Notas iniciais
Oiii. MIIIIIL perdões pela demora, é que meu computador quebrou e meu pai mandou pra arrumar, mas não resolveu, então mandou de novo, e só agora ficou bom. ._. Não me abandonem. :3

~Cinco Dias Depois~

POV Amber

Estou no “Pinheiro de Thalia” olhando ao longe, pensando na minha vida, pensando na crise ‘histérica’ de Clarck e em Tyler quando avisto cabeças no pé da colina e arbustos se mexendo atrás delas. Me assusto, devem ser semideuses ou sátiros, porque se não, não estariam subindo a colina.

Sei que não deveria me intrometer, mas vou fazer isso, ambos não parecem em condições de lutar, o sátiro parece machucado e uma das três garotas está mancando, mas é evidente o cansaço em seus rostos.

Desço a colina correndo. Empuno minha adaga, o movimento nos arbustos está mais perto.

-CORRAM.- Grito, como se eles já não estivessem fazendo isso. Acho que a visão de uma garota com cara de revoltada correndo com uma adaga na mão não deve ser muito normal, por isso uma das garotas recua. O sátiro suspira de alívio, e puxa a garota para cima.

Passo correndo por eles. Hã? É impressão minha ou tem duas garotas iguais? Mas continuo correndo. O monstro sai dos arbustos, é um homem-touro, sue corpo é de um tamanho descomunal, porém é humano, ao contrário de seu rosto, ou cara, na verdade, pois é uma face touro com enormes chifres. Recuo. Ele aparentemente não me ver, mas ele fareja e bufa em minha direção. Sabem os deuses porque, mas quando olho naquelas órbitas vazias “congelo”, ele está vindo em minha direção, mas minhas pernas não me obedecem. Eles está muito perto, preciso sair daqui, mas não dá tempo, levo uma patada/mãozada do monstro, voou de encontro com uma árvore, e bato minha cabeça em um galho.

Sinto algo quente e úmido em minha testa. Já sei o que é, mas só para confirmar coloco a mão. Ela banha-se de sangue vivo. O monstro fareja, e em suas órbitas vejo satisfação.

Agora estou queimando de raiva, que tipo de monstro tosco ele pensa que é para me matar? Eu que cheguei até aqui, fui reclamada, vou morrer em frente ao Acampamento? Rá-rá até parece.

Dou um pulo e fico em pé, acho que foi rápido demais, pois pinga sangue em minha camiseta e minha cabeça lateja dolorosamente. Mas não tenho tempo para me lamentar, Minotauro já está correndo em minha direção, só agora percebo o quando ele me jogou longe, uns 3 metros talvez, nunca fui boa em medir essa distâncias.

Ele está mais perto, tenho que ter precisão em minha ação, se não... Ele está muito perto 3...2...1... Me baixo no exato momento em que ele me “atropelaria”, e com a mesma rapidez finco minha adaga em seu peito, ele explode em pó dourado me sujando. Mas não tenho tempo, tenho que subir a colina antes que outros monstros apareçam, pois, três semideusas e um sátiro devem exalar um forte cheiro.

Minha cabeça dói como nunca, sinto o sangue encharcando minha camiseta, sinceramente não sei como não desmaiei, talvez porque se eu fizesse isso, significaria minha morte. Estou perto, forço minhas pernas, quero desmaiar, mas resisto, tenho que entrar nas fronteiras do Acampamento.

Quando finalmente piso dentro do Acampamento. Desmaio.

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Acordo comendo algo deliciosamente doce. Saboreio, deve ser um pudim maravilhoso ou algo assim. Mastigo tudo, mas não recebo mais, gemo em protesto.

- O que é? Quer explodir em chamas? — Pergunta uma voz muito conhecida.

- O que é Clarck? É muito bom, tá? – Respondo finalmente com os olhos abertos.

-Eu sei, ambrosia, comida dos deuses. – Responde.

-Aham. – Respondo impaciente. Só agora me dou conta de onde estou, na enfermaria da Casa Grande. Pulo da cama, mas caiu do mesmo instante, minha cabeça ainda dói muito.

-Ai.- Gemo

-Parabéns srta. Wood, conseguiu. – Clarck me “zoa”.

-Cale a boca. – Digo irritada, ele ri.

- Dormi por quantas horas? – Pergunto.

- Você está apagada a três dias. – Responde ele e ri da minha surpresa.

-Três dias? Vish. – Respondo. Ele sorri.

-Hmm, suas amigas...- Começa.

-Bests-Corações. – Corrijo com a intenção de fazê-lo rir, e claro, ele ri.

-Então... Elas vieram aqui todos os dias nos atormentar por sua causa, e as garotas que você salvou também. – Conta.

-“Nos Atormentar?” Atormentar você, porque além de apagada, eu adoraria receber a visita delas. – Respondo e ele faz uma careta.

-Eu e Henderson, Amber, ele ficou aqui o tempo todo, nós nos revezávamos, enquanto um ia para o chalé, o outro ficava aqui ao seu lado. – Ele diz sem olhar nos meus olhos.

Sorrio de um jeito de doer as bochechas. Ele me olho indignado.

- Apesar de seu sorriso ser lindo. –Opa.- Você fica com uma cara de idiota quando sorri assim.

Reviro os olhos.

-Durma, — ele ordena.

-Mas...-Começo.

-Quieta Amber, — ele me empurra para a cama e começa a fazer um delicioso cafuné em meus cabelos.

- Isso não é justo. – Reclamo.

-Quer que eu pare? – Pergunta ele.

-Não. – Faço cara de emburrada como uma criancinha pequena. Ele sorri.

-Durma Amber. – Ele diz com uma voz quase sedutora.

E por fim, faço o que ele manda, mas assim que fecho os olhos, um pesadelo começa.

Notas finais
Então, o capítulo chama "O Começo" porque é mais ou menos o começo de tudo, a partir daqui vcs vão entender o nome da Fic. :3