O Que Eles Veem Em Você?

26 Parceiros nos negócios.


Notas iniciais
Oi!!!
Bem, começar agradecendo a Victoria Durán pela recomendação, muitoo obrigada minha lindaaa, foi tão linda a sua recomendação quase chorei. Capitulo dedicado a você.
Boa Leitura pessoal!

-E o ganhador da melhor empresa de Turismo é... –Pausa dramática. Annabeth queria matar o cara que estava anunciando...

- Tech&growth!

A primeira coisa que Annabeth pensou foi: Mas que porra é Tech&Growth? E logo quando ela viu os asiáticos idiotas subindo e recebendo o prêmio ela queria matar todos eles com uma bazuca, ela olhou para sua mãe, que tinha a pior cara de derrotada que poderia poder ter. Annabeth beijou sua têmpora, não sabia mais o que fazer.

Se uma empresa que estava ali desde o começo do ano apenas já estava ganhando prêmios é porque eles tinham se sobressaído muito no mercado, e isto era uma coisa horrível de se ver, por um momento Annabeth achou seu plano falho, mas logo depois se recompôs.

Olhou para o lado e viu seu namorado consolando o pai, dando tapinhas em suas costas e falando algo que Annabeth chutou ser palavras de reconforto. Por um misero momento um sorriso saiu da expressão séria de Annabeth, apesar da mitideza, e fome por popularidade, seu namorado era uma pessoa boa, muito boa.

A premiação acabou e todos foram para o coquetel do salão ao lado, nada de festas, aquele era o prêmio mais chique do ano e tudo que eles faziam eram tomar champanhe e fazer vários sorrisos forçados.

Annabeth aproveitou que todos estavam andando para o coquetel e foi para o banheiro. Ela se sentia péssima pelo fato de que sua mãe estava péssima. Mais uma vez pensou no cigarro para reconforta-la.

Mas logo tirou o pensamento da cabeça, ela estava curada da droga.

-Você está linda, e você está feliz, você tem um plano ótimo e tudo vai ficar bem- Ela se falava no espelho.

-Está falando sozinha agora? – Respondeu uma voz arrastada por trás dela, a mesma olhou ao espelho. Perdia o vicio de uma droga e achava outra, não era possível.

-Você me deixa louca- Ela disse brincalhona, então se virou, e sem querer sua fenda apareceu por inteiro.

Percy andou em sua direção, lento, a loira fitou seus olhos verdes escuros. A única coisa que ele disse foi:

-Queria fazer isto à festa inteira.

Então pegou em sua nuca e beijou seus lábios com fervor, Annabeth arregalou os olhos sem saber exatamente o que estava acontecendo com o seu namorado. Ela tentou se separar dele mas o mesmo não saiu do lugar, a beijando mais profundamente, ela se rendeu e correspondeu o beijo.

Suas duas mãos foram para o pescoço do garoto, e eles se separaram ofegantes.

Percy a prensou contra o balcão que tinha as pias do toalete. Annabeth o olhava divertida e surpresa.

-Quanto fogo... – Ela respondeu, ele olhou para ela sério. E prensou seu corpo no dela.

-Na próxima vez que você vir com uma fenda dessas para uma premiação... – Ele passou a mão em sua coxa a mostra – Pode ter certeza que eu vou rasgar o resto do vestido sem dó.

Annabeth sorriu ainda mais larga e jogou a perna esquerda para o lado, mostrando ela por inteiro. Percy mordeu o pescoço da garota.

-Você ama me torturar- Ele respondeu – Mais vai chegar o dia que eu vou te torturar. Pode ter certeza.

Ele mordiscou o lóbulo da orelha dela, e apertou à coxa a mostra da garota. Annabeth deu um gemido baixo enquanto o garoto deixava sua pele vermelha. Ela ouviu um barulho estranho e se separou do namorado.

Olhou para si no espelho e quis matar Percy.

-Você é doido, sabia? Se alguém visse...

Ele a abraçou por trás.

-Ia ver eu te beijando, grande coisa, não é nem 1% do que eu quero fazer com você – Annabeth negou com a cabeça, rindo. Percy prensou seu corpo ainda mais contra o dele, e ela sentiu sua ereção mesmo por cima da calça social.

-Droga... –Ela sussurrou, então saiu de perto dele e foi para a porta do toalete, não tinha sinal de ninguém por ali. Pegou o pulso do moreno e abriu a porta de emergência.

-Opa, porta de emergência?- Ele disse divertido, ela olhou envolta afim de achar o que queria. Então sorriu quando achou. Percy parou abismado quando ela voltou para o salão, e depois voltou com chaves em mãos.

Ele riu de lado, então ela o pegou pelo pulso novamente e abriu a limosine preta em que tinha entrado. Jogando-o no estofado preto de couro que tinha ali, fechou a porta de correr e sentou encima dele.

-Vamos nos arrepender profundamente por isto – Ela tirou o blazer preto do garoto.

-Foda-se –Ele respondeu divertido, enquanto tentava tirar sua gravata, ela estava afobada e Percy riu, ela sorriu também e fingiu o enforcar com a gravata. Logo ela tirou aquela peça inútil e desabotoou a blusa branca social do garoto.

-Você é a minha droga do ano- Ela disse, beijando o peito definido do garoto e logo e depois o abdômen, o arranhando em seguida. Apertou seu membro por cima da cueca e o moreno gemeu baixo.

Então trocou as posições ,tirando o zíper vermelho de lado daquele vestido do pecado e se deliciando com a visão de ver o sutiã vermelho de renda e uma calcinha também vermelha de renda.

Beijou a parte a mostra de seu seio, e o mordeu, enquanto isto a loira tirava a calça social do garoto e de uma vez sua cueca, seu membro já estava duro e ela mordeu o lábio.

-Garoto eficiente... – Percy riu, mordendo seu seio. E não demorou muito para retirar sua calcinha.

Ele trocou as posições, ficando por cima dela e então a penetrando, Annabeth arranhou o estofado, mas logo depois arranhou o ombro do garoto. Seu membro parecia maior e pulsante dentro da garota, ele a beijou com força, pressionando seus lábios sobre os dela.

Ele ia rápido e forte, como uma rapidinha deveria ser. Annabeth gemia o mais alto que podia junto com seu namorado enquanto seu membro a preenchia com tudo. Em um momento doeu e ao mesmo tempo um prazer enorme apoderou-se de Annabeth.

Ela pegou os ombros do garoto e os apertaram, Percy gemeu de dor enquanto mordia o pescoço da loira. Seu membro a preencheu mais e mais e suas estocadas ficaram mais e mais rápidas e fortes.

O vidro do carro estava embaçado e enevoado, uma pontada na boca do estomago e um arrepio na coluna de Annabeht a fazia chegar ao ápice. Gemendo alto e logo depois relaxando os músculos.

Percy a estocou um pouco mais antes de chegar ao ápice, e cair no chão do carro cansado .

-Puta merda... – Annabeth disse, enquanto respirava ofegante, e caía ao lado dele, sua cabeça encostada no estofado preto e as pernas levantadas até o estofado preto que tinha na frente. Percy fez a mesma coisa que a loira e olhou para ela ofegante.

-Eu vou te deixar encravada numa cama por 6 horas, você não vai andar- Ele disse com raiva. Annabeth riu, divertida — Uma frustração te ver com aquele vestido e não poder fazer nada.

Ela revirou os olhos, mas logo depois riu.

-Como se você estivesse muito feio de terno- Ele riu, e passou o corpo por cima do dela.

-Eu sou sexy de terno né? Pode falar...

-Claro que é, uma perdição – Percy riu junto com ela e os dois se vestiram novamente. Annabeth deu uma arrumada básica no cabelo que por sorte estava apenas solto e liso, nada de penteado. Então os dois saíram do carro, fechando a porta e correndo até o salão. Ela guardou a chave na bolsa da mãe e voltou para o toalete, enquanto Percy ia para a festa.

Alguns minutos depois ela entrou no salão e a mãe a olhou com um sorriso falso. Com Thalia e Megan ao seu lado.

-Filha, o que é isto em seu pescoço?- Annabeth arregalou os olhos enquanto as meninas seguraram o riso.

-Alergia, Dona Atena, sua filha está com alergia do tecido do vestido, vê se pode? – Thalia ajudou a amiga. Atena olhou indignada.

-Um vestido tão lindo... Que triste!

-Muito triste! – Disse Megan, ela e a amiga segurando muito mesmo o riso. Ela revirou os olhos, mas não se arrependeu, foi a melhor coisa que fez na festa inteira.

Ela deu graças a Deus quando todos voltaram para saída, inclusive sua mãe, então como que automaticamente, uma roda entre os empresários do Jackson’s e Olympus foi feita.

-Bem, acho que foi uma noite interessante para nós e para vocês – Disse Zeus sincero, sem qualquer escarnio, qualquer deboche. Nada.

-Sinto a mesma coisa, boa sorte- Disse Hades. Zeus se enfureceu.

-Acho que vocês precisam de sorte também, e muita.

-Não mais que vocês- Poseidon disse sorrindo de lado. Atena lhe olhou com ódio.

-O que eu te disse antes mesmo?Ah é, que você não tem moral para falar nada – A expressão de Poseidon se fechou.

-Atena,minha querida, muito menos você. E pelo que vejo a sua empresa vai ficar na mão das três garotas de Beverly Hills – Poseidon Riu – As coisas vão de mal a pior.

-Não coloque minha filha nesta! – Ela exclamou – Como se o garoto propaganda fosse realmente um ótimo futuro.

-Perâ lá!- Disse Percy – Garoto propaganda não!

-E eu não sou menina de Beverly Hills não querido... – Annabeth exclamou e começou a briga. Logo depois todas as atenções estavam para eles e os mesmos pararam de brigar.

Sem dar tchau, cada um foi para sua limosine, e a noite acabou digamos, bem mal.

* * *

Percy abriu a porta do apartamento do pai, separação simples e rápida, ele moraria com o pai agora, e Tyson com a mãe. Percy não gostava e não queria falar como foi aquilo, só sabia que um dia os pais sentaram e falaram que iriam se separar, e no outro ele estava no topo do prédio mais chique de NY.

Seu pai não tinha a expressão muito boa. Vendo TV, e comendo chips, como um adolescente. Percy fez uma careta e se sentou com o pai.

-Já chegou do colégio? – O pai perguntou retórico. Percy mordeu o lábio inferior e colocou a mão nos ombros do pai. Olhando em seus olhos verdes.

-Pai, o que acha de sairmos amanha? Vai ser sexta-feira e nós podemos ir ao Starbucks as 6, o que você acha?- O pai assentiu, desanimado.

-Claro, com certeza.

Percy tirou os chips da mão do pai e Poseidon pigarreou.

-Isso não vai te fazer bem, meu velho – Então ele jogou os chips no lixo e pegou uma travessa de morango – Come uma fruta, vai.

O pai olhou para as frutas sem expressão e começou a comer.

Percy tinha certeza de que tudo estaria melhor amanhã. Com certeza.

* * *

-Ah! Mãe! Pai! Parem de se pegar no sofá vai! – Luke gritou com May e Hermes, eles riram e sentaram-se normais. Luke negou com a cabeça.

‘’Até parece que eu sou o pai por aqui’’.

Ele pegou uma coca na geladeira inox enorme e voltou para a sala.

-Pai, você não tem que trabalhar não?- Ele perguntou, o pai se separou da mãe de novo e fez uma expressão séria.

-Hades quer cuidar de algumas coisas sozinho hoje – Ele disse, Luke deu de ombros. May foi para a cozinha fazer cookies e Luke sentou — se ao lado do pai.

-Olha, pai, eu queria conversar algumas coisas com você.

-Você deixou a filha de Zeus grávida?Ah Meu Deus... — Luke riu.

-Pai, não é isso, é só uma conversa de pai pra filho, sabe? — Hermes assentiu.

-Não era para ser ao contrário? Eu te pedindo isto? – Luke riu junto com o pai.

-As coisas são diferentes entre nós.

-Com certeza, garotão.

* * *

Nico entrou ao prédio do pai, subindo o elevador e indo para o último andar. Frio, como o pai, ele não deu sequer um oi para qualquer funcionário, a empresa estava em crise e ele não estava feliz.

Último andar, já ia abrir a porta do escritório do pai quando...

-Seu pai quer ficar sozinho hoje, Nico –Disse a secretária. Nico a olhou sério.

-Eu sou o filho dele, não tem hora marcada pra mim e nunca vai ter- Então ele abriu a porta, seu pai estava mexendo em algo no computador, quando olhou para o filho e tirou os óculos.

-Eu estou trabalhando, Nicolas- Ele disse apenas, Nico não falou nada e sentou em frente ao pai.

-Eu sei, vou ser rápido – Hades parou de olhar para o computador e fitou o filho, curioso.

-Você tem cinco minutos.

-Eu só preciso de um –Ele disse, se ajeitando na cadeira- Eu queria que você saísse comigo amanhã, sabe? A tarde, sexta feira, será que dá?

Hades o fitou incrédulo, poucas foram as vezes que ele e o filho tiveram uma conversa de pai e filho mesmo, mas Hades tentava, mesmo não sendo de seu estirpe demonstrar afeto.

-Dá sim, o que você quer?

-Só sairmos, conversarmos, uma conversa de pai pra filho- Hades assentiu e voltou a olhar para o computador.

-Se você tiver engravidado alguma menina... – Nico riu. E Hades também.

-Não pai, você ainda não é avô.

-Ainda? – Ele arqueou a sombracelha.

-É, pode estar nos meus planos ter filhos... –Ele não se reconheceu, pensando em ter filhos com Megan? Qual o seu problema?

-Já tivemos esta conversa, primeiro os estudos.

-Claro pai. Claro.

* * *

Annabeth estranhou ver a mãe chorando numa cama, sempre a achou forte e determinada. Mas ela olhava uma foto e chorava ainda mais, ela olhou para o lado e viu Annabeth a olhando com uma fresta da porta. A loira entrou completamente, de pijama porque já estava tarde.

-Mãe... Porque você está chorando? – Ela sentou-se ao lado da mãe.

-Nada, nada mesmo querida- Ela ofegou os cabelos loiros.

-Me conta mãe, eu posso te ajudar. – Annabeth olhou a foto, seu pai e sua mãe se casando, aquilo era demais pra ela, queria chorar também.

- É a empresa, ontem na premiação você deve ter percebido que as coisas não estão boas.

-É uma crise não é?- Atena deu uma risada leve.

-Isto, uma crise... – Annabeth se levantou, sentando-se em frente a mãe.

-É o papai não é? — Ela perguntou – Vocês vão se separar, não vão?

Atena arregalou os olhos, logo depois escondeu a foto.

-Como... Como?

-Mãe, eu não sou burra. Você e o papai estavam escondendo alguma coisa, estava tão óbvio. Eu já sei de tudo, mamãe.

Atena piscou surpresa.

-Tudo?

Annabeth segurou o choro, falando em um fio de voz:

-Papai te traiu... – Atena começou a chorar e Annabeth olhou para um lugar fixo a parede para não chorar também.

-É, foi isso que aconteceu-Atena disse limpando o choro.

-Mãe, você não precisa disso, não precisa mesmo! – Annabeth não acabou o raciocínio.

-O que você quer dizer?

-Você pode se separar, pedir divorcio, é a coisa mais lógica a fazer, mãe... – Atena chorou mais uma vez e Annabeth a abraçou, consolando-a.

-Você tem razão- Atena disse limpando o choro.

-Eu só não quero te ver chorando, só isto – Annabeth disse, Atena balançou a cabeça fazendo que sim e engoliu o choro, Annabeth sorriu chorando também e colocou a mão na coxa da mãe.

-Olha, vamos sair amanhã, eu e você, as seis, tomar um café e conversar, pode ser?

Atena assentiu, beijando a testa da filha.

-Vamos sim, filha. Vamos sim.

* * *

Megan pulou até o andar do pai, que estava em seu escritório.

-Bom dia! – Ela gritou sorridente, o pai sorriu voltando a atenção para ela.

-Bom dia!!

-Que felicidade, pai.

-Você que está feliz.

-E você também.

-Porque você está feliz.

-Isso é bom, pai. Muito bom.

Ela se sentou em seu colo, vendo um tanto de papelada. E abraçando seu pescoço.

-Olha só, Papi. O que você acha de sairmos hoje? Eu e você.

-Sairmos? – O pai perguntou brincalhão – Conversar... claro, eu adoro conversar!

-Eu também! Olha que coincidência!

-São os genes- Megan riu junto com o pai e beijou sua bochecha

-Olha só, eu e você hoje, as seis da tarde, no Starbucks, o que acha?

O Pai riu.

-Você faz assim com os meninos do colégio? – Megan riu.

-Sem a parte de sentar no colo deles. – Andrew riu com a filha.

-Claro, as seis, no Starbucks, nós dois. Será divertido. Agora vai pro colégio!

* * *

Thalia estava esperando o pai abrir o escritório tinha 25 minutos ,barrada pela secretária, isto era um absurdo. Ela contou os minutos, e quando deu meia hora simplesmente se cansou.

-Thalia! Não é para entrar! – Ela ignorou a merda da secretária e abriu a porta, o pai estava concentrado ao trabalho e quando ergueu os olhos azuis elétricos parecia com raiva.

-Eu disse para a secretária para você esperar e...

-Eu sou sua filha! Não é para eu ter que esperar! Pelo amor de Deus! – O pai bufou.

-Já veio com seis pedras na mão.

-Você parece que me deu elas- Zeus olhou para filha, esperando ela falar alguma coisa.

-O que foi?- Perguntou Thalia.

-Você está aqui por algum motivo, seja rápida.

-O Jason podia ficar aqui a hora que quisesse.

-O Jason fazia estagio, o Jason faz administração, o Jason vai me substituir.

-E a Thalia está começando a perder a paciência! – A morena gritou.

-Olha o tom que você usa comigo ,mocinha. –Disse o pai baixo, mas com convicção, o que dava medo.

Thalia se sentou na cadeira em frente a do pai e colocou automaticamente os pés na mesa. O pai viu e riu.

-Você não tem jeito, Thalia. Não mesmo – Thalia deu um sorrisinho de lado.

-Olha só, eu vim aqui com a bandeira branca, eu queria que você e eu saíssemos hoje sabe, conversar um pouco, espairecer.

O pai olhou para ela com a sombracelha arqueada.

- Eu e você. Sairmos hoje? Foi Hera que mandou você vir aqui e...

-Não pai! Não foi minha madrasta que me mandou vir aqui, até porque ela não manda em mim.

-Thalia...

-Ah foda-se! O que eu queria saber é se podíamos sair hoje, só isto.

Zeus suspirou.

-Quantas horas?

-As seis.

-Aonde?

-Starbucks.

-Tudo bem.

-Tudo bem? – Thalia perguntou, com os olhos arregalados.

-Será diferente. –Zeus respondeu. – Agora pode ir embora.

Thalia riu e saiu, o plano estava completo.

* * *

-O que você acha da mesa do fundo?- Perguntou Percy, olhando para o lugar.

-Pode ser – Disse Poseidon, agora um pouco melhor. Perseu olhou para os lados e viu Annabeth numa outra fila, com um gesto de okey. Nico na outra lá do outro lado e deu um okey também. E Megan e Luke deram outro okey nos banheiros, Thalia estava com os cafés na mão na mesma fila que ele e piscou.

Os seis foram para a mesa do fundo, descendo os três andares da cafeteria. Ao chegarem lá o plano parecia perfeito.

-Mas eu que quero essa mesa, Poseidon – Gritou Atena.

-Até aqui vocês brigam! –Disse Andrew, rindo junto com Hermes. Zeus falou um chega e olhou para Thalia com raiva, que estava ao lado de Nico que estava do lado de Megan que estava ao lado de Luke que estava ao lado de Percy que estava ao lado de Annabeth.

Todos eles com sorrisos maliciosos.

-Sentem-se – Disse Nico com sua voz séria. Os seis pais se sentaram sem entender.

-Donos de empresas falidas- Disse Annabeth — Os três empresários da Jackson’s e três empresários da Olympus – Ela colocou o café na frente da mãe, e todos os outros também.

-Annabeth...

-Uma junção –Disse Percy- Duas empresas em uma, um capital maior, uma versa tez maior, e um dos únicos jeitos de salvar as duas empresas.

Poseidon bufou.

-Isto não é da sua conta, Percy. É assunto de adulto.

-Uma empresa nova, com características novas, com os dois campos de clientes da Jackson’s e da Olympus juntos.As duas empresas saindo das cinzas –Megan disse.

Os seis empresários se olharam, mas nada disseram.

-Isso não é da conta de vocês mesmo... – Hades não terminou. Thalia o parou.

-Nós sabemos disto, mas saibam que tem como dar certo, conosco deu certo –Thalia olhou para os cinco amigos – Nós vamos deixar vocês em paz, queremos apenas que vocês conversem.

Eles saíram do café, e quando estavam no vidro pelo lado de fora sorriram, ao ver os seis empresários conversando.

-Tá, quem aí ainda quer tomar café? – Perguntou Annabeth e todos assentiram.

-Vamos no do Central Park – Percy disse, então eles saíram correndo. Felizes com a possibilidade de serem parceiros nos negócios.

Notas finais
E alguém gostou do plano da Annabeth? E um hentai, não é? Tinha um tempinho já que não tinha um hentai percabeth.
Obrigada pelo número de reviews, se todo o capitulo tivesse o tanto de leitores que teve no último capitulo, eu estaria muito feliz.
Finalizando aqui, fic nova, quem quiser ler claro, ela é percabeth, é minha, e é bem legal, aqui está o link: http://fanfiction.com.br/historia/322440/Nossa_Historia_De_Amor.
Deixem seus reviews, falem realmente o que estão achando da fic.
Beijos e até o próximo! =)