O Livro Sagrado Dos Deuses
7 Minha Missão.
Notas iniciais
Segundo, me desculpem pela demora, mas pelo menos ele está bem grande.
Terceiro,quem já leu A Maldição do Titã vai saber ao que eu estou me referindo (no meio do capítulo).
Quarto, e último, BOA LEIURA!
Tudo começou com outro sonho esquisito, só que desta vez eu não vi apenas a mulher psicótica, mas também recebi uma mensagem da minha mãe.
Eu estava de volta ao salão, onde a mulher psicótica, agora virada de frente para mim, estava em pé lendo uma espécie de livro gigante, eu considerei que poderia ser o tal livro que Quíron mencionou na fogueira, e ela deveria ser a ladra! Ela andava de um lado pro outro e murmurava algumas palavras que pareciam ser gregas as quais, admito, não entendi nada.
Ela parecia fazer um encanto, mas depois de murmurar e abrir os olhos, nada aconteceu, e ela irritada começou a olhar em minha direção e falar:
–Ah! Você está ai! Ande logo irmãzinha e não se atrase, e pare de tentar ver minhas frustrações, eu não tenho culpa de não conseguir fazer esse feitiço, mas você pode, não pode? Então venha até a mim, juntas seriamos invencíveis, e destruiríamos o Olimpo! Nossa mãe se tornaria a deusa suprema, e nós seriamos as pessoas mais privilegiadas. Tiraríamos Calipso daquela ilha maldita onde está aprisionada, e a, antes que você se esqueça meu nome é Circe, e eu sou sua irmã mais velha. -Enquanto ela falava pude ver que estava mexendo no livro, e então no meio da história de como eu seria forte, e poderosa ela começou a murmurar um encanto, e então eu comecei a pensar que ter poder seria uma boa, e que realmente valeria a pena fazer isso. Uma vontade gigantesca cresceu em mim de ir ao encontro de-lâ, de esquecer a minha vida, começar uma nova, mas então tudo começou a girar e eu cai em outra sala, só que desta vez não era Circe que estava lá, e sim Hecáte, minha mãe.
Ela olhou para mim mexeu a sua mão, e aquela sensação de ter poder simplesmente sumiu, e eu percebi que quase cai-rá na ladainha e no encanto daquela psicótica.
–Olá querida, como foi a conversa com a sua amada irmã? -Perguntou Hecáte com um sorrisinho no rosto, eu podia jurar que ela estava se divertindo com tudo aquilo.
–O-oi, eu vou mais ou menos sabe, eu só quase fui enfeitiçada pela minha irmã do mal, que provavelmente te roubou. -Eu disse gaguejando.
–Ah sim, ela está com o meu livro, e você já deve ter percebido o porque eu vim falar com você. -Disse-me ela.
–Eu não entendi muito bem, mas... Circe me falou que ela não conseguiria fazer um tal feitiço, mas que eu conseguiria, e Luna murmurou que eu devia ser uma das semi-deusas mais poderosa dos tempos, então presumo que além de você, eu sou a única pessoa que pode realizar certos feitiços, e também presumo que você quer que eu busque o livro e o traga em segurança para o acampamento, mas tem uma coisa que me incomoda... Quíron disse que você não queria falar com ninguém sobre o sumiço do livro... então o porque falar comigo? -Eu disse enquanto minha cabeça quase explodia de tanto esforço que eu fazia para entender direito aquela história.
–Muito bem, minha querida, vejo que você puxou para seu pai, hum... quer dizer para a sua avó, você é muito inteligente! Agora, o por que falar com você?... simples você é a única que conseguiria recuperar o livro, mas como você só chegou hoje ao acampamento você tem o prazo de uma semana para se preparar e sair em uma missão,em busca de meu livro. Agora acorde e já comece a se preparar. Adeus. -Disse ela acenando para mim. Após isso acordei.
Olhei para o relógio ao lado da minha cama, e ainda eram apenas 5:00 h. Tentei dormir de novo mas não consegui. Fui ao banheiro, lavei o rosto e decidi que iria contar imediatamente o sonho que tive para Tommy, ele saberia o que fazer, e me aconselhar.
Depois de uns dez minutos, nos quais eu estava me trocando e tentando fazer meu cabelo parar, eu sai do meu chalé e fui em direção ao chalé de Poseidon.
Chegando lá tive que bater na porta cinco vezes seguidas, até alguém abrir a porta.
–Ah! É a novata! O que faz aqui tão cedo em? Sabia que as pessoas dormem nesse horário? -Perguntou Enzo, abrindo a porta.(Quando o vi meu coração deu um pequeno pulo,ai céus! Ele estava lindo!Não, espera, Manuela você gosta do Tommy, não do irmão dele, e acredite eles são diferentes).
–Ah, olá Enzo, o Tommy está? -Perguntei tentando não olhar para ele.
–Wow, como você sabe meu nome? Tommy te falou? -Perguntou ele meio abobalhado.
–Enzo eu te conheço faz tempo, mas... Mudando de assunto cadê o Tommy? Chama ele para mim... -Perguntei aborrecida, poxa ele além de ter me traído no passado, ele nem lembra que um dia eu existi! Ai que raiva! E o pior é que ele ainda continua lindo como sempre foi...
–O Tommy não está, parece que ele acorda mais cedo que você... Mas desde quando você me conhece? Eu nem sei seu nome...
–Meu nome é Manuela, força a mente, daí você pode até ser capaz de se lembrar que um dia eu existi na sua vida medíocre! -Eu disse ao sair pisando forte, e infelizmente devo admitir, com lágrimas nos olhos.
Fui andando, e nem percebi aonde tinha ido, até que vi que estava enfrente da Arena. Seria uma boa eu tentar treinar com Anoitecer, e além do mais, isso faria eu esquecer a minha conversa com Enzo.
Quando cheguei lá dentro, peguei um boneco e o coloquei em uma posição que seria ideal. Desembainhei Anoitecer, imaginei a cara de Enzo no boneco e fiquei lá batendo inutilmente no boneco, enquanto lágrimas e mais lágrimas escoriam dos meus olhos. Fiquei lá por mais ou menos umas três horas, até que Luna entrou na arena e ficou me observando calada.
–Ah, oi Luna. -Eu disse sem animação alguma, mas pelo menos não estava mais chorando.
–Oi, aconteceu alguma coisa? Seu rosto está vermelho, você andou chorando foi? -Perguntou-me ela.
–Cho-choran-d-do? Cl-a-ro que não! -Eu respondi gaguejando.
–Olha eu estava no refeitório tomando café, e Tommy foi falar comigo, disse que você andou sonhando com uma mulher...
–É,é eu sonhei com a minha irmã Circe. -A partir daí contei a ela meus sonhos dês do que eu fiquei desacordada, até o que minha mãe me dava uma missão.
–Mas, você não vai ajudar Circe, não é? Quer dizer... -Disse ela preocupada.
–Não, mas é claro que não! Eu vou ir nessa missão, recuperar o livro da minha mãe, e então voltar a morar com meu pai. -Eu disse.
–O que morar com seu pai? Manu pensa direito... -Eu a interrompi e disse:
–Sim morar com meu pai! Perto dele eu não sofri nenhum mal, e além do mais quando eu terminar minha missão, eu já vou ter experiência, e já vou conseguir morar com ele fora do acampamento, eu vou poder me defender sozinha, igual a ele. -Eu disse com o tom da voz elevado.
–Mas, Manu, o que aconteceu? Você ainda nem teve a oportunidade de treinar aqui, quando você fazer isso, você vai adorar, você não pode simplesmente falar que vai embora sem nem conhecer o lugar... -Disse ela, também em tom agressivo- E além do mais, eu pensei que você tinha se tornado minha amiga. -Desta vez ela não foi agressiva, falava mais como um sussurro.
–Eu... -Eu não sabia o que responder, eu a considerava minha amiga, mas eu mal tinha convivido com ela, não achei que ela se importaria com o fato de ir embora.
–O que aconteceu antes de você vir aqui na arena? Você ficou assim por causa do seu sonho? -Ela perguntou calma.
–Não. -Eu respondi, e então contei para ela sobre Enzo, e Tommy- Me desculpe, eu não queria fazer você achar que você não é importante, e que eu não ligo para você. -Eu disse por fim, me desculpando.
–Uau! Nossa que história mais complicada, Afrodite deve te adorar! Mas não tem problema, agora que tal deixarmos esse boneco feio e irmos para a sua primeira aula de arco e flecha? -Disse ela em tom animado.
–Mas, não seria melhor irmos falar com Quíron e o Sr.D sobre a minha missão? -Perguntei.
–Ah sim, verdade, então vamos falar com eles. -Respondeu ela animadamente.
Fomos até a Casa Grande, e encontramos o Sr.D e Quíron sentados em uma mesa jogando algum tipo de jogo de baralho. Ao me ver o Sr.D disse:
–Olá Isabella e Bruna.
–É Manuela e Luna senhor. -Falou Quíron.
–Tanto faz, o fato de dar oi já é significativo. -Resmungou ele.
–Não tem problema, é um prazer falar com alguém tão importante, como o deus do vinho. -Eu disse. Uma coisa que eu esqueci de mencionar, é que eu sou ótima em puxar o saco dos outros, não que eu me orgulhe disso, mas sinceramente eu não queria ficar brigada com um deus, né? Ele abriu um sorriso, e disse:
–Está vendo Quíron, é assim que deveríamos ser tratados por esses mestiços ingratos. O que a traz aqui Srta.Manuela?
Luna olhava o Sr.D com a boca aberta, provavelmente ele nunca tinha acertado o nome de ninguém.
–Bom... É que eu tive uns sonhos estranhos, e também por que minha mãe me deu uma missão. -Eu expliquei resumidamente.
–Uma missão? Mas Você acabou de chegar. -Falou Quíron com uma leve ruga na testa.
–Bom, então, Bruna vá reunir o conselho de guerra, para que está jovem possa nos esclarecer os seus sonhos e a missão à que ela foi resignada. -Disse o Sr.D (ainda sorrindo) para Luna. -Enquanto isso a Srta. Pode vir conosco adiantando o assunto que vai ser tratado. -Disse ele olhando para mim.
Luna se virou, resmungando que não se chamava Bruna, e foi aos chalés em busca dos conselheiros-chefes, enquanto eu o Sr.D e Quíron fomos até a sala de recreação, e nos sentamos em volta da mesa de pingue-pongue. Não me pergunte porque ali era o quartel general, só sei que era.
–Muito bem, Manuela antes que os outros cheguem de uma resumida. -Disse Quíron.
–Bem... tudo começou quando eu sonhei...
–Resuma criança. -Me interrompeu Quíron.Não sei porque mas odiei o fato de ele me chamar de criança.
–Ta, ta bem eu sonhei com a minha irmã Circe duas vezes, e com esses sonhos eu pude perceber que ela foi quem roubou o livro, e que tem certos feitiços que só eu e minha mãe podemos fazer, e que ela tentou me capturar para me obrigar a faze-los, já que minha mãe não quis ajuda-la. Ela também tentou me enfeitiçar por sonho, mas então minha mãe interferiu, e então me falou que o livro dela foi roubado, e que era minha missão recupera-lo. -Esse foi o mais resumido que eu consegui fazer. Quando terminei de falar todos os conselheiros já estavam na mesa de pingue-pongue (inclusive Tommy, que evitava olhar para mim).
–Muito bem agora que todos estão presentes pode explicar o porque todos estamos aqui, e para os que ouviram o final, prestem atenção no início. -Disse o Sr.D.
Eu os contei detalhadamente todos os sonhos, e o impressionante foi que ninguém me interrompeu enquanto estava falando, todos pareciam interessados, com exceção de Catarina que não parecia nada feliz pelo fato de não ser ela que receberá uma missão por sonho pela nossa mãe. Quando acabei um garoto alto e bonito, e que eu tinha a nítida impressão de ser o conselheiro-chefe de Apolo, disse:
–Então é por isso que os monstros estão com mais poderes do que o normal... Essa Circe é louca de confiar tanto assim neles, por que quem garante que após eles receberem mais poderes, eles não vão ficar contra ela?
–Isso não é o mais importante Fred -Disse Quíron- O importante é que o que pode ser pior que dar aos monstros mais poderes?
–E o porque quando houve a guerra dos Titãs Hecáte não usou seu livro para dar a Cronos mais poder? Por que se eu bem me lembro, a deusa Hecáte não ficou do nosso lado. -Perguntou uma garota bonita, e bem arrumada, que deveria ser a conselheira chefe do chalé de Afrodite.
–Bem infelizmente eu tenho resposta para as duas perguntas. -falou o Sr.D.- Primeiro, o que pode ser pior do que dar mais poderes aos meros monstros? Simples, retirar Cronos e Tifão do Tártaro, e tentar destruir o Olimpo novamente. Segundo, na segunda guerra dos Titãs o livro que pertence a Hecáte ficou escondido no Olimpo, mas então quando as coisas esfriaram devolvemos a Hecáte.
Tudo ficou em um silêncio absoluto, até que uma garota loira falou:
–Bom, então vamos à profecia.
Então um tipo de fumaça verde saiu de sua boca, e ela começou a recitar:
“Quatro deverão ir
Os oceanos, a ovelha negra e a coruja
Um se rebelará e
Para o outro lado se guiará
O poder do Amor prevalecerá, mas
Ao anoitecer um irá adormecer.”
Depois de falar estas palavras, a fumaça verde sumiu e a garota loira desmaiou. Na mesma hora alguns meio-sangues foram socorrer, e o estranho, é que pareciam estar acostumados com isso, como se fosse normal uma garota desmaiar depois de uma estranha fumaça verde sair de sua boca.
Quíron tinha levado as mãos a testa, e parecia preocupado, na verdade todos estavam com um ar de preocupados, e foi ai que me toquei o porque, a última frase falava “Ao anoitecer um irá adormecer” o que poderia significar que uma pessoa morreria.
–E-e-ssa última frase, “Ao anoitecer um irá adormecer” quer dizer que uma pessoa vai morrer? -Perguntei aflita, só para ver se alguém discordava da minha opinião, mas em vez disso Quíron apenas confirmou com a cabeça, e depois disse:
–“Os oceanos, a ovelha negra e a coruja” os oceanos... filhos de Poseidon, a ovelha negra é provavelmente você, e a coruja é um filho de Atena. Então Manuela o que te resta é apenas escolher algum filho de Atena, por que filhos de Poseidon só temos dois, Tommy e Enzo.
–Legal. -Eu disse tentando forçar um sorriso. -Eu escolho a Luna do chalé de Atena. -Eu não estava me saindo muito bem em forçar um sorriso, bem seria até legal ter Luna que é minha amiga ao meu lado, e Tommy que já tem experiência, mas o por que o Enzo também tinha que ir? E outra uma pessoa ia acabar morrendo no final das contas. Ai caramba, eu to ferrada!
–Perdão pela pergunta mas, o numero certo de pessoas em uma missão não é apenas três? Como as parcas, as fúrias, e os três grandes (Hades, Zeus e Poseidon)? -Acabei perguntando. Eu conheço muitas coisas de mitologia grega por que meu pai é professor de história, e essa sempre foi a matéria preferida dele.
–Seria o correto, mas como a profecia anunciou quatro, tem que ser quatro, eu me lembro que uma vez teve uma missão onde iriam cinco pessoas, no final duas morrerão, e só voltaram três, como , presumo, que vai acontecer nesta missão, um de vocês vai morrer, eu só espero que não seja a Srta. -Disse Sr.D olhando para mim. -Agora todos podem voltar as suas atividades normais. -Terminou ele falando para todos.
Vários semi-deuses se levantaram e saíram, o Sr.D e Quíron voltaram para a sacada da Casa Grande para continuar a jogar, mas eu não consegui me mover, eu mal chegará ali, e bem poderia morrer.
–Ai Manu, que cara de taxo é essa? Fica assim não, essa vai ser uma missão super legal! -Disse Luna indo ao meu encontro, forçando a voz para não parecer assustada.
–Mas como eu não posso ficar assustada? Uma pessoa vai morrer! E eu não quero que você, o Tommy, ou até mesmo o Enzo morra! -Acabei falando.
–É eu sei, mas não podemos ficar pensando nisso agora... Vem vamos treinar, para que você vire uma ótima gladiadora! -Disse ela tentando me animar.
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–Olá garotas! -Disse Fred ao nos ver chegar perto dos alvos do arco e flecha.
–Oi. -Disse Luna sonhadora, e tive uma nítida impressão que ela gostava do Fred.
–Oi. -Disse eu, tentando pegar um arco.
–Ah! Não, não, não mocinha, você não pode ir pegando as coisas assim! Você pelo menos já usou um antes na vida? -Perguntou Fred enquanto tirava o arco da minha mão.
–Hum, bem... não. -Respondi envergonhada.
–Manu eu vou ir para a parede de escala, quanto terminar ai passa lá. -Disse Luna quase correndo pra sair de lá.
–Não espera, porque você não pratica comigo? -Eu perguntei pegando em seu braço.
–Hum... porque, porque eu sou péssima em arco e flecha. -Disse ela se soltando, e saindo correndo.
–Ta bom, então tchau! -Eu gritei mas, se ela ouviu se fingiu de surda. Me virei para Fred, e ele estava com uma cara estranho, do modo que a pessoas pensa: “Mas eu tomei banho hoje!’. Então fiz o que uma amiga faz.
–Você gosta dela? -Perguntei.
–E-eu? -Perguntou ele meio abobalhado- Ah, não, não, eu só não entendo o porque toda vez que ela me vê sai correndo o mais rápido possível. Mas espera você é amiga dela não é? -Perguntou ele.
–Sim, mas só a conheço à dois dias.
–Mas você sabe o porque ela faz isso? -Perguntou ele na maior inocência.
–Bom, isso ta meio na cara. -Respondi.
–Sério? -Perguntou ele, e o pior é que parecia que ele não sabia mesmo.
–Não. -Menti- Será que podemos ir para a aula? -Perguntei mudando de assunto.
–Ah, sim claro.
Bom, eu não posso dizer que eu sou ÓTIMA em arco flecha, mas pelo menos eu acertei o alvo depois de duas tentativas.
Depois de arco e flecha, eu fui a parede de escalada, a qual eu me sai pior do que esperava.
O instrutor da aula era um garoto corpulento, que se chamava Henrique, que pertencia ao chalé de Hermes. Ele é bem legal, mas quando você não faz direito ele grita de mais, por exemplo, uma garotinha de 10 anos errou o local de colocar o pé, o que a fez despencar, e ele gritou tanto com ela, que ela o amaldiçoou. ele também gritou comigo, mas ele gritou porque eu não tive coragem de nem tentar subir, mas eu não tenho culpa, cai lava daquele troço! Mas no final, depois de umas 15 tentativas, eu subi, e alcancei o topo.
Depois foi o almoço, e como de costume (deles, não meu) jogamos uma parte da comida no fogo. Eu joguei de novo para minha mãe, pedindo que ela me guia-se na minha missão.
Depois foi a aula de vôo no Pégasos. A instrutora era a garota bonita e bem arrumada, que também estava na reunião. Seu nome era Zoe, filha de Afrodite, e bem não fui com a cara dela. Ela usava algum tipo de poder para fazer as pessoas acreditassem que conseguiriam voar da maneira certa, o que só conseguiu fazer uma grande bagunça na minha cabeça, e me atrapalhar mais ainda, e o pior é que ela era legal com todo mundo, menos comigo.
Quando terminou a aula eu fui a praia para tentar por meus pensamentos em ordem, e encontrei nada mais nada menos que o Enzo.
Notas finais
PS: Talvez demore para eu por o próximo capitulo.
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