Notas iniciais
Capítulo 1

Um homem de roupas humildes caminhava na rua de uma pequena cidadezinha, no interior da Inglaterra. Seu rosto estava suado e cansado do trabalho duro. Carregavapedras para construções, trabalhava construindo casas e diferentes cômodos em casa.Era assim todos os dias. Os seus olhos eram castanhos, e o nariz enorme ficava visível de longe. Seus cabelos eram curtos, atéuma região da nuca e negros como a noite.


O relógio começou a apitar, bem na hora em que ele passava por uma casavelha de madeira, continuava com a cor castanha, a mesma do material em que fora construída. Era dez e meia da noite. O homem apavorou-se com o horário. Naquela pequena cidadecujo nome era Hangleton City, em meadosdo século 19 havia muita violência e roubos. As onze horas ninguém estaria na rua, pois era o horário em que os delinqüentes saíam paraprocurar sua vitima.


\"Eu preciso chegar rápido!\" pensava ele, enquanto arrumava o relógio sujo, fazendoparar de apitar. Ele olhou para os lados. Não havia ninguém. Apenas a suasombra, na hora em que passava pelo poste de luz. Alguns corvos voavam perto do homem, que corria para chegar em casa.


De repente, na janela da casa em que ele passava, um homem olhou-º Não davapara ver o rosto daquele ser, do sexo masculino. Estava escuro. Este que caminhava, tinha recebido o nome de James, em seu nascimento e agora ficava parado, com o coração batendo muito rapidamente. Seus olhos estavam fixos nos do outro, que lhe olhava pela janela. Então, aquele desapareceu. James começou a correr para sua casa. Pensara que o homem viria atrás dele e mesmo que não viesse não podia correr riscos.


Sua casa era no final darua. Ele chegara depois de alguns segundos correndo. Parou por um instante, para observá-la. Era uma casa modesta de apenas um andar, cor verde claro e com janelas de madeira. O homem procurou a chave no bolso e abriu o portãozinho branco que dava no jardim. Havia um caminho de pedras, colocadas exatamente a 60 centímetros, uma da outra. Ao chegar a porta colocou a chave no buraco e limpou os pés no tapete.


\"Consegui!\"


E então entrou. Mas o quê ele não esperava era que, aquela noite não era ele e sim um garoto chamado Billie. Ele tinha 16 anos e era estrangeiro, dos Estados Unidos. O garoto não sabia da regra na cidade. \"-Se você quiser sobreviver, não vá as ruas depoisdasonze...\" e esse erro foi fatal.


O garoto caminhava devagar, na calçada, com a cabeça baixa. Então, ele passou pela casa do Sr.Muller, ou apenasJames. As luzes estavam apagadas. Um vulto passou por trás de Billie, correndo. O garoto se virou e olhou atentam ente, suando um pouco.


– Apareça, seu verme! – gritou ele. Estava com muito medo. Tudo escuro, apenas as luzes dos postes, que às vezes piscavam e outras vezes, simplesmente apagavam-se, voltando alguns segundos mais tarde.


– Você tem certeza que quer me chamar por esse nome… verme? – perguntou uma voz da escuridão, logo a esquerda de Billie, onde havia algumasárvores.


O garoto ficou trêmulo. Seu coração bateu muito mais forte q eu habitualmente. Ele tentou correr, masnão conseguia se mexer e apenas conseguiu falar com avoz um pouco rouca.


– Quem é você? –


Noinstante seguinte ele estava caído no chão, com uma faca na garganta. O homem pulou e matou-o em menos de um segundo. Ele estava vestido de preto, com o rosto tapado. Era magro e alto, parecendo também ter braços muito fortes. O homem abriu um talho no pescoço do jovem e começou a retirar artérias. Era horrível. Aquele psicopata colocou a mão dentro do corpo do garoto retirou-lhe o músculo, cortado com umapequena faca, guardada em uma bainha, presa no peito, embaixo das vestes longas.


– Este garoto vai apodrecer aqui... –


E deixou o cadáver no meio da rua. Um braço fora serrado, cortando o osso que ali havia. Foi um crime brutal. Foi horrível o que aquelehomem havia feito. Então ele colocou tudo que retirou do corpo em uma sacola, após isso, sumiu na escuridão.


Os olhos do garoto estavam vidrados no céu escuro, apenas iluminado pela lua. Ele estava duro e gélido, no meio da rua.


Esta foi à primeira morte…

Notas finais
Final do Capítulo 1