O Príncipe Solitário.
1 Capítulo 1- Retorno a Terra.
Notas iniciais
O Príncipe Solitário
Por Wanessa Nessye.
Capítulo 1
Retorno a Terra.
Cheguei a imaginar de certa forma que isso não iria mais acontecer, porém outra vez me enganei e quando dei por mim, lá estava ele de volta ao meu planeta e a minha casa. No fundo talvez eu até tenha me sentido a sua única opção, mas o fato de Vegeta ter regressado já não parecia uma coisa incomum. Meus pais da primeira vez até ficaram receosos por nossa segurança, no entanto eu lhes disse que o “poderoso príncipe dos Sayajins” naquele momento não fora o mais forte em nosso planeta.
Naquela tarde quando sua nave pousou em meu jardim, sorri e soube que definitivamente o meu endereço era o único que ele poderia ir.
– Olha só quem está de volta!
– Hã... mas é o Vegeta!!!!! – disse Yamcha com a voz trêmula de medo junto com Kuririn.
– O que vocês estão olhando seus vermes??? – após abrir a porta da nave, Vegeta falou com raiva.
– Acalme – se Vegeta – ri de sua expressão de orgulho ferido. – Mas a que devo a honra de sua volta?
– Preciso que seu pai conserte minha nave de novo!!!
– Hum...pelo visto dessa vez você causou um belo estrago nela.
Sua nave estava quase despedaçada e em curto.
– Não sei como essa nave não explodiu quando entrou na estratosfera – eu a analisava a espaço nave meio surpresa.
– Ora cala boca mulher, não vê que estou sem tempo para conversas idiotas. Preciso que consertem a minha nave agora!
– Há!!! Não me mande calar a boca!!!! – o desafiei sem medo, para o espanto dos outros dois que nos olharam arregalados. – Não vê que consertar a nave vai gastar tempo e muito trabalho?!
E para a minha própria surpresa Vegeta ficou calado somente me fitando, então aproveitei a oportunidade.
– Mas você também não está na melhor das condições. Venha comigo!! — toquei a ponta de seu nariz com meu indicador para a fúria dele, porém não ousou me desobedecer.
Deixando todos boquiabertos e petrificados, fiz Vegeta ir tomar banho e colocar uma roupa limpa, afinal ele estava na minha casa, no mínimo deveria estar limpo e bem apresentável.
Uma hora depois, quando estávamos na varanda tomando um refresco, Vegeta apareceu vestido com a roupa que havia lhe arranjado uma camisa rosa e uma calça amarela, algo extremamente diferente para um príncipe, e logo constatei que sua cara era de uma fúria sem tamanho. Todos riram, pois jamais havíamos o visto daquela maneira.
– Veja só como você está bonitão – somente naquele instante eu reparei em sua beleza, aquilo foi estranho. Ele era de fato bonito!
– Estas não são roupas dignas de um príncipe, preciso de algo mais nobre e não de trapos como estes! – agarrando na camisa, ele me disse rude.
– A sua roupa nobre, está toda destruída praticamente e suja.
– Mulher insolente!
– Não seja mal agradecido, afinal meu pai vai consertar a sua nave! – falei mais alto e Yamcha se surpreendia mais com o meu jeito de desafiar o seu assassino.
– Óh como está bonito, Vegeta! Você deveria usar roupas desses tipos mais vezes – mamãe falou ao chegar. – Você deve estar com fome, não é mesmo? Deve ter feito uma longa viagem.
– Agora é sua mãe – Yamcha parecia meio incomodado com tanta bajulação.
– Não fala alto, Yamcha, ele pode escutar – Kuririn cochichou desconfiado.
Eu ri daquilo.
E naquele mesmo dia soubemos que Goku estava voltando e que Freeza não havia morrido, além disso, também viera com seu pai, porém um rapaz misterioso que também podia se transformar em super sayajin surgiu do nada e os derrotou em um piscar de olhos. Ficamos muito impressionados com sua força, mas Vegeta estava furioso, pois tinha mais um super sayajin. Logo o rapaz misterioso nos informou o local e hora da chegada de Goku.
Entretanto, soubemos também que dentro de três anos teríamos outra ameaça em nosso planeta, uns andróides muito poderosos viriam para tirar – nos a paz, novamente todos os guerreiros começaram com seus treinamentos. Yamcha decidiu treinar na casa do mestre Kame e isso nos afastou um pouco, me deixando triste.
Por outro lado, Vegeta ficaria treinando na câmara de gravidade que eu havia inventado com meu pai e isso me deixou um pouco mais animada. Algo me sussurrava que isso iria ser interessante.
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