O Templo Da Imortalidade
4 Capítulo 4: Colar
Notas iniciais
quero agradecer a todas que vem comentando e indicando, fico muito feliz.
aah e teve gente me perguntando em quem eu pensei para o Will, e é o Josh Hutcherson *meu amado e fofo Joshua*
capitulo pequenininho... to pensando num bonus pra esse feriado... conversamos lá embaixo, boa leitura.
Acordei com uma baita dor de cabeça, procurei meu colar embaixo do travesseiro para poder colocá-lo, como sempre faço, mas dessa vez eu não o achei. Droga. O filme da noite passada rodou na minha cabeça, eu não acredito, fui engana por aquele... Argh, não sei nem o que pensar, droga, droga, como fui deixar isso acontecer?
– Alice? Posso entrar? –ouvi minha mãe falar.
– Claro que sim.
Ela entrou e sentou-se no meu lado na cama.
– Querida você está bem?
– Claro que sim mãe, por quê?
– Já é quase noite, você dormiu praticamente o dia inteiro. O que aconteceu?
– Ah não, droga!
– Aconteceu alguma coisa...
– Aquele idiota do Turner, ele veio aqui noite passada e me roubou o colar.
– Mas como ele fez isso?
– É... – eu estava totalmente envergonhada do que tinha feito – Ele veio me pedir desculpas, e então eu perguntei se aquilo mudaria algo, ele disse que sim e... Bom... – fechei meus olhos para tomar coragem de falar – Ele me beijou depois não me lembro de mais nada, só sei que...
– Ele é esperto, ou a mãe dele é, que seja. – minha mãe pegou uma seringa.
– Não acredito! Maldición! Ai que ódio de mim, não acredito que fui capaz de cair na dele! – meus olhos derramavam lágrimas de raiva. – Você está brava comigo? Por eu ter perdido o colar? – eu disse com medo de ter desapontado minha mãe.
– Claro que não querida, isso acontece – ela disse afagando meus cabelos.
– Eu vou recuperar esse colar, ainda hoje. – eu me levantei e fui me arrumar.
– O que você vai fazer?
– Espere e verá. – eu pisquei para ela.
Saí do meu quarto e fui colocar em prática meu plano.
– Sr. Gibbs? – eu disse quando cruzei com ele, e vi que Will estava perto suficiente para ouvir. – Você viu quem entrou no meu quarto ontem? Alguém pegou meu colar e não sei quem foi.
– Não vi não Sra. Teach. Mas tenho minha aposta, Turner? – ele disse.
– Pode ser, pode não ser, pode ser qualquer um aqui, não quero ser injusta. – eu disse saindo dali.
Vi Will correr para a cabine de sua mãe.
– Ela não se lembra de absolutamente nada, e não quer me culpar por não ter provas o suficiente.
– Parabéns meu filho – Elizabeth disse. Credo, tem como ser mais patética?
Fui até a adega do barco pegar rum. Joguei fora o rum de uma garrafa e deixei bem pouco na outra, me sentei no navio, como minha mãe havia dito, já era noite, e isso é melhor ainda.
Logo eu escuto passou atrás de mim, não me viro. Will apareceu na minha frente, os cabelos escuros desgrenhados pelo vento que fazia. Eu não tinha percebido até agora como ele é alto, tive que inclinar a cabeça mais para trás para poder ver seus olhos cerrados me encarando, percebendo o que eu estava fazendo. Ele chegou mais perto.
– Você bebeu todo esse rum? – ele me perguntou preocupado.
– Por que...? Vo... Você queria r... rum? – eu disse fazendo um teatrinho bêbado e levantando a garrafa de rum para ele.
– Alice você esta bêbada! – ele disse horrorizado.
– Não – eu disse me levantando, mas cambaleei quase caindo no chão, porque antes que eu caísse, Will me pegou, eu dava gargalhada – opa – eu ria ainda mais.
– Porque você fez isso? – ele disse tirando o rum da minha mão, e sentando-nos no chão.
– Ah não, dá aqui o rum, pra que tirar o rum de mim? – eu disse fazendo birra bêbada.
– Você não acha que passou do limite? Foram quase duas garrafas!
– Eu sei me cuidar – eu disse. – Porque você se preocupa comigo? Porque você está cuidando de mim? Você me entregou para o Barbossa. – falei sem focar seus olhos e contornando seu braço com a ponta do meu dedo indicador, subindo e descendo.
– Eu já pedi desculpas, você não lembra?
– Pediu é? Não, não lembro! Que tal pedir de novo? – eu sorri e o joguei no chão, me posicionando em cima dele e o beijando.
Ele relutou no começo, mas por fim caiu na jogada, eu vi o colar no bolso de sua calça, ele me afastou e disse:
– Não, para! Você está bêbada e não sabe o que está fazendo!
– Tem certeza que quer que eu pare?
Falei chegando mais perto, sensualmente, e abri o primeiro botão de sua camisa, o jogando novamente no chão e o beijando. Ele agora nem relutou.Seus fortes braços me levaram para mais perto dele, como se isso fosse possível, rolou e se posicionou em cima de mim, melhor ainda. Passei minhas mãos por suas costas, e o cordão do colar apareceu, puxei lentamente para que ele não sentisse, segurei-o firme, e fiz com que rolássemos para mais perto do meu ataque final. Cheguei perto do gancho que eu tinha feito e o enganchei no cinto de sua calça, deslizei para fora de seu abraço e fiz com que ele subisse a alavanca.
– Opa, desculpa! – eu disse abotoando minha blusa e sorrindo – Mas acho que você fica bonitinho aí. – eu pisquei.
– Pirata! – ele berrou.
– Só estou recuperando o que é meu por direito, você me roubou primeiro, o que faz de você pirata tanto quanto eu. Ou você acha realmente que eu iria me embebedar e me entregar a você? Nem se eu tivesse realmente bebido todo aquele rum!
– Sparrow, bem que minha mãe disse! Vocês. Não. Prestam!
– Will, Will, Will. Afinal que falta de criatividade não é? Você é o que? Willian Turner III? – eu disse.
Eu rodei a alavanca e o fiz ficar pendurado para o lado de fora do navio, no mar, quando eu percebi que ele ia cortar a corda com a espada.
– Vamos em frente, corte agora. – eu disse irônica.
– Ah qual é Alice, me tira daqui!
– E eu tenho algum motivo para cometer tal atrocidade?
– Vai dizer que não sentiu nada antes? – ele disse maliciosamente.
– Não se ache tanto Turner. Mas como eu sou uma boa pessoa... – eu o cutuquei com minha espada até a dele cair no chão, então eu o trouxe com a alavanca para o navio. –Vou te deixar do lado de dentro, você pode servir como isca ainda.
Eu pisquei e voltei para a minha cabine, e agora, não desgrudaria mais desse colar, nunca mais mesmo.
Sorri para mim mesma enquanto me arrumava para dormir, calma, dormir? Sim dormir, apesar de ter ‘dormido muito’ até agora eu estava com uma dor de cabeça terrível e muito cansada.
Lembrei do Turner lá fora, dei uma espiada e estava chovendo. Pensei em tirá-lo de lá... Hãm? O que eu pensei? Nada. Não pensei nada! O cansaço estava acabando comigo, era isso.
Notas finais
sobre o bonus, eu pensei em fazer esse mesmo capitulo, mais na visão de outros personagens, na realidade eu já comecei com o POV da Angélica, e pensei em fazer um do Will, o que vocês acham? sugestões são bem vindas
e incentivos também... deixem seus comentários e chamem seus amigos, quanto mais review tiver mais cedo eu posto =)
obrigada a todos que acompanham, até o proximo capitulo.
baci, ragazze.
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