O Segredo dos Blacks

27 Tristeza PÓS SAÍDA



A história da fuga de Fred e Jorge para a liberdade foi narrada tantas vezes nos dias que se seguiram que Hydra achava que logo se tornaria um episódio da história de Hogwarts: ao fim de uma semana, até os que haviam presenciado a cena estavam meio convencidos de ter visto os gêmeos mergulharem com as vassouras sobre Umbridge e a bombardearem com Bombas de Bosta antes de atravessar velozmente as portas. Em decorrência de sua partida, houve uma grande vontade de imitá-los. Hydra com frequência ouvia estudantes dizerem coisas do tipo:

"Francamente, tem dias que simplesmente tenho vontade de montar minha vassoura e ir embora deste lugar", ou então: "Mais uma aula dessas e vou querer dar uma de Weasley."

Hydra porém se tornou mais melancólica com o passar dos dias, a ausência de Fred e Jorge a marcou de um jeito mais forte do que ela imaginava e nem carta deles podia receber sem ser confiscada, então eles enviavam cartas para Peter que lia para ela no espelho.

— Você não pode ficar triste desse jeito – Disse Peter – Eles estão bem, vocês vão se ver em breve.

— Eu sei só, Hogwarts não é mais a mesma sem eles – Disse Hydra triste.

— Mas você tem outros amigos também Hydra, Jeniffer, Angelina, Alicia, Lino, Kate, todos eles precisam de você também.

— É, eu sei, só sinto saudades, tente entender...

Fred e Jorge tomaram providências para ninguém esquecê-los cedo demais. Primeiro, porque não haviam deixado instruções sobre o modo de remover o pântano que ainda enchia o corredor do quinto andar na ala leste. Umbridge e Filch tinham sido vistos experimentando diferentes métodos para removê-lo, mas sem sucesso. Com o tempo, a área foi fechada e Filch, rilhando os dentes furiosamente, recebeu a tarefa de carregar, através do pântano, os estudantes às suas salas de aula. Hydra imaginou que alguns professores poderiam remover o pântano, mas eles pareciam não estar interessados em fazer nada sobre isso.

Depois, havia os dois grandes rombos em forma da vassoura na porta da sala da Umbridge, que as Cleansweeps de Fred e Jorge haviam feito ao sair para se reunir aos seus donos. Filch substituíra a porta e levara a Firebolt de Harry para as masmorras onde, comentava-se, Umbridge postara um trasgo de segurança armado para guardá-la. Mas os problemas da diretora estavam longe de terminar.

Inspirados no exemplo dos gêmeos, muitos estudantes agora competiam pelos lugares de chefes dos Criadores de Caso que eles haviam deixado vagos. Apesar da nova porta, Lino (que havia confidenciado para Hydra que ele que fizera) conseguira escorregar para dentro da sala de Umbridge um pelúcio de nariz peludo, que imediatamente destruiu o local à procura de objetos brilhantes, saltou sobre a diretora quando ela entrou e tentou arrancar, a dentadas, os anéis em seus dedos curtos e grossos. Bombas de Bosta e Chumbinhos Fedorentos eram atirados com tanta frequência nos corredores que se tornou moda os estudantes se protegerem com Feitiços Cabeça-de-Bolha antes de sair das salas de aula, o que lhes garantia um suprimento de ar fresco, ainda que lhes desse a aparência esquisita de estarem usando aquários invertidos na cabeça.

Filch patrulhava os corredores com um açoite nas mãos, desesperado para apanhar vilões, mas o problema é que agora havia tantos deles que ele nunca sabia para que lado se virar. A Brigada Inquisitorial tentava ajudá-lo, mas não paravam de acontecer coisas estranhas aos seus membros. Warrington, da equipe de quadribol da Sonserina, procurou a ala hospitalar com um terrível problema na pele, que parecia ter sido coberta de cornflakes; Pansy Parkinson, faltou a todas as aulas do dia seguinte porque havia lhe crescido uma galhada na cabeça.

Entrementes, tornou-se conhecido o número de kits Mata-Aula que Fred e Jorge tinham conseguido vender antes de deixar Hogwarts. Umbridge só precisava entrar na sala de aula para os estudantes ali reunidos começarem a desmaiar, vomitar, sentir febres perigosas ou, então, deitar sangue pelas narinas. Gritando de raiva e frustração, ela procurou descobrir a origem dos misteriosos sintomas, mas os alunos teimavam em lhe dizer que estavam sofrendo de "Umbridgetite". Depois de pôr em detenção quatro turmas sucessivas, ela, incapaz de descobrir o segredo, foi forçada a desistir e deixar os estudantes que sangravam, desmaiavam, vomitavam e suavam abandonarem sua sala em bandos.

Porrada parecia ter levado muito a sério as palavras de despedida de Fred. Gargalhando alucinado, ele voava pela escola, virando mesas, irrompendo de quadros-negros, derrubando estátuas e vasos; duas vezes ele prendeu Madame Nor-r-ra dentro de uma armadura, de onde foi resgatada, miando alto, pelo furioso zelador. Pirraça quebrou lanternas e apagou velas, fez malabarismos com archotes acesos por cima das cabeças de estudantes aos berros, fez pilhas bem-arrumadas de pergaminho caírem dentro das lareiras ou fora das janelas; inundou o segundo andar, arrancando todas as torneiras dos banheiros, deixou cair um saco de tarântulas no meio do Salão Principal durante o café da manhã e, sempre que lhe dava na telha fazer uma pausa, passava horas seguidas flutuando atrás de Umbridge, imitando o ruído de puns com a boca todas as vezes que ela falava.

Nenhum funcionário de Hogwarts, exceto Filch, parecia estar se mexendo para ajudá-la.

Montague ainda não se recuperara da temporada no vaso sanitário; continuava confuso e desorientado, e seus pais foram vistos em uma manhã de terça-feira subindo a estrada da escola extremamente zangados.

Hydra relatava tudo para Fred e Jorge em cartas que Peter escrevia para ela e os dois pareciam extremamente orgulhosos.

No final de Maio, antes da última partida de Quadribol e com Hydra praticamente morando na biblioteca para estudar para os N.I.E.M.s, uma grande caixa chegou para Hydra tendo recebido a fiscalização de Umbridge.

— O que é isso? – Perguntou Jeniffer no almoço.

Hydra abriu a caixa e viu alguns convites de casamento, eles eram bege e lilás e muito elegantes, pareciam um lindo envelope com um selo com as letras HP em lilás.

— Ai meu Deus são os convites, eu achei que sua mãe ia enviar um para cada convidado diretamente – Disse Hydra, então leu a carta que veio junto.

"Querida Hydra,

Como está sendo demorado o processo de entrega de corujas na sua escola, decidi enviar todos os convites para as pessoas de Hogwarts diretamente para você nessa caixa e você se encarrega de distribuir eles por favor.

Lembrando é claro que ficou faltando o convite para sua encantadora Diretora, mas já estamos providenciando, sabemos o quanto você quer que ela esteja com você nesse dia especial.

Com amor,

Mezra Macmillan."

— Você vai convidar a Umbridge? – Perguntou Angelina lendo a carta.

— Não, é uma longa história, ela só precisa achar que eu vou, a Sra Macmillan foi muito inteligente.

Hydra pegou um dos convites, direcionado para Jeniffer.

— Posso ver antes de te dar? – Perguntou ela para a amiga.

— Claro! – Respondeu Jeniffer.

No envelope envolto em uma fita lilás estava escrito em um quadrado.

"Jenniffer Augusta Macmillan"

Hydra abriu então o convite:

"Mezra Liandra Macmillan & Lance James Macmillan

&

Lúcio Armando Malfoy & Narcisa Rosier Malfoy

Cordinalmente convidam você para o casamento de seus fulhos:

Peter Lance Macmillan & Hydra Bellatrix Malfoy

No Décimo dia do mês de Agosto de 1996 às 4 horas da tarde.

No Chalé das rosas, colina nos arredores de Tinworth, Inglaterra.

Obs: Por favor confirme a presença com uma coruja para Mezra Macmillan."

— Para que colocar meu nome do meio meu Deus? – Perguntou Hydra.

— Eu achei lindo, amei mesmo, nem acredito que esteja pronto – Disse Angelina olhando o convite.

— Toma, aqui está o seu – Disse Hydra entregando o dela – E o seu Lino, o seu Alicia, o seu Kate e o de vocês, Harry, Hermione, Rony e Gina – Disse ela entregando o de cada um.

— Seu nome do meio é Bellatrix? – Perguntou Gina.

— Eu sei, acredite, eu não escolhi, se eu pudesse mudar, eu mudaria... – Disse Hydra envergonhada.

Hydra passou o dia entregando convites para alguns professores que convidou, todos recebiam sem graça e também para Draco que estava do lado de Pansy Parkison.

— Eu sei que ai diz que você pode levar um convidado, mas não me referia a ela, só para deixar bem claro – Disse Hydra entregando o convite, deixando Pansy furiosa.

— Eu não ia querer ir em um casamento cheio de sangue ruins mesmo.

— Que bom! – Respondeu Hydra friamente.

No dia da partida contra a Corvinal, ninguém da Grifinória parecia muito animado com a partida, nem mesmo Angelina, Hydra não seguiu para os vestiários com a equipe, achava fazer isso sem Fred e Jorge muito doloroso, se sentou perto de Jeniffer e Rita na arquibancada.

Lino Jordan, que andava muito desanimado, tanto quanto Hydra, desde a partida de Fred e Jorge, era como sempre o locutor. Quando as equipes entraram em campo ele anunciou o nome dos jogadores com menos prazer do que o seu normal.

"E começou a partida!", anunciou Lino. "E Davies agarra a goles imediatamente. O capitão da Corvinal, Davies, detém a posse da goles, dribla Johnson, dribla Bell e dribla Spinnet também... está voando direto para o gol! Vai atirar... e... e...", Lino soltou um sonoro palavrão, "... foi gol."

Toda Grifinória gemeu. Previsivelmente, horrivelmente, os torcedores da Sonserina do lado oposto das arquibancadas começaram a cantar:

Weasley não pega nada Não defende aro algum...

A partida seguiu nesse ritmo, mas como por um milagre, com o passar do tempo, algo mágico aconteceu, Rony finalmente mostrou todo seu potencial, ele conseguiu defender não só um mais várias bolas.

"Weasley defendendo como nunca Senhora e Senhores, acho que já está na hora de mudarmos essa música" – Narrava Lino

A música então começou a mudar sendo cantada por alunos da Grifinória:

"Weasley defende qualquer bola

Nunca deixa o aro livre

É por isso que a Grifinória canta

Weasley é o nosso rei.

Weasley é nosso rei,

Weasley é nosso rei,

Não deixou a bola entrar

Weasley é nosso rei..."

"Gina Weasley voa, ela está indo para perto de Cho Chang, será que ela viu o pomo? O que ela está fazendo? Ela, ela, ela... ELA PEGOU O POMO! A GRIFINÓRIA GANHOU!!!" – Anunciou Lino com entusiasmo

Finalmente Gina pegou o pomo, bem no nariz de Cho Chang, foi inacreditável, foi um milagre, A GRIFINÓRIA GANHOU e com a derrota da Corvinal anterior, a Grifinória ganhou de verdade, ganharam a taça, Hydra correu para o campo, abraçou a amiga Angelina que chorava emocionada, abraçou também Alicia, Kate, Gina e Rony.

— Angelina, eu disse que você era capaz, que vocês eram! – Dizia Hydra também chorando.

A festa na sala comunal só não foi igual as outras pela falta dos suplementos que Fred e Jorge conseguiam, mas Lino fez o melhor para conseguir comidas e bebidas, ajudado por Hydra.

Com a proximidade dos N.I.E.M.s, mais uma vez Hydra viu um florescente mercado negro de produtos para aumentar a concentração, a agilidade mental e a atenção para os alunos dos quinto e sétimo ano.

— É tudo bobagem Jeniffer- Disse para a amiga que pensou em comprar um Elixir Baruffio para o Cérebro.

— Eu tomei no quinto ano e isso me ajudou Hydra, juro – Disse Jeniffer.

— O que te ajudou foi você ter estudado, só isso e eu já disse que vou lhe ajudar.

— Mesmo assim, não custa muito tentar.

Seus professores não passavam mais deveres de casa; as aulas eram dedicadas a revisar os tópicos que eles achavam que mais provavelmente cairiam nos exames, mesmo as aulas com Snape foram adiadas, apesar de Hydra sentir que fez grandes progressos com a Legitimência nos últimos meses.

— Vocês estão quase concluindo a educação de vocês, concluindo todo conhecimento que Hogwarts poderia ter lhes passado, vocês tem ideia do que isso significa? – Perguntava MacGonagall em uma das aulas – Vocês estão prontos para sair no mundo real, a partir de agora teremos somente revisões e poucas práticas novas, isso é o fim de uma grande etapa de suas vidas e o que vocês farão com elas a partir de hoje não é mais de nossa responsabilidade.

Minerva observava a turma que escutava quieta e em pânico.

— Alguns de vocês podem se tornar curandeiros, jornalistas, aurores, oras, posso estar olhando para o próximo ou próxima Ministro da magia – Todos se olharam imaginando quem poderia ser um dia tudo isso – No entanto o que quero que lembrem, o que quero que aprendam é que Hogwarts estará para sempre com vocês, não importa aonde andem, não importa para onde forem, suas casas serão sempre suas casas, os dias vividos aqui dentro provavelmente nunca serão esquecidos, as amizades feitas aqui dentro podem durar para sempre e espero que nunca esqueçam de honrar essa nobre instituição.

O discurso de Minverva fez muitas pessoas ficarem com lágrimas saudosas nos ollhos, realmente em breve tudo aquilo acabaria, o mundo real viria, era demais para se pensar com os N.I.E.M.s já tão perto!

Ernestro Macmillan, primo de Peter e Jeniffer seguia as duas algumas vezes perguntando de suas rotinas de estudos.

— Vocês passam quanto tempo estudando? Oito, nove horas? – Perguntava ele.

— Entre cinco e seis mais ou menos – Respondeu Hydra.

— Não acha pouco? Eu passo oito, sim oito em um dia normal, as vezes nove, as vezes dez, sete em um dia ruim...

— Ninguém se importa Ernie – Disse Jeniffer mal humorada.

— Eu quero saber, vocês já passaram pelos N.O.M.s, quanto tempo estudavam?

Jeniffer apertou o passo aborrecida, Hydra tentou responder educadamente.

— Entre cinco e seis horas Ernesto, a mesma coisa que agora, muito mais que isso pode te deixar louco – Respondeu Hydra educadamente.

— Mas como isso é suficiente? É muito pouco! – Disse ele assustado.

— Não se você estudou durante o ano inteiro, agora eu realmente preciso ir para a aula de Poção, vejo você mais tarde – Disse Hydra correndo para as masmorras.

— Eu nunca tive uma turma de N.I.E.M tão mal preparada quanto essa – Começou Snape mal humorado e frio como sempre dizendo – Espero que pelo menos estudem para que não me façam passar tanta vergonha.

Hydra não estava preocupada, suas notas em Poções continuavam as melhores como sempre, apesar de nunca receber pontos extras por isso, mas também, com a brigada inquisitorial tirando tantos pontos da Grifinória e as outras casas, não teria o porquê mais, além disso sabia que por algum motivo Snape geralmente gostava de colocar medo em seus alunos com relação as provas.

Ela esperou até o fim da aula e todos saírem para falar com o Professor.

— Professor Snape, eu ainda não lhe entreguei o convite do meu casamento – Disse ela tirando um convite cuidadosamente guardado da mochila.

Snape recebeu sem expressão observando o papel.

— Eu ficaria muito feliz se pudesse ir, é claro que entenderei caso não possa... Bem, tenho que ir.

Hydra saiu correndo da sala antes que Snape pudesse dizer qualquer coisa, por algum motivo estava com mais medo de entregar o convite dele e a da reação dele do que a de qualquer outro membro da equipe de Professores ou pessoas da ordem da Fênix.

Na aula de Transfiguração seguinte, eles receberam os detalhes de suas provas.

— Como vocês podem ver – disse a Prof a McGonagall à classe enquanto os alunos copiavam as datas e os horários dos exames do quadro-negro –, os seus N.I.E.M.s estão distribuídos por duas semanas sucessivas. Vocês farão os exames de teoria pela manhã e os de prática à tarde. O exame prático de Astronomia será realizado à noite, assim como nos N.O.M.s dois anos atrás, nada de novidade nesse ponto, exceto que os exames serão muito mais difíceis e cansativos que os anteriores, disso tenham certeza.

"Agora, devo prevenir MAIS UMA VEZ a vocês que os seus exames receberam os feitiços anticola mais fortes que existem. Não são permitidos na sala de exame Penas de Resposta Automática, nem tampouco Lembróis, Punhos-de-Cola Destacáveis nem Tinta Autocorretora. Todo ano, é preciso dizer, aparece no mínimo um estudante que acha que pode contornar o regulamento da Autoridade de Exames Bruxos. Minha esperança é que não seja ninguém da Grifinória. Nossa nova... diretora... – a Prof a McGonagall pronunciou o nome com uma expressão de nojo no rosto – pediu aos diretores das Casas para avisar aos estudantes que a cola será punida com o máximo rigor, porque, naturalmente, os resultados dos seus exames refletirão o novo regime implantado pela diretora na escola... Mas não há razão para vocês não se esforçarem ao máximo. Têm que pensar no seu futuro."

Hydra teria seu primeiro exame, Poções na Segunda-Feira pela manhã e passou o fim de semana inteiro trancada na Biblioteca estudando para ele com Jeniffer que estudava para seu exame de adivinhação.

Hydra falava com Peter a noite que sempe a acalmava e dizia que ela não teria motivos para ter medo dos exames.

— Você me ajudou nos meus exames, se lembra? – Disse ele sorrindo no Domingo a noite – Por que teria medo dos seus?

Durante a refeição a noite, estava conversando calmamente sobre as provas com Jeniffer, Rita, Angelina e Alicia quando Kate que estava perto conversando com Lino chamou atenção delas.

— Olha, não são os examinadores? – Perguntou ela apontando para o saguão de entrada. Eles viram Umbridge com um pequeno grupo de bruxos e bruxas de aparência idosa. Umbridge parecia muito nervosa.

— São eles mesmo – Confirmou Hydra lembrando dos seus examinadores de 2 anos atrás.

Foi uma noite meio tensa. Todos tentavam fazer alguma revisão de última hora, mas ninguém parecia estar conseguindo.

— Chega Hydra, você já não sabe tudo que tem que saber nesse livro de poções, vamos dormir? – Disse Jeniffer vendo que Hydra parecia que ia engolir o livro de tão perto que estava de seu rosto.

As duas subiram e foram se deitar, as outras meninas já se encontravam no quarto dormindo ou sussurrando revisões de últimas horas para elas mesmas.