Notas iniciais
Aweeeeep, mas um texto que eu na aula de Oficina de Texto.Espro que gostem, beem a prof não gostou mtu não..Mas disse que minha ideias são até que legais xD

Era um dia comum, o garoto de 18 anos acordou, se vestiu decentemente para ir trabalhar, tomou seu café da manhã que já logo não foi muito bom.O clima em sua cidade era frio.O dia foi tedioso como todos os outros.Voltando do seu trabalho para casa, alguma coisa alguma coisa diferente aconteceu, o garoto pode ouvir uma voz desconhecida, era tão tranqüilo a voz e, um tanto quanto doce que dizia:
-Venha, chegue mais perto, querido!

O garoto ficou atordoado ao ouvir a estranha, mas doce voz.Estava ele passando em uma praça, poucas pessoas estavam ali, na verdade apenas ele se encontrava por ali nesse momento.No fundo da praça havia muitas arvores e arbustos que violentamente começou a se mexerem, a voz que tanto lhe chamara para o tal lugar, parou de ser ouvida até que caiu uma rosa nas mãos do garoto.Ele analisa e observa atentamente a cada detalhe da perfumada rosa.

As arvores pararam repentinamente, sem alguma barulho até que a voz quebra o silencio assustador que se mantinha no ar:

- O que você mais deseja, você vai encontrar nessa rosa.Até que um dia você desejará a mim.Vamos nos ver em breve...

Sem deixar tempo para que o menino perguntasse-lhe algo, a praça logo estava cheio de gente o tempo sombrio e com neblina não se via mais, apenas o costumeiro frio da sua cidade se manteve no ar.

Fora de seus pensamentos, o garoto se pega em frente a uma roseira e com a curiosa rosa nas mãos.Foi para casa, queria muito deixar a rosa, mas resolveu levar junto de si.Em casa faz o que sempre fez, cumprimenta seus pais e seu irmão mais velho, e claro com sempre ouve as reclamações, que o garoto já estava cansado de ouvir.

Sobe par seu quarto, dessa vez não triste por sempre colocarem para baixo, e sim, porque queria ele contar o que aconteceu na vinda para casa.Sabendo que todos iam rir da sua cara, decidiu ficar calado e ficar ouvindo as palavras amargas de sua família.Isso fazendo com que sua auto confiança ficasse cada vez mais escasso.

Em silencio ele se manteve, até que pega no sono, o dia seguinte, acordo e se troca como todos os outros dias normais, mas incomum de sua vida.No trabalho o garoto é humilhado na frente de todos por seu chefe.Volta aos prantos para casa, onde queria encontrar conforto.Mas infelizmente não é assim, em casa acontece tudo de novo, assim que chega cumprimenta seus pais que já não fora uma recepção muito calorosa.Assim que passa para cumprimentar seu irmão, o mesmo lhe recebe com tapas.Mas hoje foi piores as broncas, na ausência do garoto até que chegue em casa, o chefe dele liga e da a noticia de que ele foi demitido.Nessa noite ele apanhou, sem reação alguma, apenas pensamentos de morte para sua família, que até de aberração a própria família o denominaram-lhe.

Apenas essa noite, foi o que faltava para o garoto não mais agir por si.Gritou e atacou ferozmente o pai que estava mais perto.Sua mão apenas levou alguns tapas na cara, seu irmão que nunca havia apanhado do mais novo, saiu com corte e roxos na face.

Subiu para seu quarto e a rosa estava tão brilhante, em seus pensamentos a morte ele desejara para todos uma, morte linda e dolorosa.Olhando fixamente para a rosa e como por encanto ele adormeceu.Ninguém mais estava em casa assim que o garoto acordou.Acho que todos haviam saído, até que ele encontrou todos no porão mortos, enforcados, com marcas de corte, como se tivessem sofrido até encontrarem a luz.

Muito assustado ele sai correndo para seu quarto, passa o dia todo por ali.Até que ele cria coragem e sai de casa,afinal ele precisa dar queixa de um assassinato.Saindo na rua , tem ele a impressão de que todos estão olhando-o , como se todos soubessem o que acontece na noite em sua casa, e ele fosse o culpado pela morte trágica de 3 pessoas.Andando de cabeça baixa e nos ouvido murmuros acusando-o e nas mãos a rosa que segurava firme.

Não agüentava mais tanto falatório em seus ouvidos,alguém até relatava para ele como foi a morte de sua família.Correu até a delegacia subiu até o final do prédio, não aceitava que ninguém chegasse perto, era como se as vozes ficasse mais forte, chega a borda do prédio, de baixo uma multidão pararam para olhar o garoto que estava em seu estado de loucura.

A rosa toma o olhar do garoto, e por magia a rosa lentamente toma uma aparência de cálice formando um liquido vermelho que começa a preencher o vácuo de dentro do cálice.Da rosa transformada em veneno, era isso que o garoto desejava no momento.Ele toma o veneno que contem no cálice e imediato entra na lei da gravidade, caindo do mais alto do prédio de 23º andares, no chão seu corpo se parte, seu cérebro fica visível no cimento que aos poucos foi manchando de sangue do garoto suicida.

Na dura realidade na mão do garoto ao invés da venenosa rosa, mantinha uma faca que os policiais descobriram o sangue de seus familiares e o seu próprio sangue quando ele cortou a garganta.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!