Notas iniciais
EU. NEM. CREIO. BATI O RECORDE NO INTERVALO ENTRE CAPÍTULOS, É PRA COMEMORAAAAAAAAAAR *party rocking* ok, respira Roku, uf em geral, esse foi o capítulo que mais amei escrever, vocês não tem noção >w< Vocês descobrirão todo passado de Sayumi huhuhuhuhuhuhuhuhuhu SIM EU FIZ O PAI DELA MUITO FILHO DA PUTA LDSKGJKLFDGJSKFLJKLDFJ espero que gostem os vejam nas notas finais que tem coisa importante lá também

Capítulo 7

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"– Olhe, querido – disse a jovem mulher – ela nascera com o sharingan já desperto, teria algo a ver com o pressuposto? – olhou-o preocupada

O homem apenas olhava para a recém-nascida com uma expressão carrancuda e cheia de frustração ao notar-lhe os olhos esverdeados."

Desde meu nascimento, carrego um ódio profundo em meu coração de gelo...

"– Sayumi! – exclamou autoritário

– H-hai, papai? – disse a menina de cinco anos de idade no soslaio da porta

– Já está mais que na hora de você começar a trabalhar

Sabia o que aquilo significava, finalmente sua habilidade seria posta em prática, pois escutara uma conversa entre seus pais, uma conversa que não acabara bem... Usaria sua kekkei genkai para, depois de tanta espera do clã, ver o futuro de cada indivíduo; algo que a cansaria certamente, o uso do sharingan por tempo excessivo pode causar sérios danos a alguém experiente, agora imagine uma criança...

– Mas o que todos ganharão com isso?

– Eles, satisfação. Nós, dinheiro – pronunciou de forma séria e mesquinha

Sabia – também – que era algo errado, que seria usada, seria apenas para aquilo que fora gerada?

– Mas eu não quero fazer isso – falou com voz abafada e corpinho encolhido

– Você não tem escolha, pirralha! – e puxou a menor pelo pequeno braço"

... O dia inteiro de uma semana inteira de um mês inteiro e, por fim, de um ano inteiro, a periodização da perda da minha infância, a perda de minha vida, vivendo apenas no doloroso futuro.

"– O ataque do clã será um sucesso, senhor Fugaku – disse em uma voz triste e a cabeça levemente voltada para baixo dolorosamente.

– Ótimo.

– PRÓXIMO."

...

"– AHH! – gemeu de dor

– Levante-se menina, ainda não terminamos, você deve fazer melhor.

– Por que... Não me chama... Pelo meu nome... Papai?

– Hn, você não merece – olhou-a com desprezo

Perdera seu chão. Apesar de seu modo frio e bruto com a mesma, Sayumi ainda o amava fratenalmente. Todavia, tinha plena consciência pelo seu tratamento diferenciado para com a mesma e sua progenitora: era impura. Contudo, sempre segurava suas lágrimas enquanto o ódio que possui desde chegara ao mundo presente dentro de si aumentava cada vez mais.

– ... – calou-se

– Vamos, sua fraca!

'Eu lhe mostrarei, papai, eu sou capaz, nunca mais serei subestimada por você!'"

"– Querida? – chamou a atenção de Sayumi enquanto escovava seus cabelos negros e aparentemente curtos, batentes no final de sua escápula

– Sim, mamãe?

– Para uma criança de apenas oito anos, você domina muito bem o seu sharingan.

Dissera aquilo para alegrá-la, pois a mesma andava muito tristonha e desatenta ultimamente. Queria vê-la sorrir, não se importava se ela era impura ou não, sempre seria sua menininha e sempre a amaria. E dera certo, aquelas palavras acenderam o brilho em seus olhos novamente e sorria como não fazia há dias:

– Muito obrigada, mamãe – e o belo sorriso murchou – ... Mas é tudo tão horrível...

– O quê, filha? – indagou

– O futuro...

– Mas você sempre diz coisas boas para todos, e, o mais importante, que o ataque daria certo, não é?

– S-sim, é claro, porém... Tem muitas mortes de moradores da vila, é demais para mim – mentira rapidamente colocando ambas as mãos no rosto, poderia se considerar uma ótima atriz pois não se importava em ver todos aqueles Uchihas mortos.

Mas o seu tom de desespero tocou o coração da doce mulher, sentia pena da menina, poderia se arrepender do que falaria a seguir, mas não teria medo de enfrentar o marido pelo bem-estar da filha. Tinha certeza que ela usava demais seu poder – apesar de não a ver enquanto 'trabalhava' –, o que poderia acabar matando-a:

– Você pode tirar uns dias de folga, se quiser – disse serena

Sayumi apenas sorriu"

... Me desculpe, mamãe...

"– Sayumi? – chamou uma mulher familiar, nomeada Mikoto

– Hai? – respondeu desanimada

– Este é Sasuke, o meu filho mais novo de seis anos que havia lhe falado, lembra? – ela, em resposta, meneou com a cabeça – Pois bem, finalmente o trouxe para se conhecerem pessoalmente, apesar da diferença de idade, acho que podem se dar bem

– Tanto faz – murmurou. Quanto mais via o curto futuro das pessoas, mais fria se tornava, identificando-se com o pai.

– O-olá, Sayumi-chan – disse o menino levemente envergonhado

Os olhos verdes da garota encontraram-se com os ônix inocentes e arqueara as sobrancelhas interessada, pensou que poderia fazer um mero joguinho de vida com ele, o qual já sabia o desfecho de cara.

– Olá... Uchiha – seus lábios se curvaram no primeiro, mas não único, irônico sorriso de canto."

Com o passar do tempo, eu via mais e mais a pureza de Sasuke, e o único que não sabia o que ocorria secretamente ao seu redor, uma tulipa em meio a rosas cheias de espinhos.

"– Será hoje, não é? – falou escorada na porta

– Sim, Sayumi – falou arrumando as últimas coisas que precisava

– Vou sabe que vou fugir, ou me acha tola o suficiente? – perguntou em tom brincalhão

– Sei, e muito bem. Você é a garota mais esperta que já conheci – dizia Itachi, calmo e sério, como sempre, o que a alegrou.

–... E 'ele'?

– Eu não vou conseguir, já não tive o tempo certo para contar a verdade, agora é tarde demais. – falou com a voz tristemente pesada de culpa – Como você previu, ele virá atrás de mim cheio de ódio e irá me matar, eu estarei pronto para isso – e finalizou tossindo sangue

– Essa sua doença já está indo longe demais, quando tudo terminar você dará uma pausa – ordenou

– Sim, senhora – ironizou

– E você não tem culpa, o que está fazendo é algo que nem eu conseguiria por princípios, não gosto de matar e você sabe – estava, pela primeira vez, depois de doze anos, abrindo-se com seus segredos, não gostava de matar; a última coisa que gostaria de fazer era tirar a vida de alguém, não importa quem fosse – está protegendo a vila arriscando a sua própria família... Você é um homem bom – sorriu verdadeiramente

– Obrigado – sorrira da mesma forma – Quando eu deixar este mundo, cuide dele

– Eu não prometo nada, Itachi – foram as últimas palavras dela para ele ao vê-lo pronto para o pior desafio de sua vida"

Itachi era o único que eu chamava pelo primeiro nome, o único que depositei meu respeito, confiança e amor passional...

Sinto sua falta, Itachi...

"– Uchiha, você receberá uma missão de rank-s e não quero que volte com suas mão sujas a esta vila sem alguma prova de que cumprira

– Já tava na hora – disse desleixada igonando os insultos e ameaças do líder da vila – pode mandar.

– Você tem de matar o nukenin mais procurado do mundo shinobi.

– Quem é o palerma da vez? – sorriu de canto

Seus princípios infantis se foram, ao chegar na Vila do Mineral, treinara duro para esconder seus sentimentos tão bem quanto um próprio ANBU. Agora, aos dezoito anos, matar era algo normal para ela e, ao olhar para seu passado, ria do quão ingênua fora.

– Sasuke Uchiha – entregou uma foto do mesmo para ela

Seu sorriso morreu dando lugar a uma feição preocupada ao analisar a foto e constar que realmente era ele."

Não conseguia entender, Sasuke era um nukenin? Ele fora longe demais...

"Ao sentir a kunai em seu abdomên e o veneno gelado correr pelo seu corpo e sua visão se tornar curva e escura, percebera que fizera tudo errado, não cumpriu o que deveria ter prometido a Itachi, praguejava a si mesma por ter sido tão tola. Visualizava apenas borrões, porém, reconheceu os dois que mais amava, e que nunca havia dito seus sentimentos a eles. E seus últimos pensamentos foram algo que, mais do que qualquer coisa, gostaria de ter dito:

'Sasuke, como você está parecido com seu irmão...'"

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"A verdadeira solidão não é outra senão o próprio passado"

Tsuki no Okisa

Notas finais
*chorando porque não consigo colocar as notas finais nessa joça*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.