Notas iniciais
Olá pessoal!!! Como vão vocês meus lindos?? Eu vou bem, finalmente acabei o sangue do olimpo e daqui a pouco eu vou ter algumas férias, isto é ótimo para postar com mais frequência, certo? Boa leitura!

A mudança de personalidade de Nico fora tão drástica que se refletia até mesmo no seu carro. Antes rodava com seu pequeno carro esportivo em Nova York, agora um camaro preto era a coisa mais chamativa e “macho” que alguém poderia ter.

Megan continuava com as pernas bambas, sem saber exatamente como reagir. Dentro do seu peito, seu coração batia mais rápido e forte do que gostaria. Depois do beijo, era como se uma paixão quase estancada voltasse à tona, e que seus sentimentos fossem amplificados com um megafone de alta potência.

Tentou relaxar o corpo ao sentar ao lado de Nico, no banco de passageiro. Ele esperava pacientemente dentro do carro, e sem falar nada deu uma arrancada para a Universidade.

Baixinho, Megan ouvia um dos rocks pesados que Nico sempre gostou. De esguelha, ela começava a reparar novamente nas mudanças do seu ex-namorado. Antes a barba era perfeitamente barbeada, agora os fios negros eram vistos com frequência numa barba por fazer. Antes, ele tinha os cabelos grandes e revoltos, agora estavam num corte moderno repicado e ao mesmo tempo grande, sempre jogado de lado. Era uma das primeiras vezes que ela não via seus cabelos serem tampados por um boné, e achou bonito o novo estilo.

O maxilar havia ficado mais quadrado, já que o magro Nico Di Ângelo fora trocado por um garoto cheio de músculos definidos e os ombros largos. A blusa preta realçava tudo aquilo. Megan deu um leve suspiro, ele sempre foi o seu modelo de beleza masculina.

Olhou para o lado, não queria sentir aquilo que estava sentindo. Em momento algum das suas férias pensou “Olha, que legal seria ficar apaixonadinha pelo Nico de novo”. Era tudo que não queria, e se começasse novamente com todos estes sentimentos controversos seria praticamente sua luta contra independência jogada no lixo, ela queria diversão, festas e etc. Não queria um namorado novamente, não naquele momento.

A tensão estava quase palpável no ar, a única coisa que pensava era em sair do carro e de preferência nunca mais ficar sozinha em qualquer lugar com Nico. O soco na parede a deixou assustada. Parecia que ela o deixava num estado em que ele se sentia incomodado. Não era essa a sua intenção.

Seus olhos brilharam e tudo por um momento se esvaiu ao ver a Duke a alguns metros, a universidade cobria todo um quarteirão, se é que aquilo poderia ser chamado de um quarteirão. As torres magníficas e extremamente altas contrastavam com o verde fora do campus. O lugar estava numa constante superlotação, saindo e entrando gente quase no mesmo fluxo que o centro de Nova York.

Nico estacionou o carro numa vaga afastada, já que eles haviam chegado o que parecia uma hora atrasados da primeira aula. Pelas informações que Thalia havia lhe passado, Megan já sabia que tinha algo como uma recepção para calouros no auditório central.

Ela não sabia onde era esse maldito auditório, mas sabia que em poucos minutos também ficaria atrasada até mesmo para essa recepção. Seus cabelos curtos e com algumas madeixas louras bateram em seus olhos quando ela saiu do carro. O tempo estava bonito e ensolarado, o que a deixava animada para um dia de estudo.

Olhou para Nico mais uma vez, ele parecia muito entretido em seu telefone. Ela não sabia ainda que parte a incomodava mais: Nico parecendo muito afetado por sua presença, ou alheio a ela.

De qualquer forma, Megan não estava com paciência para aquilo, não no seu primeiro dia de universitária. Saiu andando mais rápido que ele com seu salto alto, os cabelos curtos jogados para trás e os lábios tingidos de um brilho avermelhado. Em algum lugar no campus ela já havia recebido alguns olhares masculinos nenhum pouco respeitosos.

Sentiu uma mão a segurar pelo pulso, e mordeu o lábio inferior ao ver Nico ao seu lado. Agora não tão mais alto, e não tão mais amedrontador.

–Você está indo para o auditório? – o tom de voz dele era baixo e sereno, como de costume. Sua voz grossa havia sido finalmente proferida depois de algum tempo. Megan tentou entender alguma coisa, mas realmente Nico Di Ângelo era um grande ponto de interrogação.

Enquanto andavam pela grande calçada e viam as árvores parecidas com pinheiros, e o grande prédio de um quarteirão, tentavam não olhar tanto para o rosto um do outro.

–Sim – foi a única coisa que Megan respondeu.

Seu olhar parou numa grande estátua fora do campus, provavelmente de um dos fundadores do lugar. Haviam chegado à entrada principal da universidade, e não podiam se dar ao luxo de ficarem parados porque senão começariam a ser atropelados por pessoas.

Seguiram o fluxo e entraram naquela entrada enorme, passando por um caminho de calçamento rodeado por árvores em todos os cantos. Quando enfim entraram no prédio, o coração de Megan bateu descompassado, e parecia que parou por alguns segundos.

Seus olhos brilharam diante do campus mais lindo de todos os tempos.

Ela riu, não podendo deixar de comparar aquele lugar com Hogwarts, todos aqueles corredores e escadas... Ela estava no primeiro andar, e de lá conseguia ver outros seis andares de corredores, e estava apenas em um dos vários prédios do quarteirão. Hogwarts lhe vinha à mente por causa dos corredores emaranhados, as trilhões de pessoas e a arquitetura clássica do local.

A única coisa que lhe era totalmente original seria a grande praça no andar de baixo, no que parecia ser o “chão” da universidade. Era um local enorme, caraterísticas parecidas com o Central Park, e lá embaixo parecia ter mais de mil pessoas... O lugar estava vazio.

Nico pegou levemente em seu braço, lhe puxando para a esquerda.

–O auditório é em outro prédio, um local aberto – comentou ele, puxando-a novamente e a tirando do transe que era aquele local – Tem uma ponte que liga os prédios uns aos outros, é aqui mesmo no primeiro andar.

Megan não sabia como ele sabia tanto sobre o lugar, mas decidiu não perguntar. Seu olhar revezava em todos os pequenos detalhes que conseguia captar. O quadro de avisos sem fim nas paredes, cheios de papel para convites em repúblicas, festas anuais e eventos do campus.

Era ali, ali que queria estar sempre. O lugar era perfeito, era tudo que sempre sonhava. E estava imensamente feliz de estar ali, imensamente.

Nico parou por um segundo, olhando para ela com um sorriso genuíno. Foi um movimento tão bipolar que ela nem soube como reagir.

–Você está estonteante – ele riu em seguida, Megan riu junto com ele. Sua euforia devia estar óbvia.

Os dois continuaram a andar, sem falar muitas coisas, mas a tensão entre eles havia de fato se quebrado. Foi rodeando o prédio retangular, com os corredores que se situavam como num quadrado, que acharam um corredor mais movimentado e com uma abertura maior.

Os dois seguiram aquele caminho, onde prováveis veteranos também andavam, sem nem ao menos prestar atenção no local. Olhando para seus celulares ou alguma papelada.

O teto clássico foi substituído pelo céu azul, o piso que mais uma vez remetia Megan a Hogwarts foi substituído por uma ponte de pedra, que dava até o outro prédio que parecia igual ao anterior. O fluxo de pessoas era grande até mesmo na ponte, e quando chegaram ao outro prédio Megan se impressionou com a diferença interior entre os dois.

Haviam acabado de sair do prédio principal, e estavam indo justamente para os anexos. Então saíram do que pareceu um castelo e foram para um pequeno castelinho, o que antes era vários e trilhões de corredores agora era apenas dois andares pequenos. O que era no meio um lugar enorme e comparável com o Central Park agora era um palco de madeira, onde havia uma tenda branca, cadeiras de ferro eram ocupadas por alunos.

–Chegamos – Nico ressaltou, os únicos dois andares tinham quatro grandes escadarias, que sempre davam para o auditório central. Os dois seguiram até lá, e já avistaram de longe Annabeth, Percy e Thalia.

Megan sorriu, além deles ela já havia reconhecido Valdez, um garoto que já havia grande estima. Nico parou, congelando. Megan olhou lentamente para sua expressão apavorada.

–O que foi? – ela perguntou assustando-se também.

–Onde está Luke? – sussurrou ele, quase que num tom emergencial. Chegaram mais perto da roda de pessoas que agora parecia para Megan a coisa mais estranha dos últimos tempos.

Leo sorriu de lado, olhando para Nico com os olhos brilhando.

–Pelo jeito estão todos aqui! – comentou alto, rindo um pouco em seguida. Todos os outros pareciam sérios, o que deixou a cena horripilante para Megan.

Nico cruzou os braços, sua expressão séria não era nada legal de ficar encarando. Ela sabia disto porque ele era muito parecido com o pai, Hades. E quando queria deixar alguém realmente com medo... Bem, ele conseguia.

Thalia cruzou os braços também, o bico em seus lábios a deixando quase infantil. Percy e Nico trocavam olhares telepáticos.

–Eu ainda não consigo entender, como vocês se conhecem?

(...)

Thalia saiu andando de três em três passos largos, até chegar ao auditório central. Ela estava um pouco ansiosa, mas ao mesmo tempo curiosa para a reunião de novos alunos. Annabeth estava sentada com um garoto de estatura mediana, lindo.

Thalia deu um sorriso perverso, aquela garota não perdia tempo.

–Olá – ela sussurrou no ouvido de Annabeth, a fazendo dar um pulo de susto. Depois riu, o garoto ao seu lado parecia confuso.

–Zachary, esta é a minha amiga, Thalia – apresentou à loira.

–Pode me chamar de Zac – ele sorriu, e a primeira impressão que Thalia teve dele era de um garoto fofo.

Ele era bonito de uma forma diferente, Thalia reconhecia de longe californianos. Ele era claramente um, os cabelos loiros quase platinados e os olhos castanhos claros, quase que verdes. O bronzeado típico, o corpo em boa forma.

–Norte ou sul da Califórnia? – perguntou Thalia sentando-se ao lado deles. Os dois riram, o que já parecia uma piada interna.

–Eu falei exatamente isto alguns minutos atrás – Annabeth riu, e depois olhou um pouco para Zac – Los Angeles, baby.

–Hey! Território comum! Isso é ótimo! –Thalia riu junto com os dois, esperavam a reunião começar, mas estavam um pouco adiantados.

Zac olhou para seu celular, e sua expressão tipicamente feliz se fechou.

–Eu tenho que ir, nos vemos por aí Annabeth – ele deu um aceno breve com a mão, que foi logo respondido pela loira. Em poucos segundos ele já havia saído da visão das duas garotas.

Thalia arqueou as duas sobrancelhas, olhando para a amiga. Annabeth, que estava concentrada em algo em seu celular, olhou de volta para Thalia.

–O que foi? –

–Nada... –a morena riu – Nada mesmo...

Annabeth revirou os olhos, e em seguida deu uma risadinha.

–Você é ridícula, eu acabei de conhecer o menino.

–Eu não falei nada! Você que está aí supondo coisas! – Annabeth revirou os olhos, e foi seguida por uma risada contagiante por parte de Thalia – Mas eu sei da sua queda, vulgo abismo, por típicos californianos.

–Nenhum lugar do mundo tem homens como nosso querido estado.

–Eu sei, amiga. Eu sei.

As duas pararam a conversa quando focaram na mesma cena. Numa das escadarias, um grupo estranho de garotos discutiam arduamente. Annabeth e Thalia só acharam extremamente fora do comum dentro deste grupo estar Percy e Luke... E Leo Valdez.

Thalia se levantou quase num pulo, mais uma vez aquilo. Porque ela sentia que estava perdendo alguma informação muito importante?

Annabeth também se levantou, franzindo as sobrancelhas. O diretor da Universidade havia chegado, o microfone estava sendo preparado para sua apresentação. A maioria dos alunos já estavam sentados, e justo naquele momento as duas estavam lá, em pé.

Thalia foi sem pensar muito até lá, chegando poucos metros daquela bagunça.

–Vocês estão com medo? – perguntou Percy, rindo. E foi a única coisa que as duas conseguiram ouvir já que a partir dali todos os garotos se calaram. Leo parou por um segundo, sorrindo de lado.

Luke, ao contrário de Leo, não parecia de tão bom humor. Sua carranca aumentou ao ver Thalia por ali.

–Você veio! – a expressão sorridente de Leo quase fez Thalia se esquecer de tudo presenciado anteriormente, quase.

–O que está acontecendo? De onde vocês se conhecem? – seu tom tentou parecer brincalhão, mas claramente ela parecia confusa e preocupada.

Luke jogou os cabelos para trás, pondo as mãos na cintura em seguida. Parecia claramente incomodado com alguma coisa. Além de Leo, tinha outros dois amigos dele por ali. Todos veteranos, Thalia lembrava-se deles de vista por causa da festa.

Os dois amigos saíram, sendo acompanhados por Luke. Agora, realmente, Thalia estava começando a ficar furiosa. Odiava não saber das coisas.

Leo passou a mão pela cintura de Thalia, dando um beijo tenro e fofo na sua bochecha.

–Estávamos falando sobre uma festa que terá hoje à noite, vocês duas estão especialmente convidadas. Além, é claro, de Megan – ele sorriu um pouco – Espero que vocês ainda tenham seus trajes californianos, porque é um luau.

Annabeth deu um pequeno grito exasperado, animada.

–Adoro luau! Íamos praticamente toda semana em Los Angeles.

–Eu sei, eu sei! Aqui nós não temos a praia, mas temos um lugar artificial quase tão perfeito, vocês vão adorar. E olha como está calor! De repente me sinto no Oeste do país mais uma vez – Percy tinha uma expressão pensativa, Leo Valdez era um maldito sociável.

Eles foram andando até perto das cadeiras, o diretor subia para o palco para falar.

Annabeth foi a única que percebeu que ninguém respondeu a pergunta de Thalia, de onde eles se conheciam? E porque estavam tão tensos? E qual era o contexto da fala de Percy “vocês estão com medo?”.

Megan apareceu para a reunião, sendo seguida por um sério Nico Di Ângelo. A partir daí o clima ficou extremamente tenso, e Thalia perguntou mais uma vez o que Annabeth quase abriu a boca para perguntar:

–Eu ainda não consigo entender, de onde vocês se conhecem?

O tom de voz agora não permitia enrolações, Percy deu um meio sorriso.

–Acho que daqui mesmo – ele tinha um tom brincalhão. E Leo arqueou uma sobrancelha diante da resposta – Numa das festas da república, nós fomos e acabamos nos conhecendo.

Thalia suavizou sua expressão. Percy, porém, não era bobo. Ele sabia exatamente como fazer para contornar algo ou alguém.

–Você sabe como são as festas da Beta, às vezes ninguém se lembra muito bem do que aconteceu – Thalia riu, esquecendo-se totalmente da sua seriedade.

–Não é?! – todos começaram uma conversa engajada sobre festas, menos Percy e Nico que ficaram mais calados. Annabeth semicerrou os olhos, tinha algo errado.

Eles pararam de conversar quando o diretor começou a falar, ele era um cara legal e relaxado, e novo demais para ser já diretor de uma universidade.

–Nós temos grandes oportunidades de estágios já para os primeiranistas, além é claro dos melhores projetos de bolsa e extensão. Tudo isto pode ser olhado com mais detalhe no funcionamento escolar para aqueles que estão interessados numa bolsa de estudos.

Os olhos de Annabeth brilharam, ela queria fazer aquilo desde o começo. Estava numa das suas metas começar a trabalhar, e se conseguisse uma bolsa ou um estágio... Ia ser perfeito. Anotou em seu telefone uma nota para passar no funcionamento escolar, e quando bloqueou seu Iphone percebeu que o diretor já havia saído do palco há algum tempo.

–Vocês ouviram isto? Sem aula por hoje... – Megan parecia animada – Eu quero conhecer todo o lugar, me fala Leo, qual é o melhor lugar por aqui?

O moreno parecia pensar, mas depois deu um sorriso de quem já sabia o melhor lugar.

–Além da praça, com certeza o jardim de inverno. Mas como vocês já devem ter percebido está um calor do caramba e não vai ter graça ir para lá se não está muito frio ou nevando... Então, acho que vocês iam gostar da ponte quebrada.

–Oi? – Annabeth e Megan perguntaram exasperadas. Para as duas, o lugar era perfeito demais para ter uma das pontes quebradas. Leo riu em resposta.

–O lugar é conectado por pontes, ok, vocês já perceberam, mas os dois lugares menos frequentados daqui são o anexo F e G. Os dois últimos, os cursos sociais ficam por lá... Enfim, entre o anexo F e G a ponte meio que é deformada, o que fez o campus ter que construir uma escada que leva a uma passagem por debaixo da ponte quebrada, o que dá um aspecto meio que subterrâneo ao lugar. Enfim, como o lugar é todo arborizado e tudo eles perceberam que seria um bom local para ter umas mesas e um divertimento. Todo mundo gosta de passar um tempo por lá. Sempre tem uma música ao vivo.

–Isto parece ótimo!

–É ótimo, passem lá – Leo olhou para o seu celular, sua expressão se fechou por poucos segundos – Eu tenho que ir, organizar festas não é tão fácil quanto parece.

Thalia sorriu e deu um aceno para ele, que foi embora rapidamente. Sobrou um grupo de pessoas que não faziam ideia de como socializar, e Annabeth estava cansada daquela porcaria. Eles eram amigos, afinal. Aquela tensão toda era tão besta que a deixava irritada.

–Onde está Luke?

Foi só Annabeth perguntar que uma cabeleira loira acinzentada apareceu pela escadaria, às mãos nos bolsos e a barba grande e loira o deixando com a impressão de ser um veterano.

–Ótimo! Estão todos aqui! – pronunciou Annabeth – Vamos comer!

(...)

A praça de alimentação era algo parecido com a praça de alimentação de um shopping, a diferença era que invés de ter a luz artificial de um shopping center, tinha a luz natural do sol, e apenas uma grande tenda branca cobria o local.

Essa era realmente a única diferença entre aquela praça de alimentação e as outras praças de alimentação convencionais. O McDonalds estava ali, os restaurantes espalhados num círculo e um ao lado do outro estavam ali, as mesas e o lugar cheio também eram parecidos com o fluxo de um shopping.

Percy jogou uma batata frita no hambúrguer de Annabeth, que estava com a boca aberta para morder seu sanduíche, e todos riram. Por alguns momentos, eles eram as mesmas pessoas de dois anos atrás.

–Se você quiser fazer disto uma guerra, Jackson. Saiba que vai perder – Annabeth jogou um nuggets dentro das batatas de Percy, que pareceu revoltado com a falta de educação.

–Não ponha frango no meu McDonalds, isto é errado! – todos riram, Luke tinha os olhos cravados no telefone, assim como Nico.

Megan olhava para o local abismada, assim como na primeira vez que chegou ao prédio principal. E Thalia olhava para Luke ocasionalmente. Mesmo com tudo isto todos riam com as besteiras de Percy e Annabeth, que estavam em lugares opostos na mesa.

–Se você pensar bem, não existe lugar pior para ser saudável do que aqui. Olha a Subway, tem mais gente ali que no campus inteiro. Eu não enfrentaria esta fila por um sanduíche natural – comentou Luke, Percy cruzou os braços.

–Megan você realmente não quer um pedaço do meu BigMac? Sua salada tem o triste gosto do saudável – Nico riu, olhando para a caixinha de salada esterilizada.

–Quem vai ao McDonalds e pede uma salada? – sussurrou ele, abismado. Todos riram.

–Quando eu tiver sessenta anos e parecer jovem como se tivesse quarenta, e na verdade jovem como se tivesse vinte porque quando eu tive quarenta parecia que eu tinha vinte, aí vocês vão falar “uau, eu devia ter comido a sala do Mcdonalds”

–Acho que não – comentou Thalia, rindo.

–Tenho quase certeza que não – completou Nico.

–Ninguém aqui vai pensar isto, Megan – terminou Percy, fazendo todos rirem novamente. Megan deu de ombros.

–Vocês são uns enjoados.

Annabeth olhava para seu telefone enquanto bebia no típico copo do Mcdonalds.

–Gente, vocês estão sabendo que vai ter um show do Franz num pub aqui na cidade? – perguntou ela, eles já haviam ido num show do Franz Ferdinand em Nova York e havia sido épico.

Percy parou, cético.

–Não brinca.

–Brinco – respondeu ela, sorrindo. Todos pararam – Alguém aí topa?

–Eu e minha salada estaremos lá – comentou Megan e fez todos rirem. E por algum motivo o assunto “Leo” havia sido esquecido. Eles tinham um show no sábado e um luau naquele mesmo dia.

Eles nem sabiam a diferença de cenário que teria entre uma festa e outra.

Notas finais
Então PARTY PEOPLE o que acharam do capítulo?Sério, preciso da opinião de vocês meus lindos. E outra coisa, acabei o sangue do olimpo e fiquei IRRITADASSA com o final percabeth, então não se surpreendam se aparecer alguma fic por aí (minha, claramente) tentando corrigir o bug do Riordan quando escreveu aquilo. SIM FESTAS FESTAS FESTAS, SEMPRE FESTAS TRILHÕES DE VEZES FESTAS. Vai ser o que mais vai ter então não se surpreendam. O que acharam queridos? SEM FANTASMINHAS HEIN Beijos e até o próximo!