Notas iniciais
Hello Guys! (Fugindo dos Avadas...)
I'm sorry! Eu sei que tenho demorado, mas o meu tempo está curtíssimo... Mal consigo pensar em mim mesma! Minhas tardes estão lotadas e as noites servem pra tentar descançar e fazer tarefas! É complicado!
Mas vamos falar da Fic...
Sim! Infelizmente ela está chegando ao seu fim... Mas... Ainda trarei algumas emoções aqui para vocês! Me aguardem!
Agora sim...
Divirtão-se!

E assim continuou até chegar aonde meu corpo pedia por ele.


-Andrew... – Gemi baixo.

Pela primeira vez senti como um toque íntimo poderia ser tão prazeroso.

Sua boca chegou ao meu seio direito onde sugou levemente, o prazer com esse simples toque foi extremamente intenso. Logo senti sua mão esquerda no outro seio, onde massageava levemente.

Ele começou a beijar meu seio mais intensamente, me fazendo virar os olhos de prazer. Como algo poderia ser tão bom?

Ele beijava, mordiscava, sugava... Enquanto eu gemia por ele.

Logo mudou de seio, recomeçando com os toques singelos e evoluindo para alguns mais ousados.

A sensação era incrível, pois não era apenas o prazer da carne, mas também era aquele prazer interno, pessoal; é indiscutivelmente mágico. Nada se compara ao fato de se entregar ao homem que você ama, e que sabe que te ama da mesma forma, e logo sentir como seu corpo reage a ele, como de uma hora para a outra você descobre coisas sobre si mesmo que mal tinha noção... São aquelas coisas que não são descobertas sozinhas, mas apenas com alguém que te faça pensar o quanto elas podem valer a pena.

E era isso que eu sentia.

Enquanto gemia em baixo dele um sorriso singelo se ponderou de meu rosto.

Algum tempo depois ele largou ambos os seios e continuou o caminho de beijos pela minha barriga; os beijos eram simples, mas sensuais. A ponta de sua língua encostava em minha pele, mas logo era substituída por seus lábios. As mãos acompanham meu corpo e desciam junto dos beijos.

Eu estava curiosa com seu próximo ato e observei-o.

Quando chegou na barra do meu short, seus olhos encontraram os meus; suas mãos desceram até minhas coxas e se infiltraram sorrateiramente no meu short, onde logo apertaram a carne por baixo deles.

Gemi com o aperto brusco e escutei-o gemendo baixo também.

Sua boca voltou novamente para minha pele e seguiu até a barra do meu short, que segurou com os dentes e puxou para baixo, soltando logo depois, fazendo com que o elástico batesse contra minha pele.

Um sorriso malicioso surgiu em seu rosto e eu tive de morder os lábios para me controlar... Aquilo havia me excitado muito.

Suas mãos saíram de debaixo do meu short e seguraram agora a barra, ele puxou-a para baixo deslocando o short para minha pernas, eu ergui o quadril ajudando-o. Ele recuou até retirar o short pelos meus pés e jogou-o em algum canto do quarto.

Ele olhou para minha calcinha e sorriu muito maliciosamente.

–Calcinha vermelha?! – Afirmou muito mais do que perguntando.

Eu não havia me tocado sobre a cor dela até ele reparar. Sim. Era vermelha!

–Sabe o que dizem de mulheres que usam calcinhas vermelhas? – Perguntou sensualmente enquanto deslizava as mãos por minhas pernas acima até chegar em minhas coxas a alguns centímetros da calcinha.

Eu ri com a menção ao nosso “primeiro encontro” onde ele comentou sobre os sutiãs vermelhos.

–Posso até imaginar! – Declarei sorrindo e fazendo-o rir.

Ele se postou novamente acima de mim e me beijou profundamente; minhas mãos grudaram em seus cabelos trazendo-o para mim, enquanto minhas pernas se enrolaram em sua cintura pressionando-o contra mim. Ambos gememos com o toque cada vez mais desimpedido.

Sua mão direita segurava bruscamente meus cabelos enquanto a esquerda vagava por meu corpo; ela desceu do meu pescoço até meu seio, onde apertou sem delicadeza alguma, fazendo-me gemer de prazer e dor; continuou descendo até alcançar minha cintura, onde esmagou a pele contra sua mão; e logo desceu ainda mais alcançando minha coxa, que apertou bruscamente colando-a ainda mais ao seu corpo.

Percebia o quanto ele estava excitado com a situação, o volume em sua calça era evidente contra minha pele, os toques só se tornavam mais bruscos e íntimos, os beijos mais intensos, os gemidos mais constantes...
Deus! Eu estava da mesma forma!

Com os pés comecei a empurrar sua calça, já desabotoada por mim, para baixo. Consegui empurrá-la até os joelhos, e então ele se levantou brevemente da cama e as tirou.

Enquanto ele fazia isso meus olhos não conseguiram desgrudar da cueca Box preta que ele usava. Se eu não morrer de infarto hoje, eu não morro mais!

Ela se modelava a sua pele deixando bem evidente o quanto Andrew era muito bem... Agraciado.

Olhando aquela cena não pude controlar um gemido, e logo que percebi que ele havia escapado mordi o lábio inferior com força.

Nossa! Que homem é esse?!

Era a visão de um deus grego na minha frente.

Os olhos azuis olhando penetrantes os meus, os cabelos negros e lisos bagunçados por minhas mãos, os lábios avermelhado e inchados; o peito forte ofegante, o barriga definida com alguns traços avermelhados dos meus beijos, as pernas fortes e aquela maldita cueca Box me levando a imaginar os piores pecados.

–Gosta? –Perguntou vendo que meus olhos percorriam seu corpo.

Fiquei vermelha na hora e acenei timidamente com a cabeça.

Ele riu de minha vermelhidão enquanto se colocava novamente em cima de mim.

–Que bom! Pois isso é tudo seu! – Sussurrou em minha orelha para logo mordê-la.

–Andrew... – Gemi em seu ouvido de excitação.

Escutei-o gemendo de volta.

–Que droga, Margareth... – Disse enquanto beijava meu pescoço. – Não faz isso não que eu não consigo me controlar!

–Não se controle... – Sussurrei.

Ele gemeu contra minha pele e se afastou distribuindo alguns beijos pela mesma; quando chegou ao fim de seu caminho, estava com o rosto na direção dos meus joelhos.

Cada uma de suas mãos se postava de um lado de minha calcinha, seus dedos puxando levemente os elásticos, brincando com eles... Enquanto sua boca foi para a minha pele.

Ele começou a beijar a parte interna da minha coxa esquerda... O toque quente da língua em minha pele foi desastroso. Gemi alto enquanto jogava a cabeça para trás.

Ele fazia um caminho lento e tortuoso de beijos que estavam me excitando de uma forma anormal. A boca ficava a cada beijo mais perto de minha intimidade, que queimava como nunca havia antes.

Pela primeira vez desejei tanto um toque em meu corpo.

Sua boca se tornou perigosa quando senti seu hálito quente encontrando diretamente minha chama; a mesma se aproximou e depositou um leve beijo no local por cima do pano... Foi inevitável não gemer por antecedência.

Cada uma de suas mãos agarrou um lado da calcinha, e delicadamente, começou a desliza-la para fora do meu corpo...

A vermelhidão que tomou meu rosto era visível, tanto que fechei os olhos, evitando olha-lo, pois não ajudaria em nada.

E foi nesse momento que as duvidas surgiram... Será que ele se sente como eu? Sou eu suficiente para um homem tão experiente quanto ele?

–Maggie... – Escutei-o me chamando.

Relutante abri os olhos.

Quando olhei-o, vi um sorriso calmo em seu rosto.

–Não se preocupe com nada essa noite... Apenas sinta. – Sussurrou retomando sua posição com a cabeça quase entre minhas pernas.

Ao vê-lo se aproximar mordi o lábio inferior de expectativa. As dúvidas viraram nuvens e desapareceram.

Seu hálito veio novamente naquela direção, mas dessa vez não havia mais barreira alguma entre seu toque e minha feminilidade. Ele abaixou sua cabeça e beijou levemente minha virilha, apenas com os lábios.

Um gemido escapou por entre meus lábios.

E então ele fez algo que me deixou com não apenas as pernas, mas com todo o corpo mole.

Andrew levou a boca diretamente para minha feminilidade onde beijou mais intensamente.

O efeito foi desastroso. Um gemido altíssimo saiu por minha boca ao mesmo tempo em que meus olhos reviravam.

Deus! Como pode?

Eu jamais havia sentido tanto prazer em um só toque... Era tão... Nossa!

Sentir seus lábios macios e quentes nesse local tão inexplorado era maravilhoso. Seu toque me fez ir a loucura. Em um momento fui ao céu e voltei para a terra.

Os gemidos se tornavam mais altos e incontroláveis; os beijos ficaram mais intensos... O toque de sua língua me alucinava... Eu já não tinha força alguma para ir contra isso!

Lá estava eu, deitada na cama, nua, sem forças próprias, pois meus movimentos eram resultados dos estímulos dele em meu corpo; e lá estava Andrew, em cima de mim, beijando partes do meu corpo que eu mesma desconhecia o poder. Paraíso.

Conforme meus gemidos aumentavam percebi que ele correspondia ao mesmo da mesma forma; seus gemidos eram roucos, intensos...
Meu tronco se elevava como se tivesse vontade própria, minhas pernas se fechavam em torno do tronco dele, massageando suas costas, meus olhos reviravam...

E eu apenas queria mais!

Eu o queria!



Notas finais
Agora que vocês já estão mais calmos eu posso continuar...
Queria agradecer a todos que me mandam reviews, que me dizem o que acham, que me incentivam em todos os capítulos, que me defendem (hahaha...), que me apoiam! Ahh... Eu amo vocês pessoal! Obrigada por tudo! Tudo mesmoooo!
Saibam que eu leio todos os reviews, mas não consigo responder!
Agora sobre o capítulo...
O que acharam?
Mereço reviews?
Obrigada antecipadamente!
Boa noite!