O Preço do Amor

9 Sonho ou Pesadelo


Notas iniciais
Ok, vamos lá... Eu não sou muita de ficar reclamando e blablabla... Só que poxa, todos os capítulos de OPA tem pelo menos cem visualizações e, sabe fico me perguntando porque essas pessoas simplesmente não comentam? Não é querendo exigir nada até porque não tenho esse direito! Escrevo porque quero e porque amo e escrever... Só que vejam vem, estive notando que em media tem dois comentários por capitulo, comparado as visualizações isso se torna algo frustrante! Não estou pedindo um texto enorme nem nada disso, só que um "gostei" ou sei lá "você precisa melhor, falta algo." faria meu dia bem mais feliz, rs. Estou fazendo algo errado? Para vocês apenas visualizarem e não comentarem? Tenho 14 pessoas acompanhando e seis pessoas favoritaram. Se pelo menos dez das pessoas que acompanham comentassem faria tanta diferença!!!! Como já disse antes sou mamãe de uma bebe linda que consome os meus dias, entretanto, estou aqui quase todos os dias me desdobrando e perdendo horas preciosas de sono e descano para escrever... Para vocês que leem e que gostam da historia, não seria interessante me animar? Sério ficaria tão feliz que pelo menos 50% das pessoas que lesse comentassem. Enfim, foi só um desabafo básico, espero que entendem. PS: Se ei fizesse uma página para OPA com spoilers, quotes e especiais vocês curtiriam? Para batermos papo sobre series, livros...

O corpo inteiro da mulher tremia involuntariamente e a respiração desregular e entre cortada era a unica coisa que se ouvia dentro do quarto. Enquanto lagrimas molhavam seu rosto suas mãos trabalhavam rapidamente dobrando suas roupas. Sua mala estava estirada sobre sua cama e ela de forma desajeitava e nervosa colocava tudo que era necessário dentro dela.

Sua mente recusava-se a funcionar da forma correta, Caroline tinha a impressão que se fosse analisar toda aquela situação, surtaria no mesmo instante.

Foi ingenuidade achar que Klaus não saberia quem ela era e o que fazia. Aquele cara tinha pessoas em todos os lugares daquela cidade e, claro que ele iria descobrir uma hora ou outra. E, agora Klaus tinha ela em suas mãos. Quem escolha ela tinha? Ou era se condenar numa vida infeliz e disturbada de seus valores pessoais ou ver as pessoas que ela mais presava em todo mundo sofrerem por sua culpa, ela jamais se perdoaria se algo de ruim acontecesse ao pequeno Ian ou a qualquer um que ela presava.

Suspirou pesadamente, deixando que o soluços escapasse de sua garganta e encolheu os ombros assustada com toda aquela situação. Dentro de sua mente ela rezava o tempo inteiro implorando para que aquilo fosse apenas um pesadelo. Um maldito pesadelo.

Depois de alguns minutos tentando loucamente se recompor de sua própria fraqueza ela fechou a mala e girou lentamente enquanto guardava em sua memoria seu pequeno quarto. Passara pouco tempo nessa casa só que havia algo de especial nela. Quando a mulher havia chegado ali, era a proposta da vida que ela sempre almejava em seus sonhos. Estava radiante e tão realizada que mau imaginou os percalços que viriam no caminho. Aquele lugar sempre seria o simbolo de sua liberdade e de sua prisão eterna. Quanta ironia não? Ali ela havia encontrado tudo que sonhou durante todo sua vida e no mesmo local foi socada com a dura realidade de se acorrentada novamente.

Quando ela finalmente engoliu o choro estirou coragem de onde nem ela mesmo sabia, saiu do quarto dando de cara com um Klaus serio sentando no mesmo lugar que estivera desde que havia chegado ali. O homem arqueou levemente as sobrancelhas e sorriu de forma despreocupada enquanto levanta-se rapidamente, sem lhe dirigir a palavra ele saiu do apartamento com a mulher em seu encalço.

No corredor havia dois homem altos e fortes esperando por eles. Um deles era de pele negra olhos tão escuros quando a escuridão da noite. Seu rosto tinha expressões forte já o outro era o contrario, sua pele era tão branca quando a dela e seus olhos eram tingindo de um cor de âmbar ele tinha um sorriso pequeno no canto dos lábios.

O branquelo pegou a mala das mãos da mulher sem lhe dar a chance de recusar e afastou-se rapidamente seguindo seu chefe em direção as escadas. Caroline suspirou e voltou a caminhar em direção a saída do prédio. Assim que chegaram a rua ela pode avisar um senhor alto e de boa aparência esperando em frente ao carro com as portas abertas.

Klaus entrou e sinalizou para que ela entrasse também. Caroline suspirou e deu uma ultima olhada no lugar onde ela tivera a chance de realizar por alguns dias um dos seus maiores sonhos e, entrou no carro com a certeza que jamais voltaria para lá.

A maior parte do caminho foi silenciosa. A mulher estava em negação, não conseguia simplesmente analisar ou pensar em algo coerente naquele momento. Suas mãos ainda estavam tremulas e todo seu corpo apresentava claro sinais de cansaço. Ora o outra ela sentia o olhar inquietante do homem ao seu lado lhe analisar e ignorava fielmente.

– O casamento será em uma semana. Fique a vontade para trazer seus amigos. — Ele lhe informou casualmente como se aquilo não fosse importante. Ela suspirou exasperada e deu de ombros despreocupada.

– Não irei chama-los. Não os quero envolvidos nessa coisa...

– Oh, você vai sim. — Klaus a cortou rapidamente de forma áspera. Um arrepio percorreu seu corpo e ela tencionou rapidamente enquanto abraçava a si mesma. — Se você não entendeu ainda, você não tem escolha. Quero seus amigos aqui, quero você sorrindo alegremente no dia. Quero fidelidade, Caroline.

Sua voz ficará presa em sua garganta e ela simplesmente estava cansada psciologicamente e fisicamente para discutir qualquer coisa que fosse com ele. Sabia que não teria muita escolha e ainda temia o que poderia lhe acontecer se caso ela lhe contrariasse. Ela sabia que Klaus estava muito irritado com toda aquela situação e, mesmo ele sendo perfeitamente capaz de não demonstrar abalo ou raiva com tudo ela conseguia enxerga no fundo do seus olhos a decepção.

Tudo que ela queria tentar entender era porque ele simplesmente não dera um fim em sua vida de uma vez por todas. Tudo seria tão menos complicado se ele tivesse o feito.

Ela soltou um suspirou pesado ao perceber que o carro havia parado. Assim que o motorista abriu a porta para ela, a mesma desceu de forma rápida e desajeitada enquanto sentia suas pernas fraquejarem tremulas.

Havia um comitê de pessoas a sua espera e o único que ela reconhecera ali fora Kol.

Duas mulheres loiras e extremamente bonitas e graciosas sorriam de forma divertida. Enquanto Kol lhe lançava um olhar preocupado os outros dois homem lhe analisavam minuciosamente. Klaus fitou-a sorrindo e tocou suas costa para guia-la até eles. A mulher não fez menção alguma em sorrir estava tão aterrorizada com toda a loucura que havia montado em sua vida que não conseguia simplesmente demonstrar nenhum tipo de reação.

– Eu disse que isso não era necessário. — Klaus revirou os olhos enquanto fitava sua família de forma irritada.

– Niklaus não seja tolo. Era estreitamente necessário que todos estivéssemos aqui para conhece-la. — Ester sorriu docemente para a mulher assutada em sua frente e analisou rapidamente. — Ela é linda. Seja bem vinda, Caroline. Sou Ester a mãe de Niklaus. Aquele e meu marido Mikael e meus dois filhos Kol que você já conhece e Elaijah e esta e Rebekah.

Ela estendeu a mão simpaticamente e a loira fitou a mesma durante alguns segundos antes de sorrir desajeitada e apertar sua mão.

– Deus... O que foi que ele lhe fez para lhe deixar tão gelada? — Ester olhou especulativa para Klaus e o mesmo deu de ombros com um sorriso irônico no rosto. Ela o repreendeu com o olhar e Klaus encolheu os ombros rapidamente soltando um suspiro. Caroline observou a cena silenciosa e de forma atônica, afinal Klaus tinha um coração?

– Venha... Vamos entrar, temos um casamento para preparar. Rebekah ira lhe ajudar com a decoração.

Ester falou animadamente enquanto puxava a loira pelo braço para dentro da sinuosa mansão Mikaelson.

– Temos pouco tempo Caroline... Você pode me dizer como sonhou com o seu casamento? O tipo de decoração? O vestido? O repertorio? Preciso saber de tudo. — Rebekah sorriu animadamente enquanto preparava o lápis para anotar tudo em sua pequena agenda que estivera o tempo todo em sua mão. — Será o casamento do ano. Finalmente o poderoso Niklaus ira se casar... Olha garota não sei o que você fez, mais parabéns ficou o cara mais difícil da Máfia.

A loira ainda analisava a sala enorme e bem decorada que estavam. Seus olhos vagavam por todo o ambiente decorando e analisando cada pequeno pedaço do lugar.

– Nunca sonhei com casamento. — Deu de ombros quando notou o olhar surpreso que as duas lhe direcionaram. De faro a mulher nunca havia desejado se casar ou ter filhos. Aquela vida nunca fora atrativa para ela. — Faça como preferir... Não é como se fosse um casamento de verdade. — Respondeu ríspida. Arrependeu-se no mesmo instante e suspirou derrotada. Elas estavam sendo amigáveis afinal.

– Ora querida seu casamento será real. Pode não estar acontecendo nas circunstancias adequadas mais isso não tira a verdade dele. No fim não é uma surpresa para nos Niklaus nunca fora um homem adepto a normalidade.

Ester sorriu e deu de ombros.

– Rebekah leve a moça até o quarto. Ela precisava descansar... Parece que a qualquer momento ira desmaiar. Pela manha resolveremos os detalhes.

Rebekah assentiu lentamente e fez um sinal para que a loira lhe seguisse. Subiram a enorme escada que ficava disposta bem no meio da sala de entrada e entraram em um espaçoso corredor. Abriu a terceira porta a direita e sorriu dando-lhe a passagem. O quarto era enorme, muita maior que seu pequeno apartamento inteiro. Havia uma cama no meio, criados mudos disposto em ambos um lados, uma sacada com uma vista maravilhosa de toda Nova Orleans e um closet do tamanho do seu antigo quarto. Rebekah abriu o mesmo mostrando-lhe tudo.

– Niklaus me deu permissão para comprar tudo que achei necessário para você... Fiz como se fosse para mim. Ai tem de tudo, roupas de gala, confortáveis, camisolas e tudo que precisar. Se achar que falta algo e só me avisar que providencio. — Ela falava animadamente, enquanto Caroline observava tudo organizado perfeitamente dentro do comodo.

Suspirou alarmada quando viu as roupas de Klaus disposta do lado oposto da sua.

– Nikluas também dormira aqui? — Ela perguntou rapidamente, enquanto tentava acalmar sua respiração.

Rebekah arqueou levemente as soncracelhas e sorriu divertida.

– Sim querida. Vocês serão marido e mulher... Acho desnecessário esse nervosismo todo. — Rebekah deu de ombros quando observou o olhar mortal que Caroline lhe lançou. — Acredite Caroline, se ele fosse lhe machucar ele já teria feito. Não sei o que você fez ou como fez, mais você o conquistou. Mesmo tendo sido tão ousada ao ponto de desafiar alguém que não recusa desafios. — Rebekah deu de ombros saindo do closet com a loira em seu encalço. — Se fosse outra pessoa nesse momento já estaria a sete palmos do chão. — Ela sorriu abertamente e piscou para a loira. — Descanse. Teremos uma longa semana.