Notas iniciais
Desculpem a demora enorme, mas fim de férias são sempre assim

Boa leitura!

Capítulo 17

Elle acordou com uma ideia fantástica. A conversa com Laura tinha-a feito pensar que poderia haver mais alguma coisa que poderia ser feita. E a conversa com Irina mostrara-lhe o quê: o Exército de Dumbledore. É claro que não seria realmente chamado o Exército de Dumbledore mas era praticamente o mesmo conceito. Com as pessoas que ela e Laura haviam ajudado formariam um grupo que aprendesse técnicas de guerra. Havia, como é evidente, alguns problemas: teriam de arranjar um sítio seguro e de convencer as pessoas.

- Laura, Laura, acorda! – Elle abanava a amiga que acordou quase prontamente. – Tenho que falar contigo sobre um assunto.

- O que foi? O que se passa? – Laura perguntou sentando-se na cama.

- Tive uma ideia. Vamos formar um grupo de lutadores. – Laura olhava insistantemente para ela. – Tinhamos que falar com todos aqueles com quem já falámos e arranjar um sítio para treinar. E claro, temos que preparar as aulas e ver o que é preciso ensinar. Não achas a ideia boa?...

- Eu sei dum sítio. É aqui perto. Chama-se a Sala Escondida. É quase como a Sala das Necessidades. Funciona da mesma maneira. Quase ninguém sabe da sua existência e nunca é usada. É seguro. E como é perto, corre-se menos riscos. Temos que ver quem está disposto a alinhar, e depois, começamos. – Laura disse animada com a ideia da amiga. – Temos que organizar bem as coisas e ser discretos, mas isso é o que nós fazemos todos os dias. Não há-de ser muito difícil.

- Então gostaste da ideia?! – Elle abraçou a amiga contente. – Vais ver, nós vamos conseguir isto. Ainda bem que sabes da existência dessa sala. Noutro caso, nunca conseguiriamos.

- Eu adorei a ideia… Adorei, nem imaginas o quanto. – Laura disse com um brilho nos olhos. – Vamos fazer um grupo de Slytherins rebeldes! – Ela exclamou fazendo a amiga rir-se. – Temos que começar a falar disso com os outros. É claro, eu falo. Tu podes ir preparando as sessões…

- Sim, eu já estou a pensar nisso. – Elle disse mais animada. – Temos que começar pelo básico e só depois explorar o mais complexo. Vou tomar banho para pensar bem nisso. – Enquanto Elle tomava banho, Laura fez as suas camas ao que a amiga agradeceu.

Quando as duas já estavam prontas para mais um dia, sentaram-se na cama a falar sobre o que iriam fazer e de como o iriam fazer. Tinham acordado cedo, mas aquela perspectiva de poderem fazer mais alguma coisa afastava o cansaço que isso poderia causar.

- Eu tenho alguns conhecimentos sobre técnicas de defesa e de ataque, mas vou procurar em mais alguns livros. Acho que é importante também tentar recolher os conhecimentos de cada um de nós para eles sentirem que também são importantes, que não estão ali só para receber, mas também para dar. Acho que nesta altura isso é importante. – Elle disse pondo os livros na mala.

- Sim, tens razão. Quando eu falo com eles, eles dizem que queriam poder fazer mais do que estar apenas a pensar o quanto tudo é horrível. – Laura falou concordando. – Querem ajudar, querem acabar com esta guerra, e com uma vitória para o lado do Bem, o lado que tanto desejam que ganhe. Eles têm sentimentos admiráveis, Elle. E eu tenho orgulho de os ter como colegas de equipa e como meus amigos. E sei que tu também tens. – Elle sorriu-lhe.

- Sim, tenho. Muito. – Ela disse. – Agora temos que ir tomar o pequeno-almoço. Mas espera, eu sei que estás com medo por causa da desconfiança acerca de mim. – Laura, que se tinha levantado, voltou a sentar-se. – Mas não precisas. Tu viste a Parkinson, ela queria ir a minha casa. E depois, também falei com o Malfoy, ele disse que a sua ideia sobre mim já tinha mudado. Quer queiramos, quer não, ele influencia bastante as pessoas da nossa equipa e…

- Calma, Elle, eu tenho medo que descubram, mas se o medo me impedisse de fazer as coisas, não seria muito diferente do que alguns colegas nossos. – Laura disse apertando-lhe a mão. – E eu sou diferente. – Ela sorriu.

- Ah, ainda bem que falámos. – Elle disse levantando-se. – Vamos agora, então, para cima. – Elas subiram para tomar o pequeno-almoço.

Quando saiam da casa da sua equipa, Elle e Laura misturaram-se entre os alunos que também já caminhavam para o Salão e por fim, uma vez lá chegadas, sentaram-se e tomaram o pequeno-almoço. Seria uma longa caminhada, mas já tinham dado o primeiro passo.

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- Irina! – Ginny chamou a atenção da amiga, que a olhou repentinamente. – Em que mundo é que estás?

- Desculpa, Ginny. – Irina disse, bebendo um pouco de chá. – O que queres?

- Falar sobre o E.D. – A amiga respondeu. – Nós precisamos de ti para nos ajudar a criar uma boa estratégia para não sermos descobertos e, consequentemente, prolongarmos o E.D o máximo de tempo possível. – Irina ficou chocada pela confiança dos amigos em si.

- Ah, Irina, não fiques tão surpreendida. Tu mereces a nossa confiança. – Neville sorriu, passando o braço por trás das costas da francesa em sinal de companheirismo.

- Obrigada. E é claro que eu vou fazer de tudo para prolongar o grupo por mais tempo. – Irina assegurou com garra.

- Então espero que estejas pronta para a nossa reunião. – Ginny falou com a sobrancelha erguida.

- Prontíssima.

- Olá a todos! – Ginny falou para os alunos que se encontravam na Sala das Necessidades. – Todos vocês sabem por que razão estamos aqui. Acho que não precisamos de falar sobre isso.

- Juntos, vamos aprender o máximo possível para combater quando o momento chegar. – Neville assegurou cheio de coragem, olhando cada aluno, cada amigo, cada companheiro nos olhos. – É claro que nós temos o essencial: coragem. Mas precisamos de saber o que fazer em combate: os feitiços básicos e os complexos.

- Não estamos aqui para vos enganar. – Irina disse. – O nosso conhecimento em feitiços não é o melhor do mundo, tão-pouco muito bom, mas eu creio que, unindo os nossos conhecimentos, nós possamos criar um grupo forte, capaz de enfrentar tudo e todos. O Quem-Nós-Sabemos está mais forte que nunca e pensa que tem todos na mão, mas isso porque ele não entende o que é o amor. O amor é a união. Nestas sessões não importa apenas saber os feitiços que usar, importa também saber aquilo que o Quem-Nós-Sabemos nunca saberá, porque é essa a nossa verdadeira vantagem. Exército de Dumbledore. É esse o nome do nosso grupo. Por homenagem ao grande homem, mas também por homenagem à sua mensagem: o amor é o maior feitiço de todos. E o Quem-Nós-Sabemos, apesar de brilhante, não sabe isso, logo, ficará mais fraco quando nós lhe mostrarmos que somos e que seremos sempre mais fortes que ele. Ele já foi derrotado uma vez e, apesar de estar mais forte agora, será derrotado uma segunda vez, e nós ajudaremos nisso. – Irina acabou, fechando o punho e gritando com Neville e Ginny:

- Exército de Dumbledore!

- Exército de Dumbledore! – Repetiram os alunos, mostrando sorrisos de confiança e preparando-se para começar.

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- Eu estou exausta, Dumbledore! – Irina falou depois de Albus lhe abrir a porta. – Não é que os treinos do E.D sejam muito difíceis, mas foram duas horas e eu tive que ajudar algumas pessoas. Seria horrível como professora, só os ajudo porque é mesmo necessário. – Irina entrou.

- Eu acho-a muito espampanante, Albus. – Irina assustou-se ao ver Snape na sua poltrona. Voltou-se para Dumbledore de seguida, questionando-o com o olhar.

- O Severus estava ansioso por te conhecer. – Dumbledore respondeu na brincadeira, fazendo Irina rir suavemente.

- Por acaso, ele parece-me muito ansioso. – Snape tinha cara de quem estava ali por obrigação.

- Albus, eu não estou muito confiante. – Irina sentou-se no sofá, olhando-o analisadoramente. – Sim?

- Desde o dia em que tentámos roubar a espada de Gryffindor que eu o acho um ótimo espião, mas, lendo por este angulo a sua cara, a sua expressão, eu diria… — Irina olhava-o com atenção. – Não, o senhor é realmente um bom espião. – Dumbledore suprimiu um riso.

- Eu só estou aqui, porque o Albus me convenceu a vir. – Ele falou. – Mas eu acho muito arriscado estar sempre a vir aqui, Miss Saint-Claire, não é nada discreta.

- Mademoiselle Saint-Claire, se faz favor, Professor Snape. – Irina insistiu aborrecida. – Ou então simplesmente Saint-Claire, ou mesmo Irina, mas miss não. Eu trato-o por professor ou por senhor, não por Professour ou monsieur.

- Miss Saint-Claire é muito inoportuna, Albus. – Snape ignorou a francesa. – E muito barulhenta.

- Hey, está a ser injusto, Professor. Eu estou a melhorar. – Irina defendeu-se. Dumbledore sentou-se na poltrona.

- É verdade, Severus, ela está mais silenciosa. – Ele apoiou.

- Mas não o suficiente, Albus, tu ainda a ouves a chegar ainda antes de ela bater à porta. – Snape tentou abrir os olhos ao homem. – Ela é uma causa perdida.

- Eu vou esforçar-me mais. Não há causas perdidas. – Irina assegurou, olhando para Dumbledore suplicante.

- Eu acredito em ti, Irina. – Ele sorriu-lhe, aliviando-a.

- Albus, ela é muito arrogante e impulsiva, um risco para a nossa missão. – Snape não dava o braço a torcer.

- Ouça, professor, eu entendo muito bem o que está aqui em causa, não me insulte. – Irina reagiu. – Eu sei ser muito racional. Isto foi uma má ideia, Dumbledore.

- Concordo perfeitamente, de certo já sabias o que eu iria pensar dela, Albus, acho que devíamos simplesmente dar-lhe uma poção para ela se esquecer de tudo ou um feitiço qualquer.

- Hey, não fale como se eu não estivesse aqui. – Irina estava irritada.

- Estás a ver, Albus? – Snape apontou para a francesa. – Ela não consegue controlar-se.

- É claro que eu consigo. – Irina sorriu calma.

- Se conseguisse não teria sido expulsa de Pahtellons para ir a uma festa. – Snape contrariou. Irina olhou para Dumbledore, que se mostrou culpado.

- Tinha que lhe dizer, não é? – Irina abanou a cabeça. – Bem, confia mesmo nele. Gostava de saber porquê.

- Porque eu sou silencioso, sei controlar-me, não sou inoportuno, e sou discreto. – Snape respondeu, fazendo Irina sorrir.

- Eu vou melhorar. – Ela assegurou aos dois homens. – Agora tenho de ir. – Dumbledore acompanhou-a até à porta. – Ele não gosta de mim, pois não?

- Pois… — Dumbledore disse com uma má cara. – Ele é um bocado difícil. – Irina acenou com a cabeça, saíndo de seguida.

- Vamos dar-nos mal com ela, Albus. – Severus abanava a cabeça, bebendo um pouco de vinho.

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Com tanto que pensar, dois dias passaram rapidamente. Elle e Laura planeavam a melhor forma de organizar o grupo. Havia duas palavras de ordem. Segredo e discrição. Mas com isso elas estavam bem. Os slytherins eram uma equipa de controlo, de segredos. Sugeriram logo que todos os alunos melhorassem a sua capacidade de esconder sentimentos e pensamentos, o que significava que teriam que se aplicar em Oclumância. De seguida, sabiam que tinham que treinar feitiços básicos de ataque e de defesa. Laura e Elle estavam muito empolgadas com o que estavam a fazer. Durante os planos que organizavam todas as noites antes de dormirem, elas falavam de como cada membro daquele grupo estava motivado e encontrava naquela solução uma escapadela do seu fingimento. Estavam todos ansiosos por conhecer pessoas da sua equipa que sentiam o mesmo que eles. Isso animava-as às duas.

Com a chegada do dia da primeira sessão, Laura e Elle, logo depois do jantar, foram para a Sala Escondida e organizaram tudo.

- Eu espero que isto tudo corra bem. – Laura disse colocando as cadeiras em ordem. – Estou tão orgulhosa de tudo isto, mas tenho tanto medo que aconteça algo de mau…

- Eu percebo. Também sinto isso, mas temos que ter pensamento positivo. – Elle disse.

Os colegas começavam a chegar e olhavam espantados uns para os outros. Nunca tinham pensado que os que lá estavam estivessem contra Voldemort. Mas assim tinham sido ensinados. Sabiam esconder o que sentiam e agora, isso era realmente crucial.

- Eu quero-vos dizer umas palavras sobre este grupo. – Laura disse fazendo-os olharem-na. – Eu e a Elle começámos este grupo porque percebemos que devemos conhecer alguns feitiços de combate. A vida é difícil e neste tempo é ainda mais. Portanto, temos que nos preparar. Eu orgulho-me de cada um de vocês. Afinal de contas, vocês são a razão de estarmos aqui, hoje, reunidos. Elle, queres dizer alguma coisa?

- Bom, quando eu cheguei a Hogwarts, percebi que todos desconfiavam de mim. – Elle disse. – E depressa tentei fazer com que os meus colegas de equipa abandonassem tal pensamento. E estas reuniões vão-me fazer bem, porque eu vou poder mostrar que estou aqui para combater pelo lado justo. Nós, Slytherin, vamos provar que não somos apenas aquilo que toda a gente espera, nós somos também pessoas que temem pelo futuro e que lutam pelo Bem. Não nos interessa o que os outros pensam, desde que saibamos quem somos e pelo que lutamos. Vamos a isto?

Aquela sessão foi passada a treinar Oclumância que Laura e Elle ensinavam. Iria demorar algumas sessões mas aquilo era imprescindível. Laura não tinha dúvidas, com os colegas, que conseguiam esconder quem eram, iria ser tudo muito mais fácil. Elle tinha-lhe ensinado aquilo em três dias e agora ela estava melhor. Em uma semana, elas esperavam que as sessões que ocupariam com aquilo dessem frutos.

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Quando, ao outro dia, Elle entrou pela porta da sala de encontro delas, Irina pôde observar que a amiga estava feliz, algo a animava.

- O que é que se passa, Elle? – Irina perguntou depois das duas se cumprimentarem longamente.

- Tenho tanta coisa para te contar que se passaram nestes últimos quatro dias. – Elle sentou-se de frente para a amiga. – Contei sobre nós à Laura. – Irina sorriu compreendendo a amiga. Aqueles encontros podiam ser segredo, mas Elle sentira a necessidade de partilhá-los com Laura e Irina não questionaria tal decisão. – E eu e a Laura formámos um grupo parecido com o ED mas só de slytherins, os que nós ajudámos, e praticamos na Sala Escondida, uma sala semelhante à Sala das Necessidades e muito perto das Masmorras. Tivemos ontem a primeira sessão. Estamos a praticar Oclumância para que ninguém consiga saber assim, de forma rápida, a nossa vida, sem que nos apercebamos. – Irina ficava mais feliz à medida que a amiga falava. Os slytherin eram cada vez mais, aos olhos de Irina, corajosos e iam lutar pelo Bem, pelo mesmo lado que o dela.

- Estou tão feliz! – Irina exclamou. – A força de vontade é louvável. Lutar contra tudo o que as pessoas estão à espera que façam e pensar por vocês próprios são capacidades que muitos colegas da minha equipa dizem que vocês não têm.

- Eu sei, mas isso não é o que realmente nos interessa, nem a eles nem a mim. – Elle disse cheia de garra. – Nós vamos aprender feitiços de combate e iremos usá-los, mais cedo ou mais tarde. Eu sei que nós não somos como vocês, gryffindors, que mostram o que querem, mas eu sei que percebes isso. Se um de nós fizesse alguma coisa assim, seria um alvo, não só para os professores, como também para os colegas de equipa, e alguns desses não têm limites. – Irina abraçou-a. – É por isso que não podemos insultar os Carrow ou o Snape.

- Sim. Eu percebo. – Irina falou para a amiga olhos nos olhos. – És a minha melhor amiga. Seria uma estúpida se não te percebesse.

- Obrigada, Irina. Nós estamos tão entusiasmados com isto, queremos mesmo enfrentar tudo. – Elle sorria contente. – Eu e a Laura planeámos tudo ao mais pequeno pormenor, por isso, é justo que tudo corra bem.

- Vai tudo correr bem. – Irina assegurou. – Nós também já tivemos a primeira reunião do E.D, estivemos a aprender feitiços básicos, como o Expelliarmus e o Protego. Todos nós sabemos fazê-los, mas algumas pessoas precisam de fortalecê-los para que tenham uma maior eficácia. – Irina recordava-se da sessão. – Amanhã teremos mais uma e já estamos a pensar em feitiços um pouco mais complexos visto que toda a gente melhorou nos básicos. Acho que temos potencial.

- Claro que têm. Claro que temos. Os nossos grupos são muito bons, Irina, só por terem tido a coragem de entrar em reuniões secretas que visam treiná-los para ajudar a acabar com o V. – Elle estava emocionada. – Eu estou cheia de orgulho de todos nós, Irina. Eu nunca pensei ficar contente por ter ido parar aos Slytherin, mas…

- Eles precisavam de ti. – Percebeu Irina, sorrindo.

- Exato, não de mim literalmente, mas de alguém que desse o primeiro passo. – Elle falou. – Eu e a Laura fomos as suas heroínas, eu consegui ver isso no olhar deles naquela sessão na Sala Escondida, eles estão-nos profundamente agradecidos. E eu a Laura estamos profundamente agradecidas a eles que nos deram uma oportunidade de ajudar alguém que precisava.

- Que bom, estou mesmo contente. – Irina disse. – Elle, o que achas que devo fazer para ser mais silenciosa?

- O quê? – A amiga perguntou, estranhando. – Tu és silenciosa.

- Eu estou mais silenciosa, mas não o suficiente. E tu sabes disso, Elle. – Insistiu Irina.

- Eu não sei o que deves fazer. Ah, já tentaste meditação? – Elle perguntou de repente.

- Meditação? Isso resulta mesmo? – Irina perguntou desconfiada. – Eu preciso de uma coisa que dê resultado.

- Bem, eu não sei se resulta mesmo, mas podes tentar, não tens nada a perder. Tens é que meditar muito para fazer efeito mais depressa. – Irina sentou-se no chão, metendo-se em posição de meditação e começando. – Mas porquê isso agora, Irina?

- Elle, nestes tempos todo o cuidado é pouco. Eu quero ser silenciosa a andar, porque acho que preciso disso, eu vou a vários sítios e é bom não fazer barulho. – Respondeu a amiga, continuando a meditar.

- Bem, eu vou-me embora agora, Irina. – Elle respondeu, despedindo-se da amiga e saíndo. Irina continuou a meditação.

Notas finais
Então, o que acharam?

Kiss and go,

brunadanih e CR