Notas iniciais
complicando cada vez mais...

- Utau, espero que você tenha uma boa idéia pra prender o Ikuto agora por que eu mostrei as fotos a Amu e disse a Ikuto exatamente o que combinamos então agora faça sua parte! Tadase estava na frente do espelho limpando os machucados.

- Hum, e você ainda está vivo depois de se aproveitar da minha inocência?! Ora, ora o Ikuto está ficando muito passivo! Ela sorriu com um ar cruel.

- Ora, ora digo eu ... que menina má você está me saindo, nem pergunta como sobrevivi a três socos poderosos do seu amado?! Ele também sorriu.

-Nossa! Sério?! Como você sobreviveu? Você está bem mesmo? Ela ficou realmente preocupada quando escutou os três socos.

- Tudo bem eu já estava preparado pra isso conheço meu irmão há 17 anos como não saberia que iria apanhar por isso! Agora eu vou salvar meu relacionamento e você faz a sua parte, ok?

- Deixa comigo, vou ligar pro Ikuto agora mesmo! Não se esqueça de ligar pra tia ok?

— humm é mesmo! Vou ligar já tinha esquecido. Até mais priminha.

- See you later. Brincou antes de desligar.

Tadase ajeitou os cabelos enquanto discava o telefone da mãe, chamou uma chamou duas.. três vezes até que o telefone disparou.

- Bem mãe depois você me liga mesmo, vamos pro que interessa.. Tadase liga várias vezes pra Amu, mas ela não atende.

- Droga! E agora? E agora? Já sei. Ele digita a msg e envia.Termina de juntar suas coisas e sai.

Amu estava sentada embaixo da sombra de uma cerejeira, segurando os seus joelhos e de cabeça baixa quando escutou o bip da msg.

- Poxa, me deixe em paz! Ela segurou o celular e viu as 19 chamadas não atendidas do seu telefone. Tadase 11 chamadas, Ikuto duas chamadas, Nadeshiko uma chamada e mais cinco chamadas de um número desconhecido que provavelmente seria Ikuto ou Tadase na esperança que ela atendesse por não reconhecer o número.

- Definitivamente eu não vou te atender Tadase! Amu ficou olhando o telefone tocar até disparar, abriu a msg e era do Tadase se soubesse não tinha nem aberto, mas resolveu ler e teve um choque, não tinha acabado apropriadamente então ainda se sentia como namorada dele.

“Amu, sei que você não quer me ver, mas não consegui falar com minha mãe, Ikuto ficou furioso e me bateu preciso de você aqui no hospital comigo, por favor, me liga. Tadase.”

- Ikuto o que você fez? Ela ficou tão transtornada que nem pensou duas vezes e ligou pro Tadase.

- Tadase-kun Daijoubu? A nítida aflição de Amu deu esperanças pro Tadase.

- Amu-chan? Obrigado por retornar minha msg!

- Tadase-kun o que houve?

- Meu irmão ficou furioso por que estraguei os planos dele com você, então me bateu na frente da escola toda.

- Onde você está agora?

- No Center Tókio diagnostic, vim tirar uns raios-X pra ver se ele não me quebrou nada, mas estou sentindo tanta dor Amu.

- Sério? Eu estou indo pra ai tá? não se preocupa!

- Obrigado Amu-chan não sei o que faria sem você!

- Me espera tá? Daqui a pouco eu chego ai.

- ok, tchau. Amu desligou o telefone e Tadase sorriu satisfeito, não importa o que ele fizesse podia contar com a caridade e senso comum da Amu.

- Vai ser tudo ou nada agora! Tadase empurrou a porta de vidro da entrada do Tókio Center, e parou no balcão.

- Utau, não posso falar contigo agora! Ele não esperou nem ela dizer alo.

- Ikuto, Tadase fez uma coisa horrível!

- O que aquele bastardo fez agora?

- Ele me convenceu ajudá-lo e tirou umas fotos comprometedoras sobre nós.

- Eu já vi as fotos!

- Já?! Ai meu Deus, Ikuto Gomenasai, eu ... eu estou tão constrangida de ter sido enganada dessa forma! Mentiu deslavadamente.

- Não se preocupe, não deixarei isso vazar na impressa. Ikuto pensou que a preocupação de Utau fosse profissional.

- O problema não é esse..

- Utau eu realmente preciso desligar por que estou na moto, mas prometo passar na sua casa para conversamos apropriadamente.

- Está bem Ikuto. Ele nem esperou ela se despedir e seguiu seu caminho procurando por Amu.

Ikuto já não sabia mais onde procurá-la, ligar não adiantava por que ela não iria atender, não tinha outro meio se não encontrá-la se ficasse tarde o suficiente ele iria a casa dela, mas até então o jeito era procurar nas redondezas da escola.

De repente algo chamou sua atenção tinha uma garota de cabelos cor de rosa na parada do ônibus ele parou a moto o sinal estava vermelho, definitivamente era ela.

- Finalmente eu te achei. Sussurrou.

- O sinal abriu, ele fez menção de trocar de faixa mais um ônibus o atrapalhou, esperou que ele passasse, por puro azar esse era o ônibus que Amu acabara de subir, mas pra onde ela iria? esse ônibus não passava nem perto da casa dela. Ele decidiu segui-la afinal ainda tinha coisas a esclarecer a ela.

Quando o ônibus parou na parada do hospital Amu desceu Ikuto viu de longe ela entrar e quando se aproximou percebeu que só haveria um motivo para ela estar indo ao hospital, Tadase.

Ikuto parou na porta, quando viu os dois senados num banco, a cara de Tadase estava realmente horrível, ele sorriu.

-Bem feito pra você principezinho! Debochou. Mas e agora? A Amu vai ficar com pena de você e não vai te deixar ... um estalo ocorreu na cabeça de Ikuto.

- Filho da puta! Ehh... desculpa mãe. Mas foi exatamente isso que ele planejou, e eu cai feito um pato! Ikuto se deu conta que estava falando sozinho, pôs as duas mãos na cabeça. Sua mente estava bagunçada, mas depois do show que ele deu na frente da escola, Tadase tinha pano pra manga e várias testemunhas do que ele fez, mas Ikuto não tinha provas de nada do que ele lhe disse, e agora?

- Porque ele fez isso? Amu olhava abismada pra Tadase, Ikuto realmente bateu nele sem pena.

- Ele ficou irritado por que eu o desmascarei pra você e como eu tinha batido nele da outra vez, ele nem pensou duas vezes.

- Estão chamando seu número, Tadase-kun! Amu apontou pro painel digital de letras vermelhas que chamava o numero 62 para o raio-x.

- Me espera aqui tá! Ele segurou a mão dela rapidamente, ela só olhou pro gesto ele se levantou e entrou na porta branca indicada pela recepcionista.

O telefone de Tadase tocou, o aparelho dele era igual o dela um Samsung j700i ela se lembrou do dia que eles foram comprar, um dia tão legal ela escolheu o rosa Pink e ele o preto, pensando bem, em quase um ano de namoro eles tinham varias lembranças agradáveis.

- Foi um dia divertido! o celular continuava chamando que tirou Amu das suas lembranças, ela olhou o número e o identificador estava escrito mamãe.

- Moshi, moshi?

- Tadase-kun?

- Sra Hotori, sou eu a Amu!

- ahhh Amu –chan você está com o Tadase? Ele me ligou já faz um tempo, mas, eu só vi a ligação agora.

- Estou sim é que ... bem srª Hotori nós...

- Não precisa me chamar de srª Hotori querida, pode chamar de Mizue, e não precisa se preocupar, apenas me diga o que houve.

- Bem Srª Mizue, é que o Ikuto bateu no Tadase e nos viemos no hospital ver se não ele não quebrou nada.

- Que? Ikuto...

- Me desculpe Mizue é tudo por minha culpa.

-Amu chan em que hospital vocês estão?

- no Tókio Center.

- querida não se preocupe eu estou indo pra i agora mesmo. E se você puder me esperar eu preciso realmente falar com você.

- Certo, estarei esperando.

- Eu chego rápido querida, não se preocupe. Elas despediram-se e desligaram o telefone.

- Ikuto.. você estragou tudo não foi meu filho? Como um homem violento pode chegar no coração de uma mulher? Menino bobo. Mizue falava sozinha enquanto dobrava a esquina em direção ao Tókio Center.

Amu ficou sentada lá no banco uns minutos e decidiu pegar um chá, abriu a bolsa pegou o dinheiro e caminhou em direção a máquina de chá do rol do hospital. Ikuto observava Amu de longe,ele sabia que tinha perdido sua chance quando bateu no Tadase mas faria tudo de novo se fosse necessário.

-Eu te perdi não foi Hinamori Amu? Te perdi antes mesmo de te ganhar? Ele deu um suspiro amargo, não era o tipo de homem que ficava insistindo em casos perdidos, mas ao menos atenderia o ultimo desejo do seu coração.

Ele caminhou em direção da máquina quando se aproximou dela, ela se abaixou pra pegar o chá que saia pela máquina, nem percebeu ele se aproximar, quando ela se levantou ele nem espero ela se virar a abraçou por trás. Ela se assustou inicialmente, mas pelo perfume e as madeixas azuis que caiam perto do seu rosto ela sabia que era o Ikuto.

A mente de Ikuto estava em branco não conseguiu dizer muita coisa.

- Graças a Deus que você está bem, nunca mais faça isso comigo. Ele fechou os olhos sentindo o perfume dela, Amu se perdeu por alguns segundos o calor do abraço dele. Desde quando era tão bom ser abraçada por um garoto? por que ela apenas ficou daquele jeito esperando ele sussurrar mais alguma coisa? O que ela queria ouvir?

- Gomenasai, pode me soltar por favor? Amu foi fria em suas palavras, ela não sabia o que estava sentindo mas sabia que era errado estar abraçada com o cara que bateu no seu namorado, pior abraçada com o irmão dele.

- Amu-chan me perdoe. Ele a soltou e deu as costas com aquelas palavras frias ele viu seu último fio de esperança se partir em pedaços, que não podiam ser reunidos.

Notas finais
presente de véspera de feriado espero que gostem!!!!