O Poder do Amor
10 Capítulo 9
Alemanha, Frankfurt, janeiro de 1999
Ano novo!
Quem diria, ela ainda foi capaz de ver o começo do ano de 1999, tudo bem que foi em uma cama de hospital, mas de que importa? Ela viu a entrada de ano e estava relativamente bem.
- Bom dia senhorita Swan!
Isabella sorriu para a jovem enfermeira com certa alegria, afinal havia acabado de receber alta e finalmente poderia ir para casa.
- Bom dia!
- Nossa que sorriso lindo... Hum... deixe-me ver... Recebeu alta? Vai me deixar! – disse com falsa tristeza.
Bonnie era negra, fofinha, seu cabelo era uma replica dos The Jackson Five, segundo ela para não esconder a sua verdadeira raiz afro diante de um país em que a maioria era loira.
- Espero que não se ofenda, adoro você, mas amo ainda mais o meu cantinho.
Bonnie aproximou-se e segurou as mãos magras de Isabella com esmero.
- Espero que também não se ofenda, mais espero ficar um bom tempo sem vê-la por aqui!
- Eu também espero! – disse com lágrimas nos olhos.
A enfermeira ainda lhe ajudou com algumas coisas, deu tempo de arrumar tudo e quando Alice chegou para buscá-la não se demoraram mais que o necessário.
- Sabe o que gostaria? – comentou Isabella assim que entrou no carro.
- Diga! – pediu Alice animada colocando o cinto de segurança.
- A instituição inaugurou a parte para crianças portadoras de HIV, Edward me contou que já haviam nove crianças com a doença sendo amparada pela instituição, eu adoraria conhecê-las!
Sua pequena amiga com a barriga enorme de 7 meses que até mesmo dificultava-a em se acomodar no banco do carona fechou a feição.
- Não acredito que seja uma boa idéia!
- Alice vamos! O pessoal queria até mesmo me esperar sair do hospital para a inauguração eu que não deixei, estou morrendo de saudade deles, quero ver como tudo ficou e conhecer as crianças! – pediu empolgada.
Kuhn respirou fundo e olhou em seus olhos determinada.
- Chega! – gritou – Eu apoiei você, acho muito valido o que você esta fazendo por aquelas crianças, mas chega, esta na hora de cuidar de você, desde que descobriu essa maldita doença eu apoiei você, estive ao seu lado cuidando de sua saúde porque lhe amo e me deixa possessa esses seus novos conhecidos malucos que pensam que você pode fazer as mesmas coisas que eles – fechou os olhos controlou sua respiração por alguns momentos e encarou sua amiga novamente – Eu não serei mais conivente com essas loucuras!
- Alice...
- Não Isabella! Nem tente me convencer. Olhe eu fui muito educada, me calei diante das visitas deles, não disse às verdades que estão engasgadas, mas eu não me esqueci que eles são os culpados por você ter ficado mais de três semanas internada. Você tem duas doenças perigosas, sua imunidade é baixa, jamais, jamais você poderia ter feito a loucura de tomar banho de chuva!
- Alice eu...
- Bella não adianta insistir, você vai para casa descansar e vamos voltar ao plano, seremos minuciosas com sua alimentação e os remédios, irá ficar longe de problemas e confusões que aqueles malucos te impulsionam a fazer!
Isabella quis chorar, quis gritar e falar palavras cruéis para sua melhor amiga, mas ficou quieta, acatou o que ela lhe disse e foi para casa.
Tomou a canja que Tanya lhe preparou e foi para cama sobe os olhos rigorosos de Alice, que decidiu que iria dormir com ela naquela noite, o que foi bem esquisito, afinal, sua amiga dormia com ela na cama enquanto Jasper dormia no pequeno sofá que ficava em seu quarto, um quarto que já havia divido com ele.
Os dois logo dormiram enquanto Isabella passou a noite toda rolando na cama com o pensamento preso nas crianças que estava ajudando, em seus novos amigos e em Edward...
Isso a deixava assustada, ele sempre a visitava pela manhã no hospital, e logo que ele saia ela começava há contar as horas para que um novo dia começasse e ele aparecesse.
Tudo o que ele dizia a deixava melhor, e algo no fundo de sua mente, gritava, dizendo que sua imunidade somente lutou porque estava esperando por algo, por um acontecimento que lhe mostraria o quanto lutar para viver valia apena.
Quando o dia clareou Isabella continuou seguindo os planos traçados por Alice, acordou e foi direto para a banheira em uma água morna com ervas relaxante, não escutando a campainha tocar.
Alice abriu a porta com a feição irritada, afinal a pessoa que tinha visto no olho mágico era uma das ultimas que adoraria ver.
- Bom dia! – disse Nina
- Como conseguiu subir? O interfone não tocou – perguntou Alice de forma rude.
- Gostaria de falar com Isabella! – disse sem nem sequer pensar em responder a pergunta que Alice tinha feito, afinal ela não achava relevante dizer que fez amizade com uns garotos que moravam no prédio e nem sequer se importaram em deixá-la entrar.
- Sinto dizer mais não será possível!
- Jura! Por qual motivo? Ela por acaso perdeu a língua? Se for esse o problema não será mais eu sei a linguagem de sinais! – respondeu Nina sorridente.
Alice olhou a garota intrometida de baixo para cima analisando as roupas que ela usava deixando-a ainda mais com aparência de uma pessoa que para ela seria classificada como imprópria.
Nina seguiu o seu olhar e sorriu ainda mais.
- Se não gostou da minha calça jeans, tênis e casaco de lojas populares eu estou aceitando presentes elitizados, pode me mandar que uso.
- Nina! – gritou Tanya quando a viu, interrompendo sem querer uma provável briga. Ou talvez só adiando.
A garota passou por Alice como um furacão e abraçou Tanya com carinho.
- O que faz por aqui? – perguntou
- Vim visitar a Bella!
- Oh que bom! Ela vai ficar feliz em lhe ver!
- Eu sei! – disse sorridente.
- Quer dizer.... Iria ficar feliz em lhe ver, pois como já disse não será possível! – disse Alice chamando atenção para si.
Nina fechou os olhos e respirou fundo.
- O melhor que você tem a fazer e ir embora e cuidar da sua vida!
A garota virou-se e encarou Alice zombeteira.
- Conselho interessante esse... Pena que talvez você não o siga!
- O que esta insinuando?
- Não sou de insinuar nada, sou de honestidade! Não tenho nada contra você, mas essa sua atitude ridícula me deixa enojada!
- Enojada me deixa a sua atitude imprudente com uma pessoa doente! – gritou Alice.
- Ai meu Deus! Alice calma você esta grávida... Nina por favor.... – Disse Tanya começando a se tremer.
- Que atitude imprudente? Deixá-la sorrir? Ou permitir que ela esqueça por uns segundos que está marcada para a morte?
- Você é uma louca, não a conhece, não esta nessa luta com ela desde o começo, por isso acha tudo simples, tudo fácil... Ela poderia ter morrido, e eu não vou permitir que atos imprudentes regidos por você e seus amigos a levem de mim! – Disse Alice com ira nos olhos.
- A Bella, pensem na Bella, gente ela pode ouvir... – disse Tanya amedrontada.
- Tirá-la de você? – Nina gargalhou irônica – Acho que você precisa entender uma pequena coisa, ninguém, absolutamente ninguém pertence a outro ser humano! A Bella não lhe pertence, e sim ela esta marcada para morrer, a luta que esta travando é uma luta perdida, o corpo dela não vai resistir por muito tempo, mas pra que diabos você tem que esfregar isso na cara dela o tempo todo?
- Vai resistir sim! Porque eu estou cuidando para que resista! – gritou Alice.
- Por favor, Alice deixe de falar merda, você não tem controle nenhum sobre o corpo de Isabella, nem ela própria tem! Não há plano perfeito que vá impedir que ela se vá!
- Você não sabe o que esta falando!
- Sim eu sei... Olha eu não conheço muito sobre a vida de Isabella, sei muito pouco, mas sei o suficiente para afirmar que ela jamais viveu como deveria, jamais sorriu, ou brincou, ou cresceu... Ela precisa terminar a sua história com pelo menos algumas coisas boas pra contar, e isso não vai acontecer com ela enfurnada dentro deste apartamento caríssimo sobe o seu olhar protetor.
- Não me importa o que pense, nada do que me diga vai me fazer mudar de idéia! – disse Alice firme.
- Mas, me fez mudar de idéia!
Na entrada da sala estava Isabella, vestida de forma simples, sem qualquer maquiagem e com uma expressão segura. Caminhou lentamente em direção a Alice e emoldurou sua face com suas mãos cobertas por uma luva de couro.
- Eu sei que a nossa amizade é verdadeira, se fosse o contrario tenho certeza que agiria da mesma maneira que você... Mas graças a Deus que não é você que se senti como eu me sinto.... Eu necessito passar por essa barreira que construi ao longo da minha vida... Cansei de me reter ao mesmo limite seguro, de viver constantemente limitada ao que pensei ser certo ou sem qualquer objetivo... Eu preciso do mundo, de um mundo de opções nesse resto de vida que ainda tenho... Experiências, momentos, criar mais capítulos para o livro da minha existência. Cercar-me de pessoas, novas, queridas, diferentes.... Pessoas que me ensinem o quanto a vida é maravilhosa e o quanto é bom sorrir!
Alice soluçava alto, as palavras de sua amiga lhe atingiram de forma cruel.
- Você falando assim me machuca... Eu sei, você tem mais tempo... Tem que ter mais tempo!
- Eu vou morrer Alice, da mesma forma que todos que estão aqui, mas a única diferença que existe de mim para vocês é que tenho uma data marcada bem próxima, a vista de todos, e de certa forma isso me faz uma privilegiada, por me deixar claro que ainda posso mudar algumas coisas...
- Bella... Não... Isso é loucura!
- Não... Loucuras foram às coisas que já fiz... Alice eu passei a minha vida desejando ser livre... E hoje eu vejo que o desejo só me ferrou, mas isso somente aconteceu porque eu não fazia idéia do que eu queria... Hoje por mais estranho que pareça eu somente quero sorrir, quero ajudar pessoas como eu, e por mais duro e doloroso que seja querer isso, por saber que eu não tenho muito tempo, eu sei que eu já sofri bem mais antes, por não saber o caminho que queria seguir... Porque a incerteza machuca bem mais do que uma certeza cruel.
{...}
Foi doloroso para Isabella sair de seu apartamento com Nina e deixar sua melhor amiga lhe implorando para que ficasse, mas ela não poderia, ela tinha que mudar algumas coisas, ainda estava perdida e talvez isso fosse o motivo de ainda sentir medo.
- Tudo bem? – perguntou Nina chamando atenção.
Isabella olhou para a garota e sorriu.
- Sim... Sei lá... Deixar Alice naquele apartamento foi o mesmo que deixar toda aquela luta e esperança de mais tempo pra trás, tipo entregar os pontos.
Nina segurou sua mão e olhou em seus olhos.
- Quando finalmente a esperança sucumbi a realidade, é normal o sentimento de desespero... Mas sabe, nem sempre perder uma batalha quer dizer que acabou a guerra... Às vezes se render seja tudo que se precisa fazer...
O silencio se fez presente por alguns minutos até que Isabella olhou para o violão de Nina descansando no chão do parque e uma lembrança lhe atingiu.
- Nina?
- Sim
- Naquela noite em que fomos ao boliche, quando eu cheguei à instituição você estava concentrada tocando uma música, que música era?
Nina olhou para Isabella curiosa por alguns minutos, nada disse, pegou o violão e começou a dedilhar.
- Foi essa musica que escutou? – perguntou.
- Sim! – disse emocionada.
Era a música, ela não tinha duvida alguma, e tinha algo naquela melodia que a fazia sentir uma pontada em seu peito.
http://www.youtube.com/watch?v=PQlIv-QHDto
Sem qualquer dica, Nina começou a cantarolar, deixando-a surpresa, a letra não poderia ser mais perfeita.
Smile, though your heart is aching
Smile, even though it's breaking
When there are clouds in the sky
You'll get by...
If you smile
With your fear and sorrow
Smile and maybe tomorrow
You'll find that life is still worthwhile if you'll just...
Light up your face with gladness
Hide every trace of sadness
Although a tear may be ever so near
That's the time you must keep on trying
Smile, what's the use of crying?
You'll find that life is still worthwhile
If you'll just...
If you smile
With your fear and sorrow
Smile and maybe tomorrow
You'll find that life is still worthwhile
If you'll just Smile...
That's the time you must keep on trying
Smile, what's the use of crying
You'll find that life is still worthwhile
If you'll just Smile.
Ao final da canção Isabella chorava intensamente, cada palavra lhe penetrou de forma sutil e carinhosa.
Nina segurou sua mão firme, os olhos da garota brilhavam por estarem cheios de lágrimas e seus lábios estavam iluminados diante de seu sorriso verdadeiro.
-“ Sorria, de que adianta chorar?... Você descobrirá que a vida ainda continua... Se você apenas sorrir...”
- Obrigada! – disse Isabella com dificuldade devido ao choro.
- Que isso... Até o Ministério da Saúde Adverte: Sorrir faz bem para o espírito, coração e evita rugas!
{...}
Após o almoço Nina a levou até a instituição. Quando chegaram, o coração de Isabella acelerou em expectativa, ela jamais teve um sonho tão especial em sua vida sendo realizado antes.
Entrou e assustou-se com o silencio, Nina sorriu e lhe encorajou a continuar dando passos e adentrando o local.
Tudo estava perfeito, colorido como sempre quis, o jardim não havia crescido ainda, mas ela sabia que na primavera o local estaria lindíssimo. Quando chegaram à recepção uma jovem lhe sorriu, ela não a conhecia, mas percebeu que a garota lhe reconheceu.
- Sou Leah, é muito bom tê-la conosco senhorita Swan!
- É... É muito bom estar aqui.
Com Nina lhe puxando pelo braço Isabella pediu desculpas para a jovem recepcionista com o olhar e se permitiu ser guiada por Nina.
As crianças estavam sentadas no chão acolchoado por um tapete macio e almofadas. Passava um desenho na televisão que ela não fazia idéia de qual era. Nina se jogou no chão e se enturmou com as crianças com certa facilidade.
Ela não sabia ao certo como agir, até que uma garotinha segurou sua mão e lhe fez sentar junto com eles. A menininha não lhe disse uma só palavra, mas também não desgrudou de Isabella.
Com o passar dos minutos Nina começou a trazê-la para a conversa e ela se sentiu surpresa em como eles tinham uma imaginação fértil e divertida, fazendo-a sorrir com facilidade.
Quando o fim do dia chegou e as crianças começaram a irem embora, Bella emocionou-se com cada abraço e comentário carinhoso dos pais e parentes das crianças, todos diziam que oraram muitíssimo por ela e que estavam felizes por vê-la bem.
Quando todos já tinham ido embora Bella pediu a Nina o nome da música que ela havia lhe cantado mais cedo, porém a garota disse que iria lhe dar de presente o CD. Animadas seguiram até a sala de dança, sem demorar muito o CD foi encontrado e a seu pedido a música encheu o ambiente.
Sentindo-se uma intrusa, Nina retirou-se deixando-a sozinha, absorvendo cada palavra pronunciada, deitada de barriga para cima viajando em pensamento...Se desligando de tudo e de todos.
Com a linda melodia tocando, ficou difícil para Edward que estava em seu escritório permanecer concentrado, lentamente desceu cada degrau, se deixou levar pelo som e a viu linda e perdida como sempre.
A música parou de tocar, mas recomeçando segundos mais tarde. Sem qualquer motivo, agindo por impulso ele se aproximou e segurou sua mão. Ela paralisou, abriu os olhos e confirmou a sua suspeita, sabia desde o inicio quem era o dono daquela mão acolhedora.
Nenhum dos dois disse uma só palavra, com sua ajuda ela levantou e se deixou dominar pelo magnetismo que ele possuía com seu lindo e encantador olhar, fazendo com que ela se permitisse ser guiada com lentidão e ternura.
Ela adoraria poder falar o quanto apreciava estar ao lado dele, o quanto se sentia segura e inteira, o quanto sentiu a falta de seu sorriso, sua voz, seu cheiro... Sua presença. Ele adoraria poder falar o poder que ela exercia sobre ele, o quanto ele ficou louco em vê-la doente e não poder fazer nada, o quanto o sorriso carregado de sentimentos encobertos e enfeitado pela chuva fazia-o sonhar acordado, o quanto a sua falta doía nele.
Com maestria ele a girou pelo pequeno salão, e o sorriso que ele viu brotar de seus lábios o deixou fascinado.
Quando os corpos dos dois se encontraram novamente, Edward esqueceu-se da dança, enlaçou sua cintura com um braço e levou sua mão livre para a face de Isabella, acariciando-a com tanto esmero que a fez se sentir internamente nua.
Sem qualquer esforço lembrou-se da dança na chuva, lembrou-se dos sentimentos desconhecidos que brotou dentro dele...
Confuso perguntou pra si mesmo o que estava acontecendo, o que tudo isso queria dizer. Sem esperar por respostas, colocou sua outra mão do outro lado de sua face, acariciando sua delicada pele com seu polegar.
Ele sorriu lindamente olhando fundo nas pedras marrom dos olhos de Isabella e se aproximou, tocando seus lábios lentamente em seu queixo, depositando um beijo demorado, passou para a ponta do nariz, olhos e outras partes da face de Isabella fazendo o mesmo delicado e amoroso gesto.
Ela ficou paralisada diante de um ato tão singelo e tentou deletar a sensação estranha e prazerosa que nasceu dentro dela, mas foi completamente impossível quando ele colou sua testa com a dela e cariciou seu nariz com o dele.
A respiração de ambos acelerou em expectativa, qualquer coisa que pudesse destruir aquele momento foi esquecida. Era um homem e uma mulher sem ameaça de morte por uma doença cruel.
Os lábios de Edward tocaram os de Isabella, em um simples contado, sem troca de saliva ou coisa do tipo, somente duas carnes macias que se tocaram provocando em ambos uma explosão de sentimentos.
Ali, diante de um beijo tão puro vindo de um homem apaixonado para a mulher desejada, ele sentiu-se o maior de todos os homens do universo, pois finalmente a encontrara, enquanto ela sentiu-se minúscula....
“Qualquer um veria que aquele príncipe encantando era o único para mim...”
Lembrou-se do filme e uma dor lhe cortou.
Delicadamente ela descolou seus lábios dos dele, seus olhos molhavam sua face com lágrimas conflituosas, alegria e dor, juntas, lado a lado.
Tentou dizer algo, qualquer palavra, mas tudo o que ela conseguiu fazer foi fugir, correr para longe dele, tentar correr para longe do sentimento que descobriu no fundo de seu âmago.
FIM DO CAPITULO
Notas finais
essa semana recebi algumas perg e comentarios por mensagens....pra poupar tempo e responder a tds eu decidi da a resposta aqui e evitar q outros me venham fazer a msm perg mais tarde....
quem me conhece pelo menos um pouco, até msm virtualmente sabe que ao longo de quase 1 ano vem acontecendo coisas em minha vida.... provações n muito legais.... por isso escrever me faz bem.... me faz relaxar e fugir um pouco da realidade.... tempo suficiente pra carregar a bateria e enfrentar....
Doce Vingança foi maravilhoso.....agradeço a tds que comentaram e recomendaram a hist...... mas em nenhum momento me sentir como uma Diva das fics pra me desesperar agora.... quantidade de comentarios nunca foi me objetivo.... 60 comentarios por cap????? Foi maravilhoso responder...... mas 6 comentarios carregados de carinho e sinceros tbm é maravilhoso responder.....
escrever essa hist ainda é bem mais maravilhoso, pq me faz ver coisas que eu antes tinha deletado.....como um simples sorriso.... coisa q esse cap de hj nos faz pensar.....
essa fic é sim carregada de emoção.... mas além de td é carregada de verdades que a gente foge pra n encarar.....
então não.....EU NÃO PENSO EM DEIXAR DE ESCREVER A FIC.... a cada cap eu quero mais..... pq essa hist me tras uma força tão grande.... me faz um bem tão grande e simplesmente é dificil deixar de lado agora....
sinto se estão decepcionados..... mas eu quero e nem posso me decepcionar......
pq contar essa hist é bem mais q contar a hist de uma amigo... é contar uma lição de vida....e contar que o amor existe e ele faz milagres e faz bem.....
momento desabafo off
e então meninas.... o q acharam????
Essa musica de Charles Chaplin é maravilhosa..... adoro.... um poeta!!!!!!!!!
o q sera q vai acontecer depois de um simples beijo q trouxe a tona verdades para os dois?????
comentem e cont deixando essa metida a autora feliz.....
bjocas
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