O Sol e a Lua
1 Prólogo - A Lua
Notas iniciais
Já estava anoitecendo, a aurora do por do sol ia escurecendo, e a lua ia surgindo.
Algumas mães estavam colhendo trigo na colheita para sustento, outras porque precisavam de dinheiro. A fome estava tomando conta.
Lugares, cidades sem habitação, a guerra já estava tomando conta, a doença matava e a fome piorava a situação.
A cidade da rainha comemorava o dia de São Jorge, havia fogos e comida boa, o rei usou aquela data para distrair as
pessoas da crise que estava havendo, e do combate armado fora dos muros da cidade.
A Rainha estava grávida, já sabia o nome que iria dar-lhe se fosse menina, Aurora, por causa da bela vista que ela observava todas as manhãs e tardes no topo do castelo, ou então Luan se fora menino, pelo brilho da lua pós Aurora. Ela estava deitada em sua cama quando ocorreu, não podia participar da festa por causa de seu cansaço.
De repente, ouvem-se estrondos, não muito distantes, e fogo, a cidade entra em desespero, os barulhos iam ficando cada vez mais pertos, era um bombardeamento.
Uma noite azarada eu descreveria, a rainha estava prestes dar luz enquanto, cada vez mais perto, a cidade corria perigo.
A ordem é dada, o rei pede uma retirada dos moradores e da rainha, e de seu outro filho Maxmillian.A carruagem chega,e eles iam se afastando cada vez mais , e todos torciam pela vitoria do rei , e que o filhou ou filha do rei pudesse conhecer ele uma vez na vida.
Uma grande bola de fogo jogada de uma catapulta e vista, gritos, e a cidade estava feita em chamas.
O desespero no cubículo da carruagem tomou conta, eram os choros da rainha e de seu filho.
Avista-se uma casa no meio do nada, desesperadamente a assessoria da rainha bate a porta, pois a dor do parto já estava sendo insuportável para grande senhoria. Um jovem rapaz de cinco anos apenas atende a porta assustado. Ela iria dar a luz ali mesmo.
Com a ajuda dos pais do menino, trazia-se água quente e toalhas,quando um pequeno choro se ouvia,e apenas a doce voz de sua ajudante podia alegra-la naquele momento ‘’É uma menina’’.
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