O Meu Autismo -q

5 Aoi aka: Pentelho.


Notas iniciais
TÁA. eu sei que ficou sem noção, mas foi ideia da minha amiga. batam nela QQ
A ideia veio quando a gente tava fazendo trabalho, e ficamos na duvida sobre a escrita de certa palavra. E aí depois a gente ficou criticando a maneira de jogar Banco Imobiliario. Não nos culpem SS

Barraco do the gazettE (FATO).

Nove horas da manhã. Domingo. GazeBoys MUITO cansados, todos assistindo TV. Eis que surge (AZUL.) Aoi, com sua felicidade incomum.

- AEAE povão. Belê belê? – Sim, ele acabara de acordar. Nunca se viu pessoa mais feliz no mundo do que esse aí.

Bom, ninguém responde. Ele volta alguns passos, e se agacha (tá certo? –QQ). Isso chama a atenção dos outros, que param para olhá-lo. De repente, Uruha percebe o que este irá fazer, indo um pouco mais para o canto do sofá.

- É um, é dois, é três, eee...

- AAAH, AOI SUA BESTA!

- MINHA COXA!

- AEAEAE, foi certinho!

Sim. O moreno pulou no sofá. Tchabum (água? UHSAUHSA’), jogou-se no estofado e quase quebrou. Os outros o olhavam como se quisessem matá-lo.

- Aoi, nós queremos descansar, homem. Vai brincar com o cachorro.

- Já tentei. Aliás, foi ontem que eu tentei. Ele me mordeu. – disse o moreno, olhando para o dedo indicador, com alguns pontinhos vermelhos.

- Ninguém mandou você tentar montar em cima dele. – riu Uruha, lembrando de tal ato.

- Tsc. Vou comer algo.

- Isso. Vai lá.

Yuu-san se levanta e vai até a cozinha. Enquanto procura por algo bom para comer, começa a cantarolar.

- Tãnãnãnãnã, a pipa do vovô não sobe mais¹... a pipa do vovô não sobe mais! Ele tenta, mas nunca consegue, a pipa do vovô não sobe mais! AEAE. De novo...

- Ai. – resmungou Reita, tampando as orelhas com as almofadas.

- Kou, vai dá um jeito naquele homem, vai. Parece até criança. – disse Kai, alisando as têmporas.

- Eu tento. Mas não consigo. Ele é superativo. – ri Uruha enquanto observa o amigo dançar em volta da mesa.

- A pipa do vovô não sobe mais, tanãnãnã, a pipa do vovô não sobe mais...

- Chega. Vou lá dar uns tabefes naquele cara. – decide Reita, levantando-se do sofá num pulo.

- Vai, vai. – incentiva Ruki, enquanto aumenta o volume da TV.

- Ele tenta mais nunca cons- AAAE. Ou, ou. Olha as marquinhas vermelhas da tua unha! Que que foi, ô calopsita?

- Duas palavras. Fica. Quieto.

- Quatro palavras. Não to a fim.

- Quatro? – indaga Kai, olhando para o teto pensativo. — “A fim” é separado?

- Não sei. PERAE. – Diz Uruha, enquanto corre para o quarto.

- Uai. É “a” espaço “fim” não é? – diz Aoi, indo em direção ao sofá.

- Eu acho que é tudo junto. – diz Ruki.

- Legaal, vamos falar de português, matéria que eu mais odeio. – resmunga Reita, voltando ao sofá e se enterrando em uma almofada.

- Aquê, o dicionário. – diz bufando Uruha, com um pequeno livrinho grosso na mão. – Ah, não. Não é não. É um “Manual de Boas Maneiras” WTF?

- Ué, Kou. Você treina boas maneiras? – pergunta Aoi, enquanto morde um pedaço de pão. – não sabia. Tá muito safado, né? AAE, paaara Reita! Meu braço já tá cheio de arranhões por causa do Ur-CACHORRO, você vai e fica me arranhando mais?

- Por causa do que? – ri Reita.

- Do cachorro, oras.

- VOLTEI, VOLTEI. Olha, “Dicionário da Lingua... Inglesa?”

- Ai... – diz Kai, enterrando a cabeça ainda mais na almofada.

- É “afim” tudo junto mesmo, cabo! – disse Ruki, apertando os canais do controle.

- Ah, eu acho que é separado, hein. – disse Kai, começando a “nerdar” – porque você está “a” “fim” de, com finalidade.

- Hein? De onde FINALIDADE, Kai? Boia não. – diz Aoi, dando tapinhas na cabeça deste.

- AEAE, voltei. – bufa mais ainda Uruha. – “Dicionário da língua portuguesa.” AEAE.

- AOO. Agora vai lá no A e F – diz Ruki, levantando-se para procurar com este.

- Ergue os pés, Chibi. – zomba Reita, enquanto olha a dificuldade do amigo para acompanhar o outro.

- Caham. – começa Uruha. – “ A fim. Significa para, com o propósito de.” “Afim. Parente de afinidade, amigo intimo.”

- AEAEAE, eu acertei, eu acertei – diz Aoi, pulando feliz em cima do sofá.

- Certo, agora vamos dormir – diz Reita, puxando Ruki pela mão.

- NÃAAAAAAAAAO. Vamos jogar Banco Imobiliário! – diz manhoso Aoi, fechando caminho na frente de Reita.

- Se for pra jogar, eu até jogo. Mas eu não deixo o Aoi ser o banco. Ele sempre me rouba! – diz Kai, deitado no sofá.

- Eu vou guardar o dicionário! – diz Uruha (ignorado FATO), correndo para o quarto.

- Ah, Aoooi! – resmunga Ruki, se apoiando no braço de Reita. – Tamos cansados, cara. Vai dormir também. Domingo é dia de descansar!

- Não pra mim. – o moreno faz bico, enquanto espera um “ok” dos colegas.

- AAH. Tá bom, vai. – Diz Reita, derrotado.

- AEAEAE. Mas eu vou ser o banco!

- NÃAAAO. – dizem em uníssono os quatro, reunindo-se no meio da sala.

- Shiu. Agora vamos começar. Eu quero um carrinho rosa! E AAH. Kai, sai daí, eu quero ficar do lado do Kou, pra eu poder ajudá-lo. E nada de esconder dinheiro de mim! Rukii, desgruda do Reita!

- Vai começar...

End.

Notas finais
¹: Ideia da minha amiga. EURIMUITOALTO.
Não nos batam.
Reviews? O/
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.