O Príncipe Dragão De Gelo

7 Capítulo 7 - A motivação de Frost \"Havana\".


Frost saiu correndo floresta adentra desesperado e perdendo o folego, porém sua raiva induzia a continuar, ele correu, correu e correu até escutar mais uma vez os gritos de Havana.

— AHHHHHHHH Solte-me – Gritava ela

Frost a escutou e rapidamente correu. Seguindo a voz o draconiano a viu sendo carregada por goblins pequenos, porém Muitos.

Frost correu até eles. Mas quando eles perceberam correram mais rápido. E sumiram na floresta.

— NÃO. NÃO. NÃAAAAAO. Havana eu vou te salvar.

— Mas como irá fazer isso Frost? – Pergunta Bitter que conseguira alcançar Frost junto dos outros – Eles sumiram. Como podemos salva-la?

— Eu não sei – Admiti Frost – Espere ai. Já sei, eu dei uma rosa do meu gelo para ela hoje. E ela a guardou consigo. Acho que posso rastreá-la através da rosa.

— Então está esperando o que? . Tente – Disse Matrief.

— AH OK – Responde Frost.

Ele colocou suas duas mãos em seu cajado que ele sempre carregava consigo na mão direita, e fechou s olhos. O cajado começou com um brilho azul ofuscante e Frost largou.

O cajado começou a flutuar em direção a mata e saindo do transe Frost seguiu.

Seguido por Bitter e os outros, Frost corria como se mundo fosse acabar.

Quando eles chegaram em um campo aberto o qual estava cheio de árvores secas e o chão era coberto de folhas igualmente secas.

— FROST! — Gritou a voz de Havana.

— Hav – Disse Frost correndo em direção a garota que estava sozinha. Amarrada em um troco de árvore.

— Matrief correu para ajudar a desamarra-la. Bitter e Edward pressentiam algo ruim, então ficaram na sentinela.

Frost congelou a corda e a quebrou em fração de segundos. O draconiano e a fada se abraçaram, Porém foram interrompidos.

— HAHAHAH que lindo, não? – Disse uma voz sonsa e maléfica que saia da floresta.

— Quem e o que é você ? – Perguntou Edward.

— veja por si mesmo – Disse a voz – Após isso, saiu um ser extremamente grande da floresta.

A criatura tinha aproximadamente 8 metros de altura, Sua pele era meio acinzentada e cheia de rachaduras, cicatrizes e machucados expostos. Ele era careca, e seus dentes eram gigantes e completamente tortos. Uns para um lado e outros para outro. Sua cabeça era tão careca que chegava a brilhar, ele tinha um nariz que se assemelhava a de um macaco. E suas vestes era apenas uma tanga de um pano velho que já estava rasgado. A tanga era apenas para tapas coisas indesejáveis.

— Argh Odeio Trolls – Disse Magnos. Que até agora se mantinha calado.

— Ora ora ora. Vejo que um de vocês reconheceu o que eu sou, Parabéns – Disse o Troll.

— Mas para que você quer a Havana? – Pergunta Frost.

— Eu não a quero. Minha meta era você desde o começo. Você é quem meu mestre deseja – Diz o Monstro.

— Mas porque eu? Todas as criaturas mágicas querem me matar. Por quê? – Pergunta Frost Revoltado.

— Todas as criaturas mágicas não. Apenas os mais qualificados. E o porquê é que você é o único que pode destruir os planos do rei dragão. Você é o herdeiro do trono draconiano – Responde o Monstro.

— Mas eu não entendo. O que este tal rei dragão quer com os pais dos draconianos? – Pergunta Frost.

— Ele só quer matar os draconianos. Pois os draconianos são uma ameaça para o plano de ser o único dragão. O que reinará e comandará o mundo mágico. Porém ele não pode matar os dragões que prender no momento, Ele está fraco e precisa esperar o eclipse draconiano.

— Mas chega de proza. Vamos ao que interessa – Disse o Troll – O Monstro avançou em direção ao Frost e ergueu sua mão para lhe Bater. Porém quando sua mão desceu. Havana se pôs na frente de Frost e levou o tapa por ele, Mas a Fada voou para longe e seu corpo só parou quando bateu em uma árvore e Havana desmaiou.

— NÃÃO!!! . Como ousa seu ser desprezível – Diz Frost.

— HAHHAH Foi engraçado vê-la voar – Diz o Troll dando risada.

— Você vai se arrepender por cada ato e palavras ditas – Diz Frost com ódio.

— Espera Frost. Nós iremos te ajudar – Diz Magnos.

— NÃO! . Cuidem da Havana, eu quero ter o gosto de mata-lo pessoalmente – Diz Frost.

Os olhos de Frost agora eram totalmente perversos. Ele tinha um olhar de ódio e desejo de sangue ao mesmo tempo.

Frost avançou no Troll. O monstro fez o mesmo. Frente a frente Frost o enfrentou com seu cajado e honra. O Troll foi para dar um soco em Frost, porém o draconiano desviou para a direita e congelou o punho do monstro. Mas não foi suficiente, com a outra mão o Troll o esbofeteou e Frost saiu pelos ares.

O draconiano girava como um tornado forte. Porém um casulo feito de gelo o envolveu e Frost parou no ar. Todos olhavam atentos, mas ninguém sabia o que era aquilo que estava envolta de Frost.

— Hora um casulo besta de gelo como este não irá me impedir de te levar ao meu mestre. Garoto tolo. Quando o Troll foi atacar Frost que se encontrava dentro de uma forma de escudo. O casulo explodiu em mil flocos delicados de neve.

— HUAHHAAHAHA Agora você verá quem é o mais forte e quem é o tolo Troll maldito – Diz Frost.

O garoto havia se transformado completamente. Asas de aproximadamente 2 metros de comprimento surgiram de suas costas. Ele estava com os olhos completamente brancos e brilhantes, chifres curvos haviam crescido em sua cabeça. E seu cajado estava na forma de uma foice de gelo.

Seus dentes se tornaram presas gigantescas, e sua presença se tornara amedrontadora.

— O-O QUE? – Resmunga o Troll sem fala.

— Com medo? – Pergunta Frost

— Como você se transformou em um dragão? – Pergunta o Troll.

— Não me transformei em um dragão. E sim usei meu pode de draconiano para ficar com partes do corpo de um dragão – Responde Frost – Mas como você mesmo disse Chega de proza. Quero vê-lo experimentar o gosto da morte.

— Acha que só porque está com partes de um dragão irá me vencer? – Diz o Troll em um tom de interrogação – Eu sou um Troll forte seu draconiano insolente.

— HAHAH. Veremos – Diz Frost .

O garoto voou batendo suas longas asas em direção ao monstro. Frost congelou os pés do monstro no chão, e com um movimento brusco de sua foice, cortou o peitoral do Troll que gritou.

— E ai? Diga-me como se sente. Está sofrendo? É tão bom torturar as criaturas. Eu sinto um gosto doce. E meu bem estar quando faço isso – Diz Frost.

— Malditooo! Você vai se arrepender do que está fazendo – Diz o Troll. O Monstro soltou um de seus pés do chão e assim conseguiu se soltar completamente usando este pé.

O peitoral do Troll jorrava sangue. Um sangue azul como uma Hortência saudável, O Monstro foi até Frost que havia cruzado os braços esperando.

Vamos Troll desgraçado. Reaja, eu quero diversão. Vamos! – Diz Frost brincando com o Troll.

— Argh. Eu vou te matar draconiano, eu vou te mataaaaar! – Diz o Troll com raiva avançando em Frost.

Frost apenas posicionou a foice de gelo e parou o Troll com uma parede de gelo que criou.

— Tão lastimável quanto um humano. Você é um lixo, Admita que irá morrer Troll maldito. Quero escutar você falar que não aguenta – Diz Frost.

O draconiano, com sua foice furou o olho direito do Troll, logo após o esquerdo. Deixando o Monstro sem visão e gritando de dor intensamente.

— Está bem. Você venceu. Você venceu. Por favor, pare! Esta doendo demais – Disse o Troll Implorando que Frost parasse.

— ora ora ora. Agora que você falou o que eu queria, seu sangue derramará sobre as folhas secas do outono. E eu irei rir quando você padecer sob meus pés – Diz Frost.

— Não, Não. Por favor me deixe viver – Implora o Troll.

Jamais! – Reponde Frost moldando sua foice em suas mãos – Chegou sua Hora.

Frost Pegou sua lança se aproximou do monstro. Encostou o objeto no pescoço do Troll, e com um movimento fez um corte fundo no pescoço do monstro que novamente gritou de dor. Frost continuou a cortar o pescoço do Troll bem de vagar.

— Ah cansei – Disse Frost. Cortando por total a cabeça do Troll.

— Foi divertido – Disse Frost.

Quando o draconiano de gelo se virou ele viu que Rapha, Bitter, Magnus, Edward e Matrief o olhavam assustados. Pensavam “ Este não é quem conhecemos”.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.