de novo. Sempre que falam do Kurt você fica assim. – Ela termina sorrindo. E eu não consigo evitar o sorriso também, é verdade o que ela falou, quando se trata do Kurt, não consigo me controlar.
- Vem, vamos até o Glee Club, tem uma música que eu quero cantar.
Vamos em direção à sala do Coral, entramos e sentamos, vemos Mr. Shue falar sobre as Regionais, ele já tem umas ideias sobre as músicas, ele termina de falar e passa a palavra a mim.
- Blaine, você queria cantar uma música certo ?
- Sim — falo me levantando e indo em direção ao piano.
Começo a tocar e olho para Megan, para que ela saiba que essa música é para ela.
You're not alone
Together we stand
I'll be by your side
You know I'll take your hand
Canto olhando para ela.
When it gets cold
And it feels like the end
There's no place to go
You know I won't give in
No, I won't give in
O pessoal do Glee Club começa a fazer um coro atrás, alguns já cantaram essa música antes.
Keep holding on
Cause you know we'll make it through,
we'll make it through
Just stay strong
cause you know I'm here for you,
I'm here for you
There's nothing you can say
Nothing you can do
There's no other way when it comes to the true
So keep holding on
Cause you know we'll make it through,
we'll make it through
Levanto, Brad continua ao piano, vou em direção a Megan pego em sua mão e a puxo para o centro da sala.
So far away
I wish you were here
Before it's too late
This could all disappear
Before the doors close
And it comes to an end
With you by my side
I will fight and defend
I'll fight and defend
(Yeah, yeah)
Mark se junta a nós, assim como Tina e Marley.
Keep holding on
Cause you know we'll make it through,
we'll make it through
Just stay strong
cause you know I'm here for you,
I'm here for you
There's nothing you can say
Nothing you can do
There's no other way when it comes to the true
So keep holding on
Cause you know we'll make it through,
we'll make it through
Hear me when I say,
When I say I believe
Nothing's gonna change
Nothing's gonna change,
Destiny
Whatever is meant to be
We'll work out perfectly
(Yeah, yeah, yeah, yeh-ah)
Todos estão ao centro da sala, juntos, cantando para Megan.
(La ra ra ra ra)
Keep holding on
Cause you know we'll make it through,
we'll make it through
Just stay strong
cause you know I'm here for you,
I'm here for you
There's nothing you can say (nothing you can say)
Nothing you can do (nothing you can do)
There's no other way when it comes to the true
So keep holding on
Cause you know we'll make it through,
we'll make it through
(ah ah ah)
(Keep holding on)
(ah ah ah)
(Keep holding on)
There's nothing you can say (nothing you can say)
Nothing you can do (nothing you can do)
There's no other way when it comes to the true
So keep holding on (keep holding on)
Cause you know we'll make it through,
we'll make it through
Termina e todos abraçam Megan e aplaudem a música.
- Essa música foi para mostrar que, você nunca vai ficar sozinha, eu sempre vou estar ao seu lado. — Falo olhando para ela.
- Você nunca ficará sem um lar, sempre terá a gente. – Mark fala parando em seu lado.
- Obrigada. – Ela fala com os olhos marejados. E em seguida nos abraça.
- Tudo bem pessoal, vamos lá, precisamos ensaiar para as Regionais. – Mr.Shue fala e todos sentaram para ouvir as ideias sobre as músicas.
Notas finais
Eu sei que esse capitulo ficou meio bagunçado, não foi um dos melhores, mas eu fiz ele meio correndo.
Minha prova é no Domingo, então me desejem Boa Sorte, pois se eu não passar, bem provável que perca a internet e ai fico sem postar a FIC.
Eu estou muito contende com os Reviews que venho ganhado. Obrigada. e no último capitulo mais 2 pessoas favoritaram a história :DD Obrigada mesmo. beijos e até a próxima semana, e me desejem BOA SORTE !!!
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