O Psicopata
10 Capítulo 10
Luke Badwill estava paralisado. Ele sentiu um frio na barriga, mas logo sorriu.
– Eu preciso ir, com licença! – disse gentilmente. Ele olhou fundo nos olhos da barreira não o deixava passar. Os olhos estavam vidrados no peito de Badwill.
– Coração... – murmurou por debaixo da máscara negra que tapava quase todo o rosto. Ela tinha detalhes em vermelhos representando sangue. Mas se você olhasse bem, realmente era (sangue)! Luke ficou paralisado. Ele viu os olhos do assassino descerem um pouco e ouviu um sussurrou amedrontador que parecia estar colado em seu ouvido, sua mente…
– Intestino Delgado… –
Então, alguém por trás daquele assassino o esfaqueou. O facão atravessou sua cabeça. Toneladas de sangue pareciam ter manchado o chão. Estavam no Inferno. O homem de trás usava apenas um moletom que escondia o seu rosto. Ele então viu o outro fugir, mas não deu muita importância. Ele começou a caminhar em outra direção.
James e Valery estavam na cama.
Alguém no lado de fora estava os observando. O homem olhava para eles. Então, uma batida na porta pôde ser ouvida. Os outros pararam imediatamente e espiaram por cima do cobertor. Uma batida muito forte foi ouvida a seguir. Ele iria arrombá-la. Com algum muito duro quebrou uma parte de vidro da porta. James nem se mexeu. Estava paralisado. Ele estava com a arma pronta na mão. Seu rosto demonstrava uma expressão confusa, mas de apreensão.
A porta cedeu. Cai dura fazendo um barulho enorme. O homem olhou fundo nos olhos de James e partiu para cima dele, com um facão. Era o mesmo que assassinara o homem, alguns minutos atrás.
O facão foi no meio das pernas do Sr. Muller. Mas não atingiram seu pênis. Perfuraram apenas o colchão.
– Olá, James Muller... – disse o homem baixinho. Ele tinha braços fortes, era alto e magro.
– Quem é você? – perguntou Valery, saindo da cama com o cobertor tapando suas partes íntimas. O rosto virou-se e encarou aquele que acabara de atacar o Sr. Muller com um facão.
– Meu nome é Stevenson, sou encarregado de matar o senhor aí na cama. E vou fazer isso imediatamente! – sua f a cão passou de raspão pelo rosto do homem. Ele então puxou o revólver e atirou. Os tiros não chegaram nem perto daquele cara.
Ele não havia assassinado ninguém, mas era igualzinho ao assassino.
– Fique sabendo, Sr. Muller, que nós os perseguiremos... – disse ele, olhando fundo nos olhos de seu oponente, – você agora está em vantagem, mas conseguirei te pegar igual! – ele pulou para cima da cama e apontou a faca para minha garganta. Com um golpe rápido, a arma caiu do outro lado da cama, onde não havia ninguém. Havia dado um soco na mão de James. Stevenson para a mulher e sorriu.
Os dois saíram de cima da cama e o que segurava James pegou a arma. O homem agarrou-o pelo pulso e puxou com força, indo para aporta. Valery ficou paralisada, apenas vendo onde acabara de acontecer.
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