Eram duas horas da madrugada de uma atípica sexta-feira, Pietro dormia ao som do ventilador em cima de sua cama, das folhas que voavam ao sabor do vento quente do verão em São Paulo, e dos carros que passavam ao poucos próximo a avenida paulista, apesar de todo o ruído produzido pela junção de tudo isso, Pietro repousava em sua cama como se nada estivesse acontecendo, ele dormia enquanto a cidade ao redor dele se levantava em festas e festin, entre musicas e ritos de todas as tribos e grupos, em meio a paz da cidade um barulho destoava a madrugada, seu cachorro Max, um vira-lata que ele encontrou na rua a pouco mais de 5 anos latia de forma desesperada e incomum, um latido agudo que parecia ocorrer dentro de sua cabeça, aquilo o estava enlouquecendo, sem mais condições de suportar os latidos angustiados de seu cachorro Pietro se levantou, calçou os chinelos desceu as escadas de madeira que sempre que alguém pisava em seu primeiro degrau, rangia como se sentisse dor por ser pisoteada a tanto tempo, atravessou a sala e passou pela cozinha, fuçou o armário e pegou um pedaço de pão que comprara para comer a tarde, abriu a porta da cozinha que dava no quintal dos fundos, assim que a porta se abriu Max entrou, quase derrubando seu incomodado dono, se enfiou debaixo da mesa choramingando uma lamuria incompreensível, sem compreender Pietro apontava o dedo para o cachorro e logo movimenta o em direção a porta, o cachorro se aperta cada vez mais ao canto da mesa quase como se pudesse transpô-la vendo o quão impertinente seu cachorro estava sendo Pietro arrastou a porta e terminou de abri-la, virou praqueguejando e indo em direção ao quintal

Cachorro maldito me acordando a uma hora dessas por nad..... –

Os olhos de Pietro de encheram de uma sombra negra, uma grande massa de escuridão se encurvava em seu quintal a sombra se erguia tomando para si quase 3 metros de altura e uma envergadura assustadora, braços longos e peludos que mesmo de pé alcançavam o quase o chão suas pernas fortes e encurvadas pareciam curtas a um primeiro momento, em pesado impacto Pietro pode ver algo semelhante a um corpo, uma moça semi pendurada em uma das patas do monstro que logo se virou revelando seu prateados olhos, que mesmo estreitos iluminavam a madrugada como dois pontos de luz que se mexiam em meio as trevas, o monstros se virou completamente, foi então que Pietro pode ver o peito ensanguentado do monstro um fio de sangue quente e vivo ainda corria entre suas pressas e arrastando a jovem moça que ainda segurava preza pelo tornozelo em uma de suas garras,ele veio caminhando a passos curtos, a cada passo gotas de sangue pingava de seu corpo a moça preza como uma peça de carne, deformada, se mexia sem vida ao caminhar da criatura Pietro queria ter rezado se conseguisse pedido ajuda a deus para que talvez ele o ouvisse porém não teve cabeça para pensar em nada as ultimas palavras que pode escaparam de seus lábios trêmulos e esbranquiçados de medo.... – Carol... desculpe.

Notas finais
Espero que gostem, opiniões criticas, qualquer coisa me enviem um inbox pois serão muito bem vindas... e logo sai mais.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!