Notas iniciais
Take 301... Vai!

Draynor, 23 anos atrás.

- Acabem com todos, esta vila deve ser purificada a todos custo. — Gritou o capitão Bandosiano. O ogro de 3 metros de altura comandava seu mini exercito de goblins e ogros a atacar a Vila Draynor, a cidade usava todos seus recursos para se defender. As mulheres atiravam pedras e os homens usavam suas facas de cozinha para se defenderem. A guarda local não foi de muita ajuda também. Durante o caos Laia gritou para teu filho Clayhander para se esconder no armario, o moleque correu para seu esconderijo, observando por uma fresta seu pai pegando sua espada de bronze e se preparando para defender sua mulher. A casa era apenas uma sala e dois quartos. A porta ficava bem em frente a lareira, a mesma porta que foi derrubada por um troll de 2 metros de altura, que com a mesma ferocidade que derrubou a porta, bateu no homem com o seu porrete o arremessando pela sala. A mulher tentou para-lo com uma faca de cozinha mas tudo que fez foi deixar o monstro mais bravo, uma péssima ideia. O monstro pegou a mulher pela cabeça e a torceu com força. O pai neste mesmo momento pegou sua espada e enfiou o mais fundo possível na coluna do monstro, que depois de alguns soluços inaudíveis caiu no chão.

Infelizmente era tarde demais. A mulher já não respirava faz tempo. — Laia! — Gritou o homem. — Por favor não me deixe, por favor, por favor, por favor! — Implorava o homem em vão.
Sem tempo para ficar de luto ele levantou com lagrimas e sangue no rosto para enfrentar os arqueiros. Ele se perguntava o por que que os cavaleiros brancos ainda não chegaram. Mesmo sem chances de vencer o homem correu em direção ao campo de batalha, mas antes de sair 6 flechas correram pela porta.

Clayhander estava observando tudo, mas depois de 6 flechas quase atravessarem a madeira de seu armário e o acertando ele resolveu se esconder. Estranhamente as flechas estavam ensanguentadas.

Ao abrir a porta do armário ele pode ver o motivo, o sangue era de seu pai que estava caído logo abaixo da porta do armário com um braço quebrado e exatamente 6 buracos de flecha no peito.

- Pai?! — Gritou o moleque em desespero. — Pai levanta, isso não tem graça, vamos levantar e ir para casa da vovó em Faladore, vamos levante! — Mas o homem não respondeu...

Os cavaleiros chegaram logo depois e mataram todos do exercito do capitão. Todos estavam felizes, menos Clayhander. Ele perdeu tudo, casa, pais, a unica coisa que tinha eram seus avós. Foi naquele momento que ele decidiu que isso nunca mais aconteceria com qualquer família. Ninguém passaria o que ele passou.

Alguns dias após a morte de Guthix.

- Está na mesa querido! — Gritou Linda, avó de Clayhander.

- Já vou vó! — Gritou Clayhander de seu quarto.

Após a guerra de Draynor, Clayhander viveu pacificamente em Faladore, casa dos cavaleiros branco, e sobre a proteção dos mesmos viveu. Clayhander era muito esforçado nos estudos e era um dos melhores ferreiros da cidade. Sabia muito sobre armas em geral, seus pontos fracos, fortes, velocidade, manejo, enfim, tudo.

- Preparei para você uma sopa de peixe espada com molho de kebab que eu sei que você gosta. — Exclamou a senhora de 76 anos.

- Muito obrigado vó, não sei o que faria sem a senhora. — Estavam comendo pacificamente até que Clay soltou a noticia no ar.

- Vou me alistar para os cavaleiros brancos hoje. — Ao falar isso a senhora derrubou seus talheres e lhe deu um tapa em seu rosto, que ficara vermelho na mesma hora.

- Ficou maluco?! Não se alistará enquanto estiver viva, além do mais tem uma carreira tão boa no ferreiro, um dos melhores de Guilenor. Vai jogar esta carreira fora por cima de meu cadáver! — Gritou a mulher ainda com comida na boca e apontando seu dedo enrugado para cara de Clay. Era uma senhora branca de cabelos arruivados, usava seu avental longo por cima de sua vestimenta velha.

Os dois não disseram mais nada até o final do almoço. logo após ele foi trabalhar. Ou era isso que Linda pensava. Clayhander correu para o castelo dos cavaleiros brancos para se alistar.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.