O Livro Das Poesias
3 Poesias do Augusto
Notas iniciais
Agradeçam a um garoto meu amigo chamado Augusto por ter contribuído com essas belezuras.
Vagando de dia
Sem saber que faria
À toa na vida
Naquele sertão
Já ia passando
da minha porteira
coisa feia
sem dó de dizer
Se era homem ou mulher
sabe como é
seria um traveco?
Ser "ambisecho"
Pisou no buraco
Caiu no pasto
Machuca o joelho
Cheio de dor
Chama o padre
Chama o doutor
Chama o professor
Ou seja lá que for!
"Tem cura senhor?"
Teu mal é incurável
assexuada coisa
Pois feiura nascida
É doença crônica!
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As Horas dançando me fazem volátil
Nessa sintonia eufórica hábil
Um via láctea de cores
De sons, de amores
Sim! Foi uma onda que me fez refletir
No mar, ao me despir
Que nem tudo é nada, na água ou aqui
Espera! tem uma coisa boiando ali!
É o meu próprio eu! Possível?! Talvez para mim.
Ou não, mas enfim
Enfim, sim, enfim, enfim o fim a mim
"O poeta se afogou"
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