O Rei do Mundo
20 Ataque aos Wilkes
Notas iniciais
" Me lembrei de um ataque de fúria de um clã que estava em crescimento, Wlkes :
" Naqueles períodos de guerra o caos estava pisoteando minha amada Volterra, os humanos estavam apavorados,e o pior que não sabia o que temiam. Muita coisa ameaçava os Volturi,mas eu não tinha medo de um clãzinho estúpido que ainda estava em formação,porque eu sou Aro Volturi e duvido que um garoto de quinze anos chamado Kol Wilkes me derrotaria. Sim, o líder do clã Wilkes só tinha quinze anos fisicamente ,e de idade vampírica poucos,uma vez que nunca ouvi falar dele até essa confusão toda.
" Estavam em Florença, perturbando e perambulando por Florença,estava querendo vir para Volterra. E isso eu não deixaria.
" Mandei Demetri rastreá-los: estavam vindo,lentamente,mas o importante é que vindo. Era terrível ver o desespero de meu clã,apenas a guarda principal estava tranquila com isso tudo,os outro fofocavam entre si coisas sobre os Wilkes contaminados de medo. Segundo Demetri eram apenas treze vampiros,mas como hoje em dia eu não acredito na inocência de ninguém ,acho que devem ter talentos potentes o suficiente ao ponto de tramar um ataque com o clã mais poderoso de todos os tempos. Todos os dias alguns de nós treinavam ,os que tinham medo treinavam, os que tinham coragem iam na fé mesmo. Os Romenos eram muito mais velhos do que nós e perderam,não havia nada preocupante nos Wilkes.
" O meu maior medo era dos dons que poderiam ter, eu sempre tive medo de que alguém tivesse o mesmo poder de Chelsea,mas graças à Drácula isso nunca aconteceu.
" Quando chegaram em Volterra, os humanos se esconderam, uma onda de mortes aconteceram, sim,meu reino estava decaindo cada vez mais. Volterra, a cidade mais segura contra ataques de vampiros estava devastada, carros juntos do lixo,corpos dentro de caixas de entulhos. Não fizeram um ataque direto,preferiram atacar a cidade primeiro. Pois bem,sim, eu deixei! mas o que era deles estava guardado. Todos os dias pilhas de humanos na frente do castelo,era uma ameaça. Fingíamos que não estávamos vendo,não era uma maneira boa de lidarmos com isso,mas ainda estávamos pensando no que fazer,pois mesmo nos tempos remotos Volterra nunca havia sofrido um ataque assim.
" Nossa decisão foi obvia, muito previsível,mas mesmo assim fiquei me perguntando porque não pensei nisso antes. Não ficaríamos de braços cruzados vendo nossa cidade cair na ruína absoluta, atacaríamos.Sangue se limpa com mais sangue ainda.
" O clã deles estavam hospedados em uma casa que roubaram,no centro da cidade. Demetri os rastreou e levamos todos com poder no clã até eles,do lado de fora da casa escutávamos risadas e falatórios sobre 'os Volturi'. Era o momento propicio ,cessar fogo!
" Caius ateou fogo na porta de madeira que estava fechada. O fogo se espalhou rapidamente na porta, foi se espalhando pela casa, a porta de madeira não estava intacta ,não mais,uma vez já foi porta mas agora virou cinzas.
" Eu ouvia gritos desesperados ,gritos se miséricordia,mas um grito de se destacou entre os outros. Sulpicia me olhou com pena,aquele olhar partiu meu coração. Eu faria aquilo por ela.
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