O Que Eles Veem Em Você?
34 Onde estão os ursinhos?
Notas iniciais
Tudo bem com vocês? Eu sei,eu sei, demorei pra caralho, vocês devem estar querendo me matar. Entretanto como eu disse alguns capitulos atrás o meu tempo está ficando curto, e se vocês foram pessoas muito legais e deixarem reviews hoje ainda, amanhã eu posto o outro.
Enfim, boa leitura!
POV Annabeth
Desci as escadas alguns minutos depois que Percy, não era de se esperar os ver brigando naquela sala como leões numa selva, entretanto eu sabia que a escolha de filmes não seria algo tão fácil assim com pessoas de personalidades completamente diferentes.
Eu como pessoa mais madura, mediadora, e humilde do grupo tive que tomar as rédeas da situação, substituindo temporariamente Percy com seu cargo de pacificador – o que se via era que ele tinha me abandonado nesta árdua, porém nobre tarefa para lutar no covil com todos aqueles doidos.
-Será que dá para parar de brigar?! – Eu gritei, agora que parecia bem melhor graças à massagem bem (você nem sabe o quanto) ingênua de Percy. Mesmo assim, apesar dos pesares, o garoto tinha a mão ótima e havia me curado da horrível dor nas costas. Eles pararam de brigar – e para a minha felicidade e surpresa – olharam para mim calados.
-Eles querem ver um filme sangrento e de terror! – Megan exclamou. Sua voz doce ficando levemente enjoada- E está tarde, você sabe que eu tenho pesadelos-Ela sussurrou a última parte para mim. Você pode achar isto estranho, até eu acho, mas as pessoas costumam guardar e confiar seus piores segredos para mim. Por algum motivo sou uma pessoa confiável, e não sei por que, mas eu entendo a maioria dos problemas que se passam pelas cabeças dos meus amigos, rapidamente acho uma solução para tudo. Agora, porque ainda me enchem o saco eu não sei, porque como já se viu anteriormente eu sou uma amiga perfeita.
Peguei o controle da mão de todos. E passando pelos filmes tentei achar algo de aventura e romântico, uma coisa com ação, mas não! Só sangue! Até porque eu também tinha um pouco de medo.
Minha escolha de filmes não foi algo que deu muito certo, depois de nossa enrolação, brigas, cochilos e tudo mais, já eram mais de 22 horas e passava apenas filmes de terror.
Não deu outra, acabamos de fazer a pipoca, chocolates e refrigerantes e a maioria venceu (constituindo-se por Percy, Nico, Luke e a traíra Thalia Grace). Acabamos vendo um filme muito estranho, que por mais que estivesse no começo, acabou-me dando um medo tremendo.
Eu odiava ver filmes de terror, porque tinham muitas vezes animais horríveis, como serpentes, escorpiões e aranhas. Eu tinha pavor de aranhas, e odiei com todas as minhas forças quando várias começaram a entrar na boca do homem.
Agarrei-me a Percy com todas as minhas forças, afundando minha cabeça em seu pescoço. Ele não parecia compadecido comigo, muito pelo contrário, parecia se divertir com o meu terror, como todo mundo por ali – menos Megan, que tinha saído correndo com a maioria dos chocolates para a cozinha, e eu podia ver se esticasse o pescoço que ela mexia furiosamente no computador, apertando as teclas como se matasse formigas com o dedo.
Voltando, todos sem exceção sabiam do meu medo pelas aranhas, mas como horríveis amigos que eram apenas riram quando eu fiz um chiado e me agarrei ainda mais a Percy.
Fiquei por 20 minutos gemendo de medo e afundando minha cabeça na curva do pescoço de Percy – que tinha um cheiro ótimo, por sinal-. Até que uma alma compadecida finalmente viu meu lado.
-Ei, vamos mudar de filme –Disse Percy – Até porque Annabeth não parece nada bem.
Todos olharam para mim, minha expressão era de terror e minhas bochechas estavam vermelhas. Logo Thalia acabou se compadecendo e trocando de canal, onde passava uma comédia muito divertida.
Megan havia voltado com os chocolates, eu me desgarrei de Percy – o que parecia não ter o agradado muito – e puxei o lençol para o meu pescoço. Enquanto ríamos igual um grupo de doidos o filme estava quase no meio.
Houve uma cena um tanto triste e eu acabei por me agarrar novamente a Percy, que parecia meio bobo com aquele óculos de grau e os cabelos penteados para trás num gesto falho de deixa-los mais organizados. Ele ficou com as bochechas vermelhas e eu percebi que meu pé tinha ido muito perto de seu pênis, sorri de lado brincalhona e passei meu pé por suas pernas, vi os pelos do seu braço se arrepiarem e sorri.
Sua mão que antes fazia gestos ingênuos na minha cintura desceu para as minhas coxas, apertando-as com força e me fazendo morder o lábio inferior. Sua mão foi para a minha virilha e entre as minhas pernas, dei um pulo de súbito, todos olharam para mim.
-É que eu estou com... Com sono- Peguei meu travesseiro e vi um sorriso brincalhão no rosto de Percy – Boa noite.
-Boa noite – Todos disseram em uníssono, eu subi as escadas rápido e quando cheguei ao corredor respirei fundo. Fui até meu quarto e joguei meu travesseiro na cama de casal, então fui até o armário e coloquei uma camisola, só que dessa vez nada de ursinhos, eu estava com uma blusa e short transparentes de seda com o acabamento de renda branca, não usava sutiã, apenas uma calcinha também de renda.
Soltei meus cabelos que como sempre estavam abaixo dos meus ombros e deitei na cama, sem querer eu acabei dormindo.
* * *
Passos ecoavam da escada me fazendo dar um pulo de susto, eu não deveria ter dormido. Olhei para o espelho e vi minha expressão de cara amassada e meus cabelos num ninho loiro. Arrumei o máximo que pude e ouvi risadas de todos enquanto andavam pelo corredor.
Arrumei mais um pouquinho meu cabelo e então deitei de barriga para baixo novamente, fingindo estar num sono profundo. Vale lembrar que eu sou uma ótima atriz.
Ouvi a porta se abrindo com um pequeno rangido, junto com um feixe de luz amarelado que refletia no chão do lado da cama. Escutei passos quase silenciosos, o que me fez pensar que ele deveria estar tentando não me acordar.
Abri um olho minimamente e vi Percy andando até o banheiro, alguns minutos depois voltando e ficando de costas para o armário, meus dois olhos se abriram enquanto eu o via tirar a blusa e o moletom cinza, mostrando seus ombros largos levemente salpicados por algumas pintinhas marrons, suas costas eram naturalmente esculpidas e ele tinha dois buraquinhos nas costas, meus olhos pararam em sua bunda, era uma tremenda de uma sacanagem um homem ter a bunda mais bonita que a minha. Enfim, Percy Jackson era sim um pedaço de mau caminho, isto ninguém podia negar.
Ele colocou uma cueca box preta e se virou, eu fechei meus olhos e senti seus passos vindo para mais perto de mim, um frio percorreu minha barriga pois eu sabia que ele estava me visualizando.
Sua respiração quente bateu em meu rosto, agora eu sabia que ele estava agachado na minha frente, seu rosto pouco centímetros do meu. Eu senti sua mão acariciar levemente minha bochecha.
-Você é linda, sabia? – Ele disse. Eu não pude me conter e acabei dando um mínimo sorriso. – E quase me enganou.
Eu abri meus olhos e vi seu sorriso largo e brincalhão, agora de perto eu conseguia ver suas covinhas nas bochechas que ele sempre tinha quando sorria, e seus olhos verdes eram penetrantes. Seu polegar continuou a acariciar minha bochecha com delicadeza. Eu também conseguia ver sua barba rala preta, que graças a Deus ele deixou de se barbear quando veio para a Califórnia. Eu só tinha que agradecer a Deus mesmo, pois eu tinha um fetiche com homens de barba. Vai saber.
Ele passou seu corpo por cima do meu, suas duas mãos cada qual apoiadas lado a lado do meu corpo, enquanto seu nariz encostava-se ao meu. Ele abaixou a coberta que me cobria e sua sobrancelha se arqueou, enquanto seus olhos verdes ficavam mais escuros que o normal. Sua língua passou o que para mim parecia ser em câmera lenta por seus lábios, e eu vi um volume presente na sua cueca box.
-Onde estão os ursinhos? – Eu ri de lado e ele também, mas seus olhos percorriam meu corpo, ele parecia conseguir olhar por debaixo de minha camisola. – Eu prefiro assim.
Ri pelo nariz enquanto seus dentes mordiam o lóbulo da minha orelha, fazendo-me gemer em seu ouvido.
-Acho que está calor demais para se usar camisola, Chase- Seus dedos tamborilaram minha cintura. Sorri.
-Eu concordo – Respondi com o tom mais malicioso que o dele. Suas duas mãos passaram para a barra da minha camiseta a levantando lentamente. Seus olhos percorriam meus seios com malicia.
-A Califórnia é realmente um lugar muito quente – Ele respondeu passando suas duas mãos por minhas coxas, subindo até a barra do meu short. — A última coisa que você precisa agora é de roupa.
Ele tirou meu short, em uma das últimas vezes que transamos as coisas foram fortes demais quando o assunto é sentimento, parecia que nossos corpos estavam sincronizados, e meu coração iria sair pela minha boca. Agora as coisas estavam bem piores em relação aos meus sentimentos, primeiro um ódio descomunal, depois o incomodo, depois uma paixão avassaladora, e agora ele era como um remédio, uma droga viciante, parecia que se por algum motivo ele saísse da minha vida, eu não conseguiria suportar viver mais.
Sua língua passou por entre os meus lábios, mordendo-os em seguida. Sua mão pesada passou por meu braço, entrelaçando seus dedos nos meus. Seus dentes foram para o meu pescoço, deixando-o roxo. Ele passou a mão até o meu seio esquerdo, apalpando-o. Enquanto sua língua rodeava meu mamilo direito e o mordia logo depois disto. Joguei meus cabelos para trás junto com a cabeça, sentindo sua língua dar o mesmo tratamento ao meu seio direito.
Eu odiava aquilo, odiava o fato dele ser um dos únicos garotos a me deixar fervendo sem nem mesmo me despir por inteiro.
Ele arrancou minha calcinha num movimento bruto e me olhou por inteiro, eu não entendia o que exatamente acontecia com a gente, não importava quantas vezes eu transava com ele, sempre era viciante, lancinante, de um jeito que parecia ser a primeira vez.
Ele beijou meu abdômen, o fazendo contrair e me arrepiar por inteira. O puxei pelo queixo para beijá-lo ferozmente, sua mão direita pegou os meus pulsos, prendendo-os acima da cabeça.
-Hoje eu te devoro- Ele disse numa voz rouca e arranhada, de um jeito que me fez urrar por dentro. Seus dentes marcaram meu corpo inteiro, mordendo meu pescoço, seios e coxas.
Ele me virou abruptamente de costas, passando a mão por minhas costas de um jeito devasso, parando na minha bunda e a apertando com força, eu gemi mais alto que o normal.
Eu não sei o que tinha dado em Percy, ele parecia com raiva da minha provocação mais cedo, eu só sabia que estava adorando. Ele puxou meu cabelo para trás, me fazendo ficar de quatro automaticamente. Minha cabeça foi para trás, ele deu uma risada baixa, parecia se divertir tanto quanto eu.
-Vamos Percy – Ele mordeu minha bunda, fazendo-me empina-la. Ele riu e me penetrou com tudo, eu gemi alto: tanto em surpresa quando em prazer. Ele não se mexia, eu queria pega-lo de jeito e quebra-lo ao meio por me torturar daquela maneira. Senti sua respiração pesada na minha nuca, ele puxou mais meu cabelo, mordendo então meu lóbulo da orelha.
-Como você quer? – Ele perguntou, seu peito subia e descia com rapidez e dificuldade. Ele estava se torturando também. Não respondi. –Que eu vou rápido e forte e depois lento e devaga...
-Percy, droga! – Gritei, sua risada ecoou no meu ouvido, então ele começou a se movimentar, duro, forte e rápido, coloquei minhas duas mãos na cama, apoiando enquanto eu gemia em resposta.
Ele mordeu meu ombro com força, enquanto eu sentia meu interior o apertar ainda mais, enquanto ele se movimentava com destreza, gemi ainda mais alto quando ele pressionou meu clitóris com uma das mãos, aquilo estava sendo devasso demais.
Apertei os lençóis com força, eu estava quase chegando ao ápice e eu sabia que ele também, minha intimidade pulsava e estava mais molhada que nunca. Meu gemido foi em alto e bom som, e eu duvido que alguma pessoa da casa não tenha ouvido.
Eu não consegui me apoiar na cama quando cheguei ao ápice, meu corpo inteiro se amoleceu, eu caí na cama com Percy encima de mim. Nossas respirações rápidas e difíceis. Seu peito subia e descia descompensado.
-Caralho- Ele disse com a voz mais rouca que o normal, um palavrão nunca tinha sido tão gostoso de ouvir. Ele se jogou do meu lado enquanto me olhava, eu não estava nem aí se estava inteiramente nua, a última coisa que eu sentia por Percy agora era timidez.
Levantei-me com as pernas ainda meio bambas, andando até o armário com as pernas ainda cambaleantes. Eu sentia o olhar de Percy sob meu corpo, mas não ligava, não agora. Peguei a roupa de cama eu ouvi o moreno soltar um “ahh”. Entretanto eu a joguei do lado da cama, para sua surpresa.
-Não vai trocar? – Ele perguntou sentando-se na cama. Eu ri de lado maliciosa, colocando minha mão sob seu peito e o empurrando para trás. Sua sobrancelha arqueou.
-A noite só está começando.
Notas finais
Deixem seus reviews.
Beijos e até o próximo! =)
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