Notas iniciais
Olá pessoal! Desculpem a demora. Espero que gostem desse capítulo que foi feito com muito carinho.

—Eu te desejo desde o dia que nos beijamos. -em meio a toda paixão que havia ali Luiz viu Alejandra se arrepiar.

—Para...Luiz não faz isso. -sua voz era baixa e sensual sem que a mesma quisesse.

—Por que você se faz de durona em? Eu sei que me quer e eu também te quero. -beija o lóbulo da orelha de Alejandra.

—Mas...eu não posso. -tinha que inventar uma desculpa pra sair dali.

—Oque te impede? Tem alguém? -parou de beijá-la e olhou em seus olhos.

Alejandra não respondeu...

—Não precisa dizer mais nada. -saiu a deixando sozinha e solitária.

Por Alejandra

Assim que Luiz cruzou aquela porta eu me senti uma completa idiota, na boa quem manda pastar um homao desse? Mais eu não podia confundir as coisas, apesar de eu acha-lo um cara bonito e bacana era o meu trabalho que poderia ser comprometido se eu somente ousasse me envolver com um policial... Eu tenho que resolver essa situação ou irei enlouquecer, todo o auto controle da Delegada sumiu e agora a única coisa que sei fazer é me estressa e gritar com as pessoas.

Nada que eu já não tenha feito (por que eu sou o terror desses policiais)

Se passaram mais duas semanas e no mesmo dia que Luiz me beijou eu aceitei aquele maldito caso, sei que estava pensando em lascar a mim mesma mas é uma coisa importante e eu nunca fiquei de fora quando coisas como esta eram resolvidas ou não... Luiz não fala mais comigo e o meu dialogo com a Julia está horrível (ela inventou de se envolver com o idiota do Lyon... Já pode imaginar que eu quis mata-la) como se já não bastasse o problema Luiz e Julia, agora tenho me sentido vigiada e não sei por que mas acho que isso tem haver com o caso que nem entrei direito mas já temos um pé na frente.

Levantei pela manhã me sentindo um pouco mal, fiz minha higiene e fui colocar uma roupa, é uma segunda feira daquelas que eu não quero nem sair da cama mas preciso, fico pensando nas coisas enquanto me arrumo e faço um coque solto no meu cabelo...

Vou ao quarto de julia e ela não está, minha decepção é evidente por que eu não quero que ela se machuque e nem que tenha passar o que passei pra aprender a não confiar tão facilmente nas pessoas. Tranco o apartamento, pego o elevador e logo estou na garagem, entro no carro e vou para a delegacia.... Chego e até então esta tudo calmo, entro pra minha sala e lá fico revisando algumas coisas que tenho urgência, até Júlia entrar igual um foguete na minha sala e só então eu percebo que não tomei café da manhã e nem almocei, me levanto e espero ela falar.

—Que história é essa de você proibir a entrada de Lyon aqui? -olho dentro dos olhos dela. Fala sério Brasil...

—Não é história Júlia, é um fato e você sabe melhor que ninguém o por que disso. -falei firme com ela. Não estou reconhecendo essa garota...

—Isso é implicância sua e eu não aceito isso. — Que insolência!

—Chega Júlia! Você não permite nada aqui, não é só por que moramos juntas que eu vou ceder aos seus caprichos. -falei alto.

—Você é uma egoísta Alejandra, mesquinha e sem nenhum escrúpulo. -despejou todas aquelas palavras que eram como facadas no meu coração.

—A que se deve esses insultos? Porque você chegou assim tão exaltada? -tentei me acalmar, não estava mesmo bem.

—Você mentiu pra mim, foi você que assedio Lyon... Como pode mentir assim? -se aproximou de mim.

—Que disparate é esse Júlia!? Você sabe bem que eu nunca faria isso, sabe que era ele quem me assediava. -me defendi.

—Mentira! Era você que se oferecia pra ele como uma qualquer!

—Cala a boca! -minha voz saiu num grito seguido de um tapa forte em seu rosto.

—Não aguenta ouvir a verdade não é? Você não presta delegada. -falou com desdém.

—Sai daqui! Sai logo! -gritei sentindo as lágrimas invadirem meus olhos.

Júlia saiu com a mão no rosto e logo veio alguns policiais que foram expulsos da sala de Alejandra, Luiz que viu todo o alvoroço do lado de fora entrou e foi direto nela.

—Oque aconteceu aqui Alejandra? -segurou os braços dela que tentava esconder o rosto.

—Eu pedi pra me deixarem em paz, por favor. -sussurrou a última parte.

—Eu não vou deixar você, me diz o que aconteceu. -falou olhando ela e tirando o braço dela do rosto, ela tinha a maquiagem borrada.

—Júlia acha que sou uma qualquer. -tentou segurar o choro que foi impossível.

—Calma! -abraçou ela- mas vocês não são amigas?

—Ela está apaixonada pelo Lyon, não quer me ouvir. -recebeu o abraço e retribuiu com desespero.

—Tenta se acalmar ou vai ter um ataque. -falou por causa do choro forte dela.

—Eu vou embora. -sentiu as vistas escurecer e desmaiou nos braços dele.

—Alejandra! Acorda Alejandra! -tentou reanima-la mas sem muito sucesso.

No Hospital...

John mostrava a Dayane oque fazia, a apresentou para as pessoas que conhecia e todos ficavam admirados com a beleza da jovem, causando um pouco de ciúmes em john que não gostava muito dos olhares lançados a sua amada. O namoro estava indo bem, tinha começa no dia em que ele foi a casa dela, a mãe se mostrou feliz sabendo que a filha estava feliz com tudo que estava acontecendo, Isabella continuava tendo sua amiga que agora era também cunhada; eles entraram felizes na sala dele que fechou a porta e ficou olhando ela com um sorriso grande no rosto.

—Por que me olha assim? Fiz algo errado? -perguntou fazendo John sorrir mais ainda.

—Não meu amor, você não fez nada. -encostou na porta ainda olhando a.

—Então oque foi? -olhou ele sem entender.

—É que você é linda e eu te amo. -falou e viu o lindo sorriso que foi direcionado a ele.

—Eu também te amo. -se aproximou e deu um selinho nele. -Eu nem acredito que isso ta acontecendo, as vezes acho que vou acordar e você não vai estar mais aqui.

—Não diga isso, eu vou estar sempre aqui, hum. -sorriu beijando todo o rosto dela.

—Não quero voltar pra casa, ficar longe de você não é bom. -falou um pouco triste

—Não diga isso amor, você vai só semana que vem e volta nas férias que não demora a chegar. -falou olhando os lindos olhos dela.

—Mas eu sinto sua falta. -agarrou ele como um urso abraça outro.

—Eu sei amor, também sinto a sua mas como você viu eu não estou tendo tempo pra viajar e ver você. -sorriu fazendo carinho nas costas dela.

—Eu sei e te admiro por isso, sei que se esforçou muito pra estar aonde está agora. -disse com os olhos brilhando.

—Amor... Aquele urso na sua cama é o que te dei no seu aniversário? -mudou de assunto por que estava intrigado.

—Sim amor, é o John. -sorriu com o rosto vermelho de vergonha.

—Eu te amo. -beijou ela.

Eles passaram toda a tarde junto e depois foram para a casa dele.

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Notas finais
Deixem a estrelinha de vocês e Comentem pra eu saber a opinião de vocês sobre essa história. Conto com vocês pra cada dia melhorar... ❤❤❤