Notas iniciais
MINHA PRIMEIRA FIC UHUUUL!
bom, espero que gostem :3

Elizabeth fala.


Acho que devo falar um pouco de mim antes de começar a história. Meu nome é Elizabeth Ketterley (se você já leu os livros de as Crônicas de Nárnia, acho que vai se lembrar deste sobrenome). Há três anos meus pais morreram. Quando eles ainda estavam vivos morávamos na mansão dos ketterley onde o meu tataravô professor Digory kirke morou. Quando eu era pequena meus pais me contavam histórias sobre Kirke, ele quando garoto conheceu outro mundo. Eu nunca acreditei claro, mas sempre achei a história fascinante. Quando meus pais morreram fui morar com meus tios. Amava meus tios, mas sair daquele casarão foi uma das coisas mais difíceis que tive que fazer. Mas por outro lado foi bom, pois meus tios me ajudaram a superar a morte dos meus pais, e fiquei um pouco mais perto dos meus amigos, principalmente de Will.

Will mora perto da minha casa, então sempre vamos juntos pra escola. Acabei de me arrumar, coloquei a mochila nas costas e sai do meu quarto. Desci e esperei Will chegar. A campainha tocou, dei um abraço em meus tios e sai.

Quando abri a porta Will estava lá.


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Elizabeth abriu a porta, e sorriu quando viu que era Will. E ele retribuiu o sorriso.

­- Oi Will! Ainda bem que chegou, está atrasado.

– Oi Liz! Vamos então. — disse Will — Você sabe que hoje é um dia importante na escola, ouvi dizer que vamos viajar.

­- Eu também ouvi. A escola toda está animada para saber pra onde. Os alunos do último ano sempre fazem viagens nas férias de verão, mas nunca saímos da Inglaterra. Acho que vamos para a Rússia. — disse ela, e Will levantou uma sobrancelha e disse.

– Como você sabe disso?

– Tenho minhas fontes. – Os dois riram. – Ouvi o nosso professor resmungando com o diretor algo sobre viajar para a Rússia.

– Quando você ouviu isso?

– Vamos andando que te conto – Os dois começaram a andar, e Elizabeth começou a contar tudo que ela ouviu. – Você sabe que ontem fui a última a sair do colégio porque estava organizando os papeis do jornal da escola. E quando tinha acabado fui entregar a papelada para o diretor Thibault. Estava no corredor da sala dele e ouvi nosso professor Nicholas gritando com o diretor “você não pode mandar esses garotos pra São Petersburgo”. “não a problema algum, eles vão apenas viajar e conhecer o castelo”. Foi quando nosso professor disse “existe uma maldição naquele castelo, sabe disso”. “pare de ser criança Nicholas, maldições não existem”. “muitos dos que entraram naquele castelo nunca mais voltaram”. E com isso, sem querer derrubei a papelada. Peguei tudo do chão o mais rápido possível e fui embora.

– Nicholas acredita em maldições? Essa é novidade.

– Eu sei que é estranho Will, mas o jeito que ele falou me deixou um pouco abalada, havia tremor em sua voz.

– Esquece isso Liz, nós vamos viajar e vai dar tudo certo.

– Tem razão estou exagerando. Ai que bom que chegamos. – Rachel e Sarah estavam na porta e logo os avistou.

– Oi Liz! Fiquei preocupada com o que você me contou ontem. – Disse Sarah abraçando ela.

– Eu fiquei imaginando o que nosso professor estava falando. – falou Rachel.

– Eu contei para o Will. E nós temos que contar para o John e para o Daniel.

– Liz tem razão meninas, vamos entrar e contar pra eles. – Então eles começaram a procurar John e Daniel. Que não eram difíceis de serem encontrados.

– John está lutando, e Daniel praticando esportes. Disse Sarah.

– Eu e Liz vamos procurar Daniel vocês duas chamem John, e nos encontramos na sala de aula.

– Tudo bem. Vamos Rachel. Nos vemos na sala. – Will e Liz saíram a procura de Daniel.

– Vamos procurar John. – disse Sarah – Foi muito estranho o que Liz ouviu.

– Também acho. Pensa comigo. Se existe mesmo uma maldição nesse castelo, e o diretor sabe disso, é como se ele estivesse nos mandando pra morte. Eu sabia que ele não se importava com nenhum de nós.

– Eu sei Rachel. Mas são apenas boatos. Mesmo assim temos que contar para os meninos.

– Olha, John está ali. – John tinha acabado de tirar o capacete, ele estava em pé e com a espada nas costas de um garoto que estava no chão. Ele havia ganhado a luta. Todos a volta aplaudiram o vencedor, principalmente nosso professor de educação física. John as avistou e veio correndo, estava suado e ofegante.

– Oi meninas, tudo bem? ­– Ele perguntou.

– Estamos bem, mas precisamos conversar. – Sarah disse séria.

– Claro. O que aconteceu?

– Vamos pra sala, no caminho te contamos. – As meninas haviam contado tudo a John, e chegando a sala de aula viram Will, Liz e Daniel conversando. E sentaram lado a lado.

– Acabamos de contar tudo a Daniel. – Disse Will.

– Nós também contamos a John. – Falou Rachel. Houve um minuto de silêncio, os seis olhando um para cara do outro. Até que Liz falou.

– Nós só temos cinco minutos para conversar antes do professor de inglês chegar. Então o que vocês dois acharam da conversa do diretor com o professor Nicholas.

– Eu achei estranha essa coisa de maldição, mas ainda quero ir pra Rússia, não é todo dia que fazemos uma viagem dessas.

– Eu concordo com Daniel. Afinal ninguém aqui acredita em maldições. Não é? – Houve um grande silêncio, e John perguntou de novo. – Não é?

– Não é a maldição que me assusta John, afinal eu nem acredito nisso, mas o professor disse que muitos que entraram no castelo nunca mais voltarão. – Disse Sarah – Vai saber o que tem lá.

– Eu acho isso ridículo, pessoas trabalham naquele castelo, tem guias lá. Se existisse uma “maldição”, ou se pessoas desaparecerão naquele castelo, não deixariam ninguém entrar. – Retrucou Will.

– Eu concordo com Will. E nós não podemos perder essa chance. Temos que ir nessa viagem. – falou Daniel.

– Se a viagem for acontecer, porque depois daquela briga não sei se vamos – Respondeu Rachel.

– Quem é a favor de ir? Perguntou Liz.

– Eu sou! – Responderam os meninos.

– E você Sarah?

– Se vocês toparem eu topo. – Disse Sarah olhando para Rachel e para Liz.

– Nós topamos. – Responderam as duas juntas.

– VALEU! — Os meninos gritaram. E todos começaram a rir.

– Nós vamos ir nessa viagem, e desvendar esse mistério. E é claro vamos fazer o que fazemos melhor, nos divertir. – Gritou Daniel.


Notas finais
e aí, mereço reviews? recomendações?