O Meu Guarda-chuva

8 Relinchadas de esperança


Notas iniciais
Oi pessoal! Bem eu vou falar um pouco sobre a Fanfic agora e é muito importante de TODOS lerem.
Como vocês sabem (Ou não sabem) Eu desejo transformar essa estória em um livro, certo? Mas o que estou postando aqui é só uma simples base onde depois vai ser aperfeiçoado. Nada aqui é permanente pois possuí diversos erros onde depois terei que checa-lós, ainda assim espero que gostem e mandem reviews para a estória poque acreditem isso é tudo para mim! Espero que se divirtam e que se sintam legais com mais um capítulo.

Capítulo 8 – Relinchadas de esperança

Luiza demorou a dormir, mas finalmente descansou. Já era quase pela manhã quando ela pegou no sono sentindo o vento frio lhe abandonar e o calor inundar seu corpo, Já Túlio e Felipe estavam completamente vigilantes, revezando a hora de cada um ficar vigiando o local. Ao acordar todos estavam sentados em seus cantos onde cada um dormiu e ficaram assim por um bom tempo sem falar nada com o outro. O sentimento que prevalecia naquele local era de pura decepção, todos estavam querendo desistir e sabiam que não iam passar mais nenhum dia seguro naquele deserto. Luiza estava observando a imensidão em sua volta, cheia de dunas grandes e também de fendas. Após passar um tempo sentada ela decide se levantar e dar uma andada pelas redondezas, quase que cambaleando ela segue andando calmamente pelas areias sentindo o vento quente bater em seu rosto e puxar seu cabelo castanho para trás. Havia muitas cinzas se confundindo com a areia e os destroços queimados ainda estavam no mesmo lugar, alguns farrapos maltrapilhos de panos estavam seguindo uma trilha e Luiza pensou que pertencia a múmia. Ela viu algo um pouco distante dali enterrado parcialmente na areia e foi lá para ver o que seria, puxou o objeto e viu que ele era um daqueles recipientes que as pessoas que ficam no deserto usam para colocar água, um tipo de cantil, o gargalo era fino e longo que parecia com o punhal de uma faca, era composto de um tipo de couro como uma garrafa térmica. Ela pegou e guardou dentro de sua bolsa com o pensamento de que poderia servir em alguma ocasião.

Luiza sente um cheiro completamente maravilhoso e sente sua barriga roncar. Ela foi em direção a Felipe que estava sentado em uma pedra e se sentou ao seu lado em outra pedra.

- Que cheiro maravilhoso! – Exclamou ela fechando os olhos e sentindo o aroma.

- É Luiza, o Túlio é um cozinheiro de mão cheia! Ele prepara nossas refeições! – Diz Felipe sorrindo.

Luiza se anima com a palavra ‘’ Refeição ‘’ Há quantas horas não come? Túlio chega com uma vasilha em mãos e se senta em outra pedra perto dos dois amigos.

- Este é o prato do dia! Quer dizer... Dos dias que virão também. – Diz ele abrindo a vasilha e amostrando um delicioso prato... Lagartos assados no espeto.

Luiza faz uma careta, mas infelizmente ela estava com muita fome, e mesmo com nojo dos tais lagartos ela comeu. O clima estava ficando mais leve, todos comendo e sorrindo ente si. Depois de comer beberam um pouco de água e se levantaram olhando o deserto em sua volta.

- É... Em qual direção vamos? – Diz Felipe olhando em volta.

- Ham... Não sei cara estou completamente confusa! Primeiramente vamos nos proteger do sol que está pegando fogo, depois pensamos em uma solução. – Diz Luiza limpando o rosto com as mãos.

- Com o que? – Diz Túlio.

- Com o meu guarda-chuva! – Diz Luiza pegando o guarda-chuva e abrindo-o. – Vamos esperar um sinal para qual caminho seguir.

Túlio e Felipe dão de ombros e esperam o tal sinal que Luiza disse. De repente uma forte rajada de vento puxa o guarda-chuva das mãos de Luiza. Ela sente uma vontade de ir para aquela direção que o guarda-chuva apontou e assim falou:

- Vamos naquela direção! – Diz ela apontando para frente e seguida dos meninos que se entreolharam duvidosos com a decisão tomada por Luiza.

Enquanto andavam conversaram diversos assuntos: Esportes, Estudos, Sobre o mundo fantasma, Sobre o planeta terra, sobre a cidade de Recife e entre outros. Os meninos estavam muito curiosos com o mundo que Luiza morava que ficavam cada vez mais maravilhados. Luiza também falou sobre a profissão da mãe dela e também sobre sua família.

- Bem... Minha mãe trabalha de manhã e a tarde como administradora de uma pequena empresa e a noite ela faz espetáculos em um circo. Ela é uma linda bailarina que sabe andar na ponta dos pés e tudo mais.

- Circo! Eu nunca vi um. – Diz Túlio.

- Circo está em todo lugar! Mas principalmente em nossas atitudes. Tudo pode virar algum espetáculo do circo. Vejamos... – Diz ela olhando em volta – Me da essas tampinhas dos cantis de água!

Os garotos rapidamente dão as tampinhas para ela. Luiza começa a fazer uns Mara bales com as tampinhas e eles ficam de boca aberta, ela fazia com tamanha precisão que poderia ficar mais de horas fazendo aquele número. Quando ela acaba o ‘’ espetáculo ‘’ os garotos batem palmas e ela sorri e curva-se em reverência a ‘’ plateia ‘’.

- O que você sabe fazer mais? – Pergunta Felipe curioso.

- Hmmmm.... Não muita coisa, mas eu gosto de cavalos e consigo cavalgar em cavalos que são treinados.

A conversa se estendia e de tão animada que estava eles não perceberam que andaram por horas e horas, não sentiram cansaço nem sede. Nem lembravam que estavam perdidos! A imaginação fluía solta na cabeça de cada um, quando ao término de subir uma duna eles avistaram ao longe uma tropa de cavalos, muitos e muitos correndo com as crinas bailando ao vento.

- Cavalos selvagens! Que raridade! – Exclamou Felipe apontando.

- Ei! Se tem cavalos... Tem alguma planície por perto! Com água! – Túlio acrescenta socando no ar.

- E se tem água... Tem comida! – Conclui Luiza.

Todos correm ofegantes para não perder de vista a tropa, nem a areia que dificultava seus passos não fez eles desistirem de chegarem de ir achar a salvação, mas os cavalos eram muito rápidos e a frustração abalou os garotos novamente: Perderam os cavalos de vista.

- Não se preocupem! Tenho certeza que vamos encontra-lós.Logo vamos ouvir suas relinchadas. – Luiza diz confiante.

Notas finais
Plágio é crime =D
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