O Que Realmente Sou?

7 Mais pessoas, mais ajuda.


Assim que chegamos, decidimos ir pegar mais roupas. Não podíamos ficar sem, já que temos um assassino em uma casa e sair toda hora atrás de roupa era perigoso. João passou numa loja que estava fechada, pelo jeito foi noticiado que a cidade estava correndo muito perigo com uma gangue de assassinos a solta. Ficar em casa não era uma boa ideia, mas ficar nas ruas era pior. Fui a casa de uns vizinhos. Começando por Pedro, que era um amigo quase como irmão pra mim. Fiz umas perguntas e ele disse que os aeroportos haviam parado em toda cidade. Isso quer dizer que meus pais e os pais da Evy não poderiam voltar e ficariam preocupados com a gente. Assim que Pedro arrumou as coisas dele, depois de um tempo fomos até Alex e Nanda, que eram gêmeos. Eram meio briguentos mas eram legais. Pensamos se tinha mais alguém e vimos Renato passando por nos, ate parou e perguntou o que estava acontecendo. Depois de explicarmos tudo, fomos atrás de Evy e de João, e voltamos para a casa assombrada.

Quando chegamos já estava escurecendo, e essa era a pior parte todo dia. Os postes das ruas funcionavam, apesar de alguns piscarem do nada e depois falharem. Assim que chegamos na casa, explicamos mais coisas sobre o que tinha no quarto do segundo andar, até sobre fazer silencio durante a noite. Todos entenderam as "regras" e eu e Nanda decidimos fazer algo para jantar.

—Então.....como é esse João? Me conta, o que ta rolando entre vocês?- ela disse quase rindo

—Nada, somos so amigos, nada alem disso- eu ri também-E o Pedro? Sentindo algo por ele? Ah, e o Renato? Viu o jeito que ele fica com a Evy?- nos duas rimos, Renato tinha algum sentimento quanto a Evy, mas nunca admitiu pra ela, so contou em um verdade ou desafio que fizemos que ela não foi. Desde então zoamos ele.

—Ele disse que não sente mais nada por ela, mas isso duvido muito- Nanda disse.-O que vai ter pra sobremesa? Gelatina ou brigadeiro?

—Brigadeiro é mais rápido ne? Bem, se ele gosta ou não o problema é ele não ter se declarado ainda....-eu disse.

Depois de um tempo falando disso, terminamos de fazer a janta. Fizemos Macarronada ja que era mais rápido, e brigadeiro pra sobremesa. Todo mundo sentou na mesa pra comer e diziam como estava bom e essas coisas. Quando acabamos, pegamos um pouco da sobremesa e fomos pra sala daquela casa assustadoramente legal, e assistimos Tv. Começou a ficar quente, então tirei meu casaco.

—Ana, o que foi isso no seu braço?-Evy perguntou. Olhei pro mesmo e vi que ainda estava vermelho, com alguns arranhões

—Ahn....nada..-eu disse

—Como assim nada? Ta vermelho e arranhado-Disse Renato.-Você se machucou como?

—Da pra dizer logo?- Pedro falou

—Ta ta! Fiquem calmos-eu disse- foi o Jeff ta legal. Ele me segurou com força e isso aconteceu. Nada com que se preocupar. So ta doendo um pouco...

—Meu pai, Ana, você não pode sair machucada por ai-João disse meio que com raiva- se começasse a sangrar e você passasse mal, o que faríamos? Vem, vou fazer um curativo nisso.-Ele disse. Depois de um tempo, ouvimos risadas e barulhos de mais coisas quebrando no quarto do Jeff. E logo depois, uma musiquinha começou a tocar pela sala, uma melodia de uma musica infantil. Procuramos pela sala toda da onde vinha e descobrimos uma caixinha com palhaços pintados dos lados

—Merda!- todos nos gritamos, sabíamos o que aquilo significava, e não era boa coisa

Notas finais
Hello!!!!! Estou de volta. Desculpem a demora okay? Okay!(Shh) mais capítulos em breve. Talvez sim. Talvez não. DESCUBRAM OQ VAI ACONTECER NO PROXIMO CAPITULO DEEEEE:O QUE REALMENTE SOU!!!(talvez Ana e Evy virem Proxys e João ajudante aprendiz do Jeff, talvez não João....sla)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.