O Mistério Oculto
1 Prólogo - A última página do diário.
Notas iniciais
Escritório 68, 143º dia, 01/01/1870
Acho que não irei resistir por mais muito tempo, sinto que meu fim se aproxima, muitos acontecimentos estranhos têm acontecido nos últimos dias, como sou um dos únicos a saber da verdade, deixo uma carta no interior de uma pequena caixa com revestimento de couro e um cadeado resistente, quem acha-la deverá achar algum meio de abri-lo, pois prefiro não arriscar que em consequência de eventos naturais ou não seu conteúdo possa ser danificado de alguma maneira. No interior de tal item, também se encontram, além deste texto e da carta que já citei, o que sobrou de meu diário particular, um relógio e um endereço.
Pelo o que me foi transmitido não houveram mais mortes hoje, pelo menos até agora (23:45), mas algo me faz acreditar que esse quadro não se manterá nestes últimos 15 minutos do dia, espero que mais algum de meus parentes não seja levado ao outro plano, pois já estou bastante abalado com a morte de meu pai e de meus tios. Não sei mais o que devo fazer, já que “abrindo o jogo” com “os afetados”, estaria pondo em mais risco ainda suas vidas e a minha.
Se em meu diário não haverem relatos depois da data deste escrito, não hesite em pensar que morri e um de meus funcionários seguiu minhas instruções e colocou a caixinha citada neste texto em minha casa de veraneio. Sr. Smith
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