O Melhor é ir Dormir

6 Clockwork - Parte 1


Notas iniciais
Esse capítulo super violento ficou um pouco confuso, mas acho que no próximo entenderão. E o Cap está violento mesmo, eu até censurei algumas partes da tortura, mas se quiserem, digam nos reviews se eu posso continuar postando caps assim. Sem mais enrolação, ao cap Guys

" Ticci tac... Ticci tac..." a criança estava cansada e seu relógio estava cortando o silencio da noite. Estava gostoso sair assim andando sem rumo, mas sua visão não estava muito boa, porque ela só enxergava por um olho.
Natalie se sentou na beira de uma calçada. Foi ali que suas "maldades" a levaram.
Ela sorriu ao se lembrar do rosto do garotinho, antes de receber o telefonema. Ela nem imaginava quem poderia ligar para o número de uma vítima e querer falar com ela, aquilo foi incrivelmente foda.

Alguns dias Antes

O ritmo de seus passos eram lentos e relaxados, era um rapaz confiante.
Seus cabelos pretos brilhavam a luz do sol e ele possuía uma franja emo, o que não combinava nada com os músculos.
As garotas babavam por ele, mas tinha um problema, esse garoto era bi sexual.
Natalie gostara dele, e tinha um tempo sobrando, então....
Ele virou se para trás e viu uma garota, com o rosto meio deformado, principalmente na área dos olhos. E pelas suas roupas havia sangue. Ela ficara imóvel e sorriu.
O garoto assustado chamou seu "amigo" e o fez olhar na direção onde deveria estar a menina, nada.
Da moita ela viu algo interessante enquanto eles caminhavam.
Uma garota de olhos verdes e brilhantes, cabelo escuro e tinha covinhas no rosto. A garota olhava para o menino sonhadoramente, provavelmente imaginavam se aos beijos e se masturbava pensando nele. Ela sentiu vontade de vomitar.
Ela retirou o relógio do olho e colocou o olho que arrancara de seu irmão ali. Ela não podia enxergar com ele, mas servia para disfarce. Também tirou o moletom coberto de sangue e o deixou ali mesmo.
Agora era uma aluna normal de novo, ou quase.
Ela caminhou pelo pátio da escola e sentou se ao lado da garota solitária.
– Olá, também é nova aqui? — ela perguntou sorrindo.
– Não, estou aqui a algum tempo já. Prazer, meu nome é Ariane.
– Natalie. — Ela estendeu a mão. — Meu irmão disse que eu poderia confiar em você para me mostrar a escola, ele fala muito de você.
– Quem é o seu irmão? — Ela perguntou corando.
– Aquele emo ali. — ela fez um gesto na direção do garoto. — Ele disse que vê você o olhando, mas que é tímida demais para tentar conversar. E meu maninho ainda mais...
Ariane corou ainda mais.
– Ele não era gay?
– Bi sexual. — Ela levantou uma sobrancelha. — Tem preconceito?
Ariane sorriu.
– Não, claro que não... É só estranho...
Natalie colocou o indicador na boca.
– A aula já está acabando pra mim. Te vejo amanhã?
– Pode ser. — Ela sorriu. — Diga a seu irmão que mandei um beijo.
Natalie fez um gesto e saiu sorrindo. Seria divertido.
Clockwork saiu andando rápido para onde o tal garoto ia.
– Hey! — ela gritou. O garoto se virou. Os pontos de sua boca o assustara um pouco, mas ele sorriu para ela.
– Posso ajudar?
– Pode ajudar minha amiga ali. — Ela fez um gesto em direção a Ariane. — Ela quer te conhecer.
Ele colocou a mão no queixo e analisou a garota, preferiu o cara que estava ao seu lado, por mais que a garota fosse linda.
– Não quero conhece-la. — Ele virou o corpo.
– Como assim não? Cara, é vacilo brincar com os sentimentos de uma garota sabia?
Ele a fitou novamente, algo no rosto dessa estranha não se encaixava e não eram os pontos.
– A culpa não é minha. — Ele tentou se defender. — Não pedi que isso acontecesse.
Clock parecia tensa por fora, mas por dentro sorria imensamente insana.
– Se é assim, vá lá e diga para ela, prove que é melhor que vários homens e tome atitude.
Ela sabia que o afetava, sempre fora vítima de bullying antes de se tornar desejado por todas as garotas do colégio, e isso só atrapalhou sua reputação com os " homens", porque
Elas o preferiam. Ele chegara a um ponto em que podia escolher qualquer uma.
Ele suspirou.
– Tudo bem...
– Me chame de Natalie. Vamos lá.
Ela deu a mão para ele e foram caminhando até o banco onde estava a menina. Natalie deu risinhos da cara de vergonha de Ariane.
– Ele tem que te dizer algo. — ela disse sorrindo.
– Eu quero ouvir. — ela disse querendo se jogar de uma ponte direta nas pedras pontiagudas por causa da péssima resposta.
– Er... Eu... — ele gaguejou. Como clock pensou, seu lado masculino falou mais alto. Nenhum homem resistia a uma garota fofa e tímida como Ariane, ainda mais tendo aquelas covinha. Ariane era linda, reduziria qualquer um se não fosse tímida.
– Eu queria dizer... — ele olhou fundo nos olhos dela e se derreteu todo. Ele jamais se perdoaria se a fizesse chorar. — quer sair comigo amanhã?
Perfeito, era o que Natalie esperava.
– S... sim, eu quero.
Ela queria era lembrar o próprio nome, isso sim. Natalie foi a melhor coisa que já tinha lhe acontecido, ela nem imaginava.
– Amanhã no cinema as 8? Você escolhe o filme.
Ela acenou com a cabeça, ele piscou e saiu.
– Natalie, eu amo você! — ela exclamou virando o corpo. — Natalie...
Ela sentiu uma palma sobre sua boca e tudo ficou escuro.

Quando acordou, estava amarrada com correntes na parede. Sua visão oscilava não dava para ver onde ela estava.
Sua visão se focou num corpo a sua frente. Seus ouvidos captaram um som, "ticci ticci..."
Dava para ver a silhueta de sua amiga a sua frente, de costas para ela.

– Natalie, que porra está acontecendo aqui? – Ela perguntou tentando soltar se das algemas, mas em vão.

Uma gargalhada gostosa e feminina foi ouvida.

– Natalie não está mais aqui. – ela se virou e a garota se assustou com o relógio implantado no olho, mas apenas isso, por fora era a mesma Natalie que conhecera.

– Natalie, por favor, me solta...

Ela levantou a faca recém afiada e a lambeu.

– Eu não preciso mais de você querida. – ela se aproximou da garota e passou a mão pelo seu rosto. – Daria pena de acabar com uma garota assim tão fofa como você, se eu sentisse alguma coisa.

Ariane começou a gritar.

– Shhhhh. – Natalie colocou o dedo indicador nos lábios. – Não se apresse garota, eu ainda não comecei.

Ela continuava a gritar. Natalie colocou a mão em sua boca.

– Quer tanto assim que eu me apresse? Por mim tudo bem... – Natalie apertou a faca contra a canela da garota e a arrastou. A dor foi imensa, mas ela não gritava mais, não tinha mais voz.

Clockwork colocou uma mão de modo a segurar o queixo.

– Se não me engano, tem um nervo na sua panturrilha, o que será que acontece se eu...

Ela enfiou a faca com força ali e a puxou, rasgando a carne.

A perna de Ariane começou a tremer nas algemas, e era visível em seu rosto a dor. Caíam lagrimas de seus olhos, lágrimas estranhas... quase roxas.

– Natalie... por favor para... – ela disse entre lagrimas.

– Chora vadia. – Clock fez um corte em seu braço, um pouco antes dos cotovelos. – Temos alguns nervos aqui também...

Fez um som estranho quando a faca entrou em contato com a carne, um som gostoso para um serial killer, ou nesse caso, para uma psicótica qualquer.

– Agora acalme se querida, estamos quase acabando...

Ela fez um corte por toda a camisa da garota, abrindo a ao meio e revelando seus seios, que não eram assim tão grandes, mas eram maiores que o de Clock.

– Eles são irritantemente grandes... e macios. – ela apertou o da direita, fazendo com que a garota soltasse um gemido involuntário. – eu odeio cortar carnes macias.

E ela sorriu enquanto pegava a corda.

– Isso só vai doer muito.

Clock amarrou a corda bem apertada em seu seio direito, o que a fez gritar novamente, pois aquilo estava ardendo muito, aquela tortura parecia não acabar nunca.

Clock amarrou a corda totalmente esticada em uma porta do outro lado da sala. Estava tão apertado o laço que suas veias chegavam a aparecer, e estavam roxas. E então Clockwork enfiou a faca um pouco atrás do laço, fazendo jorrar o liquido vermelho e respingar em todo o quarto.

– Agora é a melhor parte! – ela então empurrou a faca ainda mais a dentro, até o cabo e com as próprias mãos, arrancou lhe um seio.

Foi jogada para trás com a força da corda e se levantou sorrindo ao ver a cara de dor da garota antes linda, agora frágil, tremendo, vermelha.

– Falta o outro mocinha. – ela então pegou um machado ali no canto, pesado. Ela não conseguia segurar direito, pois por trás da assassina Clockwork, ela ainda era a frágil Natalie, não adiantava negar.

Ela repetiu o processo com o outro seio, mas ao ver a garota morrendo mais rápido, ela usou o machado e arrancou o seio no primeiro golpe. Quase acertar o rosto da garota e estragara tudo, mas não fez isso, ou teria que matar outra garotinha fofa, o que era raro de se encontrar.

Clock fechou os olhos e se aproximou do rosto da garota.

– Está atrasada amiga, seu tempo acabou. – ela usou o máximo de força para erguer o machado e o dobro para acertá-lo no pescoço da garota, que arrancou na hora a sua cabeça.

A ultima coisa que Ariane viu, foi a mão de Natalie sobre seus olhos, e ainda antes de morrer ela ouviu um fraco “Bons Sonhos”.

Notas finais
O que acharam? Me contem nos reviews pf, amo voces.