Notas iniciais
Iae pessoas. Eu sei que esse cap. ficou curto, mas ontem faltou energia por horas e eu tive que digitar nas pressas quando voltou.

Depois de um dia cansativo de aula, fui para casa com Aoi e Kei, apenas para tomar um banho e vestir roupas confortáveis. Teríamos de estar na casa de W em alguns minutos, para ajudar ele com a mudança.

“Ah que saco, nós precisamos ir mesmo? Deixa eu ficar aqui tomando conta da casa?”

“Pra que Kei, pra você assaltar meu depósito de armas e ir brincar de caçadora por Karakura.” Depois do ocorrido na escola com Nina, eu não tinha nenhuma disposição a tirar meus olhos de Kei.

“Hehe, ficou tão obvio assim?” Ela sorriu de um jeito infantil, me dando calafrios. Não respondi nada, apenas joguei uma roupa pra ela e fui até o quarto prender meu cabelo.

Chegamos rapidamente a casa de W, onde já havia um carro de mudanças cheio de coisas em cima.

“Finalmente ruivinha. Aqui, leva essa caixa pra mim na moto.”

“Porque diabos não colocou esse troço pesado no carro?”

“Porque aqui tem minha coleção especial.” Ele falou com um ênfase exagerado. Traduzindo: Naquela caixa estavam as armas dele, provavelmente apenas uma pequena parte delas.

“Tanto faz. Onde estão os outros?”

“T-suki e Rangiku foram na frente levando umas coisas com o Chisei, e seu namorado ainda não chegou.” Que estranho, Ichigo não era muito de se atrasar.

“Certo. Já que eu vou levar sua caixa, a Aoi pode ir com você na moto?”

“Claro, vão indo na frente que eu vou esperar o cara terminar de carregar minhas tralhas e nós vamos.”

“Tudo bem.” Pouco antes de dar a partida, recebi uma mensagem no celular.

“Estava resolvendo uns assuntos. Encontro vocês lá no apartamento do W.” -Ichigo

Aquilo estava estranho, na verdade desde de manhã Ichigo estava meio distante, mas decidi ter certeza antes de tirar conclusões.

“Ori, o Ichigo-kun está bravo não é?” Kei perguntou inocentemente.

“Eu... Não sei.” Foi à resposta mais sincera que achei.

“Devia ter continuado o que começaram naquele dia no quarto dele, traria mais confiança a relação de vocês.” Fiquei completamente vermelha, aquela situação era estranha. “Qual o problema, você age como se eu não soubesse tudo sobre você.”

“As vezes eu apenas esqueço disso. Suba na moto de novo Kei.” eu coloquei o capacete para esconder minhas bochechas vermelhas. Chegamos rápido e encontramos T-suki e Rangiku desempacotando algumas coisas e Chisei tirando a poeira do lugar. Logo depois, W, Aoi e o homem que dirigia o caminhão de mudança chegaram, e eu e T-suki fomos ajudar W a tirar as coisas de cima. Me aventurei a pegar uma caixa bem pesada e acabei tropeçando e caindo em cima de T-suki, que por sua vez caiu em cima de W. Logo depois que nós duas levantamos começamos a rir muito alto, o descabelado parecia amassado feito uma folha de papel.

“Quer uma ajuda W?” Falei de um jeito inocente.

“O que você acha?” Ele reclamou. Estendi a mão, mas logo que ele conseguiu ficar de pé o derrubei de novo, arrancando risadas de todo mundo.

“VOCÊ TÁ TÃO MORTA AGORA RUIVINHA!” W tentou me atacar, mas eu desviei. E ficamos lá, todos rindo muito até que eu notei uma figura ruiva parada na esquina.

“Oi meu amor!” Falei indo em direção de Ichigo. Aqueles olhos frios me fitando e o arrepio na minha pele traziam de volta os maus pensamentos, balancei a cabeça para esquecê-los.

“Você perdeu a melhor queda da historia. O W ficou parecendo um pão de forma.” Comecei a rir de novo, abraçando ele, mas por incrível que pareça, Ichigo me empurrou pra longe de seu corpo.

“Olha Ori, eu acabei de lembrar que tenho algo importante para fazer, nos falamos depois.” Ele me olhou com raiva e saiu correndo em disparada.

“ICHIGO O QUE ACONTECEU?” Então meu pressentimento estava realmente correto. “W, VIGIE AOI E KEI PARA MIM!” Gritei enquanto corria atrás de Ichigo, me perguntando o que diabos tinha acontecido. Meu primeiro palpite seriam ciúmes, mas que eu me lembre esses dias não havia nenhum motivo para isso, fora que tínhamos resolvido essa questão alguns dias atrás. Bem, de um jeito ou de outro, só o que restava fazer era correr até meus pulmões queimarem por falta de oxigênio atrás das minhas respostas.

Notas finais
O que deu nesse morango? Ja ne!