Notas iniciais
Mesmo tendo recebido apenas um comentário da Little Killer (que sempre é um amor), aqui vai a continuação do capítulo anterior. Aproveitem!

Depois de minutos dirigindo, Quinn estacionou em frente a um prédio em uma área bastante movimentada de NY. O prédio era muito bonito, mas ainda não sabia o que tínhamos ido fazer ali.

– Quinn, onde estamos? – perguntei.

– No lugar onde eu queria te trazer. Vem – ela disse já me puxando pela mão para entrar no prédio.

Ela cumprimentou o porteiro e logo já estávamos dentro do elevador. Quinto andar. A porta se abriu e de cara eu já soube onde nós estávamos quando vi a enorme placa de entrada: “Fabray Advocacia”. Mas antes que pudesse falar algo, a loira se adiantou.

– Seja bem vinda ao meu escritório, Rach.

– Mas eu pensei que ainda não estivesse pronto, Quinn.

– E não está. Mas eu queria te trazer aqui antes de todos. Nem mesmo Britt e Hanna vieram aqui, só quando estávamos procurando o local, mas elas nem sabem que foi esse que eu escolhi.

– Uau! Estou me sentindo importante, Fabray – disse sorrindo.

– E você é. Se não fosse, não estaria aqui antes de todos.

– E quando é a inauguração?

– Daqui a uma semana. Estamos nos preparativos finais. Vem, vou te mostrar tudo.

Quinn parecia uma criança em noite de natal. Me mostrou cada canto do lugar, que por sinal era enorme, o que dava a entender que outros advogados trabalhariam com ela ou para ela. Por último paramos em frente a uma porta que tinha escrito “Quinn Fabray – Advogada”, então ela me puxou para dentro. A sala já estava devidamente decorada com mesa, computador, cadeiras, estantes, sofá, até um frigobar. Então sentamos no sofá e eu comecei a falar.

– O lugar está lindo, Quinn. Fico muito, muito feliz por você. E obrigada por ter me trago até aqui.

– Eu queria te trazer aqui. Daqui a uma semana esse lugar será, ainda mais, o meu santuário. Assim como a Broadway é pra você, entende? Ele será uma parte de mim e eu queria que você fosse a primeira a vê-lo. Você demorou muito para ver as minhas outras partes, mas não agora. Não mais.

As palavras de Quinn bateram fundo em mim, não tinha palavras para responder. Então a minha única reação foi abraça-la. Abracei-a forte e dei um beijo em seu rosto antes de soltá-la. Quinn estava corada e aquela foi uma cena no mínimo inédita.

– Vamos lá, Berry. Ainda temos um lugar pra ir e logo, logo vai escurecer – ela disse já se levantando.

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Quando eu pensei que o dia já estava perfeito, Quinn me levou para um passeio no Central Park. Caminhamos um bom tempo e depois sentamos na grama.

– Obrigada pelo dia, Quinn. Foi tudo perfeito.

– E quem disse que acabou? – ela arqueou uma sobrancelha. “Típico”.

– O que mais você tem guardado, Fabray?

– São pouco mais de 20h e eu não posso te devolver pra Santana com fome, ela me mataria! – ela riu – Então antes de te levar pra casa, nós vamos jantar. E dessa vez, te deixo escolher o lugar.

– Perfeito, já tenho um lugar em mente.

Entramos no carro e fomos para o meu restaurante preferido. Jantamos e novamente Quinn não me deixou pagar a conta. Em seguida ela foi me deixar em casa. Paramos na porta do apartamento.

– Mais uma vez, obrigada pelo dia. Espero que hajam mais como esse.

– Eu também espero, Rach. Foi ótimo estar contigo.

– Você quer entrar?

– Não posso. Está realmente tarde, além disso Britt e Hanna chegavam hoje a tarde. Eu deveria ter ido pegá-las no aeroporto, mas avisei que estaria contigo. O mínimo que posso fazer agora é ir encontra-las.

– Tudo bem. Diga que eu mandei lembranças e, por favor, vamos repetir a dose. Mas da próxima vez, eu planejo!

– Sim senhora! – a loira bateu continência e caiu na risada.

– Boa noite, Quinn.

– Boa noite, Rach. E obrigada.

Quinn me beijou no rosto e saiu. Segundos depois entrei no apartamento e dei de cara com meus quatro amigos bisbilhoteiros que pareciam estar ouvindo atrás da porta.

– Eu não acredito nisso! – exclamei – Ouvindo atrás da porta? Quantos anos vocês tem?

– Ora, ora, Hobbit... – começou Santana – Nós só queríamos saber se ia rolar um beijinho de despedida, mas acho que já devem ter se agarrado muito durante o resto do dia.

– Vamos lá, Rachel. Conte tudo, não nos esconda nada! – disse Kurt.

– Não há nada para contar, seus idiotas. Apenas passei um ótimo dia, na companhia de uma ótima amiga.

– Aham, claro – Emily foi a pessoa a falar.

– Eu não devo explicações a vocês, não tenho mais 15 anos e vocês não são meus pais.

Sai em direção ao meu quarto e ainda pude ouvir as risadas deles. É incrível como às vezes eles conseguem me tirar do sério. E de onde eles tiraram que eu tenho algo com Quinn? Primeiro Santana, agora todos eles. Eu não mereço nada disso.

Tomei banho, me troquei e me deitei. Foi então que resolvi fazer diferente e antes que Quinn pudesse me enviar um sms, enviei um para ela.

“Obrigada pelo sábado, Quinnie. Já estou planejando nosso próximo programa. Boa noite. Beijo, RB”.

Em poucos minutos recebi uma resposta.

“Estou aguardando ansiosamente, Rach. Boa noite. Ps. gostei do apelido ;) Beijos, QF”.

Dormi pensando no que poderia fazer para surpreender Quinn e proporciona-la um dia tão bom quanto o de hoje...

Notas finais
Comentem! Tudo me ajuda a melhorar e é bom falar com vocês :*