Notas iniciais
Ola, é minha primeira fic, por favor comentem! Estou muito animada já tenho alguns capítulos prontos,posto mais logo apos o primeiro comentário, nem que seja apenas um "Legal". Boa leitura! Lumus

Eu estava em casa nas férias de verão, Harry ainda não havia vindo para Toca. Neste dia em particular, acordei no meio da noite com uma incrível vontade de beber água e acabei por descobrir que estava acontecendo uma reunião aqui n'A Toca de madrugada, obviamente para que eu e os meninos não soubéssemos. Poucas pessoas estavam presentes, apenas os da cúpula como o Dumbledore, a Profª McGonagall, Tonks, Lupin, Moody , Kingsley Schakelbot, Snape, mamãe e papai.

O assunto em pauta na reunião era a respeito da situação do mundo bruxo e trouxa atualmente, os avanços de Voldemort e seus novos aliados, a proteção de Harry no próximo ano, como conseguir novos aliados para a Ordem da Fênix, mas o tema principal da reunião era Draco Malfoy e a missão que Voldemort o havia incumbido (matar Dumbledore) e o principal como livrar o pobre garoto deste fardo, como fazê-lo mudar de ideia, de lado. Eles ficaram discutindo isso quase a noite inteira e não acharam uma solução.

Quando percebi que a reunião estava acabando voltei ao meu quarto, esquecendo totalmente da sede e cai na cama em um sono pesado, tive um sonho esquisito do qual não me lembro agora.

Na manhã seguinte, era um belo domingo, acordei com mamãe chamando para tomarmos café, fiquei com a cabeça doendo de tanto pensar em como fazer o Malfoy mudar de lado. Até a hora do almoço única ideia que tive foi que somente o amor mudaria a essência de um Malfoy.

Já estava quase na hora do almoço, então mamãe me mandou chamar o papai. Como sempre ele estava no velho galpão enfeitiçando objetos trouxas escondido de mamãe, que estava na cozinha terminando o almoço, sinceramente nunca vi ninguém gostar tanto de cozinhar e ainda tão bem igual mamãe. Mas voltando a papai fui chamá-lo para almoçar antes que mamãe fosse, pois se não, daria uma confusão daquelas.

Chegando ao galpão, abri a porta e papai como estava concentrado (e digamos de passagem, por estar fazendo algo errado) levou um tremendo susto e errou o feitiço que estava fazendo, que ricocheteou e acabou me acertando.

A única coisa que lembrei depois que acordei foi que pensei que eu queria ajudar o Malfoy a seguir o caminho certo. Mal sabia eu que esse pensamento ajudou muito a chegar à situação que me encontro agora.

E aqui estou eu em uma casa que nunca vi com o loiro aguado do Malfoy desmaiado do meu lado e três malas na minha frente duas com as iniciais G.W. e uma com D.M.

Não me perguntem de onde elas vieram porque eu não sei, não sei nem como cheguei aqui como vou saber como as malas chegaram e principalmente como ELE chegou aqui. Acho que vou acordá-lo, talvez saiba como viemos parar aqui.

—Malfoy – chamei tranquilamente. Nada

—Malfoy – chamei novamente. Um resmungo, apenas.

—Malfoy – chamei de novo.

— Só mais um pouquinho mãe. – Recebi de resposta.

—Malfoy, eu não sou sua mãe. – Disse, e sabe o que ele fez, me ignorou. Ah ele não perde por esperar. Cheguei mais perto e...

—DRACO MALFOY!!! – Gritei, ele deu um pulo e caiu sentado, nossa foi muito engraçado eu não agüentei e comecei a rir igual uma louca. Quando já estava ficando sem fôlego, percebi que ele estava me olhando com uma cara muito engraçada e minha crise de risos só piorou.

Após uma meia hora rindo me acalmei e ele me disse com uma cara muito confusa e engraçada:

— Weasley, o que você faz aqui? Onde estamos? Como viemos parar aqui?

—Ora Malfoy, e você acha que eu sei disso? Faço minhas as suas palavras. Tudo que me lembro foi de que estava entrando no galpão la de casa para chamar o papai para almoçar quando fui atingida por um feitiço. – respondi a ele.

— E você sabe ao menos qual o feitiço? – Me perguntou o Malfoy.

— E se souber do que isso lhe interessa? E por qual motivo deveria compartilhar essa informação? Hein Malfoy, me diga por que deveria confiar em você, que sempre me tratou como água se comparada ao vinho. – disse. Após essas palavras, ele ficou mais pálido, tão pálido que comecei a me preocupar (mas o que é isso, eu preocupada com o Malfoy, deve ser coisa da minha cabeça).

— Você esta bem Malfoy? – disse.

— Por que não estaria? – ele disse todo arrogante.

— Talvez porque está mais pálido que o normal? – eu disse com uma pitada de ironia e raiva na voz – Ah quer saber não estou nem ai.

Andei até as malas e peguei as com as minhas iniciais e subi as escadas. Quando cheguei ao final das escadas encontrei um corredor com três portas. Abri porta por porta para ver qual era o melhor quarto, na primeira porta encontrei uma biblioteca, a primeira coisa que pensei foi que mais tarde eu poderia passar aqui para tentar procurar o que aquele feitiço faz. Na segunda porta achei um escritório com uma escrivaninha, vários armários de pastas e estantes. Na terceira vi um quarto grande com três portas lá dentro, uma delas dava para uma varanda linda onde se poderia ver o jardim da casa. A outra dava para um banheiro enorme com uma banheira para duas pessoas, um espelho de corpo todo, duas pias e um Box. A terceira porta dava em um closet enorme com vários tipos de roupas e sapatos, olhava aquilo tudo maravilhada, tão maravilhada que não percebi que alguém me observava, mas assim que o fiz fechei a cara e disse:

— O que você esta fazendo aqui? Me observando é?

— Tsc tsc Weasley, não se faça de idiota, você já respondeu sua pergunta. É estou te observando mesmo, por quê? Olhar não tira pedaço. – disse Malfoy.

— E o que você vê nesse momento Malfoy? – disse eu com todo o veneno que possuía.

— Uma linda mulher ruiva, de belas formas, que não esta muito acostumada com o luxo desse quarto. – disse ele de uma forma tão doce que eu fiquei espantada, ele nunca se dirigiu a mim assim. O que será que aconteceu com ele? Será que ele caiu e bateu a cabeça?

— O que te deu Malfoy, para se dirigir a mim dessa maneira? Bateu a cabeça com força foi? – Disse.

— Não Weasley, só estava tentando responder a sua pergunta da melhor maneira possível. – Disse ele, grosseiro dessa vez. O que deu nesse cara? Acho que ele esta tentando me deixar maluca, só pode ser. Ah quer saber vou ignorá-lo e ver logo o que tem nessa mala estou morrendo de curiosidade.

Ao abrir a mala encontrei uma carta com os disseres seguintes:

"Para: Ginevra Weasley

Isso vai ajudá-la em sua missão."

Curiosa, eu abri a carta, a qual dizia:

"Cara Gina,

O feitiço que lhe acertou, é um feitiço muito antigo que foi esquecido há muito tempo, e curiosamente seu pai o pronunciou certo ao levar aquele susto, mas isso não significa que ele saiba o que lhe aconteceu, pois não conhecia esse feitiço.

Voltando ao feitiço pelo qual você foi atingida, ele faz com que de algum forma seu desejo mais profundo e puro se realize, ninguém chegou a uma conclusão sobre como o feitiço afeta a pessoa atingida, mas sabe-se que sempre o desejo é realizado, talvez você me explique melhor quando voltar!

Então tente lembrar o que você mais queria no momento que foi atingida, em que estava pensando ou talvez em quem. Talvez isso contribua na sua missão.

Esperando que esteja bem,

Alvo P. W. B. Dumbledore

PS: Tem um anexo explicando o porquê das malas.

Anexo:

Cara Gina, dentro das suas malas tem o que será necessário para que você possa cumprir sua missão.

Agora na outra mala tem o que seu acompanhante acha necessário para uma viagem.

Esperando que tenha uma boa estadia onde quer que esteja e que sua companhia seja agradável,

Dumbledore"

Estou chocada! Como Dumbledore sabe o que aconteceu? E que estou acompanhada? E principalmente como essa carta veio para aqui na minha mala.

— Então qual era seu desejo mais profundo quando foi atingida?

— Ah!!! – levei um baita susto, não tinha percebido que ele havia se aproximado, muito menos que estava lendo a carta por cima de meu ombro. – O que você acha que esta fazendo?

— Ora querendo saber por que estou aqui? Por que fui escolhido como seu acompanhante? Ou melhor, por que você me escolheu como acompanhante? – disse ele

Fiquei sem palavras. E agora o vou dizer a ele? Acho melhor omitir.

— E eu que sei por que justo você veio comigo? Poderia ser qualquer outro. Preferia que fosse qual quer outro – respondi, a última parte foi só um murmúrio

— Desculpe dá para repetir? Eu não escutei direito. — disse ele.

E agora o que eu faço? Já sei.

—Nada, não disse nada. Mas mudando de assunto, eu já te contei o que aconteceu comigo, mas você não me disse como chegou aqui. Então como vai ser, vai me contar ou não?

—Hã...

Fiz minha melhor cara de Molly Weasley nervosa, espero que funcione.

— É que... que ...

— Querido, gaguejou perdeu. – fui irônica

— Ok, ok eu conto.

Flashback

“Draco Malfoy estava em casa em seu quarto pensando em como iria fazer para cumprir a maldita missão que o lorde escolheu para ele, e tudo isso porque o miserável do seu pai não tinha conseguido pegar a profecia.

De repente seu quarto fica todo branco, imerso nessa luz. E ele desmaia."

— Isso é tudo que me lembro – disse ele

Mas eu senti que ele estava me escondendo alguma coisa, que aquilo não era tudo, que faltava uma parte daquela história. Tenho que descobrir a parte que falta. Já estou morrendo de curiosidade.

— A missão que você fala é a de matar Dumbledore. – disse. Ele me olhou com uma cara muito engraçada que comecei a rir.

—Você acha mesmo que não sabemos disso – disse entre o riso para a cara de espanto que fazia.

— Mas como? – disse ele

— Do mesmo modo que vocês descobrem os nossos planos, espiões. – respondi a ele

— Quem? Quem é o seu espião? Diga-me! Diga-me, agora! – disse ele se aproximando de mim. Mas como não sou idiota, já estava com a varinha na mão e apenas apontei-a pra ele.

— Fique ai, onde esta, não se aproxime. Você acha por acaso que eu sei quem é, e se soubesse acha mesmo que iria te dizer? Achei que fosse mais inteligente! – disse a ele ainda apontando a varinha para seu coração.

— Você acha mesmo que vai me azarar? Olhe só para você, é apenas uma menina, acha vai conseguir esse feito. – disse ele todo cheio de si, arrogante – Não consegue acertar nenhuma mosca. — Ele esta começando a me irritar. Ele vai ver no que dar irritar a menininha Weasley aqui.

— Ridikulus. – o acertei em cheio, ele nem viu meu feitiço chegando. E caiu de bunda no chão, com uma cara de retardado, que meu Merlim foi muito engraçado,vocês não tem ideia de como foi engraçado. Tive outra crise de risos.

Acho que fiquei mais de meia hora rindo. E ele continuou com uma cara hiper engraçada. Quando me acalmei, ele estava furioso.

— Já acabou – disse – Ótimo – e saiu soltando fumaça, literalmente.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Beijos da Zoey! Nox