O Poder Do Amor

3 Capítulo 3 - Uma nova chance


Notas iniciais
"Adoro flores, apesar de saber que elas têm um ciclo: agradam, alegram, embelezam, murcham, morrem, são jogadas fora. Mantém o ambiente bonito por pouco tempo. E nós, perecíveis? Apesar do esforço botoxal, sei não. Somos perecíveis, apodrecemos com o tempo. Tenho pena - muita pena, friso bem - de gente que já nasceu podre. Sigo adorando flores do mesmo jeito que sigo adorando pessoas. Preciso aprender que certas pessoas não merecem destaque na nossa vida, em contrapartida as flores sempre merecerão o melhor lugar na nossa varanda. " Clarissa Corrêa.

Ao sair da sala, nem tinha reparado no gerente e na ajudante que estavam se perguntando qual seria o problema do cachorrinho, cheguei perto deles e tentavam em vão acalma-lo.

- Será que está com calaza? – Perguntou a moça de cabelos pintados de rosa Chok.

- Claro que não Sakura, por certo deve ser manha porque não saiu para passear! – Disse o loiro.

Aproximei-me e toquei a barriguinha do cãozinho, ele se encolheu e logo sentir o que se passava, através das ondas psíquicas com a mente do animal pôde saber o que lhe afligia – Um carrapato lhe mordeu, com certeza estava infectado e causou franqueza ao animal, tem que ser cuidado imediatamente, senão pode perder peso e o enfraquecimento total pode causar a morte do pobre animal.

- Nossa – Disse Sakura.

- Se apresse Sakura e vá chamar o Senhor Kabuto para que chame o Dr. Sasuke a fim de examinar o animal – Disse o loiro as pressas.

Logo ele se virou para mim e perguntou – Como sabe o que o animal tem?

- Intuição? – Deu um sorriso sem graça.

O senhor Kabuto apareceu e o loiro aquém o dono do Pet referiu como Naruto disse: Ela disse que o animal foi mordido por um carrapato infecionado e que se não for tratado imediatamente podemos perdê-lo.
- Criança como sabe o que o animal tem? Você disse que não tinha experiência, como pode explicar? – Perguntou o senhor.

- De fato não tenho experiência mais já cuidei de muitos animais, na minha terra... Quero dizer onde morava eu ia muito ao Pet e o dono era muito meu amigo e me ensinou muitas coisas sobre os animais – Acho que essa explicação seria mais plausível do que dizer que consigo entender os animais com meu dom psíquico.

- Hum... Entendo! Já mandou chamar o Dr. Sasuke Naruto? – Perguntou Kabuto.

- Sim senhor, pedi que Sakura fosse imediatamente.

- Se sua teoria estiver certa terei o prazer de lhe dá uma nova chance, se você é claro quiser aceita, mais só se tiver certa! – Disse Kabuto.

Dr. Sasuke chegou era um homem belo de cabelos e olhos negros aquém pôde notar que a garota Sakura tinha uma queda, também notei que o moço loiro era bem bonito, sem falar que acabei percebendo que não parava de me encarar, céus corei.

Após uns minutos o que eu havia falado sobre o animal foi confirmado pelo Dr. E o senhor Kabuto ficou impressionado com minha destreza em animais.

- Senhorita Hinata tenho o prazer de entrar na minha sala por gentileza? – Disse Kabuto.

- Sim senhor! – Respondi, por dentro estava animada, pois eu ia ser contratada mais não podia da bandeira, pois senão meu disfarce iria a tona, lembrando que os humano não vinham com bons olhos feiticeiros, pensavam que éramos bruxas e que fazíamos mal, a diferença era que havia bruxas más e outras boas assim da mesma forma que feiticeiras, simples lógica.

- Bem como havia dito se suas teorias estivessem corretas lhe daria uma segunda chance, então quero que amanhã cedo você já começará a trabalhar, a carteira será assinada na segunda, o sindicato está fazer cálculos de todos os gastos, uma vez que estamos no natal e tem o recesso por isso estão fazendo cedo o encerramento do caixa do ano, mas no inicio da semana já será tratado da sua admissão, seja bem vinda.

- Obrigada senhor, não ira se arrepender de está me admitindo, muito obrigada mesmo.

Estava eufórica, com a perspectiva de já começar a trabalhar, agora tinha que ir visitar as casas. Na primeira não gostei muito, era localizada numa vila e as pessoas não eram muito receptivas e na segunda foi uma negação, pois era de frente a pista e os sons dos carros iriam incomodar demais, já a terceira simplesmente adorei, era pequena tinha uma varanda e cerca branca, tinha três cômodos, fora o banheiro que ficava no quarto, e um quintalzinho nos fundos que com muito trabalho ia ficar lindo, pois neste momento estava cheio de capim.

No primeiro dia de trabalho foi maravilhoso, pelo menos foi o que pensei, não tinha experiência com os produtos, não sabia para que servisse, meu dom era apenas com a comunicação com os animas e ocasionalmente sabia a doença que eles tinham, e não era bom usar de magia, pois só não me denunciaria como também seria injusto para comigo, eu tinha que aprender a cuidar de mim mesma e agir sem a necessidade de poderes.

Aos poucos fui me familiarizando com a rotina e Sakura me ajudava muito, só que Naruto, bem... Ele não era prestativo, era emburrado e isso me incomodava, ele sempre fechava a cara quando eu estava por perto, tentava de algum jeito agrada-lo mais ele não baixava a bola nunca.

- Estou fazendo algo de errado Naruto? – Perguntei a ele.

- Não, está certo sim, por que pergunta? – Inqueriu ele.

- Você é sempre carrancudo quando estou por perto, não gosta de mim é isso? O que foi que lhe fiz? – Perguntei, não queria desavenças no trabalho, mais ele não me deixava opção.

- Não gosto e nem desgosto, só sinto que você esconde algo! – Disse ele despreocupadamente.

Arregalei os olhos, será possível que ele soubesse que ela é uma feiticeira? Não, não tinha como isso acontecer.

- O que haveria de esconder? – Falei.

- Por que você não me diz? – Disse ele com outra pergunta.

- É você que fica achando que escondo algo, então é você que tem que dizer e não eu, não eis tu que ficar fazendo careta quando estou por perto? Então? – Falei ousada.

Ele se aproximou, notei que estava mais próximo do que o normal de espaço sentiu o coração acelerar, será possível que me desse medo?
Pôs a mão no vale entre os seios, arfei, mais ele não ousou seguir na malicia, acho que nem tinha intenção para isso, ele apenas queria sentir o pulsar do meu coração, será que os batimentos fortes iria o fazer supor que eu estivesse realmente escondendo algo? Não conheço precisamente como agem os humanos, senti a respiração pesar.

- Seu coração está batendo rápido demais — Disse ele, enquanto arqueava uma sobrancelha.

Afastei-me – Será possível que até o ritmo do meu coração lhe incomoda! – Exclamei com voz afetada. Não estava mais de frente a ele, sua presença me incomodava, me fazia querer está perto dele mais ao mesmo tempo não, talvez fosse coisa da minha cabeça.

Notas finais
Espero que gostem ^^
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.