Capítulo V

Foram quase três horas de interrogatórios seguidos um do outro que, na opinião dos agentes, passaram mais lentamente que o normal.

Passou-se das seis horas e quarenta e dois minutos quando a ultima pessoa foi interrogada. Analisaram os nomes das daqueles que passaram por seus questionamentos. Era suposto trinta e duas pessoas serem interrogadas, porém seis não estavam lá. Foi confirmado que seus ingressos estavam na posse do porteiro, provando sua presença. Portanto, haviam saído antes dos policiais chegarem. Isso levantou suspeitas.

Eduardo mandou a policia local entrar em contato com cada um dos seis.

Os agentes recolheram o material usado, despediram-se dos policiais e foram hospedar-se em um hotel, pois estavam extremamente cansados.

Naquela manha, por volta das dez horas da manha, Marcos havia conversando, por meio de ligação feita através de aparelho telefônico, com o dono do Caricatura, Wellington. Durante o crime ele estava em Fortaleza, a capital do Estado do Ceará. Wellington sentiu-se triste, pois semelhante situação aconteceu anos atrás. No passado o Caricatura encontrava-se em outro ponto da cidade, em um estabelecimento muito menor, quando uma pessoa foi assassinada também a tiros bem próximos a entrada. Esse acontecimento repercutiu por muito tempo. Após meses, Wellington mudou-se o Caricatura para seu atual espaço.

As pessoas foram impedidas de entrar de entrar no Caricatura, a não ser oficiais. Apesar do corpo está agora no IML em Juazeiro do Norte, cerca de cento e cinquenta quilômetros, a policia preferiu que não fosse limpada o local do crime, por enquanto, apesar de que o tempo vai dificultar consideravelmente a limpeza.

Os objetos encontrados no local do crime foram levados para analise por pedido de Anderson.

Passava-se do meio dia quando os agentes, já descansados e relaxados, foram analisar a filmagens feitas na madrugada daquele dia...