O Roubo Do Messias
3 O culpado
Notas iniciais
Aliás, ninguém nem deve ter lido essa porcaria... Bem, já acabou mesmo... Acho que as pessoas só leem as fanfics com animes... Mangás.... OK, histórias 100% originais ninguém s=quer saber... Ok...
Boa leitura... Se tiver alguém...
Fomos em direção à sala da coordenação do museu, quando no caminha, Kiba disse:
- Acho que não iriamos ganhar muito indo todos no mesmo ligar... Eu vou falar com a curadora Violette e tentar saber quem é o vigia noturno! Nos vemos já! – ele disse, indo embora que nem uma gazela.
- De algum jeito, ele tem razão. Tem alguma ideia do que fazer? – Coil disse enquanto andava.
- Eu simplesmente quero saber o que está no vídeo e na sala do diretor. Para mim, todos são culpados enquanto não há um suspeito.
- Compreendo.
Ficamos quietos passando pelos corredores depois disso. Ninguém tinha mais nada do que falar, mas se o Kiba estivesse aqui, aquela árvore de natal teria quebrado silêncio.
-... Alguém ou um grupo de pessoas tem acesso ao violino. – Eu quebrei o silêncio – o culpado tem a chave da vidraça, por isso não precisou quebrar ou arrombar a fechadura.
- É apenas uma única pessoa – Coil disse com segurança – cheguei aqui no primeiro dia do roubo, já que sempre morei na cidade ao lado, cheguei a tempo de ver que havia apenas uma digital não identificada. De acordo com essas impressões, vi que ele foi roubado mais ou menos às 10 horas da noite, antes do vigia noturno chegar. E quando esse chegou o violino já havia sido roubado.
- Sobram então no museu apenas o diretor, a curadora, o bibliotecário e os guias – Eu disse seguindo sua linha de pensamento.
- Isso mesmo.
Poucos segundos depois, chegamos à sala do diretor. Entramos sem praticamente bater na porta, invadindo a sala. A diretora do museu estava no telefone enquanto escrevia algo em um pedaço de papel. Ela era uma morena de cabelos longos e cacheados, preço em um rabo-de-cavalo. Assim que ela desligou o telefone, olhou para nós.
-... Posso ajudar? – Ela disse parecendo exausta.
- Sim, por favor. Pode me emprestar a câmera da sala do violino Stradivarius?
- Da sala do violino? Sim, esta aqui.
Ela mexeu um pouco em suas coisas e pegou uma caixinha cheia de CDs. Dessa, ela retirou 3 CDs e entregou para Coil.
- Obrigado, bom trabalho para você – Ele disse.
- Obrigada, boa sorte pra você – disse ela se referindo à investigação.
- Bem, eu vou olhar quem estava na sala antes e depois do roubo. Quer olhar durante? – Coil disse enquanto saímos da sala.
- Sim, obrigada – Eu disse pegando o CD de sua mão – Irei para casa agora. Obrigada por me deixar lhe acompanhar.
- Obrigado por me aturar.
Me despedi e me direcionei para a saída do museu, quanto um repórter me apareceu na entrada.
- Com licença, mas poderia nos informar sobre o caso do violino Stradivarius? – O repórter me disse segurando um microfone.
- A essa altura, não dá para saber nada de importante. Com licença, estou ocupada. – Eu disse indiferente.
Repórteres, policiais e pessoas hiperativas. São tipos de pessoas que eu realmente odeio, pois elas me lembram do passado. Embora os detetives sejam um tipo de policial, são diferentes, assim como os soldados do exercito. Não é a mesma coisa, pelo menos no Brasil, os policiais são uma porcaria... Deixando as pessoas morrerem...
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Chegando em casa, liguei meu DVD e comecei a assistir o CD. Parecia algo normal até o momento em que a curadora passa correndo, gritando algo não reconhecível e exato 7 minutos e 37 segundos depois, a câmera é desligada. Ela tem acesso à chave, então ela é a principal suspeita. Dei um Zoom em sua boca e pus em câmera lenta, para saber o que ela estava falando.
S-E-B-A-S-T-I-A-N
Sebastian... Será que ele tem algo a ver com isso? No tempo que a câmera voltou a funcionar, só dá para ver um pequeno vulto de segundos no final, e o pino de madeira, que na verdade era a fechadura, cair embaixo do móvel.
Se o Sebastian é o guia-chefe, pode ser que ele também tenha acesso à chave da vidraça. Aquele carro esportivo da qual eu vi quando vim para cá, era dele, então eu vou achar a casa dele pelo numero da placa.
Quando eu lembrei o numero inteiro, fui à mesma delegacia de antes. Pedi para ele procurar o endereço, enquanto mostrava minha identidade. Quando vi o endereço da casa dele, fui correndo até ela. Chegando lá, eu dei uma olhada em sua casa, e no andar de cima, estava ele: O Messias! Tenho certeza de que era ele, pois a sua pintura e cordas são inconfundíveis. Notei a presença de outra pessoa em minha retaguarda.
- O que você esta fazendo aqui...? – Sebastian me disse
- Vi o seu nome sendo pronunciado por uma pessoa, nas câmeras. Além de que eu vi o violino em sua casa...
- O que quer dizer? Que eu sou um suspeito? – ele disse, mais sério
- Suspeito não, Culpado! – enfatizei a última frase, afirmando – a curadora do museu e sua "amiga", Violette, lhe ajudou, pois ela tem a cheve de qualquer coisa trancada lá.
Houve um momento de silencio, com Sebastian apenas olhando em meus olhos, provavelmente analisando tudo. Do nada ele começou a rir.
- Então eu sou o culpado... – ele estava com tom de deboche, muito assustador. – certo você me pegou... Mas a Violette me ajudou e me influenciou a fazer isso.
- Por que o violino esta na sua casa então?
- Porque nós ainda não o vendemos! Não adianta, eu vou ficar rico com todo o dinheiro que vou ganhar vendendo ele! Mereço mais do que um trabalho de guia num museu medíocre... – ele disse, se vangloriando – só preciso dar um fim em você! – ele disse e jogando um spray no meu nariz.
Ele pegou um lenço que tinha consigo e passou o spray nele, colocando em minha boca e nariz, me fazendo respirar aquela substancia e desmaiar.
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Novamente, aquele pesadelo que esboçava a realidade invadiu meus pensamentos. Minha irmã mais velha, Gicélia, olhando a lua e m dizendo seus sonhos, como o de conhecer Coil, já que nossos pais não estavam nesse mundo. Em pouco tempo, um policial atira na porta de nosso pequeno quarto, deixando a passagem livre para um homem de uma máfia, que queria o colar de ouro meu e de minha irmã, fruo de gerações passadas. O mesmo cenário dela sendo friamente morta aos meus olhos e me mandando ir embora, pela janela.
Acordei, e uma pessoa estava do meu lado, sentada na cama de um possível hospital, comigo. Não conseguia me lembrar de nada do que tinha acontecido. Os detetives Coil e Kiba estavam me perguntando sobre o ocorrido, dos CDs e de Sebastian. Eu não me lembrava de nada, nem mesmo de como era o museu exatamente. Descobri então que havia respirado uma droga liquida de perda de memória.
Para a minha sorte, ela tinha um efeito temporário e eu me lembrei de exatamente tudo o que aconteceu. Luana, aliás, havia aparecido, e ela que havia me salvado de uma morte, por envenenamento.
Eu, KIba, Coil e Luana voltamos ao museu no dia seguinte, com as respostas para todas as perguntas.
Kiba, depois de conversar com todos os empregados do museu soube o porquê de Violette ter ajudado Sebastian. Ele havia seduzido ela para que desligasse as câmeras, para uma falsa "ajuda de limpeza" das mesmas. Quando ela não estava olhando, ele pegou uma massinha, fazendo uma cópia das chaves da vidraça.
Coil tinha voltado ao museu depois de assistir os vídeos e ver Violette conversando com Sebastian.
Luana tinha uma gravação do que Sebastian fez comigo, além de que, depois de nocauteá-lo, pegou o violino de volta, pegando a chave dele no bolso e abrindo sua casa, além de pegar de volta a chave da vidraça.
Para provar que a chave da vidraça que a Luana tinha realmente era dela, eu peguei o pino que sempre esteve comigo e mostrei que ele era do pedestal, que aberto dava para pegar o violino, além de eu ter uma grande testemunha.
No final, Sebastian foi preso por roubo de lugares públicos (o museu), tentativa de assassinato (já que o veneno que eu havia respirado estava vencido) e manipulação (Violette). Ele ganhou uma prisão perpetua por ter roubado um dos bens mais preciosos da historia: o violino Stradivarius.
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- Que sorte você teve, por eu estar te seguindo e você não ter morrido com o veneno... – Luana me disse no voo de volta ao Brasil.
- Você não precisava ter me seguido.
- Mas por ter te seguido eu salvei a sua vida, mostre um pouco de gratidão! – Luana disse, levemente irritada e rindo com a situação.
- É tem razão... Foi uma boa experiência para mim...
- É, e você conheceu Coil D. Cloud. Ele é como você pensava?
- Totalmente diferente. Aliás, você foi à Inglaterra, mas você não estava ocupada no Brasil?
- Foi mais rápido do que eu achei que seria. E eu não achei que o violino iria ser achado tão rápido assim.
Houve um curto tempo de silencio. Ouvi as pessoas falando coisas sobre suas vidas no avião. Tinham japoneses falando algo como "a viagem foi ótima!", ou "nós deveríamos fazer isso mais vezes!".
- e tudo fica bem, quando acaba bem. – Luana sorriu para mim, mostrando que havia acabado.
- E parece que isso não vai acabar, já que estou vendo essa carta de outra investigação no seu bolso.
-... Ficou esperta do nada é? – ela riu, lembrando-se do pedido de outra investigação.
E assim foi até o fial da viagem. Pessoas falando de suas pacatas vidas e suas viagens cansativas ou divertidas. No fim, chegamos ao Brasil e ela me explicou o outro caso.
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