Notas iniciais
Este p.o.v. é consideravelmente pequeno, isto se deve ao fato de que ele foi escrito originalmente dentro do p.o.v. anterior, porém como o personagem título do p.o.v. anterior não estava presente nas cenas, ficaria sem sentido estar incluso lá. Pensando nisso tomei a decisão de transferir todo o conteúdo para um p.o.v. próprio.

Zoraida trabalhava agora em uma cantina no centro de Londres, como não tinha para onde ir, ela dormia lá, portanto, ficava sozinha todas as noites. E as noites naquela região eram escuras e sem movimentação, o que de alguma forma assustava Zoraida.

Naquela noite, como em todas as outras, Zoraida saiu pra levar os sacos de lixo pro latão mais próximo, que ficava em uma ruazinha escura. Zoraida foi levando os grandes sacos como de costume.

Quando de repente sente uma presença, tem a sensação de ter enxergado um vulto, mas volta ao trabalho fingindo que nada aconteceu, quando ouve passos no asfalto. Ela então começa a ter pressa, acaba o serviço e tenta voltar para a cantina, mas enxerga a presença de uma pessoa encapuzada na sua frente.

Ela tenta fugir pelo lado contrário, mas a pessoa a alcança e a agarra nos braços, abaixa o capuz, e Zoraida percebe que se trata de um homem, mesmo sem conseguir enxergar seu rosto. O tal homem retruca baixinho em seu ouvido:

– O Sr. Albert Johnson lhe deseja uma boa viagem!

E Zoraida não conseguiu entender nada.

– Como assim? Do que você est...

Antes que Zoraida pudesse completar sua pergunta, ou ser respondida pelo tal homem, ela sentiu uma faca afiada e gelada afundando em seu pescoço. O último desejo de Zoraida foi que seu filho e seu amado fiquem bem. Depois disso tudo ficou escuro.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.