Notas iniciais
NO ÚLTIMO CAPÍTULO: ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ – Eu não acredito que vocês acham que isso ai vai salvar a gente! – Ela disse apontando o dedo pra mim. (...) – Mil desculpas, eu não quis chatear a famosa filha do cientista! – falou a garota sarcástica. – Do que ela está falando Zool? Por acaso tem mais alguma coisa sobre MIM que EU deveria saber? ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Nos desculpem (mais uma vez) pela demora, mas estamos um pouco desmotivados pela falta de comentários de vocês... Porém, aqui está mais um capítulo. Boa leitura!

– Ah! Então a menininha não conhece nem o próprio pai? Sinceramente né? Vamos nos conformar, nunca sairemos desse lugar... – falou Hayley.

– Chega! – gritou Zool – você não sabe a hora de parar.

– Não grita comigo, parnassiano, você não sabe do que sou capaz! – retrucou a garota apontando para Zool.

Zool se levantou com dentes serrados, estava a ponto de socá-la, e acho que o faria se ela não fosse uma garota. Hayley também levantou encarando-o com superioridade, parecia que entre os dois já havia certa rivalidade...

– Está tudo bem aqui? – falou Lukke surpreendendo a todos ao chegar repentinamente.

Ao ouvir a voz de Lukke, Hayley levou as mãos aos olhos esfregando-os, fingindo choro. Ela correu até ele abraçando-o e dizendo em meio aos “soluços”:

– Porque o Zool tem sempre que me humilhar assim?! E na frente de todos...

Eu a olhava boquiaberta, não podia acreditar naquela encenação, era ridículo! Zool também parecia incrédulo, mas muito mais irritado, bufava ao ouvir os absurdos que a ruiva dizia.

– É sempre assim, Lukke, eu não aguento mais! – acrescentou Hayley chorosa enquanto escondia o rosto na blusa de Lukke.

– Como você consegue ser tão dissimulada?! – disse Zool entre dentes.

– Está vendo! – disse Hayley encenando um pouco mais.

– Chega, vocês dois, isso é ridículo! – disse Lukke impaciente.

Zool revirou os olhos, visivelmente irritado, e com razão.

– Lukke, me tira daqui, por favor... Não quero mais ficar aqui.

Lukke bufou contrariado, mas assentiu levando a ruiva para longe dali, para o alívio de todos.

– O que foi tudo isso? – perguntei a Zool, ele suspirou cansado.

– Não a suporto... – disse pressionando as têmporas com os cotovelos apoiados sobre a mesa.

– Bom, vendo tudo isso eu te entendo... Como Lukke pode apoiar ela?

– Na verdade ele só quer evitar mais confusões... – respondeu-me Betron ajeitando os óculos no rosto.

– Me desculpe pelas coisas que ela te disse, Tessa. – disse Zool – Ela não tem nada que ficar opinando!

– Não se preocupe. – respondi – Não acho que ela esteja errada...

Todos ficaram em silêncio, não sabiam o que dizer. De fato Hayley estava certa, eu não tinha essa “força” como eles imaginavam, na verdade nem força eu tinha. Não entendia como poderia ajudá-los em algo.

– Não seja boba – disse Sophitia – você é uma psi... Não ligue para o que Hayley diz.

– De novo está história... – disse triste – Porque a gente não pula essa parte e alguém me explica aquela história de que sou filha de um cientista? Meu pai nunca me disse nada sobre isso.

– Seu pai foi o primeiro sunnano a vir para Parnassus. – explicou Sophitia.
– Pelo jeito ele foi um cientista muito famoso em seu mundo... De alguma forma ele conseguiu abrir o portal entre nossos mundos, mas logo que chegou aqui Vikran mandou prende-lo, pois os parnassianos não podiam saber da existência de Sunnan. Alguns dias depois encontraram a cela do seu pai vazia, e a filha de Vikran havia desaparecido. Por um tempo o caos reinou por aqui, todos se perguntavam onde ela poderia estar... E agora que sabemos de sua existência temos certeza de onde ela estava.

– Espera, tem certeza disso tudo? – perguntei – Que eu saiba, ele era só um cozinheiro... – Antes que Sophitia pudesse dizer algo fomos interrompidas por Lukke que voltara.

– Tessa, pode vir comigo?

– Uhum... – respondi me levantando e o seguindo.

Saímos do refeitório seguindo por um corredor até uma porta larga de madeira bem polida, no centro dela se achava esculpido “Seção B: treinamento e pesquisa”. Passamos por ela nos deparando com uma grande escada de pedra branca que nos levava ao andar de baixo. Toquei o corrimão gelado de cobre sentindo um frio na barriga, ao descer a escadaria, por não saber o que me esperava lá embaixo. Lukke ia adiante de mim, seus ombros estavam rígidos e tensos.

Estávamos novamente em um largo corredor, porém esse era inteiramente branco, tanto o chão como paredes e teto, tão branco que parecíamos estar em um grande “nada”. A única coisa que ocupava as paredes eram nomes de alas.
Lukke abriu uma porta em meio à parede branca onde eu nem reparara que havia uma, nela estava escrito “Ala de Treinamento de Elementos”.

– O que estamos fazendo aqui? – perguntei.

– Não acha que está na hora de descobrir qual é a sua habilidade individual? – respondeu com um sorriso torto.

Fiz que sim com a cabeça. Se eu realmente era uma psi-ateneia como eles diziam, e tinha uma habilidade especial, eu descobriria agora.

– Estamos na sala de treinamento de elementos como você já deve ter percebido. – disse Lukke – Esta sala tem a ver com aqueles que têm a capacidade de controlar elementos naturais, como água, fogo, terra, ar, luz, etc. Aqueles com essa habilidade nos mantêm vivos, ajudando a produzir, por exemplo, os alimentos, entre outras coisas.


– Legal... – disse olhando ao redor.

A sala era dividida em vários setores. No primeiro setor havia um grande tanque de vidro cheio d’água. No segundo havia uma grande lareira que ocupava a parede, estava acesa e uma grande brasa de fogo dançava ali. No terceiro setor havia uma grande horta, provavelmente usada por aqueles que controlavam a terra. O quarto setor era vedado por paredes de vidro, lá dentro havia apenas uma pequena flor... Estranho. Além desses setores havia inúmeros outros mais adiante, tantos que minha visão não alcançava todos eles...

– Podemos começar por aqui? – perguntei apontando para o quarto setor.

– Sim. – disse Lukke se aproximando – Esse é o setor de treinamento para aqueles que dominam o elemento “ar”. Vamos entrar?

Entramos no 4º setor, ar.

– Existe muito ar concentrado aqui – ele explicou – o que você precisa fazer é simples: manipulação do ar.

– Muito simples... – o imitei irônica, Lukke sorriu.

– Para fazer isso basta se concentrar em todo esse ar aqui dentro. A manipulação do ar consiste em lidar com ele, controlá-lo. Você precisa, com muita concentração, fazer o ar daqui se tornar venenoso. Coloque essa máscara. – falou me entregando a tal máscara enquanto colocava uma. – Se funcionar, aquela flor vai murchar no mesmo instante, assim saberemos que essa é sua habilidade.

– Espera! Eu não sei fazer isso...

– Você precisa se concentrar no ar, Tessa, imagine-o tóxico...

– Vou tentar.

Aquilo era loucura, mas não custava tentar, afinal, uma loucura a mais ou a menos já não fazia tanta diferença assim...

Fechei os olhos e tentei me concentrar no ar, confesso que o perfume de Lukke estava dificultando bastante às coisas, o cheiro era muito bom...

Onde ele havia conseguido um desses aqui em baixo? Será que era natural dele? Impossível. Ninguém cheira TÃO bem naturalmente... Pensando bem, era o mesmo cheiro do travesseiro dele. Será que ele passava perfume pra dormir? Ou será que era o sabonete que ele usava? Será que vou dormir na cama dele de novo? TESSA se concentra no ar, no AR!

– Tessa? – Disse Lukke me tirando de meus devaneios – Coloque a máscara...

– É mesmo... – disse tímida, seria bem mais fácil me concentrar agora.

Fechei os olhos novamente, e dessa vez me concentrei no ar á minha volta, respirei fundo e comecei a imaginar aquele ar contaminado, um ar onde era impossível que um ser vivo respirasse, um ar denso, um ar extremamente tóxico. Abri os olhos... Um ar que continuava da mesma maneira de antes.

Olhei para a margarida á minha frente, continuava intacta.

Lukke me olhou com cara de “já acabou?”, dei de ombros, aquela com certeza não era a minha habilidade individual.

– Podemos ir para o próximo setor? O ar aqui está muito pesado... – disse debochado.

– Engraçadinho...

– Se anima, só estamos começando, Tessa.

– Tudo bem. – disse com um suspiro.

– Eu escolho o setor agora. – disse Lukke com ar infantil — Hum, vamos ver... Acho que você tem cara de quem domina... Água!

Levantei uma sobrancelha, intrigada. Porque tenho cara de quem domina água?!

Fomos até o tanque de água que parecia bem maior de perto...

– O que tenho que fazer? – Perguntei.

– Controlar a água... – Disse cruzando os braços. – da maneira que você quiser – sorriu – pode dividi-la ao meio, fazer com que ela flutue... É só pensar e se concentrar nisso.

Controlar a água... Seria inacreditável se eu conseguisse fazer algo assim. Ter qualquer habilidade especial era inacreditável! Ver a água se dividir ao meio com apenas a força dos meus pensamentos, ou vê-la flutuar bem diante de mim... Como poderia ser isso? Com certeza seria algo surpreendente e extasiante, principalmente se fosse eu a fazer isso! Mas como muitas vezes em minha vida, fui ingênua de mais!

Tive tanta esperança que conseguiria fazer aquilo que me decepcionei cruelmente ao ver a água intacta, como sempre estivera, e como sempre estaria se dependesse dos meus “poderes mentais, psíquicos” ou sei lá como deveria chamar, se é que tinha um...

Olhei para Lukke completamente frustrada. Não, aquele ainda não era meu “poder”. Ele me retribuiu com um sorriso confortante que me dizia tudo sem dizer nada. Continuaríamos tentando, era o que ele queria me dizer.

– Você acha mesmo que sou uma psi-ateneia, não é? – perguntei.

– Tenho certeza disso, Tessa.

Suspirei tentando me convencer do mesmo.

– Que tal tentarmos a terra agora? – me perguntou.

Concordei.

X-X-X

– Eu estou exausta... – disse manhosa, me arrastando pelas paredes, enquanto o seguia.

– Preguiçosa... – disse se virando para me encarar com aquele sorrisinho, o observei meio boba – Prometo que é o último.

– Estamos fazendo isso atoa, já tentamos ar, água, terra, luz, madeira, metal... Vai ser a mesma coisa, nesse! – falei emburrada, ele fingiu não ouvir.

Entramos no setor fogo. Lukke logo me passou as coordenadas:

– Usando, mais uma vez, a concentração, você precisar fazer o fogo da lareira apagar.

Observei o local onde nos encontrávamos, a lareira cobria completamente a parede principal, o chão era todo forrado com belos tapetes rústicos, na porta por onde entramos havia uma grande trava de ferro mecânica, que foi usada por Lukke para trancar a porta.

– Pronta?

– Sim... – respondi cansada. – Lá vamos nós de novo.

Aproximei-me da lareira sentindo o calor gostoso que emanava dela, as chamas brincavam lá dentro, de um lado para o outro, criando desenhos deformados de fogo. Fiquei alguns instantes observando aquela cena, até sentir o calor me incomodar pela proximidade que eu estava dela. Não fecharia os olhos daquela vez, queria assistir tudo. Respirei fundo e me concentrei nas labaredas dançantes, imaginei-as diminuindo lentamente seu tamanho, emagrecendo até sumir completamente. Elas pareciam rir da minha cara, dançando e emanando seu calor. Tentei novamente, já estava soando a essa altura, olhei com raiva para elas e mandei-as sumir dali. Ouvi a risada debochada de Lukke atrás de mim me distraindo.

– Você pode fazer melhor que isso, Tessa. – Olhei com os olhos cerrados para ele, só podia ser brincadeira! Achava aquilo fácil? Ele que o fizesse...

– Eu não posso, não consigo, faça você! – Disse caminhando até a porta. – Destranque isso, por favor...

Lukke foi até mim, se pondo entre a porta e eu, segurando meus braços com delicadeza.

– Volta lá, tenta mais uma vez. – pediu sereno.

Um clarão surgiu atrás de mim, virei assustada e me deparei com um fogo revoltado se alastrando por toda a sala, os tapetes inflamavam sem dó.

– Lukke! Está tudo pegando fogo! Vamos sair daqui... – gritei sentindo minhas pernas bambearem.

Lukke virou-se para a porta tentando abrir a trava.

– Não consigo abrir... – disse batendo na trava.

– O que?! – Empurrei-o dali encontrando a trava e a puxando com força... Não abriu!

– O fogo está vindo pra cá! A gente precisa sair! – me esforcei pra dizer ao sentir minha voz falha pelo medo que se apoderava de mim.

– Não dá pra abrir, Tessa! Você precisa fazer o fogo apagar! – ele disse segurando meu braço com força, seus olhos me encaravam desesperados.

Virei-me trêmula para o fogo que dançava esplêndido e apavorante.

– E-eu não estou conseguindo... – Fechei os olhos e com toda minha força concentrei-me a fazer o fogo apagar.

– Você consegue! – Lukke disse segurando meu ombro, senti um choque intenso percorrer por meu corpo arrepiando-me os pelos dos braços, minhas mãos começaram a formigar e meus olhos se arregalaram instantaneamente.

O fogo continuava a se aproximar centímetro por centímetro de nós, a fumaça já havia se apoderado de todo o lugar, deixei o desespero tomar conta de mim e permiti que as primeiras lágrimas saíssem dos meus olhos.

– Eu não consigo Lukke! Vamos morrer... – disse me jogando em seus braços em desespero, sentindo meu coração pular descontrolado e minhas mãos tremerem.

Seus olhos se arregalaram com meu ato que o pegara de surpresa, e com receio ele me envolveu em seus braços lentamente, e o fogo se desfez imediatamente.

– O-oque houve? E-eu consegui? Apaguei o fogo?

Ele abaixou a cabeça encontrando com meus olhos que o analisavam com cuidado.

– Não. Fui eu.

– C-como assim?

– Era uma simulação. – Disse me mostrando um dispositivo em sua mão com um pequeno botão. – Eu iniciei o fogo, eu o apaguei.

– Você... ? Voo- você... Você ficou louco!? – disse me afastando dele com brusquidão. – Nós poderíamos ter morrido!

– Não, não poderíamos... – disse fechando os olhos ao respirar fundo, abrindo-os logo em seguida, olhando para mim e mostrando um sorriso de canto. – O fogo não viria até nós, e muito menos nos atingiria.

Ele apertou outro botão e tubos de ventilação foram abertos nas paredes, levando em seu interior toda a fumaça que estava no local.

– O fogo só vai pra onde eu quero que ele vá, e eu não nos mataria. A simulação é necessária, pois o elemento fogo é mais difícil de controlar, sendo necessário o medo para impulsionar seu usuário a usar a habilidade com êxito.

– Agora que você já viu que não controlo a droga do fogo a gente pode sair daqui? – disse com raiva.

– Como você quiser... – disse cansado.

Apertou um botão escondido na trava e ela se abriu. Bufei.

Sai em disparada na sua frente procurando a porta para sair daquele lugar. Passei por ele deixando um Lukke atordoado atrás de mim. Deparei-me com aquele grande corredor branco...

– Sabia que não iria muito longe... – disse Lukke se aproximando. – Sabe... Não é muito fácil achar as portas nesse corredor.

–Humph! – Resmunguei cruzando os braços.

Lukke caminhou até uma parede e abriu a porta por onde entramos naquele lugar, e então subimos as escadas até o andar de cima. Suspirei cansada, seguindo logo atrás dele. Lukke me olhou sereno...

– Quer descansar não é?

– É... Eu quero. – respondi cabisbaixa. Estava chateada por não descobrir minha habilidade individual afinal.

– Pode ficar no meu quarto novamente se parecer bom pra você.

– Obrigada. – respondi o olhando. – Pode me levar até lá?

– Sim...

Fizemos todo o percurso em silêncio, o olhava de esguelha vez ou outra, mas ele parecia absorto em pensamentos.

Lukke abriu a porta e entrei. Ele ficou ali, parado, me olhando... Acho que pensando em algo para dizer... E eu fiz o mesmo, fiquei ali, no meio do quarto, o observando...

Quando me convenci de que ele não diria nada, encostei-me à parede e abracei meus próprios braços, presa agora em meus próprios devaneios, meus olhar preso em algum ponto daquele chão de madeira.

– Hey... – me chamou.

Ele foi até mim e levantou meu rosto até que meus olhos se encontrassem aos dele. Percebi que ele não sabia ao certo o que dizer...

– Está tudo bem... – falei com um sorriso torto.

– Eu sei que você não está bem. – Ele disse, meu sorriso se desfez.

Caminhei até a cama e me sentei ali, Lukke fez o mesmo...

– Sabe... Realmente estou tentando acreditar que tudo isso é real, poderes e tudo o mais. Tentando acreditar que vou encontrar minha mãe... Mas tenho medo de estar me iludindo. Às vezes parece um sonho, eu não sei...

– Eu entendo.

– Mesmo?

– Mesmo. Mas não quero que pense que isso é um sonho, pois não é. Tudo que te contei é real. E... Quanto a sua mãe, eu vou te ajudar... Nós vamos encontrá-la, prometo.

Ficamos nos encarando por alguns instantes, e um sorriso brotou em meus lábios.

– Obrigada.

Lukke também sorriu.

– Quanto á sua habilidade – continuou ele – pode levar um pouco de tempo para a descobrirmos, mas não se preocupe, elas exigem um elevado nível de concentração para se manifestarem, porém com um pouco de treino e meditação você chega lá.

Balancei a cabeça em um “sim”.

E mais uma vez nos perdemos no olhar do outro, nos olhando, sem dizer qualquer palavra... Desviei o olhar, um pouco desconcertada, me mexendo no meu lugar. Lukke se levantou.

– Espera. – falei. Ele me olhou. – Antes de ir... Pode me emprestar outra blusa? – disse apontando para a blusa amarrotada em meu corpo. Ele sorriu divertido.

– Pensa rápido...! – disse puxando uma camiseta de uma das gavetas da cômoda e jogando em minha direção, acertando-me no rosto, o que o fez rir alto. – Vamos tirar “velocidade” da lista de habilidades que você pode ter...

– Engraçadinho... – falei sorrindo.

E então ele foi porta a fora.

Notas finais
Não esqueçam de deixar comentários! Críticas? Sugestões? Deixe sua opinião... Leitores anônimos, sabemos que estão aí, manifestem-se e façam-nos felizes! :D *** ESPERANDO POR COMENTÁRIOS ***
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