O Sonho De Jeff

1 Capitulo uníco - O sonho


Notas iniciais
Bem eu criei só por diversão então tomarem que gostem.

— Jeff... – Disse uma voz.

— Onde estou? – Perguntei abrindo meus olhos.

Não sabia o que estava acontecendo, simplesmente abria meus olhos enquanto encontrava-me deitado, com um tubo em meu braço direto. Deveria ser soro. Meu irmão e meus pais estavam com os olhos arregalados, então perguntei:

— O que aconteceu?

— Filho... – Disse minha mãe quase chorando.

— Liu o que aconteceu? Onde estou? – Perguntei novamente.

— Você está no hospital, mano, você está muito esquisito. – Respondeu meu irmão.

Ele me deu um espelho e vi o meu rosto; estava branco, meus olhos já não eram aqueles olhos castanhos, eram pretos e enormes. Tinha um enorme sorriso moldado por uma faca em meu rosto e estava com olheiras, meu cabelo estava queimado.

— ME RESPONDAM O QUE ACONTECEU! – Gritei com raiva.

— Calma filho, vamos te explicar tudo depois que você comer, está bem? – Disse meu pai.

— Não, eu quero respostas agora! Andem, me digam, o que aconteceu comigo? Por que meus olhos estão pretos e cheios de olheiras? – insisti.

Eles não queriam me dizer o que aconteceu, ficaram falando como é bom tomar um café da manhã, mas eu queria as respostas, então disse que se não me respondessem não iria pra casa, logo me responderam. Eu tinha ficado louco, tinha brigado em uma festa e eu mesmo fiz aquele enorme sorriso com uma faca de cozinha, eu tinha desmaiado por falta de sangue e fui socorrido, por algum motivo me lembro de uma floresta estranha, ela me dava uma sensação estranha, parece que eu conheço aquela floresta de algum lugar.

— Será que eu posso ser liberado agora que estou bem? – Perguntei tirando a agulha e me levantando da cama do hospital.

— Não é melhor perguntarmos ao médico antes? – Disse meu irmão.

— Então chame ele logo, quero que me liberem agora. – Respondi com agressividade.

O medico chegou e disse que eu já podia ser liberado, mas antes perguntou se queria que costurasse o sorriso que eu fiz, respondi que não e que assim estava ótimo e sai correndo para fora do hospital. Cheguei em casa, vesti minha jaqueta branca e minha calça preta com meus sapatos pretos e sai de casa, me despedi de todos e disse que ia fazer uma coisinha, minha mãe perguntou onde estaria indo e respondi que iria visitar um amigo.

— Deixe-me ir com você, Jeff. – Disse Liu.

— Não, eu quero que você vá dormir. – Respondi.

— São apenas sete horas da tarde, não há motivo para dormir.

— Que seja, apenas fique em casa em segurança, eu irei ver meu amigo.

— Está bem, volte cedo e boa sorte.

— Obrigado...

Sai de casa e fui para onde essa tal floresta que ficava a dois quarteirões de minha casa, ao chegar nela vejo grades em volta. Pulei e fui caminhando naquele lugar escuro e sombrio, não me dava medo já que estou acostumado a várias coisas sombrias, apenas continuei andando e encontrei uma página em uma árvore, nela estava escrito ‘’ No no no ‘’. Eu não entendi muito o motivo de 'não', principalmente pela criatura que estava no meio desta página. Olhei e continuei. Depois de quase meia hora de caminhada naquela floresta achei uma casa amarela e na porta tinha a tal criatura que eu vi na pagina.

— Oi, Jeff, há quanto tempo, mano. – Disse a criatura fumando, ela estava com um terno meio aberto e usando um chapéu pequeno eu sua cabeça, estava sentado nas escadinhas da porta.

— É... Quem é você? – Perguntei.

— Não se lembra de mim? Sou eu, seu amigo Offenderman. – Respondeu.

— Offer... Derman?.

— Pelo jeito perdeu a memória quando foi pra sua casa, né?

— Como assim? Perda de memória?

— Jeff... Você é um assassino, você mora aqui junto com outras pessoas, seu melhor amigo é o Smile Dog e você tem uma quedinha pela Sally.

— Sally? Quem é ela? E quem são as outras pessoas que moram aqui?

— Venha comigo.

Entrei naquela casa enorme com o Offerderman e eu vi mais três criaturas como ele, um cachorro sorrindo, uma pônei rosa com olhos negros sangrando e uma menina de cabelos castanhos. Ela estava toda machucada e estava com sangue em seu rosto e um espécie de elfo, todos estavam olhando para mim.

— Jeff! – Gritou a menina indo em minha direção, abraçando-me.

— Quem são vocês? E que sensação é esta que estou sentindo? – Perguntei.

— Você não se lembra Jeff? De quem nós somos? – Perguntou a menina que ainda estava me abraçando.

— Eu não me lembro, mas sinto que conheço vocês. – Respondi confuso.

— Ele está com amnésia, vou bater um pouco nele para ver se ele lembra de uma vez por todas. – Disse a criatura parecido com o Offenderman, ele estava apenas de terno e não tinha uma boca estranha como a do Offer, ele me agarrou com um de seus tentáculos e começou a me balançar para um lado e para o outro.

— Slender, tem certeza disso? – Perguntou a outra criatura com olhos e boca.

— Ele tem que lembrar alguma hora. – Respondeu.

Escorreguei no tentáculo dele e bati no chão, depois disso passaram vários flash backs me mostrando do que eu passei, e depois lembrei de quem eu sou e quem são eles.

— Jeff você está bem? – Perguntou a menina me olhando no chão.

— Sim, Sally, eu estou bem. – Respondi.

— Ele recuperou as memórias. – Disse o elfo.

— Ben, se eu fosse você tomaria mais cuidado. – Disse dando um sorriso maligno.

— Por que? Não vai roubar a Sally de novo, né? – Perguntou.

— Quem sabe... – Respondi pegando na cintura de Sally.

— Jeff, ainda não entendi porquê você me ama. – disse Sally com vergonha.

— Também não sei, mas tenho que fazer umas coisas agora. – Respondi e dei um beijo na testa de Sally.

Sai pela porta e encontrei SlenderWoman que estava voltando das compras, apenas a cumprimentei e fui para fora da floresta. Ao sair de l[a percebi que já era mais de onze horas da noite, o tempo passa muito rápido, então botei meu capuz e fui até em casa para uma grande surpresa para meus pais: a morte deles. Estava com os olhos arregalados e com um sorriso malicioso no rosto.

Ao chegar em casa fechei a porta levemente e fui para cozinha. Peguei uma faca, subi as escadas até o quarto de meus pais e abri a porta cautelosamente, vi eles dormindo, então aproveitei e fui até a cama, cheguei ao lado esquerdo da cama onde estava minha mãe, peguei a faca e esfaqueei duas vezes, enquanto fui até o outro lado matar meu pai quando vejo uma criatura se formando o quarto se desmontou e estava sozinho em algum lugar, era tudo branco, nunca pensei que iria parar em um lugar desses, ouvi vozes me chamando pelo meu nome então foi ai que acordei. Estava em um sonho e estava na casa onde morava com todos os meus amigos, Sally preocupada me abraçou fortemente.

— Isto foi tudo um sonho, que estranho. – Disse meio zonzo.

— Você não deve dormir muito tarde da noite, estávamos preocupados. – Disse Trenderman.

— Que seja, eu to e com fome quero comer. – Respondi levantando de minha cama.

— Jeff, bom dia. – Disse Sally olhando para mim com cara de piedade.

— Bom dia, Sally. – Respondi beijando sua testa.

Ainda me pergunto se aquilo tudo foi um sonho ou não, eu estou confuso, apenas sei de uma coisa: quero que você durma depois de ter lido tudo isto, pois eu irei te visitar essa noite.

Notas finais
Bem obrigada pela leitura
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!