O Orgulho e a Inocência
22 Capítulo 22 Angustia.
Notas iniciais
No meio da noite enquanto a jovem dormia entrou uma enfermeira em seu quarto e pegou a pequena menina que dormia profundamente no berço a o lado da mãe.
Ninguém desconfiou da enfermeira afinal a jovem trabalhava no hospital a um bom tempo e não teria motivos para roubar a criança, quando a mulher passou pelo corredor deu de cara com Sesshoumaru:
Onde você esta levando minha filha?
Ora senhores vão fazer alguns exames e logo a traremos de volta sua esposa não estava passando muito bem tinham muitos médicos com ela acho que ela está tendo alguma complicação pós parto!
Sesshoumaru foi correndo para ala onde Rin estava caindo na conversa da esperta mulher que saiu de fininho pela porta de trás levando o bebe, chegando lá ela entrou em um carro preto e fugiu levando a criança.
Quando Sesshoumaru chegou ao quarto e estranhou não ter medico nenhum lá e logo se preocupou tarde demais sua filha havia sumido completamente do hospital. Desesperado ele procurou por toda parte, mas nada a policia foi acionada e todos estavam muito apreensivos e o pai da criança desesperado e cheio de ódio afinal confiou na mulher que levou sua filha embora.
Rin acordou com a confusão e seu coração gelou quando olhou para o berçinho do hospital e não encontrou seu bebe dentro dele.
Sesshoumaru cadê minha filha?
Perguntou a jovem aflita para seu companheiro.
Sesshoumaru ficou sem palavras, pois não sabia como dizer a Rin o que estava acontecendo.
Ele se ajoelhou diante da jovem aflita:
Eu prometo vou encontrá-la mesmo que seja a ultima coisa que eu faça na vida.
OQUE ACONTECEU!!!!!!!! Gritou a menina aflita.
Querida infelizmente, achamos que sua filha foi seqüestrada ou roubada. Falou Satori que acabara de voltar segurando firme as mãos tremulas de Rin.
A menina se soltou de todos e saiu correndo na direção da porta quando foi subitamente segurada por Sesshoumaru, que lhe abraçou com força enquanto a jovem se desfalecia em seus braços chorando descompassada mente.
Estavam todos muito tensos quando o celular tocou era o policial que estava investigando o caso com as imagens da suspeita.
Sesshoumaru deixou Rin no hospital com sua família e foi até a delegacia ver as imagens e fazer o reconhecimento da suspeita chegando lá ele se surpreendeu com o que viu nas gravações estava a jovem que ele viu, mas sentada em um dos bancos próximo a saída estava Kagura estranhou ver sua velha amiga ali no hospital e logo desconfiou mas porque o que ela estaria fazendo ali?
Não pode ser apenas uma coincidência, ele resolveu tentar tirar a história a limpo ligou para casa da mulher que não atendeu ao telefone.
Sesshoumaru estava tenso pela primeira vez na vida sentiu-se impotente.
Enquanto isso em uma casa recém alugada estava a jovem Kanna com o bebe nos braços.
Meu deus ela é tão bonitinha! Pensou a jovem afagando os cabelos prateados da menininha.
Que vai fazer com ela? O impassível homem de cabelos cacheados e tão negros como uma noite sem luar olhou de soslaio e por fim disse.
Livrarei-me dela assim que tiver o que eu preciso, mas enganarei sua mãe dando lhe falsas esperanças de que a garotinha ainda está viva é mais fácil controlar as pessoas assim!
Quer dizer que você pensa em matá-la?
Não sei ainda ela é bem exótica dariam um bom preço no mercado negro! Se não fosse essa marca de nascimento horrível e comprometedora eu até venderia o bebe, mas eles a encontrariam e acabaria levando até a mim então.... Sim pretendo matá-la.
Kanna não esperava por isso para ela ele só queria se vingar do pai da menina seu coração se compadeceu de pena do bebe e ela se arrependeu amargamente de ter pegado ela de sua mãe, coitada não merece este destino.
O dia finalmente acabou e com ele as angustia se intensificaram Rin estava à base de remédios e Sesshoumaru muito tenso e preocupado não comia não dormia tudo que ele queria era pegar o desgraçado que roubou sua pequena.
A noite foi se intensificando quando Sesshoumaru recebeu um telefonema.
O telefone tocou e ele atendeu era uma voz de mulher então ele logo se pôs de prontidão poderia ser a seqüestradora e de fato era.
Alô meu nome é Kanna e eu seqüestrei sua filha sei que eu estou correndo um grande perigo entrando em contato com você, mas eu não quero que aconteça o que ele disse que vai acontecer então estou me entregando, estamos a duas quadras do hospital em uma casa alugada o 476 por favor venha de pressa ele quer matar o bebe ele é louco. Dito isso a mulher desligou o telefone sem deixar que o homem falasse nada.
Sesshoumaru não quis saber se estava caindo em uma armadilha se era verdade ou mentira ou o que estava acontecendo precisava salvar sua filha. Ela naquele momento era mais importante do que tudo.
Ele foi sozinho não disse a ninguém onde estava indo, mas seu pai desconfiou e chamou a policia dando a informação de que o filho recebeu um telefonema e saiu em disparada com o carro o que era no mínimo suspeito sabendo disso os homens começaram a rastrear o celular de Sesshoumaru.
Enquanto isso a jovem de cabelos brancos e olhar inexpressivo voltou para o cativeiro com os lanches que havia comprado e foi para o quarto do bebe como se nada tivesse acontecido ela sabia que pagaria caro mas não queria matar uma criança por mero capricho de seu chefe.
Kanna realmente não era má era ladra e esperta mas não assassina ela foi treinada por Naraku e o temia por sua maldade mas sentiu pela primeira vez na vida pena de algo ou alguém a criança não tinha culpa era o pai dela que o homem estava querendo então ela fez o que achou certo.
Naraku era um homem esperto e achou estranho demora da jovem, mas estava preparado para um plano B tinha uma carta na manga.
Sesshoumaru chegou até a casa misteriosa, ele tentou ver por entre os vidros se encontrava alguma movimentação estranha algo que pudesse indicar que estavam escondendo um bebe ali, mas nada estava tudo silencioso até ele ouvir um choro de bebe não teve dúvidas sua filha estava ali.
Ele era destemido e forte não se importou com o que poderia acontecer com ele só sua filhinha importava naquele momento.
Ele entrou pela janela dos fundos tentado não fazer barulho foi sorrateiramente até um dos cômodos e viu sua filha dormindo suavemente o que ele não percebeu foi que havia uma pessoa atrás de si apontando uma arma para ele.
Deixe a ai quietinha!
Você!
Fale com o autor