O Poder do Amor

17 Capítulo 15


Notas iniciais
Vamos ao final???? buáaaaaaaaaaaaaa

“Quando sofremos uma perda catastrófica ou chegamos ao ponto mais fundo do poço, todos nós passamos pelas cinco fases. Nós entramos em negação porque o tormento é tão inimaginável que não conseguimos tomá-lo como verdadeiro. Temos raiva de todos, raiva de nós mesmos. Então nós barganhamos. Nós pleiteamos. Nós oferecemos tudo que temos em troca por mais uma chance. Quando a barganha falha e fica difícil demais sustentar a raiva, caímos em depressão, desespero, sentindo-nos desesperançosos. Até que finalmente percebemos que fizemos tudo que podíamos. Nós desistimos e então passamos à aceitação...”

Alemanha, Frankfurt, Junho de 2005

http://www.youtube.com/watch?v=_SIO6XppcMI

Era final de junho, e como sempre, ao longo desses últimos anos lá estava ele, de volta a Frankfurt.

Lá estava ele de volta ao Palmengarten...

Ele podia se lembrar de quantas vezes esteve ali com ela...

Quantas histórias e confissões ele escutou dela naquele bonito parque...

E hoje depois de seis anos, era ali que ele conseguia sentir a forma mais sublime de sua presença.

Fechou os olhos e como sempre permitiu que as últimas lembranças, o invadisse por completo.

{...}

Ela estava dormindo, seus braços a envolviam protetoramente e por mais que ele tentasse dormir, por mais que ele quisesse relaxar, simplesmente não conseguia. A conversa que tiveram durante aquela noite não parava de lhe atormentar.

Morte!

Trouxe-a para mais perto de si e se permitiu chorar silenciosamente.

Sim ele também sentia que esse momento estava chegando, mas também ele sentia que poderia lutar ou que pelo menos tinha que tentar.

Ficou horas, longas horas ali, sentindo o seu leve e fraco respirar, ouvindo o monitor conectado em seu peito apitar em batimentos lentos e fracos de seu coração, quando finalmente o cansaço venceu o medo, pesando suas pálpebras e o fazendo adormecer.

Entretanto não fora um sono calmo, ele não estava totalmente relaxado o que o fez despertar assim que o aparelho começou a apitar de forma estranha.

Sobressaltado deu um pulo da cama e um pavor apoderou de todo o seu corpo, os batimentos de sua Bella tinham parado, o sinal do aparelho era continuo.

Lagrimas de desespero caíram por sua face, por impulso começou a massagear o peito de Isabella em uma tentativa desesperada de fazer com que seu coração voltasse a bombear, entretanto um pouco de razão o atingiu, deixou-a momentaneamente e ligou para a emergência.

Confuso explicou o que estava acontecendo da forma que conseguiu e em meio a soluços e lágrimas voltou para sua eterna amada.

- Por favor... Não faz isso comigo! – sussurrou quando voltou a bombear seu peito.

Por mais que ele tentasse nada parecia funcionar, o aparelho continuava acusando paralisia cardíaca.

“É minha culpa, eu não podia ter dormido, não podia tê-la deixando sem supervisão” Era o que ele falava para si mesmo mentalmente.

Quando ele já estava achando que não tinha esperanças os paramédicos chegaram.

Ficou em um canto do quarto, vendo a triste realidade, nada parecia funcionar, da mesma forma que nada do que ele tinha feito funcionou. Alguns minutos depois um dos paramédicos que ele nem ao mesmo se importou de olhar para a face, disse às palavras que ele tanto temia.

- Sinto muito, fizemos todo o possível.

Para ele isso parecia tão irreal, era tão irreal... Por mais que ele sempre soubesse o estado de saúde de Isabella... Por mais que as probabilidades indicassem que em um dia próximo ela iria partir desse mundo, uma gota de esperança tomou conta dele de tal forma que se transformou em um oceano, e que naquele momento estava em verdadeiro caos.

Tomado pelo sentimento irracional do amor ele se levantou e praticamente voou para o corpo já sem vida de Isabella, tentando reanimá-la.

Mas como antes nada adiantou.

Passou segundos, minutos e até mesmo horas, os paramédicos tinham tentado tirá-lo de perto dela, mas não tiveram sucesso, estavam prestes a aplicar um calmante em Edward quando Nina adentrou o local.

Silenciosamente perguntou para um paramédico o que já sabia.... Tendo a única resposta possível diante da imagem que estava a sua frente.

Ela estagnou ao ver a imagem, uma dor rasgou seu peito e respirou fundo. Assim que o visinho de Edward ligou para ela dizendo que há algum tempo uma ambulância estava parada em frente a sua casa, ela soube que algo muito ruim tinha acontecido.

Caminhou lentamente, se posicionou ao lado de seu amigo e onde se encontrava as mãos de Edward massageando o peito de Isabella, Nina colocou a sua, instantaneamente ele parou e levantou sua cabeça para olhar para a face de sua amiga.

- Ela não está mais aqui! – sussurrou Nina enquanto lágrimas desciam por sua face.

Eles ficaram se encarando por alguns segundos, parados, até que Nina delicadamente conseguiu retirar as mãos de Edward do peito de Isabella e o tirou dali.

Victor que até então estava quieto em seu canto tomou a frente da situação e conversou com os paramédicos sobre a questão do óbito e outros tramites necessários.

Ele e Nina não estavam mais juntos como um casal, ele se apaixonou por outra garota, estava namorando com ela, entretanto sua amizade com Nina se tornou mais consistente e forte, definitivamente ela se tornou sua melhor amiga, por isso não se negou em buscá-la assim que lhe ligou para levá-la até Edward.

Nina tinha levado Edward até o quarto de Rose, o deitou na cama da menina e o abraçou o mais forte que pode, e deixou que ele chorasse em seu colo, até porque era tudo o que ele conseguia fazer, chorar, somente chorar.

- Você tem que ser forte Edward... Imagino o quanto seja difícil ser forte nesse momento, mas você tem que ser! – sussurrou Nina.

Ele continuou calado, dele somente se ouvia os soluços de lamentos e sofrimento.

Carinhosamente Nina passou as mãos pelo seu cabelo.

Ele se apertou ainda mais nos braços de Nina, como se tal reação pudesse amenizar a dor da verdade que o assombrava.

- Deus não podia ter feito isso comigo! – sussurrou minutos depois, com a voz carregada de dor e raiva.

- Oh Edward, não transforme seu sofrimento em dor, não se volte a Deus, ele não tem culpa!

Nesse momento ele se levantou, e com a face vibrando de raiva gritou em cima de sua amiga.

- Sim Ele tem! Ele a levou, Ele a tirou de mim! Ele não tinha esse direito!

Nina se levantou e estufou o peito cheia de razão.

- Ora Edward não diga merda! Deus não tirou nada de você, porque nenhuma pessoa pertence à outra, nem mesmo os filhos pertencem aos pais, somos todos livres, e quando falo isso eu falo de sentimentos também!

- Você não sente? Você não esta sofrendo? Ela se foi Nina, se foi para sempre, eu não vou mais ouvir seu sorriso ou sua voz, não vou mais vê-la gesticular excessivamente quando esta nervosa ou sentir seu cheiro... Acabou!

- Acabou? Oh meu amigo há tantos mistérios entre o céu é a terra... Não podemos dizer se acabou, mas podemos dizer que ela foi feliz, você a fez feliz, você deu a ela uma vida que ela jamais imaginou ser possível!

- Eu não mostrei nada... Eu tinha tanto pra mostrar... Tanto pra viver ao seu lado... – disse derrotado.

Nina se aproximou de seu amigo e o abraçou.

- Você a fez feliz, ela me disse isso ontem, me falou que foi feliz ao seu lado, de uma forma que a maioria das pessoas jamais irá ser!

- Ela te disse isso? – perguntou Edward a Nina, que acenou positivamente com a cabeça o fazendo derramar mais lágrimas – Ela sabia que iria embora... Eu tentei não pensar nisso... na realidade eu me fiz esquecer – sussurrou.

- Por mais que tentasse deletar, você sempre soube...!

Os dois ficaram abraçados por mais alguns minutos, até que Edward se afastou e atordoado encarou sua amiga com a face retorcida pela dor.

- Como eu vou conseguir vê-la em um caixão? Eu não tenho forças Nina... É doloroso demais!

- Não vou dizer que não vai ser doloroso... Mas posso dizer que você não precisa recolher toda a força necessária agora, você pode recolher essa força aos poucos, quando precisar.... E se não tiver, eu tenho, e posso dividir com você!

{...}

Uma única lágrima solta caiu por sua face, à dor da perda ainda não tinha passado, ele ainda chorava, talvez, daqui mais alguns anos ele deixasse de chorar pela perda de sua amada, mas, jamais o sentimento de realização por saber que a fez feliz iria sair dele.

Fechou os olhos e se lembrou de seu ultimo sorriso, se lembrou de como achou aquele sorriso perfeito, o mais belo que ele recebeu de sua Bella.

Se lembrou do beijo, do último beijo, de como suas línguas dançaram belamente, de como elas se encaixavam...

Levantou sua cabeça em direção ao céu e imaginou que ela estivesse ali, diante dele, imaginou seu cheiro, o calor de seu corpo, o som de seu sorriso, o brilho de seu olhar... E então declamou mentalmente o poema que veio do fundo de seu coração....

Ah Bella... Poderia subir o mais alto penhasco para logo em seguida me arremessar na imensidão de teus olhos. Poderia deleitar-me ao simples fato de ter o teu sorriso guardado dentro do meu ser, e como se não fosse pouco poderia banhar-me nas suas águas sem absorver nenhuma gota de todo esse sofrimento que escorre de cada poro teu.


Poderia entregar o meu paraíso e se preciso mataria a minha alma para te ver sorrir, e se não fosse o bastante atravessaria o véu que separa esse mundo do teu, mas os espelhos tampam a sombra da paisagem e a visão desse ângulo é apenas uma miragem.


Poderia trilhar a curva do universo para encontrar a formula do acaso e poder respirar sua pele, poderia dar uma chance para o perdão e simplesmente me entregar à tempestade de palavras que jorram de seus lábios.


Poderia empurrar ilusões garganta abaixo só para ter a sombra da felicidade passada, poderia distorcer o destino e remover todas as pedras desse caminho tortuoso trilhado pelo meu próprio sangue.


Poderia dar o oxigênio a essa historia traçada por mentes que se perderam na estrada, poderia me perder apenas para te encontrar e deixaria de ver a luz do dia para poder ter aquecer.


Poderia viver apenas pela sua existência, poderia alcançar o inalcançável e não chorar quando todo meu corpo estivesse derretendo sobre a tristeza constante.


Poderia fechar os olhos para o tempo, poderia perder a razão para te guiar e te daria as minhas próprias pernas se preciso.


Poderia fazer o que fosse para essa historia ter um final diferente, poderia perdoar quem me fez mal e sorrir-lhe quando preciso.


Poderia deitar na relva e sentir o salgado das lagrimas que passeiam em meu corpo, poderia sentir prazer na dor e assistir o desenrolar do acabar de meus sonhos.
Poderia abrir mão de tudo que acredito e apoio, poderia amar por nós dois e te faria feliz.


Poderia tantas coisas e todas elas feitas do fundo do coração, poderia fechar a mente e acreditar que você ouve tudo isso e te amar mesmo quando tudo que você mais ama me mata, e assim amo tudo que você ama, e assim me matando continuo te amando.

- Não é que eu queira interromper seus pensamentos, mas assim que soube que você estava na cidade, soube que te encontraria aqui! – disse Nina próxima a ele.

Então voltou a sua realidade, voltou para onde ele sabia que ela não estaria.....

Os dois se olharam e sorrisos verdadeiros foram compartilhados. Eles se abraçaram fortemente, ela não comentou nada sobre as lágrimas que viu molhando a face de seu amigo e nem ele comentou nada sobre a tristeza estampada nas feições de sua amiga.

Começaram a caminhar pelo parque.

- Como está no trabalho? – perguntou a Nina.

- Tudo bem... amo o que faço, apesar de ser honesta e afirmar que também amaria ser filha de um bilionário e ter o direito de viver viajando e fazendo compras!

Os dois sorriram do comentário.

- Apesar de tudo você continua a mesma coisinha doida de sempre.... – disse.

Ela o olhou por alguns segundos e então despejou a verdade.

- Não... Eu mudei.... Sabe depois de uma avalanche de problemas que começou com o meu quase casamento com um homem que mentiu para mim, eu perdi quem eu sou – deu um suspiro – Ainda estou meio perdida, e apesar de acreditar que um dia tudo isso vai passar e vou me encontrar, eu sei que jamais posso ser a mesma novamente.... Assim como você não é mais o mesmo, assim como a Alice não é mais a mesma.... Todos nos quando escalamos uma grande montanha, adquirimos cicatrizes tão forte que são impossíveis de serem arrancadas!

Ele entendeu perfeitamente o que ela quis lhe dizer.

Depois que Bella se foi ele desistiu de tudo, até mesmo da instituição, vendeu tudo e doou boa parte para outra instituição da cidade, uma instituição cuidada por freiras. Por meses ele chegou a pensar nas varias maneiras de morrer, mas sempre que se lembrava da promessa que tinha feito a sua Bella a culpa o invadia.

Por isso, meses mais tarde, ele decidiu que voltaria a ajudar, mas agora de forma diferente, com o dinheiro que lhe restou – o que era muito, afinal Bella deixou grande parte de seus bens para ele – Edward passou a visitar e ajudar interiores distantes, lugares onde as informações e os coquetéis não chegavam.

Ele ajudava, mas não se envolvia, a dor de Isabella era tão latejante nele que procurou se manter o mais afastado que podia.

Alice não ficou muito para trás, simplesmente largou o trabalho, teve mais dois filhos e adotou mais duas crianças, uma delas com síndrome de daw.

O sofrimento fez com que eles mudassem, a cicatriz que latejava neles mudou suas formas de agir e viver, como acontece com todo ser humano.

- Eu sei! – disse ele abraçando-a.

- Edward... Se você pudesse voltar atrás, você ainda aceitaria passar por tudo o que passou e ainda passa, ou você mudaria a história e não se envolveria com ela?

Ele sorriu.

- Sabe, já houve um tempo em que pensei nisso... Cheguei até a dizer a mim mesmo que teria seguido outro rumo, que teria escrito outra história... Mas só de imaginar a hipótese de apagar todas as lindas memórias que tenho de minha Bella, eu tenho a certeza de que não mudaria nada!

- Onde quer que ela esteja ela deve estar muito feliz em ouvir isso de você!

- Ela eu não sei, mas a Rose sim... Ela me disse hoje que quer encontrar um homem como eu para dividir uma vida – falou sorrindo – Da pra acreditar? Ela só tem 10 anos!

Nina sorriu.

- Rose, pelo menos prova que desde nova ela tem bom gosto para homens...!

Ele fez uma careta.

- Ah qual é.... Se eu tivesse bom gosto não estaria sofrendo agora!

Ele a trouxe para um abraço.

- Você não esta sofrendo somente por causa dele, tem tantos outros problemas Nina... Mas você vai superar, e quando tudo isso passar, vai me cumprir aquela promessa!

- Promessa?

- Não acredito que já esqueceu! – disse fingindo indignação – Eu quero ser tio dona Nina, nem pense que vai fugir de sua responsabilidade de me dar sobrinhos!

Eles gargalharam.

- Sabe o que aprendi com tudo isso? – perguntou depois que o sorriso de ambos morreram.

Ela o olhou e negou com a cabeça.

- Nos seres humanos somos frágeis e fortes como um maravilhoso espelho.... Não só a minha vida ou a sua, a de todos nos quebra em algum ponto... Somos espatifados, feitos em pedaços em alguns momentos... Então nos resta criar coragem e quando prontos recolher os cacos, colar os pedaços e se encontrar novamente... Só que esse se encontrar será diferente do que o que se conhecia antes... Ao longo da vida criamos marcas que dizem muito quem somos, por isso o segredo não é tentar voltar a ser o que foi um dia, é aceitar as mudanças e lutar pra ser melhor....O melhor que conseguir ser!

Eles se abraçaram novamente por longos minutos, em seguida caminharam como dois grandes irmãos que eram, simplesmente sorrindo, mesmo que o sonho encantador de ambos tenha desaparecido, eles estavam sorrindo, porque na vida definições exatas de como fazer o sofrimento ir embora raramente se aplica. Na vida, a dor pode parecer um monte de coisas que pouco se assemelha com lamento eterno.

Simplesmente por que...

“...A dor pode ser algo que todos nós tenhamos em comum, mas ela aparece diferente em cada um. E não só ficamos sofremos por morte. Também pela vida. Pela perda. Pela mudança. E quando refletimos porque tem que ser tão ruim às vezes, porque tem que doer tanto... o que temos que manter em mente é que isso pode mudar a qualquer hora. É assim que você se mantém vivo. Quando dói a ponto de não dar pra respirar, é assim que você sobrevive. Ao se lembrar que, de alguma maneira que seria impossível, você não se sentirá assim. Não vai doer tanto. A dor chega em seu próprio tempo para todos, à sua própria maneira. Então o melhor que podemos fazer — o que qualquer um pode fazer — é vivenciá-la honestamente. A parte realmente chata é que você não consegue controlá-la. O melhor que podemos fazer é tentar permitirmos sentí-la quando chegar. E deixá-la partir quando conseguirmos. A pior parte é o momento que você acha que superou, e então recomeça novamente. E sempre, todas às vezes, que te atingi ela te deixa sem ar.

Porque durante toda a nossa vida, as pessoas nos ensinam a como combater a morte, como ser forte quando uma experiência ruim lhe alcança... Mas em nenhum momento alguém lhe ensina como continuar vivendo... Isso é algo que todos temos que aprender sozinhos... Ou pelo menos tentar da maneira que conseguir!...”

FIM

(obs: Texto inicial e final retirando da 6ª temporada de Greys Anatomy e o Poema deste capitulo foi feito por Talita Costa)

Notas finais
Pervas do meu coração.....

Mais uma jornada chegou ao fim.... essa historia em especial mexeu muito comigo, pois os personagens, que são em sua maioria reais, são pessoas muito, mais muito querida em minha vida....

Vocês podem estar se perguntando... Porque não modifique o final?

Sim eu poderia ter feito isso, poderia ter feito um eterno enquanto dure, mas o objetivo que é mostrar a realidade, que nem sempre na vida as coisas são como queremos, seria perdido....

Por isso, sim, tenham objetivos, mas não esqueçam de vivenciar tudo que aparecer em seu caminho.... e quando uma coisa sair errado... td bem.... respire fundo, crie força e continue seguindo o seu caminho....Ninguém é imune ao sofrimento....

O amor é precioso, por isso quando ele aparecer o certo é aproveitar com todo o coração.... e n falo só de amor homem e mulher.... falo de amor familiar, o amor da amizade, etc...

Pq o amor faz milagres sim.... o problema é que nem sempre enxergamos, pq queremos tanto q as coisas sejam da forma que sonhamos que ficamos na maioria das vezes incapaz de entender o que nos acontece....

Ahhh.... por isso.... dêem amor as pessoas que vcs amam... n sabemos o pode acontecer amanha....

Foi muito bom estar aqui com vcs..... cada comentário foi importante....

Agora nos vemos na nova fic que estréia amanha....

Bjocas

Anja Val

FIC NOVA

http://fanfiction.com.br/historia/146407/Black_Blood
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!