O Mundo de Pocema
31 Capítulo 31: Férias parte 1
Quatro malas gordas no avião e a gente em cima!
— Pocema, para de sacudir as pernas! — Disse minha mãe brava porque a Carlota estava me imitando no seu colo.
— Desculpe, mamãe! — É que quero ver todo mundo!
Mamãe beijou o meu rosto e disse:
— A cidade não vai sumir, tá bom?
— Tá! — Sorri de volta.
Conversei várias besteiras com o Daniel para passar o tempo, e até que chegamos rapidinho?
— Ana!
— Pocema!
Nos abraçamos, pulamos como adolescentes loucas e, só então, cumprimentei os seus pais!
Nos apertamos no carro do pai da Ana para irmos para o hotel, depois só "jogamos" as malas no nosso quarto e fomos almoçar na casa da Ana.
— Eu contei para o Seu padeiro sobre a vinda de vocês e ele está esperando. — Disse a Ana, feliz.
— Bora! — Disse o Daniel.
Nós três fomos à padaria e o Seu padeiro abraçou seus morenos favoritos:
— Quanto tempo, meus morenos! — Viu?! Eu disse!
— Eu os trouxe, como prometido! — Foi a vez da aninha.
— Serei eternamente grato, loira! — Ele riu.
— Sou rosa! — Ela riu também.
Falamos para ele sobre a vida na cidade grande e ele ficou maravilhado!
Depois fomos para o parquinho nos balançar:
— É tão bom balançar de novo. — O vento fazia massagem no meu rosto.
— Não há parques na cidade grande?
— Existe, mas não é a mesma coisa.
— Como você é sentimental, Pocema! Você foi em um parquinho mês passado! — Disse o Daniel, atrapalhando a minha "poesia".
— E quem disse que eu não ia, idiota?!
— Pelo menos eu não sou bundones!
— Você que é bundones!
— Vocês são bundones!
— ANA?! — Gritamos eu e Daniel em uníssono.
— Vocês falaram ao mesmo tempo, que bonitinho! Vocês têm uma conexão!
— Agora você pode fazer miçangas, Ana. — Brinquei. Ri tanto, que caí do balanço!
— Só porque eu sou de humanas. — Ela mostrou a língua pra gente.
— Nossa, que ofensivo. — Daniel e seus fingimentos.
Passeamos um pouco pela cidade e fomos para o hotel e a Ana para a sua casa.
A Ana também disse que haverá um culto hoje e sabem da minha presença. Já sei que haverá festa!
Adoro um bom salgado.
Ir para o culto a pé é mó benção, tchê! — Chegamos uns dez minutos antes de começar o culto. Sabe o que isso que dizer, não é? Abraços e beijos de todos.
Quero trazer o Miguel aqui, um dia.
O culto, junto com o dia, foi maravilhoso! Na festinha, conversamos com todo mundo e rimos a beça!
Depois de pedir tanto para a minha mãe, ela deixou eu dormir na casa da Ana!
— Amanhã vai abrir um clubinho que tem piscina, vôlei e muito mais. — Ela bocejou.
— Quero. — Está sendo muito legal, hoje!
— Nem se passaram 24 horas!
— Eu sei. Boa noite, Ana.
— Boa noite, Pocema.
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