Notas iniciais
sempre quis dizer isso! Huehue!!! Holá Muchachos!!! Como estão passando? Eu estou bem obrigada! Eu não demorei tanto quanto demorei pra postar o capítulo interior, não é? Eu achei divertido escrever esse capítulo porque estou super inspirada e feliz – super feliz – depois de comprar três dos livros da minha lista de consumo literário. Eu amo eles, são meus bebês, se alguma coisa acontecer com eles eu morro!!! Errr... eu nunca mencionei em que lugar do mundo a história acontece, não é? Eu gosto muito da França e da Inglaterra, mas nesta história decidi passar na Inglaterra especialmente em Londres. Agora sem mais delongas...O Capítulo! Boa Leitura!



Capítulo V– A Volta dos que não foram!

Karen saiu do edifício da TowerPoint totalmente satisfeita. Agora só teria que ver Christian, casualmente na portaria e no corredor do prédio onde moravam. Nunca imaginaria que o seu belo e irritante vizinho se tornaria ainda mais irritante do que já era. Entrou em seu lindo e reluzente Fiat Uno 2015, o qual chamava carinhosamente de Olaf e verificou se sua câmera fotográfica estava lá dentro. Queria tirar algumas fotos, o dia estava lindo e era um dos horários perfeitos para fotografar a luz da manhã. Sorridente dirigiu até seu parque predileto e ficou lá fotografando até a hora do almoço quando Stella ligou, convidando-a para almoçar.

O restaurante casual e que sempre tinha o aroma da comida da vovó, estava parcialmente cheio, logo entraram a Dona do lugar Senhora Cecilia, atendeu suas duas clientes preferidas desde a adolescência.

– Sejam bem-vindas minhas queridas, – disse a senhora com seu característico sorriso maternal – Faz tempo que não vejo vocês por aqui, como tem passado?

– Muito bem – Stella respondeu sorridente – e você mamma?

– Estou tendo alguns problemas com o Felipe – objetou com ar preocupado

– Ahhh, mas o que ouve? – Stella

– Problemas com a noiva, sabe – Mamma Cecilia suspirou – Como eu gostaria que ele tivesse escolhido uma de vocês duas para se apaixonar, mas deixando meu filho e sua noiva de lado, como tem passado minha querida Luise?

– Bem, apesar das minhas semanas conturbadas – Lui Sorriu com afeto

– Bem vou trazer seus pratos então – Mamma Cecilia disse compreensiva – e uma sopa bem reforçada para você Luise! – A senhora piscou e saiu indo para saiu da cozinha

– Eu adoro ela sabia? – Stella se virou sorrindo para Luise que concordou com um aceno de cabeça – Então como foi lá na TowerPoint?

– Ahhh – Luise suspirou e se apoiou na mesa – Foi bem, até me oferecerem emprego Vitalício

– Eles não desistem, não é?

– Não mesmo – Luise riu seca – para eles eu sou uma Freelancer não uma autônoma

– Mas eles meio que tem razão em achar isso, Lui – Stella contrapôs – Você é uma fotografa, pintora e desenhista ao mesmo tempo

– Só porque não tenho minha própria empresa não significa que eu esteja à procura de um emprego fixo – Luise argumentou – Gosto de trabalhar do meu jeito e bem mais divertido e aproveito muito bem meus dias assim.

– Sim eu sei – Stella concordou tomando um gole de suco de laranja, isso fez Luise fazer uma careta de desgosto – Hey, só porque você não gosta de suco de laranja, não significa que eu não goste.

– Suco de laranja tem gosto de soro – A ruiva sentia calafrios só de lembrar do gosto

– Nem vem – Stella apontou – você é tem o trauma de ter tomado um soro com gosto de laranja, não eu!

Luise fez careta de nojo e revirou os olhos.

– Você sabe, isso não foi culpa minha... – Lui murmurou – Mas como foi sua manhã? – Perguntou mudando totalmente de assunto

– Foi ótimo – A loira sorriu totalmente satisfeita – fechei uma venda com uma boutique no Brasil

– Que bom – Luise sorriu sincera – Mas... – hesitou – e sobre aquele assunto?

– Que assunto?

– O do feitiço?

– Ahhh! Esse assunto – Stella ponderou – continua na mesma, você não acredita realmente nisso, não é? – Indagou – Quero dizer o Christian reaparecer na sua vida foi só uma grande coincidência

– Eu queria poder dizer isso – Luise murmurou desanimada – Se não foi a mãe terra que me mandou de volta aquele homem, não sei o que foi... – suspirou

– Aqui está minhas queridas – Mamma Cecilia reapareceu trazendo ela mesma uma bandeja cheia de comida

– Mamma! – Luise olhou descrente para a bandeja – você exagerou...de novo – completou

– Vocês estão magras de mais – a mulher replicou severa – precisam de alimento reforçado por isso comam tudo! – A mamma olhou severa para as mulheres, mas sorriu gentilmente – conheço vocês duas a muitos anos, desde que eram pequetuchas, e o que eu mais quero é que fiquem saudáveis e fortes

– Tudo bem Mamma, vamos comer tudo – Stella e Luise garantiram juntas – obrigada pela comida – disseram sorrindo

[...]

Karen dirigia para casa, absorta em lembranças. Conhecerá Mamma Cecilia dos 9 aos 10 anos de idade, quando ganhara seu irmão de criação – James – um primo que havia perdido sua família em um trágico acidente, e sua mãe o acolhera em casa e junto do marido o criara como um filho. Foi nessa mesma época que Mamma Cecilia e seu filho Felipe se mudarem da Itália para o pacato bairro de classe média em Londres. A mãe de Christian e a de Karen ficaram muito amigas da nova vizinha.

Quando Samantha – a mãe de Karen – faleceu, Henri passou a trabalhar muito mais do que deveria para manter os filhos, por conta disso Karen, James, e Sophia e Stella – que sempre acompanhava a melhor amiga em tudo – passavam a tarde toda na casa da mamma Cecilia. Isso incluía Christian e Samuel que sempre davam um jeito de aparecer por lá para roubar alguns biscoitos amanteigados vindos diretos do forno.

Karen, James, Samuel, Christian, Stella e Felipe, formavam um grupo de amigos bem estranho e divertido.

Karen se perguntou como esse grupo havia se desmanchado....

Ahhh sim... – murmurou consigo mesma – foi quando entramos no colegial e como sempre o Christian queria ser o centro das atenções se enturmou com os populares – Lembrou – E conseguiu a primeira namorada... a Elisa...

Garota ciumenta aquela...

Christian ficou tão obcecado nela que só o Samuel conseguiu aguentar ficar perto dele, fora isso todos seus antigos amigos foram se afastando, e ele ficando cada vez mais convencido.

Karen suspirou ao parar em um semáforo.

Felipe também arrumou uma namora –tanto que ia se casar com ela – James continuou o mesmo por todos os anos que passaram no colegial, um cara divertido e relaxado.

Karen e Stella também tiveram seus primeiros namorados no colegial, mas não deram certo. Pra falar a verdade Stella teve mais namorados que Karen durante toda a vida...

Mas apesar de tudo, todos continuavam frequentando a casa de Mamma Cecilia. Depois disso todos já sabem o que aconteceu. Christian ganhou um par de chifres e ficou ainda mais insuportável e por fim ficou com Karen e quebrou seu coração de forma cruel.

[...]

Assim que entrou em seu apartamento, Karen jogou suas chaves na mesinha de centro, a bolça no sofá, aproveitou para se lançar no sofá também. Karen ficou um bom tempo encarando o teto branco, quando seu celular começou a tocar, a ruiva rolou para a beira do sofá e caiu de cara no chão.

– Aii! – Gemeu se esticando para pegar o aparelho dentro da bolça – Alô... – disse depois de lutar para encontra o celular

– Quem é minha ruiva favorita? – A voz masculina soou animada do outro lado da linha

– Se você conhece outra ruiva eu não sei – Karen disse erguendo a cabeça e soprando os fios para longe do rosto – mas eu creio que eu seja a sua única ruiva favorita... James...

– Ehh!!!

– Falai porque ligou? – Karen foi direta ao ponto

– Porque eu queria ouvir sua linda voz – James cantou animado

– ãrrã... sei – Karen arrastou a voz e se deixou enterrar a cabeça no tapete felpudo – se fosso só por isso ligava mais vezes

– E você por que não liga? – James retrucou

– Eu até tento, mas sempre que eu ligo você está ocupado – explicou – E nem adianta dizer que é por causa do trabalho – acrescentou – você está é muito ocupado com a namorada.

– Não fale assim da Sarah – James contestou – Ela é uma boa pessoa

– Eu sei disso, mas você tem que admitir que ela é meio grudenta demais...

–...

– Porque ligou? – Karen repetiu

– Vou passar alguns dias aí em Londres – James informou

– Posso perguntar porque?

– Tenho que ter um motivo especial?

– Depende...

– DÊ quê?

– Do que você aprontou

– Mas eu não fiz nada! – James argumentou – Estou com saudade e quero rever meus amigos e minhas irmãs!

– James, você sabe que eu te amo, mas eu não caiu nessa – Karen bufou – Se você estivesse com saudade, simplesmente apareceria aqui como sempre e não ligaria para avisar – lembrou – ou seja aconteceu alguma coisa e você não quer contar!

– Sarah achou melhor não incomodar...

– Desde quando isso importa? – Karen

– Desde que eu me tornei um homem melhor

– Tá...certo – Karen decidiu não argumentar mais – vou acreditar em você... – murmurou incerta – Quando é que você chega?

– Amanhã atarde

– Vou avisar a Stella...

– Uho! – James gritou ao telefone obrigando Karen a afastar o aparelho do ouvido

– Não grite! – Repreendeu a ruiva

– Mas eu vou poder minha musa de verão!

– Me pergunto o que a Sarah viu em você... – comentou cínica

– Você tem novidades? – James mudou o assunto

– Além de que meu pior pesadelo se concretizou...não nenhuma...

– Como assim... seu pior pesadelo? – James indagou confuso

Karen cogitou em contar que Christian “retornou” dos mortos, mas preferiu deixar seu irmão curioso sobre o assunto.

– Quando você chegar aqui eu te conto – disse – por enquanto tente adivinhar, você não é bom nisso?

– Você se tornou uma mulher malvada, Karen!

– hahaha – Karen riu com gosto – a gente se vê amanhã... beijos – e desligou encarando a tela do seu MOX e suspirar. Minutos se passaram até Karen pular de susto quando a campainha tocou, quase a matando do coração – AI Jesus!!! Que merda! – Praguejou se erguendo do chão – JÁ VAI!!! – Com força excessiva Karen abriu a porta – Será que dá pra parar de apertar esse botão! – Rosnou entre dentes

– Epa! Não precisa ficar com raiva – Christian ergueu os braços em forma de rendição – Eu estava aqui fora te chamando a mais de dez minutos e como você não veio me atender...

– Como sabia que eu estava em casa? – Perguntou desconfiada

– Vi seu carro na garagem – Christian sorriu inocentemente

– Você não sabe o número da minha vaga – Retorquiu Karen cruzando os braços

– Mas sei o número da sua placa... – murmurou o moreno mais pra sim mesmo do que para Karen que ouviu é claro.

Ouvindo aquilo, Karen olhou para Christian com os olhos semi-serrados, totalmente desacreditada e surpresa com o que acabará de ouvir tentou fechar a porta, mas Christian foi mais rápido – além de mais forte – e não deixou que a porta fosse fechada.

– O que você quer!? – Karen rosnou pronta para soltar os cachorros

– OW! Eu vim em paz, só quero conversar

– Sobre? – Karen ergueu as sobrancelhas

– Sobre sua vaga na TowerPoint

– Não.

– Ahh! – Christian impediu mais uma vez Karen de bater à porta em sua cara – Mas porquê!? Você nem sabe o que eu ia dizer!

– Você está tentando me convencer a trabalhar para sua empresa – Karen disse o obvio – mas a resposta continua a mesma: não – disse decidida – agora solte minha porta, Christian

– Mas você pode gostar de trabalhar lá!

– Não! – Repetiu já perdendo a paciência

– Mas...

– A resposta é não, Christian – Karen bufou irritada – agora solte minha porta é me deixe em paz!

Reunindo toda a força que possuía, Karen empurrou Christian para longe de sua porta e finalmente conseguiu fecha-la.

– Eu... – suspirou – preciso relaxar, se não vou cometer um assassinato!

Notas finais
E aí que gostou do Christian sendo um stalker?! Eu achei engraçado, vocês não? E estou amando meus livros *-* Eles são lindos! Vou me casar com eles! Heheheh *¬* Mas é ai como ficou o capítulo? Bom Muito Bom Ótimo Ruim Ou Muito Ruim? Quero saber a opinião de você ela é muito importante para mim, por isso comentem! Beijos até o próximo Capitulo o7