O Que os Bruxos fazem Quando estão Sozinhos?
4 Garras e Garras
Notas iniciais
Era uma bela manhã de inverno, e os alunos já se dirigiram novamente para Hogsmead.
– Sabe... Ela é tão... Grudenta...- Falava Rony, enquanto Harry segurava um livro. Gina chegou sorrateiramente.
– O que é isso? — sussurrou.
–AAAHHHHH!- gritou Harry, encarando a ruiva. — Qual é o teu problema, garota?
Ela riu.
– O que é isso? — ela repetiu.
– Nada e... — mas isso não convenceu a ruiva. Ela pegou o livro da mão de Harry e começou a ler em voz alta:
– Ela é diferente. Não a sinto como amiga. Seus olhos são calmos e sábios, e ela poderia ter sido da Corvinal, sua pele azul
me fascina mais que tudo. A forma como é leal, poderia ter sido da Lufa-lufa. Mas aqueles cabelos... — Gina engoliu em seco e encarou Harry.
– O.k o que foi isso? — disse Rony. — Harry de quem você fala no diário?
– Ninguém em especial.
Ele pegou o diário e voltou à andar.
Naquela noite, na Sala Comunal, Harry ouviu um barulho.
– Ahn... Olá!?
Ele ouviu o barulho de metal sobre
metal. Seus olhos se iluminaram.
– Wolverine é você? — Ele disse, contendo pulinhos de alegria.
– Não, chegou bem perto. — Disse uma voz sombria.
– HÁ! JÁ SEI! — gritou Harry. — Apareça, Tom Riddle!!
O desconhecido gargalhou com desdém.
– Eu sou pior.
– E qual é o teu nome, criatura?!
– Freddy Krueger.
Harry pensou, e ouviu o mesmo som metálico.
– Olha, a seção de terror é na outra história, aqui é comédia, viu?
– Ah, é? — o desconhecido parou sob a luz, revelando sua pele carbonizada. — Errei de seção! Me desculpe!
– Sem problemas cara! — eles apertaram as mãos e Freddy se despediu.
– Sério, me desculpa cara! Mas... Você poderia me dar um autógrafo? -Disse, apontando para a cicatriz de Harry.
– Claro!
Harry foi até a mochila
e pegou uma caneta gel com glitter, da Hello Kitty ( havia ganhado de aniversário... Dumbledore sempre surpreende...) e desenhou um raio na testa deformada de Krueger.
Então, segundos agora de Krueger ir embora, a janela explodiu em pedacinhos e Harry se viu frente à frente com o legítimo Wolverine.
– Ai meu santo Merlin! — O garoto exclamou. — Wolverine!!!
– E aí, rapaz?
E então, em câmera lenta, Harry foi abraçar seu ídolo, com uma daquelas músicas lentas e felizes de fundo, mas sem perceber, estava de varinha empunhada, e cravou a varinha no olho de Wolverine.
– AAAHHHHH! MEU OLHO! — ele gritou, se desequilibrou. Harry pegou a varinha de volta.
Wolverine caiu da torre, gritando:
–Vai me pagar, Potter!
Harry sorriu maleficamente. Então, puxou um zíper que o partia da cabeça ao abdômen e revelou seu verdadeiro ser:
–Eu prefiro... Magneto... Será que Mística vai gostar de rosas? Tenho um encontro com ela.
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