O Nekagon - Surpresas
8 Capítulio VI
Notas iniciais
Bem, aqui está mais um, espero que gostem! =B
Então, eu estava ali, preensado contra a parede, tentando sair daquela posição, mas, por incrível que pareça, o Yuki era realmente muito mais forte do que parecia.
_ Ei, Yuki... — comecei e logo vi que minha voz tinha sumido. Yuki agora sorria de um jeito indescritível.
_ Sim? — perguntou ele, passando a língua pelos lábios lentamente, fazendo com que eu juntasse nossos lábios novamente.
Puxa, aquele gato um dia me deixa maluco, eu juro. Joguei meu corpo contra o dele e consegui jogar ele no chão, ficando por cima. Ah, muito melhor assim, eu me sentia muito mais seguro dos meus atos.
Na mesma hora em que nos separamos, ele me jogou para o lado e ficou por cima, sorrindo.
_ Você não vai conseguir vencer assim tão fácil, dono. — murmurou ele, passando as mãos pelo meu peito.
_ Huum, nem você, Yuki... — murmurei, me sentando e prendendo ele contra a cama.
Eu o beijei novamente, mas dessa vez, senti as mãos dele passarem por todo o meu tórax e meu peito. Senti um frio na espinha, e ele foi se movendo para cima de mim lentamente enquanto nos beijavamos.
Yuki tirou a minha blusa e começou a beijar o meu pescoço, tampando os meus olhos com uma das mãos.
_ Ei, Yuki, por que você está tampando os meus olhos? — perguntei, com a voz um pouco tremida pela excitação.
_ Nyaah, eu tenho vergonha, donoo... — murmurou ele.
Eu sorri e troquei novamente nossas posições, percebendo que ele estava por cima. Era um gatinho esperto então, hum... Sorri.
_ Eu não tenho a mínima vergonha, pode olhar o quanto quiser. — sussurrei e chupei seu pescoço, fazendo um caminho de beijos até parar nos seus mamilos.
Abri ainda mais o sorriso, e quando eu fui começar, senti nossas posições trocarem e ele agarrou meus cabelos, puxando a minha cabeça para trás.
_ Naah, eu já falei que eu não gosto de ficar por baixo, mas eu também não gosto de ficar só assistindo. — murmurou ele, fazendo exatamente o que eu estava querendo fazer com ele, mas comigo.
Fechei os olhos e mordi a língua para não soltar nenhum gemido contrangedor. Enquanto ele chupava e lambia ali, continuava a passar a mão pelo meu tórax, até pela minha bunda, fazendo com que eu corasse violentamente.
Agarrei uma mão nos seus cabelos, puxando a cabeça para trás e ele arranhou com força as minhas costas, fazendo com que eu gemesse de dor e soltasse seus cabelos.
_ Aaahn, dono, me deixa continuar, naah... — murmurou Yuki, sorrindo e me jogando na cama.
Ele me virou de costas e eu senti ele lambendo os arranhões que fizera, que com certeza deixaram marcas, se bobiar até deve ter sangrado. Mas, com ele passando a língua tão levemente por cima deles, hum... Isso me deixava completamente arrepiado, e agora com medo de que ele começasse a morder ali.
Logo eu joguei ele na cama, ficando por cima e logo vi que a toalha que ele usava estava no chão, ou seja... Ele estava... Nu? Me senti sendo derrubado no colchão de novo, foi tamanha a minha surpresa que nem percebi quando ele retirou a minha calça e pegou o meu membro com as mãos.
Arregalei os olhos e puxei ele para cima pelos cabelos, fazendo com que ele gemesse em protesto.
_ O que você pensa que está fazendo? — perguntei, ficando por cima novamente. — Você não pode se aproveitar da situação desse jeito não...
Dessa vez, eu fiz o que eu já queria ter feito há algum tempo atrás. Lambi e chupei os seus mamilos, passando a língua por toda a sua barriga. Ele gemeu, quase arrancando meus cabelos enquanto eu descia cada vez mais por aquele corpo perfeito.
Mas, mesmo com o Yuki agarrando meus cabelos com as duas mãos, senti algo no meu membro, fazendo com que eu ofegasse de surpresa e fechasse os olhos. Huum, eu não tinha idéia do que era, mas era macio e... Huum, aquilo era bom, muito bom...
_ Nyaah, parece que você gostou da minha cauda, né? — perguntou Yuki, passando as mãos pela minha barriga e dando a volta, ficando por cima.
Eu não conseguia fazer nada, aquela cauda, aquela sensação era diferente de todas as outras que eu já havia sentido. Me ouvi gemendo e ouvi uma risada, mas nem liguei. Para falar a verdade, parecia que eu estava dentro de alguém, mas sempre tinha alguma parte gelada dentro dessa pessoa, e quando esquentava, huum...
_ Naah, assim ficou mais fácil... — murmurou Yuki, lambendo todo o meu corpo e chupando, fazendo com que eu gemesse mais e me agarrasse na cama, com os olhos cerrados.
Então, senti a cauda dele sair de cima do meu membro, fazendo com que eu abrisse os olhos para ver o que estava acontecendo. Mas meus olhos foram novamente tampados pelas mãos de Yuki, logo após eu ver um sorriso safado em seu rosto. O que aquele maldito estava planejando?
Tentei trocar as nossas posições, mas senti algo diferente. Eu não sei o que estava acontecendo, não sei o que aquele maldito estava fazendo comigo, mas senti algo se apertar contra o meu membro. Aquilo era estranho, o que, diabos...
De repente, senti que meu membro estava se apertando em um lugar quente e úmido. Huum... Relaxei na hora, aquilo era... Hum...
_ O que você está fa-fazendo? — não pude deixar de perguntar.
_ Naah, nã-não me faça falar agora... — murmurou Yuki, com a voz tremida. O que estava acontecendo?
E quanto mais aquela coisa avançava, mais eu me sentia prestes a explodir. Aquilo era bom demais!
_ Y-Yuki, não me deixe com essa curiosidade... Huum... — murmurei, cerrando os olhos novamente.
_ Naah, promete que não vai olhar? Por favor? — pediu Yuki e eu fiz que não com a cabeça.
_ Me deixa ver o que... — murmurei e fui interrompido:
_ Naah... Mas, aai, não se move, nyaah, poxa! — exclamou ele e eu paralisei. Será que era o que eu estava pensando que era?
_ Você, por um acaso, não está me enfiando no seu c- murmurei e fui interrompido:
_ Nya-não fala! Nyaah, se não dói mais! — exclamou ele, tirando a mão dos meus olhos e agarrando as cobertas abaixo de nós.
Eu não me lembrava de como fomos parar na cama, mas... Eu o fitei. Ele estava com os olhos semi-cerrados, me observando, e se sentando cada vez mais um pouco no...
_ Então era isso mesmo que eu pensava. — resmunguei.
_ Nyaah, eu pedi para não olhar! — exclamou ele, se remexendo e fazendo com que meus olhos se fechassem de prazer.
_ Huum, isso foi bom. — murmurei, abrindo os olhos de novo.
_ Naah... — murmurou, respirando fundo, fazendo uns acenos com a cabeça como se estivesse contando e sentou de uma vez ali.
Arregalei, os olhos, não consguindo deixar de gemer de verdade. Nossa, aquilo foi... Isso, até sentir as unhas dele se cravarem nos meus ombros e notar as lágrimas caindo de seus olhos, que estavam cerrados.
_ Yuki... — murmurei, quase desistindo daquilo. — Se você quiser eu...
_ Não! — exclamou ele, fazendo que não com a cabeça. — Só deixa eu me acostumar...
Ele respirava fundo. Eu mal ousava respirar com medo de machucá-lo. Ficamos algum tempo assim.
_ Nyaah... — ouvi e o fitei. Parecia que a dor finalmente estava cedendo. — Será que... Eu posso te arranhar? — perguntou.
Paralisei de novo. Ele tinha que falar aquilo bem quando eu começava a me mecher?
_ Bom, a última vez foi bem... — murmurei, pensando nas minhas costas, que agora ardiam.
_ Naah, por favor? Agora vai ser um só. — murmurou ele.
Belesa, ele era sadomasoquista, só pode. Eu o fitei, sem acreditar no que estava ouvindo.
_ Então você gosta de arranhar os outros enquanto está sentindo prazer? — perguntei.
_ Não é bem assim, é só... — murmurou ele, passando uma de suas unhas afiadas pelo meu peito, fazendo com que eu fechasse um dos olhos.
Beleza, agora ali também ia arder. Muito obrigado! Ele lambeu o fio de sangue que escorreu e rebolou. Puxa, aquilo era o paraíso. Mordi os lábios, tentando inutilmente não gemer.
_ Nyaah, você gostou, não é? — perguntou Yuki, sorrindo e se aproximando para me dar um beijo.
Acordei no chão. Espera... Aquilo foi um sonho? Olhei para os lados, um pouco assustando e notando que eu estava nu. Opa... O que tinha sido sonho e o que não tinha? Eu perdi alguma coisa, isso estava certo.
_ Nyaaah, dono? Está tudo bem? — ouvi de cima da cama.
_ Hum... Acho que sim. — murmurei.
_ Naah, você me assustou... Nyaah, você caiu da cama? — perguntou, rindo da minha cara. Eu o fitei.
_ Eu, é... — murmurei, olhando para os lados, assustado.
_ Nyaah... Quer continuar o que a gente parou de fazer? — perguntou Yuki.
_ Ahn? — perguntei, um pouco confuso.
_ Nyaah, é que você caiu bem na hora que estava me acostumando... — murmurou ele.
_ Ah... — murmurei, coçando a cabeça. Então não era sonho...
_ E aí? — perguntou ele, me olhando de cima da cama.
_ É, pode ser, né? — eu estava sem graça agora.
_ Nyaah, vem logo... — murmurou ele, me puxando para cima da cama.
Por fim, depois de tudo aquilo, nós apagamos na cama, depois de eu ter a idéia de trancar a porta, claro.
Notas finais
Bjs.
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