Notas iniciais
me perdoem pela demora, mais eu simplesmente não sei o que escrever, as idéias não existem mais.

O nosso recomeço

Depois de horas Estevão e Maria finalmente chegam a Nova York, eles pegam um taxi e vão para o prédio em que Ana Laura está, assim que eles chegam o porteiro reconhece Estevão.

— bom dia Senhor San Roman.

— bom dia senhor Gregório- fala e o homem acena com a cabeça e libera a entrada dos dois, depois de alguns segundos eles já estão na sala do apartamento.

— como ainda é cedo a Aninha ainda deve está dormindo, vou lá vê ela e você pode levar as malas para o nosso quarto? Pergunta Maria.

— claro que sim amor- e assim eles fazem, Maria vai para o quarto da filha e ao abrir a porta dá de cara com ela e o Victor dormindo abraçados.

— eu posso saber o que está acontecendo aqui? Ela pergunta e eles acordam assustados.

— MÃE/TIA- falam ao mesmo tempo.

— mãe, o que a senhora está fazendo aqui? Pergunta enquanto se senta na cama.

— bom dia Ana Laura, eu e o seu pai viemos, pois estamos preocupados com você.

— espera ai, o papai está aqui?

— está sim.

— é hoje que eu morro- diz Victor

— não exagera Victor, ele só está....bravo por causa da Ana Laura.

— ai meu Deus mamãe, e agora?

— primeiro, como você soube que a Aninha estava aqui?

— Estrela.

— ela também está aqui?

— está sim mãe, eles chegaram ontem a noite.

Estevão resolveu ir logo vê sua filha e antes de entrar no quarto dela ouve uma voz que faz o seu sangue ferver.

— Victor, o que você está fazendo aqui?

— pai.

— depois conversamos Ana Laura, agora a minha conversa vai ser com o Victor.

— pai, por favor.

— depois Ana Laura.

— Estevão...

— mais que barulho todo é este? Pergunta Estrela, ai só então que ela nota a presença dos pais- mãe, pai? O que fazem aqui? Pergunta e vai até eles e lhes dá um beijo no rosto.

— então foi você quem trouxe o Victor, Estrela?

— foi sim pai.

— eu estou sem palavras.

— Estevão, não é pra tanto meu amor.

— não é pra tanto? Maria, a Ana Laura preferiu morar em outro país porque não aguentava mais sofrer por causa do Victor, eu estou me controlando para não leva-la de volta para a nossa casa, ai vem a Estrela e trás justamente o causador de todo o sofrimento da própria irmã, por Deus, isso é loucura.

— pai, está certo que o Victor errou, ao menos ele acredita nisso, mais o fato é que ele tinha o direito de se explicar para a Ana Laura, ele a ama pai e a Aninha também o ama.

— mais eu não penso assim, ele traiu a minha filha e ainda por cima engravidou a ex namorada.

— tio, eu vou provar que não trai a Aninha e que o filho da Catarina não é meu, e a Estrela está certa, eu amo a Aninha, ou melhor, nós nos amamos.

— esteja no meu escritório em cinco minutos- fala e sai.

— ele exagerou- comenta Estrela- mais Victor é melhor não deixar ele te esperando, ele pode ficar mais furioso ainda.

— tem razão Estrela- se vira para Ana Laura, lhe dá um selinho e em seguida vai até a sua mala e pega o que precisa e vai para o banheiro, enquanto isso Maria senta na cama e Ana Laura abraça a mãe.

— que saudade minha princesa.

— eu também estava com saudade mamãe, mais porque vocês não avisaram que estavam vindo?

— nós percebemos que você não estava bem, então resolvemos vir para ficar o final de semana com você, e você Estrela, que ideia foi essa?

— mãe, eu não imaginava que vocês fossem aparecer, e o Victor estava sofrendo, assim como a Aninha, e eles precisavam conversar- antes que Maria pudesse falar, Victor aparece.

— vou lá enfrentar a fera, te amo- fala e em seguida dá um beijo nela e sai, vai até o escritório de Estevão.

— bom, já que estão acordadas vão tomar um banho que eu vou vê se o café da manhã está preparado.

— tudo bem mãe- falam juntas.

Xxxxxx

Depois de quarenta minutos todos estão tomando café da manhã juntos, Estevão era o único que não falava nada, depois que eles terminam.

— então, o que acham de irmos dá uma volta, fazia tempo que eu não vinha a Nova York, então, o que acham?

— vão vocês, eu vou ficar aqui- diz Estevão.

— eu acho uma ótima ideia filha, vamos sim.

— também gostei.

Estevão continua calado, então Ana Laura chama seu pai.

— pai, podemos conversar um instante, por favor?

— claro- eles então vão para o quarto principal, chegando lá, Estevão senta na cama e Ana Laura se aproxima e senta no colo do pai.

— pai, por favor, não faz isso.

— Ana Laura...

— pai...

— filha, eu não acredito que você vai voltar com o Victor depois do que ele te fez.

— papai, por favor, não faz assim, eu amo o Victor e estava sofrendo por está longe dele, mais eu também amo o senhor pai, e saber que o senhor está chateado por uma decisão minha está me deixando muito mal.

— filha, eu só não quero te ver naquele estado novamente, tente me entender.

— eu entendo, e amo a sua preocupação comigo pai, de verdade, mais o senhor não vai poder me proteger sempre, às vezes vai ter que deixar que eu quebre a cara, e assim eu vou aprender, pela primeira vez eu to feliz por ter seguido o meu coração, ele disse que eu tenho que perdoar o Victor pai, eu tô muito feliz, o Victor me faz muito feliz.

— filha, eu faço de tudo para que você seja feliz, mas não sei se gosto da sua decisão de reatar com o Victor, não enquanto toda está historia dele com a Catarina não for resolvida, entenda meu amor, eu só quero te proteger, e enquanto eu puder fazer isso, acredite, eu vou fazer.

— pai, por favor, eu não posso fazer isso se o senhor não estiver de acordo, eu preciso da sua permissão, do seu apoio, você mesmo disse que queria ser mais do que o meu pai, queria ser o meu amigo, e eu quero o meu amigo, pode fazer isso por mim? O senhor soube por mim sobre a minha virgindade, ou a falta dela, enfim, eu confiei no senhor e lhe contei isso, mesmo sem saber a sua reação, nem pra mamãe eu contei, ela soube por que ouviu uma conversa minha com a Marilia, por favor, me dê esse voto de confiança.

— filha...

— se eu quebrar a cara o senhor vai poder falar, eu avisei, você deveria ouvir os seus pais, esse tipo de coisa, mais eu só peço uma chance, o Victor disse que vai investigar pra descobrir se a Catarina está mentindo, então, o que o senhor me diz?

— tudo bem...vou te dá uma chance, vou confiar nos seus instintos, se você acredita que o Victor é inocente, então, tudo bem, eu vou confiar em você.

— ohh papai, obrigada, você é o melhor pai do mundo- fala enquanto distribui vários beijos pelo rosto de Estevão.

— eu só quero a sua felicidade minha princesa.

— obrigada papai, eu te amo- eles se abraçam, e ficam assim por alguns minutos, depois eles voltam para a sala de jantar.

— então...como estão? Maria pergunta

— estamos bem- respondeu Estevão sorrindo.

— o passeio está de pé então?

— por mim Estrela, o que acha pai?

— ótimo, sou voto vencido mesmo, então vamos passear.

— por isso o senhor é o melhor.

Depois de se arrumarem eles saem, vão passear pelos pontos turísticos de Nova York, almoçam em um Shopping e depois de muita insistência acabam convencendo Estevão a assistirem um filme, então para fazer a vontade das filhas ele acaba cedendo.

De volta no apartamento

Todos já estavam de banho tomado

Eles estavam sentados no enorme sofá existente ali no sofá.

— então filha, como está se sentindo?

— hoje, depois de semanas de tristezas estou finalmente tendo um dia alegre, hoje eu posso dizer que tenho razões para está realmente feliz.

— que bom filha, é assim que eu quero te ver, sempre sorrindo- diz Maria ao abraçar a filha e lhe dá um beijo na testa.

— Princesa, eu sinto muito por ser o responsável por sua tristeza.

— não Victor, a responsável da minha tristeza é aquela agua de salsicha, não você meu amor- ela levanta e vai até ele e o abraça, lhe dando um selinho, Estevão revira os olhos ao vê a cena, mais se controla pois sabe que a filha está feliz, eles ficam ali curtindo o resto da noite em família, e pela primeira vez todos ali estavam felizes.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.