O Poder De Um Feitiço
8 O terror começa.
Notas iniciais
Aqui Ronnie se depara com o pior de tudo: o medo.
Aproveitem, e comentem!
Aproveitem, e comentem!
Aham. eu simplesmente viajei. Fiquei ali por alguns minutos de olhos fechados, até que lembrei de Melissa. Virei-me tão rápido que caí na escada, de novo. Levantei-me devagar, um pouco zonza, e continuei meu percurso. Quando cheguei à garagem avistei Melissa no portão, discutindo com John, seu namorado. Escondi-me e escutei a conversa. Já pedi para parar com isso Melissa, não se meta na minha vida! John gritou com ela. Não, por favor, John. Melissa, entenda, já disse que não vou assumir esse filho! MELISSA ESTÁ GRÁVIDA? AH MEU DEUS! Não John, por favor, pelo bem da criança. Melissa, você é surda? Não! John começou a se irritar. Comecei a andar até lá. Melissa, Melissa! John, não! Pulei na frente dos dois, e recebi um soco no rosto, de John. Logo em seguida, lhe virei outro soco. Mas o que é que significa isso? olhei-o assustada. Você iria mesmo bater em Melissa, que está grávida? Eu já falei que não assumirei. John saiu de lá rapidamente. Eu o olhei sair. Melissa se esfregou no portão até descer ao chão chorando. Mel... me agachei ao seu lado. Você é forte... Uma mulher independente... Vai conseguir ok? John é um idiota, não iria ajudar em nada. Ela choramingava, me olhou e me abraçou. Vem, vamos subir e tomar um copo dágua. eu a ajudei a se levantar. Quando chegamos lá, pedi para que Natalie preparasse um copo com água e açúcar a ela. Meu celular tocou e corri para atender. Era Rolie, mas perdi a ligação. Quando desci, Natalie e Melissa conversavam. Desci as escadas e isso fez um pouco de barulho. Ela já está melhor Ronnie... Natalie veio até mim. Conversou com ela? Sim. Obrigada. Ela fez que sim com a cabeça. Ronnie. Melissa quase gritou. preciso ir para casa. Tudo bem. Levei-a até a porta do apartamento. Me ligue quando chegar, por favor. eu disse a Melissa. Eu ligo. ela respondeu. Eu fechei a porta acenando. Johnny e Natalie resolveram ir ao mercado, e iriam passar na escola de Willy para pega-lo, e eu fiquei sozinha em casa. Eu sentei no sofá, e fiquei pensando em tudo que tinha me acontecido, Joey, Mitchel, Melissa, aquela idiota da Rachel. Ela ainda ia ver só. Um barulho forte de um prato jogado no chão apareceu na cozinha. Devagar me levantei do sofá, virando-me para a porta da cozinha. Em passos pequenos e leves, cheguei até o local. Olhei todas as possibilidades de esconderijo ali. Não tinha nada, e nenhum prato no chão. Relaxei, e conclui que foi o vento. Quando virei-me novamente, escutei a porta do andar de cima bater. Fui até a escada rapidamente, assustada. Ouvi uma respiração ofegante, cada vez mais perto de mim. O que quer comigo? perguntei desesperada. Uma voz forte e tremula que não era bem da minha língua respondeu minha pergunta. Eu não conseguia entender. Apavorei-me, e não conseguia sair dali. Era como se algo me segurasse. Meu celular tocou no andar de cima. Movi uma perna para sair correndo dali, mas novamente, algo me puxou tão fortemente, e a coisa falou de novo, como se não quisesse que eu atendesse. O celular parou, e o telefone de casa tocou. Senti a coisa me soltar, e corri para atender. Alô? Oi Ronnie... Melissa! Socorro! O que aconteceu? A ligação caiu e a essa altura eu já estava apavorada. Meu celular tocou novamente, e o ouvi sendo jogado no chão. Fiquei tentada a subir e confrontar o que quer que estivesse ali, mas algo mais forte me impedia. Percebi que era medo. De repente, a televisão do quarto de Jonny ligou-se no noticiário a um volume muito grande. Saí correndo. Abri a porta e saltei para o corredor. Bati em algo e gritei. Com a força do impacto, caí no chão. Comecei a prestar atenção e percebi que era Mitchel, mais uma vez. Ronnie, está tudo bem? Mitchel se abaixou ao meu lado. Eu chorava sem perceber. A porta, entre aberta, abriu com um lance, e a cadeira do meu quarto rolou sobre a escada. Ronnie, quem está ali? Ele foi entrando devagar. NÃO! eu levantei o puxando para fora. Uma janela do andar de cima bateu e me fez pular para trás. Mitchel olhava a sala, curioso, enquanto eu simplesmente não conseguia me mexer. Vamos lá. ele disse não quer descobrir?
Não. Eu não quero descobrir. Acalme-se, vem. Ele fechou a porta de casa, e foi até a do fim do corredor, e abriu a porta. Entre? ele me convidou. Acabei cedendo e fui até lá.
Notas finais
Espero que tenham gostado.
Beijos, até mais.
Beijos, até mais.
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