O Namoradinho Da Minha Mãe
80 Capítulo 80
Notas iniciais
- Eu falei que ela ia se render — Rafaela disse, e riu.
Luiz havia acabado de chegar junto com a Larissa.
Espera ai, ele e ela juntos de novo? Nem acredito.
— Oi Lu — disse pulando em seu pescoço.
— Nossa Ju, tá feliz é? — ele me segurou no seu colo.
— Não, — dei uma risada e pulei no chão. — é, quer dizer, acho que sim — disse, e bebi mais um pouco.
— É, ela tá feliz — Dudu disse rindo e me puxou.
Começamos a dançar, e dançar, e beber. Esse tempo fiquei só na Ice mesmo, depois iria beber mais pesado, hm.
Ficamos dançando um tempão, e logo já estava cheio de gente do grupinho dos meninos conosco.
Já havia passado um bom tempo de festa, eu já havia largado o casaco em algum canto, sem bolsa, já estava descalça, igual a Rafa e as meninas, Leticia e Larissa. É, é o efeito festa.
Um tempo depois, Rafaela estava se agarrando com o Lucas, o Felipe com a Letícia, o Luiz com a Larissa, e o Leo com uma outra ai. Sobramos só eu e Dudu.
— Vou buscar mais alguma coisa pra beber — falei e sai andando.
— Pera, eu vou com você — ele me segurou pela cintura, e fomos andando até o barman.
Peguei um copo de Uísque com pouco gelo e nada de água, e saimos.
— Sabe Ju, você tinha uma coisa pra fazer... — Dudu disse, enquanto seguíamos lá pra fora da pista de dança.
— Ah tinha? —perguntei. Eu já estava meio bêbada, é.
— Tinha sim — ele se aproximou, me encostando na parede. Ele também num estava são não, é.
— E o que era?
— Você tem que saber... — ele sorriu, chegando mais perto, mas se afastando rápido.
— Mas eu não sei — fiz biquinho.
— Sabe sim... — ele se aproximou, e roçou de leve seus lábios nos meus. É, eu sabia.
flashback
— Não Dudu, por favor... – pausa – não faz isso...
— Não faço o que? – ele levantou sua cabeça, me olhando nos olhos.
— Não complica as coisas...
— Ah! Então eu posso fazer o que?
— Me dar um tempo pra... te provar, que você é especial sim... – abaixei minha cabeça, ao nível da dele, e olhei em seus olhos.
— Como pretende fazer isso?
— É só esperar... – sorri.
End
- Mas eu não sei o que fazer... — sorri.
— Você pode apenas... me beijar... — ele disse, e se aproximou mais.
— Tá bom, eu posso te beijar, o tanto que você quiser meu amor — disse, e segurei em seu pescoço. Começamos a nos beijar, e ele começou a me empurrar mais pra perto da parede. Me encostei totalmente, e não soltava o copo nem a pau. Estávamos nos beijando fortemente, era um beijo quente, e apaixonado, e era muito bom. Eu estava quase explodindo por dentro, quando ele começou a colocar sua mão por dentro da minha blusa, e arranhar de leve minhas costas. Eu me arrepiei totalmente, assim que ele passou a mão na minha barriga, e começou a subir, junto com ela, minha blusa.
O empurrei de leve.
— Não Dudu, não aqui — disse pegando o fôlego.
— Aonde então? — ele disse, mordendo sua boca.
— Agora? Não, mais tarde, vamos aproveitar mais — disse e sai o puxando de volta pra pista de dança.
Começamos a dançar mais e mais, até que me cansei, e fui pegar mais bebida. Dudu ficou dançando com os meninos, e eu sai sozinha. Já estava até cambaleando de tão bêbada que eu estava.
Fui até o barman e me sentei — com uma certa dificuldade K — no banquinho de frente pro balcão.
Pedi meu drink, e fiquei esperando ficar pronto. Senti alguém me abraçar por trás, e passar a mão de leve em minha barriga, em seguida, me dando beijinhos de leve no pescoço.
— Ah Dudu, para... — disse sorrindo.
— Dudu? Acho que você errou... — ouvi uma voz rouca soar no meu ouvido. Tá, não pode ser. Não mesmo.
- Emilio? — me virei rápido.
— Agora sim — ele disse sorrindo e se aproximando mais de mim.
— Não, sai daqui, não quero papo com você! — disse o empurrando de leve.
— Não, volta Julia, eu quero, quero você, quero você todinha — ele falou, pegando na minha coxa e apertando, chegando mais perto e me dando um selinho.
— Não Emilio! — tentei tirar sua mão. Foi em vão, ele é muito forte, e ainda por cima bêbado, ai que é pior.
— Sim, vem, eu sei que você quer, só um beijinho — ele disse, segurando minha mão com a sua mão livre e me puxando.
— Não quero — afastei minha cabeça.
— Quer sim — ele disse, e em seguida selou nossos lábios, e começou a forçar sua mandíbula com força sobre a minha, me fazendo beija-lo. Seus lábios quentes, e seu beijo forte eram a melhor combinação possível. A quantos dias eu não sentia aquilo. Era um fogo ardendo dentro de mim, que me fez espontaneamente ceder ao beijo.
— Emilio, Emilio — disse pegando o ar.
— Oi? — ele disse, mordendo seu lábio inferior e me puxando de novo.
— Aqui não, eu to com o Dudu...
— Foda-se pro Dudu, você num tem nada com ele... O Gabriel não tá aqui, vamos...
— Tenho sim. Eu to ficando com o Dudu.
— E o Gabriel? É chifrudo agora?
— Não Emilio não complica — pausa — nós vamos ou não? — eu não estava conseguindo me controlar.
— Vamos, vamos — ele me puxou, e saímos andando no meio do povo, escondidos. Fomos parar no jardim dos fundos. Estava escuro, e não tinha ninguém. Nem o barulho da boate era possível se ouvir daqui.
- Anda, vem, me beija — ele disse, me puxando pela cintura e me colocando sentada em uma das mesas que haviam por lá.
— Ninguém vem aqui mesmo? — perguntei.
— Não, anda — ele disse, e se aproximou.
Juntei meus pés em suas costas, fazendo com que ele se aproximasse mais, e começamos a nos beijar.
Notas finais
#woon
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